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sábado, 31 de janeiro de 2009

Moçambique "Cobué"



Tanta marujada que passou por este antigo convento, marujada e não só, durante algum tempo esteve lá em comissão o exercito, de entre os soldados o mais conhecido foi sem duvida o malogrado Joaquim Agostinho o nosso melhor ciclista de sempre.
Na foto encontra-se junto ao telhado do edifício do lado esquerdo um ponto negro se ampliarmos a foto vê-se nitidamente uma carraça, agora, mistério, como é que o bicho ficou impresso no papel é que eu gostava de saber (já agora informo que não houve qualquer truque de montagem) a prova essa, está no original uma carraça gorda e anafada!

DOIS BELOS SARGENTOS!


Bons instrutores, bons munitores e bons tutores! São estes sargentos, para mim, bem merecedores de tão belas conotações. Sim senhor, se são!
Sargento Martins: Um bom homem, um cavalheiro, um senhor que sempre soube tratar-nos com respeito e compreensão. Duma modéstia inagualável! Tratava-nos sempre por voçê, quando, tinha este Sr., idade para ser nosso pai! E como tal, para ele, foi como seus filhos, nós fossemos!... Sempre pronto a ajudar com sua forma de ser e agir: meiga, talvez imprópria para quem tinha a missão, vamos lá, talvez até, de nos embrutecer para a guerra. Uma guerra que é sempre bruta!... A comprová-lo vejam só o artigo que vem hoje, no blog da MARINHA E FUSOCULTURA com o título: “Operações a leste de Luanda. O assassinato de um pescador.”
Este senhor era proveniente da terra do “carrapau” - Setúbal. Homen de estatura média, magro e de compleição bem defenida, infelizmente, o que venho a apurar mais tarde, de pouca saúde. Um dia, bem no princípio da recrutra, dirigiu-se a mim dizendo que eu tinha que ser uma pessoa muito importante, ou então o meu nome (porque era grande), valeria mais do que a propriedade; depois de eu ter perguntado o porquê de tal afirmação. Dizendo então, que, como eu era natural Leiria, sem ofensa, se me importaria que me chamasse Leiria? Eu, que nunca fui rapaz de aceitar alcunhas, (por isso, penso que nunca as tive), aceitei , com gosto até! E a partir daí, porque pegou bem, fui sempre o “Leiria”; desde os comandantes com quem lidei até ao colega de tarimba! Este Senhor, que o Bom Deus lá tem em bom lugar, porque era dos bons, morreu cedo! . “The good die young”... Há que ser-mos maus, assim parece, para não morrer-mos ainda...
O outro senhor, vivinho ainda e que todos conhecem, hoje até é meu vizinho!... Fui eu a deduzi-lo, porque o tintinaine não respondeu a esta minha questão num dos meus comentários de à tempos.
Sargento Vitorino, homem erecto bem-posto que, sempre demonstrou adorar a vida! Antes e depois da nossa comissão em Moçambique, viagei algumas vezes com ele na linha do oeste rumo às nossas terras: Alfeizarão e Leiria mais a norte. Conversavamos como colegas de escola onde o “tu” poderia ignorar a hiarquia, mas não, os bons princípios faziam parte ainda, do brio das nossas vidas!... Mais do que uma vez, sentados frente-a-frente, pediu ele delicadamente: - “Leiria, dê-me 15 minutos para eu dormir e me recompôr fisicamente”. Ainda hoje estou para compreender como este sargento passados 15 minutos parecia/era um homem diferente! Recuperado! Um dia irei perguntar-lhe em que livro estudou tal técnica.
Lourenço Marques, homem solitário por conveniência, diga-se, sempre na conquista! Pergunta um dia, ao encontrar-me na avenida da República: - Leiria como vão essas conquistas? – Faz-se o que se pode, respondi. – Sabe, respondeu, para haver sucesso nessas coisas, tem que ser a título de namoro com todos os seus sabores e ingredientes... Era ou não homem de bons conselhos? Grande sargento, dava gosto conversar com ele! Sempre que algo mais pessoal havia a perguntar, começava assim: - “Óh Leiria, sem indescrição...” Levou-me tempos a descernir o significado desta “indescrição” . Valente SARGE Vitorino, bem-haja. Em Setembro, nas minhas férias em portugal, vai uma visitinha? Talvez no Tromba Rija, dos Marrazes. Valeu?
Um grande abraço cá do Leiria.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Comboio do Catur



Muitos filhos da escola viajaram no comboio do Catur de Nacala até Vila Cabral .

