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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

PROPOSTA SIMPLES...




Por: Artur/Leiria (15683)

Esta vai ser uma “PROPOSTA SIMPLES,” com a viabilidade de se tornar “COMPOSTA,” logo o Carlos queira e tenha tempo para lhe pôr umas perninhas!...
Eu, Artur/Leiria, proponho-me, contribuir com o montante duma entrada para o filho-da-escola que esteja presente no convívio, e seja, presentemente, o mais reconhecível. Claro, tudo fica pendente da aprovação do timoneiro – Carlos.

“Vamos imaginar por exemplo, que todos e cada um de nós, vai passar por cada um, na baixa de Lisboa e, ao dár-se de cáras com o ex-colega, isto leva-o a perguntar-se a si mesmo: PARECE QUE CONHEÇO AQUELA CARA, MAS DE ONDE?”

Para isso, projetávam-se as fotos, de antes e depois, de todos os presentes e para que tudo corresse bem, iriam a votos, assentando o nome daquele que lhe parecesse o mais reconhecível. Depois da contágem logo veriam quem ganhou.
O que ganhasse deveria ficar com o castigo de colocar um post, ou pedir a quem o fizesse e responder a estas simples questões:

- Que achas de todo este empreendimento do Carlos?
- Tiveste ou não gosto de te encontrares com os Filhos da Escola e outros participantes da Companhia # 2 de Moçambique?
- Gostarias de participar, dentro do que te for possível, na ajuda de futuros encontros?
- O que gostarias que se fizesse de novo, ou que fosse mudado?

A completar, agradeço a aprovação do Carlos, e, a colaboração de todos.
Com amizade do Filho da Escola do Canadá, a todos um grande abraço.
“Isto é um relembrar vivo de tão saudosa vivência!...”

Leiria

domingo, 25 de janeiro de 2009

Sucesso total!

Como bons oficiais, eles não negam a espectacular «Escola» em que se formaram e apresentam-se ao serviço, mesmo em dia de descanso.
«Noblesse oblige» dizem os franceses, mas os franceses não são mais que nós e quando chega a hora da luta nós não viramos as costas!

Metangula



A convite do comandante Tintinaine ingressei neste pelotão como praça mais marreta, de nome Oliveira mar fz da Companhia de Fuzileiros nº10 Moçambique 71/73. Feitas as apresentações passemos ao post. Metangula lago Niassa, qual Apocalipse Now com o surf no delta do Mekonge, a nossa marinha praticava ski aquatico na baia de Metangula.

COMADRES!

Por: Artur/Leiria (15683)
Cronicando...


Quando eramos rapazes de escola para não esquecer-mos a homofologia das palavras (palavras com grafia e significado diferente mas com o mesmo som) costumava-mos recitar a lenga-lenga das comadres que rezava assim:

COmadre sem CU é madre.
COmadre sem madre é CU.
Tirando o CU à COmadre.
Fica a COmadre sem CU.

Foi o relembrar desta lenga-lenga, que me despertou a imaginação para esta pequena história. Os colegas do Alentejo, que me perdoem, isto não é intencional para ninguém. Calhou assim. Qualquer dia poderão entrar nas minhas histórias, por exemplo, os escolas da terra do: “BINHO BERDE DO BALE DE BOUGA”.

As comadres desta minha crónica são outras! São as esposas, amigas, companheiras dos nossos filhos da escola naturais da terra com mais herois - Alentejo!