Tentar não custa!

Nesta unidade de Fuzileiros o Imediato é o Alvaro Dionísio. Ele tem andado desaparecido, mas acredito que vem dar uma vista de olhos no blog, de vez em quando. E aproveitando essa oportunidade vou fazer-lhe um pedido, o qual repetirei mais tarde, ao telefone, se o conseguir apanhar.
Nas duas fotografias abaixo aparecem dois camaradas nossos da CF2, que não consigo localizar em lado nenhum. Recorrendo aos arquivos da Segurança Social, agora devidamente informatizados e de âmbito nacional, não seria possível descobrir se eles são vivos ou mortos e a respectiva morada, caso sejam vivos?

De cócoras à direita - Domingos da Lídia Belo

Primeiro da esquerda - Joaquim Manuel Cavaleiro Rodrigues Cação

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

O Ferreira de Mourão!

De Mourão, terra alentejana de muitos fuzileiros, recebi uma carta onde se incluía o documento que podeis ver acima, com pedido de publicação. Não sei se ele será legível, mas acho que devo publicá-lo de qualquer modo. Trata-se de uma notícia publicada na Revista da Armada, no ano de 2005, relativa á homenagem feita aos primeiros fuzileiros formados na nossa Escola e aos seus principais instrutores e comandante de curso, o 2º Tenente Pascoal Rodrigues.
(Cliquem na imagem para ampliá-la)

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

O Neiva!

Ao fim de 40 anos toca o meu telemóvel e ouço uma voz que me pergunta - sabes quem fala?
Não faço a menor ideia! Foi aquilo que me saiu da boca.
Sou o Neiva, da Companhia 8 de Fuzileiros, não te lembras de mim?
Claro que me lembrava dele. E lembrava-me melhor ainda do trabalho que me deu, a mim e mais um grupo de camaradas, para carregar com ele às costas pelo Tchifuli abaixo e salvar-lhe a vida por um triz.
Tínhamos saído em patrulha. Fomos subindo lentamente pelo morro acima. Já cansados, depois de cerca de meia-hora sempre a subir, decidimos fazer uma paragem para descansar. Cada um abancou onde melhor lhe pareceu. O Neiva encostou a G3 a uma árvore de pequeno porte, sentou-se e encostou-se também à mesma pequena árvore. Ao fazê-lo deu-lhe um ligeiro abanão. Isso foi o suficiente para despertar um ninho de vespas que ali havia, pendurado de um dos ramos da árvore. Elas começaram a zumbir á volta das nossas cabeças e cada um protegeu-se como pôde.
O pobre do Neiva, na posição em que estava, levou com o grosso do enxame em cima dele. Começou aos berros que nem um cabrito desmamado. Passado um bocado estava a vomitar e a cair para o lado, sem dar acordo de si.
Corremos com ele às costas pelo monte abaixo até chegar à estrada e comunicamos coma Base para mandar um jipe ao nosso encontro. Foi para a enfermaria e o médico tirou-lhe do corpo cerca de 2000 (dois mil, não é engano) ferrões de vespa. Disse ele que não fazia a mais pequena ideia de como é que o Neiva tinha sobrevivido. Diz quem sabe que vinte ferroadas de abelha podem matar um homem de compleição normal.
E então aparece-me este melro, ao fim de 40 anos, a perguntar - sabes quem fala?
Claro que sei, fala o morto! Não, desculpa, aquele que estava quase morto, mas não morreu.

PROPOSTA SIMPLES...




Por: Artur/Leiria (15683)

Esta vai ser uma “PROPOSTA SIMPLES,” com a viabilidade de se tornar “COMPOSTA,” logo o Carlos queira e tenha tempo para lhe pôr umas perninhas!...
Eu, Artur/Leiria, proponho-me, contribuir com o montante duma entrada para o filho-da-escola que esteja presente no convívio, e seja, presentemente, o mais reconhecível. Claro, tudo fica pendente da aprovação do timoneiro – Carlos.