Acontece certo dia, a comadre Eulália vai procurar a sua comadre amiga Engrácia a sua casa, mas esta não estava. No dia seguinte, com um pouco mais de sorte, lá a foi encontrar. Uma excitante conversa se desenrola nestes termos:
- Comadre procurei-a aqui ontem mas voçê não estava, mas sobre a tarde quando fui à cidade, deu-me a impressão que vi a sua burra na taberna do Inácio. Era voçê?
- Claro, comadre, ERA ÉU.
- Sabe que o meu marujo só fala numa festa qualquer que vão fazer lá mais para o norte onde se querem juntar os piripangas todos! Diz ele que é para relembar os tempos da tropa, sabes disso?
- Óh Eulália, se queres que te diga nunca ouvi falar nisso, por isso não faço ideia nenhuma. Penso que depois de todos estes anos, ninguém vai conhecer ninguém, que achas?
- Engrácia, mas tu é que não sabes que, eles já vão trocando muitas fotas, uns com os outros, e que até já estão nisso da internet e parece que a coisa está ficar jeitosa!.
- Deve estar jeitoso deve!... Velhos, carecas, barrigudos, quem raio os vai conhecer, o teu ainda tem quase o cabelo todo, agora o meu, é melão descascado!
- Já que estas falar em carecas, o meu até me disse que, para aquele que seja mais reconhecível com os tempos da marinha, que vai ganhar o bilhete de entrada, que inclui jantar. Então não é, que o meu pilocas, só porque tem a mania que ainda está igual, quer também concorrer nisso!
- No vosso caso acho bem irem, agora nós duvido, e se ele concorrer não me admiro que ganhe, não! Óh comadre, sem ofensa, ele ainda está cá um engatatão, que nem os mais novos! Mas olha que até gostava ir também.
- Comadre, não há nada como tentar convencer o teu marido, sabes que a comida até parece ser boa, e para variar não é nada mau, já estou farta e cançada das açordas. Por falar em comida, o meu marido já tem lá em casa a lista dos pratos que vão servir. Olha, anda cá a casa que eu mostro. Como se pode ver aqui, a ementa é esta:

Entradas – Rissóis, croquetes, bolinhos de bacalhau, etc.
1º Prato – Bacalhau Dourado
2º Prato – Vitela à Peleiro


- Como vês Engrácia, isto até parece apetitoso! Que dizes?
- Mas olha que a nossa Carninha à Alentejana não ficava nada atrás, não!
- Pode ser que para o ano, essa seja uma boa ideia a propôr aos maridos, caso eles nos levem, claro.
- Agora é que eu não sei como é que raio vou conseguir convencer o meu.
- Anda comadre Engrácia, vamos lá que eu ajudo.
- Sim, vamos lá... Que Deus nos ajude... Que Deus nos ajude...
E lá foram as boas das comadres continuando a pedir a Deus...

COISA ESQUESITA!

CARLOS!
Estou tentando, sao milhentas opcoes! Eterno problema!!!

sábado, 24 de janeiro de 2009

Os meus Oficiais!

Na minha Companhia sou eu o Comandante!
Perdoem-me a imodéstia!
O primeiro alistado na companhia foi o Alvaro Dionísio que, por antiguidade, conquistou o lugar de 2º Comandante (ou Imediato, como os fuzileiros especiais gostavam de lhe chamar).
Agora espero a adesão do Leiria e do Oliveira que comandarão, cada um deles, um pelotão. O primeiro a aderir ficará com o 1º pelotão e o segundo com o 2º, como é lógico.
Entre os outros convidados, Jordão, Verde e Rosa da Silva, algum há-de ser o primeiro e receberá o 3º pelotão como prémio. Os seguintes, tenho muita pena, mas ficarão como sargentos, o que não é desonra nenhuma.
Isto, meus caros amigos, tem que ser assim, porque gosto das coisas devidamente organizadas.
Estamos de acordo?
Então, toca a destroçar e vamos ao trabalho.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Visitante do Canadá!

Vim dar aqui uma espreitadela e vi que há alguém do Canadá "online".
Será o Agostinho Maduro?
Caso seja, este é um recado para ele:
Olá Agostinho!
Recebi o teu e.mail que me deu muito prazer. Espero que um dia consigas entrar nestas cowboyadas da net e comentar as mensagens que te despertarem mais atenão.
Um abraço
Carlos

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Pistolas de Guerra





Pistola Walter


Quando estive nos fuzileiros eu era maluco por armas, especialmente por pistolas.
Aprendemos a lidar com elas, a montá-las e desmontá-las, mas fazer tiro era raro. E isso era o que mais queríamos.




***







Pistola Parabellum

Andei com ela às voltas durante a instrução, mas na vida prática nunca mais lhe pus a vista em cima.




***





Pistola Astra


Para mim era a pior das 3 pistolas que nos foi apresentada nas aulas de armamento. Muito utilizada pelos civis, em modelos mais pequenos, dizia-se que era uma boa arma, mas nunca mais a vi depois daquelas aulas, nos pré-fabricados à beira-lodo, em Vale de Zebro.