“Vamos imaginar por exemplo, que todos e cada um de nós, vai passar por cada um, na baixa de Lisboa e, ao dár-se de cáras com o ex-colega, isto leva-o a perguntar-se a si mesmo: PARECE QUE CONHEÇO AQUELA CARA, MAS DE ONDE?”

Para isso, projetávam-se as fotos, de antes e depois, de todos os presentes e para que tudo corresse bem, iriam a votos, assentando o nome daquele que lhe parecesse o mais reconhecível. Depois da contágem logo veriam quem ganhou.
O que ganhasse deveria ficar com o castigo de colocar um post, ou pedir a quem o fizesse e responder a estas simples questões:

- Que achas de todo este empreendimento do Carlos?
- Tiveste ou não gosto de te encontrares com os Filhos da Escola e outros participantes da Companhia # 2 de Moçambique?
- Gostarias de participar, dentro do que te for possível, na ajuda de futuros encontros?
- O que gostarias que se fizesse de novo, ou que fosse mudado?

A completar, agradeço a aprovação do Carlos, e, a colaboração de todos.
Com amizade do Filho da Escola do Canadá, a todos um grande abraço.
“Isto é um relembrar vivo de tão saudosa vivência!...”

Leiria

domingo, 25 de janeiro de 2009

Sucesso total!

Como bons oficiais, eles não negam a espectacular «Escola» em que se formaram e apresentam-se ao serviço, mesmo em dia de descanso.
«Noblesse oblige» dizem os franceses, mas os franceses não são mais que nós e quando chega a hora da luta nós não viramos as costas!

Metangula



A convite do comandante Tintinaine ingressei neste pelotão como praça mais marreta, de nome Oliveira mar fz da Companhia de Fuzileiros nº10 Moçambique 71/73. Feitas as apresentações passemos ao post. Metangula lago Niassa, qual Apocalipse Now com o surf no delta do Mekonge, a nossa marinha praticava ski aquatico na baia de Metangula.

COMADRES!

Por: Artur/Leiria (15683)
Cronicando...


Quando eramos rapazes de escola para não esquecer-mos a homofologia das palavras (palavras com grafia e significado diferente mas com o mesmo som) costumava-mos recitar a lenga-lenga das comadres que rezava assim:

COmadre sem CU é madre.
COmadre sem madre é CU.
Tirando o CU à COmadre.
Fica a COmadre sem CU.

Foi o relembrar desta lenga-lenga, que me despertou a imaginação para esta pequena história. Os colegas do Alentejo, que me perdoem, isto não é intencional para ninguém. Calhou assim. Qualquer dia poderão entrar nas minhas histórias, por exemplo, os escolas da terra do: “BINHO BERDE DO BALE DE BOUGA”.

As comadres desta minha crónica são outras! São as esposas, amigas, companheiras dos nossos filhos da escola naturais da terra com mais herois - Alentejo!

Acontece certo dia, a comadre Eulália vai procurar a sua comadre amiga Engrácia a sua casa, mas esta não estava. No dia seguinte, com um pouco mais de sorte, lá a foi encontrar. Uma excitante conversa se desenrola nestes termos:
- Comadre procurei-a aqui ontem mas voçê não estava, mas sobre a tarde quando fui à cidade, deu-me a impressão que vi a sua burra na taberna do Inácio. Era voçê?
- Claro, comadre, ERA ÉU.
- Sabe que o meu marujo só fala numa festa qualquer que vão fazer lá mais para o norte onde se querem juntar os piripangas todos! Diz ele que é para relembar os tempos da tropa, sabes disso?
- Óh Eulália, se queres que te diga nunca ouvi falar nisso, por isso não faço ideia nenhuma. Penso que depois de todos estes anos, ninguém vai conhecer ninguém, que achas?
- Engrácia, mas tu é que não sabes que, eles já vão trocando muitas fotas, uns com os outros, e que até já estão nisso da internet e parece que a coisa está ficar jeitosa!.
- Deve estar jeitoso deve!... Velhos, carecas, barrigudos, quem raio os vai conhecer, o teu ainda tem quase o cabelo todo, agora o meu, é melão descascado!
- Já que estas falar em carecas, o meu até me disse que, para aquele que seja mais reconhecível com os tempos da marinha, que vai ganhar o bilhete de entrada, que inclui jantar. Então não é, que o meu pilocas, só porque tem a mania que ainda está igual, quer também concorrer nisso!
- No vosso caso acho bem irem, agora nós duvido, e se ele concorrer não me admiro que ganhe, não! Óh comadre, sem ofensa, ele ainda está cá um engatatão, que nem os mais novos! Mas olha que até gostava ir também.
- Comadre, não há nada como tentar convencer o teu marido, sabes que a comida até parece ser boa, e para variar não é nada mau, já estou farta e cançada das açordas. Por falar em comida, o meu marido já tem lá em casa a lista dos pratos que vão servir. Olha, anda cá a casa que eu mostro. Como se pode ver aqui, a ementa é esta:

Entradas – Rissóis, croquetes, bolinhos de bacalhau, etc.
1º Prato – Bacalhau Dourado
2º Prato – Vitela à Peleiro


- Como vês Engrácia, isto até parece apetitoso! Que dizes?
- Mas olha que a nossa Carninha à Alentejana não ficava nada atrás, não!
- Pode ser que para o ano, essa seja uma boa ideia a propôr aos maridos, caso eles nos levem, claro.
- Agora é que eu não sei como é que raio vou conseguir convencer o meu.
- Anda comadre Engrácia, vamos lá que eu ajudo.
- Sim, vamos lá... Que Deus nos ajude... Que Deus nos ajude...
E lá foram as boas das comadres continuando a pedir a Deus...

COISA ESQUESITA!

CARLOS!
Estou tentando, sao milhentas opcoes! Eterno problema!!!

sábado, 24 de janeiro de 2009

Os meus Oficiais!

Na minha Companhia sou eu o Comandante!
Perdoem-me a imodéstia!
O primeiro alistado na companhia foi o Alvaro Dionísio que, por antiguidade, conquistou o lugar de 2º Comandante (ou Imediato, como os fuzileiros especiais gostavam de lhe chamar).
Agora espero a adesão do Leiria e do Oliveira que comandarão, cada um deles, um pelotão. O primeiro a aderir ficará com o 1º pelotão e o segundo com o 2º, como é lógico.
Entre os outros convidados, Jordão, Verde e Rosa da Silva, algum há-de ser o primeiro e receberá o 3º pelotão como prémio. Os seguintes, tenho muita pena, mas ficarão como sargentos, o que não é desonra nenhuma.
Isto, meus caros amigos, tem que ser assim, porque gosto das coisas devidamente organizadas.
Estamos de acordo?
Então, toca a destroçar e vamos ao trabalho.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Visitante do Canadá!

Vim dar aqui uma espreitadela e vi que há alguém do Canadá "online".
Será o Agostinho Maduro?
Caso seja, este é um recado para ele:
Olá Agostinho!
Recebi o teu e.mail que me deu muito prazer. Espero que um dia consigas entrar nestas cowboyadas da net e comentar as mensagens que te despertarem mais atenão.
Um abraço
Carlos

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Pistolas de Guerra





Pistola Walter


Quando estive nos fuzileiros eu era maluco por armas, especialmente por pistolas.
Aprendemos a lidar com elas, a montá-las e desmontá-las, mas fazer tiro era raro. E isso era o que mais queríamos.




***







Pistola Parabellum

Andei com ela às voltas durante a instrução, mas na vida prática nunca mais lhe pus a vista em cima.




***





Pistola Astra


Para mim era a pior das 3 pistolas que nos foi apresentada nas aulas de armamento. Muito utilizada pelos civis, em modelos mais pequenos, dizia-se que era uma boa arma, mas nunca mais a vi depois daquelas aulas, nos pré-fabricados à beira-lodo, em Vale de Zebro.