O Dakota da Morte

...oOo...
Em 1962, um avião da FAP, do modelo representado na foto acima, transportou toda a Companhia Nº 2 de Fuzileiros para Moçambique. Um pelotão de cada vez. Ia até Lourenço Marques e regressava. Entre a ida e volta e mais as paragens pelo caminho, demorava uma semana. Depois de completar as quatro viagens, foi fazer um transporte de tropas para a Guiné e depois de os deixar em Bissau, levantou vôo e despenhou-se. Ouviu-se dizer, na altura, que a tripulação saltou de paraquedas e não houve, por isso, vítimas desse desastre. O avião estava a cair de velho e assim ficou enterrado na Guiné em vez de ir apodrecer em qualquer sucata na zona de Lisboa.
O que pretendo aqui é suscitar a discussão deste assunto. Se alguém se lembrar de algum detalhe que me possa ajudar a escrever a história desta queda agradeço que deixe aqui o seu comentário ou o seu contacto. Gostava de saber o nome do avião, a data em que caíu, que tropas foi levar á Guiné quando isso aconteceu, etc. Qualquer coisa serve para dar corpo a esta passagem da história da guerra do ultramar e da contribuição da FAP para o esforço da guerra.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Abandono!

Triste, só e abandonado
Ninguém te passa cartão
Quem aqui só te deixou
Não merece ter perdão

sábado, 17 de janeiro de 2009

Os Malucos das «Máquinas de Morte»!

Quando estive em Moçambique, em comissão na CF8, havia um Fuzileiro Especial conhecido pela alcunha de «Santo Tirso» que tratava por tu a MG42. Não me recordo a que Destacamento pertencia, e nunca participei com ele em qualquer operação. Mas era voz corrente que ele tinha mais facilidade em manejar aquela máquina infernal que muitos outros a manejar a G3.
Passava a bandoleira por cima do ombro esquerdo, agarrava-se ao punho e ao guarda-mão com quantas forças tinha e apertava o gatilho, sem descanso. Varria tudo à sua frente, até em corrida, se fosse necessário avançar dessa forma.
Uma vez que «a máquina» engolia munições a uma velocidade meteórica, costumava andar com uma fita de 300 munições que trazia enrolada à cintura e pendurada no ombro. Quando a festa começava, desenrolava a fita e atirava-a para o meio do chão. O sistema de disparo da arma encarregava-se de puxar por ela. E raramente encravava.
Quando as coisas ficavam feias, ter um «maluco» daqueles na Equipa dava um jeito do caraças! Ai que não dava!

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Visita à Associação!

...oOo...
Há dias passei pelo Barreiro e fui visitar a Associação de Fuzileiros. Dessa minha (primeira) passagem por lá deixo aqui este testemunho. Parece-me que a Associação já só existe por carolice de uns quantos, o que é pena!

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Ana Moura!

Cliquem neste link e ouçam!
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http://www.youtube.com/watch?v=6flpj__mTRc
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Este blog está muito abandonado. Enquanto não surge nada que o anime vou dar-lhe um pouco de música. O fado é sempre compatível com fuzileiros, por isso ninguém vai zangar-se por ver aqui alguma dessa música tradicional portuguesa.

Co-autores!

Bem me tenho queixado de não ver ninguém dar um passo em frente e oferecer-se como co-autor para este BLOG que era, e é, suposto ser um lugar de referência para todos os filhos da ESCOLA DE FUZILEIROS.
O Álvaro iniciou o seu próprio blog, o que eu acho muito bem, e não pode dar um tão grande contributo como fez no início. Tenho a certeza, mesmo assim, que irá aparecendo, de vez em quando, e oferecer-nos qualquer coisa, notícia, foto, que ajude a manter-nos ligados, cmo uma grande família que somos.
O Artur Sousa, marinheiro fuzileiro nº 15683 ou 7373.61, conhecido entre os seus camaradas da companhia pela alcunha de «O Leiria», tem escrito uma série de posts que tenho vindo a transcrever e publicar, ora neste blog ora no da CF2. Para tornar a coisa mais simples e directa, vou convidá-lo a ser co-autor deste blog e assim poder publicar directamente aquilo que achar por bem.
Qualquer coisa que ele queira escrever sobre a CF2 e que queira lá ver publicado, continuaria a usar o caminho seguido até aqui.
Vamos a isso, Leiria?

FAMÍLIA DE LOUVAR!...

É admirável o envolvimento de quatro jovens da família do Carlos, na Ditosa Briosa. Eis, talvez a razão porque ele vive o ambiente da Marinha na mais alta dimensão! Faço ideia lá em casa, o envolvimento dos seus pais, e toda família, no dia-a-dia de quatro marujos! Ali, concerteza que se vivia, falava e até se discutia, sobre tudo o que era Marinha, Marujos, Fuzileiros, Comissões e não só. Simplesmente louvável!...
No meu caso, eramos seis filhos sendo quatro rapazes os mais velhos. Eu, sendo o segundo mais velho, mas porque fui voluntário ainda com 16 anos para a Marinha, como todos vós sabeis, fui o primeiro a ingressar nas Forças Armadas. Infelizmente o meu irmão mais velho foi voluntário para o exército como miliciano. Digo voluntário, porque tendo os pés chatos foi-lhe proposto, poder ficar livre de cumprir o serviço militar. Para ele seria um desânimo total, o não poder cumprir a tropa como todos os outros. Ali e na hora, pediu ao médico inspeccionador, se mesmo assim poderia ingressar na tropa. O médico perguntou-lhe se estava mesmo interessado em prosseguir, mesmo com mais deficuldades no caminhar; respondeu de imediato que sim, e lá foi. Tirou o curso de minas e armadilhas, foi para a Guiné. Estava lá à um mês ou dois quando, no dia que morre o Presidente Kennedy em Texas, USA, morre o meu irmão também, numa emboscada. Para mim foi chocante, ao ponto de ter andado desorientado por umas quantas semanas, muitas vezes ia dar comigo a chorar lá pelos cantos da Rádio Naval.
Para a minha mãe, foi a morte total de sua alegria para o resto da vida, tal sofrimento, vem a abrir as portas para a maldita doença do cancro que, nela se instalou e a vem a vitimar 22 anos depois.
O irmão que me precede vai como cabo escriturário para a Angola, regressando sem envolvimento em combate. O mais novo conseguiu evitar a tropa pela simples razão de que foi considerado amparo de mãe.
Claro, de maneira alguma quero comparar as duas famílias mas, contudo, não quero descurar o facto de que parte a parte o sofrimento é ilimitado. Mais tarde se me for permitido, darei seguimento ao assunto o qual tem elo de ligação quanto à evolução dos acontecimentos que comigo se desenrolaram na Companhia 2 de Fuzileiros.
Sem Mais, a todos um grande abraço.
Artur/Leiria

Um dia de silêncio!

Ontem, dia 13 de Janeiro, foi o dia do funeral do filho da nossa escola «O Conquistador» e decidi, por isso, não escrever uma única palavra em todos os meus blogs.
Fazer uma pausa, ficar em silêncio e concentrar os pensamentos naquele que partiu para a última viagem. Porque eu também acredito noutra vida para além da morte, desejo que seja muito feliz, onde quer que esteja.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Sem palavras!


Óbito!



António de Jesus Trincão

Filho da Escola Nº 16854 ou 8490.62

Com comissões de serviço na Companhia Nº 2 e Nº 8 de Fuzileiros

Em Moçambique de Novembro de 1962 a Março 1968

Faleceu esta madrugada, após prolongada doença. Á sua esposa e filha os mais sentidos pêsames desta grande família que é a dos Fuzileiros.

Que descanse em paz

domingo, 11 de janeiro de 2009

CONSTIPAÇÕES!



Já foi falado nos posts sobre o estado miserável a que estas malditas nos arrastam. No que refer aos remédios caseiros é sabido que o mundo está a abarrotar de opiniosos, com milhentas opiniões sobre o tratamento destas e outras maleitas. Pelo menos se estas não nos curam não têm efeitos secundários, a não ser talvez aquela (brincando claro) da bota da tropa e a garrafa de wisky do escolinha Oliveira.
Sempre que alguém diz ter tal “malady” logo alguém diz: faz assim faz assado que isso passa... Mas quando esse alguém sofre da mesma aflição, é usual este precisar dum outro-alguém a aconselhar como a tratar! Parece que o opinioso passa a precisar logo de opinião. Por isso vivemos num mundo onde a controvérsia é raínha!... São pesquisas a contradizer outras pesquisas, estudos a contradizer outros estudos!...
Tudo isto por causa do dinheiro! Então, onde reina a verdade? É aqui amigos, que temos que separar o trigo do joio, conhecer a árvore pelos seus frutos etc., etc. Para isso precisamos ouvir os dois lados da história, usar senso comum com um pouco de “skepticism”, para discernir onde está, pelo menos, o que soe mais perto da verdade.
Entre o interesse conflituoso da mega indústria dos remédios e da indústria dos medicamentos naturais, a primeira tem a agravante de nos carregar com efeitos secundários. Esta, como defesa contra processos de tribunal, caso hajam problemas de agravamento da saúde ou mesmo até de mortes, usam os “disclaimers”, descrevendo as contra-indicações nos panfletos agregados aos medicamentos.
Agora, são vocês a perguntar o porquê de toda esta história que até soa a reteórica, redundante e contraditória, claro que o que não interessa não se lê, por isso existe a tendência de se ler só os cabeçalhos. Por esse motivo este artigo é para quem é. Na minha opinião, logo que um escola venha a ler, já não é mau. PREVENÇÃO amigos, “it’s the name of the game”. E se me permitem deixem-me dar também a minha opinião que, no meio das milhentas em existência, não vai fazer diferença. Fará?