O Dakota da Morte

...oOo...
Em 1962, um avião da FAP, do modelo representado na foto acima, transportou toda a Companhia Nº 2 de Fuzileiros para Moçambique. Um pelotão de cada vez. Ia até Lourenço Marques e regressava. Entre a ida e volta e mais as paragens pelo caminho, demorava uma semana. Depois de completar as quatro viagens, foi fazer um transporte de tropas para a Guiné e depois de os deixar em Bissau, levantou vôo e despenhou-se. Ouviu-se dizer, na altura, que a tripulação saltou de paraquedas e não houve, por isso, vítimas desse desastre. O avião estava a cair de velho e assim ficou enterrado na Guiné em vez de ir apodrecer em qualquer sucata na zona de Lisboa.
O que pretendo aqui é suscitar a discussão deste assunto. Se alguém se lembrar de algum detalhe que me possa ajudar a escrever a história desta queda agradeço que deixe aqui o seu comentário ou o seu contacto. Gostava de saber o nome do avião, a data em que caíu, que tropas foi levar á Guiné quando isso aconteceu, etc. Qualquer coisa serve para dar corpo a esta passagem da história da guerra do ultramar e da contribuição da FAP para o esforço da guerra.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Abandono!

Triste, só e abandonado
Ninguém te passa cartão
Quem aqui só te deixou
Não merece ter perdão

sábado, 17 de janeiro de 2009

Os Malucos das «Máquinas de Morte»!

Quando estive em Moçambique, em comissão na CF8, havia um Fuzileiro Especial conhecido pela alcunha de «Santo Tirso» que tratava por tu a MG42. Não me recordo a que Destacamento pertencia, e nunca participei com ele em qualquer operação. Mas era voz corrente que ele tinha mais facilidade em manejar aquela máquina infernal que muitos outros a manejar a G3.
Passava a bandoleira por cima do ombro esquerdo, agarrava-se ao punho e ao guarda-mão com quantas forças tinha e apertava o gatilho, sem descanso. Varria tudo à sua frente, até em corrida, se fosse necessário avançar dessa forma.
Uma vez que «a máquina» engolia munições a uma velocidade meteórica, costumava andar com uma fita de 300 munições que trazia enrolada à cintura e pendurada no ombro. Quando a festa começava, desenrolava a fita e atirava-a para o meio do chão. O sistema de disparo da arma encarregava-se de puxar por ela. E raramente encravava.
Quando as coisas ficavam feias, ter um «maluco» daqueles na Equipa dava um jeito do caraças! Ai que não dava!

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Visita à Associação!

...oOo...
Há dias passei pelo Barreiro e fui visitar a Associação de Fuzileiros. Dessa minha (primeira) passagem por lá deixo aqui este testemunho. Parece-me que a Associação já só existe por carolice de uns quantos, o que é pena!

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Ana Moura!

Cliquem neste link e ouçam!
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http://www.youtube.com/watch?v=6flpj__mTRc
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Este blog está muito abandonado. Enquanto não surge nada que o anime vou dar-lhe um pouco de música. O fado é sempre compatível com fuzileiros, por isso ninguém vai zangar-se por ver aqui alguma dessa música tradicional portuguesa.

Co-autores!

Bem me tenho queixado de não ver ninguém dar um passo em frente e oferecer-se como co-autor para este BLOG que era, e é, suposto ser um lugar de referência para todos os filhos da ESCOLA DE FUZILEIROS.
O Álvaro iniciou o seu próprio blog, o que eu acho muito bem, e não pode dar um tão grande contributo como fez no início. Tenho a certeza, mesmo assim, que irá aparecendo, de vez em quando, e oferecer-nos qualquer coisa, notícia, foto, que ajude a manter-nos ligados, cmo uma grande família que somos.
O Artur Sousa, marinheiro fuzileiro nº 15683 ou 7373.61, conhecido entre os seus camaradas da companhia pela alcunha de «O Leiria», tem escrito uma série de posts que tenho vindo a transcrever e publicar, ora neste blog ora no da CF2. Para tornar a coisa mais simples e directa, vou convidá-lo a ser co-autor deste blog e assim poder publicar directamente aquilo que achar por bem.
Qualquer coisa que ele queira escrever sobre a CF2 e que queira lá ver publicado, continuaria a usar o caminho seguido até aqui.
Vamos a isso, Leiria?