ÓLEO DE OREGANO:
Quem não conhece? Não quero aprofundar aqui informação sobre a origem deste produto natural, isso fica para voçês pesquisarem na internet ou em panfletos de farmácia. Valeu?
Vou precisamente dizer o que vou fazendo com este produto, já há uns anos, com resultados positivos bem perto dos cem por cento. Junto podem ver a foto dum frasco de uma das muitas marcas existentes no mercado, logicamente que, o mais caro é mais potente. Um frasco médio dá-me para um ano ou mais. Este óleo vem num frasco com conta gotas para contar-mos as 2-3 gotas que vamos pôr na boca quando, o que vou expor em baixo, venha a acontecer. Este óleo é bastante acre, mas quanto mais acre melhor. Começar com uma gota só, para a habituação. Tenham em conta que estamos a falar em PREVENÇÃO. – Curar o que não temos ainda é a melhor cura! Jogar à defesa, até no futebol, também se ganham jogos.

PARA OS PULMÕES:
Ponho as gostas na boca e aguento-o o mais tempo possível, respirando pela boca com os lábios apertados, como se tivesse a respirar por uma palha, para uma mellor absorção do vapor do óleo até encher os pulmões ao máximo. Tapo a boca sem deixar sair o ar, faço pressão com os pulmões como estivesse a soprar num balão por uns 10 segundos. Repetindo várias vezes.

PARA A AREA DO SINUS (sinusite):
Faço o mesmo, com a diferença de apertar o nariz e empurrar o ar para o nariz e ouvidos. Repetindo várias vezes. Portanto, uso o óleo quando:

  • Sempre que tenho um ou mais espirros, mesmo quando por reacção alérgica.
  • Quando noto qualquer comichão (cócega) na garganta ou necessito tossir para limpar a garganta.
  • Quando me molho ou apanho frio em exagero.
  • Sempre que toco em alguém que esteja contaminado, muito em especial crianças, evito tocar se for opção.
  • Logo que toco em superfícies duvidosas como: maçanetas de portas de casa-de-banho, etc.
  • Sempre que toco nas áreas de propagação: nariz, olhos e boca com os dedos.
  • Certifico que sigo as regras básicas da higiene: lavagem de mãos por exemplo.
  • Sempre que tenha dúvidas sobre o já acima descrito e também quando me lembro.

Este produto por ser natural não tem contra-indicações algumas. Ter em conta que ao prevernir-mos constipações estamos também a prevenir doenças derivantes tais como: a pleurisia, bronco-pneumonia e pneumonia. Não esquecer mais uma vez, que é a prevenção de que estou a falar, Caso se venha a apanhar a maldita, dobrar a dose em vezes e quantidade, que a duração da constipação ou mesmo gripe, irá ser imensamente reduzida.

Tudo isto escolas, para se poder ir a mais uns “encontrozecos” e também a uns “jogozecos” de futebol. Alguém já dissera: “Viemos a este mundo para ver a bola”. Só que uns vão vendo mais do que outros!...

Abaços a todos.

Artur/Leiria

sábado, 10 de janeiro de 2009

Viva, Carlos!

Na verdade, não tenho tido disponibilidade para escrever neste blog. De momento, estou ocupado com o meu próprio blogue Marinha e Fuzocultura http://fuzocultura.blogspot.com/

Um abraço,

Álvaro Dionísio