quinta-feira, 9 de abril de 2009
Aquartelamento da Machava!
Embora já tenha publicado esta foto na internet, nunca o fiz neste blog e acho que vale a pena deixá-la aqui para a verem aqueles que por lá passaram. Podem ver-se claramente os contornos dos edifícios, tal e qual como eram na época em que lá estivemos. Até o rectângulo do campo de futebol é claramente visível.
A enorme diferença visível na fotografia são os milhares de barracas com tecto de zinco, visíveis do lado de fora dos arames farpados, onde antigamente só havia cajueiros e plantações de amendoim. Lembram-se disso muito bem aqueles que passaram horas de sentinela em cima da guarita do portão de entrada, vendo as mulheres negras a cavar a machamba e a semear o amendoim.
Ezequiel, o Algarvio!
Mais uma foto dos camaradas da CF8. Destaco aqui a presença do Ezequiel (segundo a contar da esquerda), um dos poucos de quem me recordo com toda a exactidão. Focos companheiros de muitas vivências enquanto estivemos no Niassa. Há dias disseram-me que morava em Alte, no Algarve, e deram-me o seu número de telefone. Liguei-lhe e perguntei se sabia quem lhe estava a telefonar. Claro que não fazia a mínima ideia e disse-me que ainda não tinha um «videofone» por isso não me conseguia ver. Também não me reconhecerias se me visses, disse-lhe eu. Agora uso óculos, o cabelo foi-se quase todo e peso 11o kilos! É só o dobro daquilo que pesava quando andava contigo a capinar a pista de Metangula, lembras-te?
Depois vieram as perguntas sobre a saúde e as histórias de vida, como é fácil de adivinhar. Perguntei-lhe se estaria interessado em participar num encontro a organizar num futuro próximo. Respondeu-me que já devíamos ter feito isso há mais tempo, porque agora estamos todos «escavacados» e já ninguém se conhece. Se for no Algarve talvez, acabou por dizer.
Como o grande motivador deste reencontro é o António Azevedo tenho que lhe passar o recado. Sei que a sua primeira ideia é organizar um encontro na zona de Aveiro e tentar motivar a malta do Norte a aparecer. Depois se verá o que fazer de seguida. Já lhe disse que comigo podia contar.
Miséria Franciscana!
Quem passou pela Guiné sabe a miséria que se vivia no Arquipélago de Cabo Verde e a necessidade que aquele povo tinha, de tudo e mais alguma coisa. Lembro-me de ouvir contar que até capim e lenha vinham buscar à Guiné, pois nas ilhas não havia nada.
Também em Moçambique se passava uma coisa semelhante. Em frente ao Cobué, no Niassa, existiam as Ilhas Likoma. Não faziam parte no nosso território, mas sim do Malawi. Estavam, no entanto, muito próximas da nossa costa e a muitas milhas do Malawi. Deus fez o mundo e o homem as suas fronteiras. Os habitantes das ilhas eram Nyanjas e viviam e conviviam com os Nyanjas de Moçambique. Casavam-se entre eles e não queriam saber se eram portugueses, moçambicanos, súbditos da Rainha de Inglaterra ou malawianos. Eram Nyanjas e filhos de Deus (ou Alá) e isso era o bastante para eles. Viviam da caça e da pesca, o melhor que podiam. Os ilhéus muito pior que os do nosso lado a quem não faltavam os recursos naturais que garantem a subsistência da humanidade desde o princípio dos tempos. Até o capim para as palhotas e a lenha para cozinhar tinham que vir buscar ao nosso lado. Andavam de um lado para o outro e ninguém os incomodava. Pelo menos até a Frelimo ter posto aquela zona no maior alvoroço.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Cerveja 2M!
Não me atrevo a tentar identificar os camaradas que aqui aparecem. Algumas caras recordo-as como se as tivesse visto ontem, mas não as consigo relacionar com nomes ou números de seja quem for! Logo que consiga conferenciar com algum dos filhos da escola de Setembro de 64, a que pertencia o grosso da Companhia, prometo voltar aqui e colocar os nomes de toda a gente.
Esta foto foi tirada, como se percebe, durante uma visita à fábrica de cerveja que ficava no Vale do Infulene. Era uma das pequenas alegrias a que tínhamos direito, de vez em quando.
sábado, 4 de abril de 2009
A Pedra do Feitiço, Angola e o Cerdeiral!
Tinha prometido investigar sobre a pergunta feita pelo Sequeira sobre o Albertino Cerdeiral ( 1º à direita, na foto). Pois aqui está o que eu consegui descobrir.
O seu percurso na Marinha e participação na Guerra Colonial, tanto quanto consegui perceber através dos documentos que consultei, consta de 3 comissões. A primeira, junto comigo, na CF2, a segunda em Angola na CF1 (1966/1968) e a terceira também em Angola na CF4 (1970/1972). Deve ter regressado desta última comissão como Cabo e acredito que tenha prosseguido a carreira militar na Armada.
Durante a comissão em Angola, houve, de facto, pessoal da CF1 que caiu numa emboscada, na zona da Pedra do Feitiço, na qual morreram dois fuzileiros, o José Pereira (294.65) e o José Silva (2149.65). Se o Albertino Cerdeiral foi ou não ferido nessa emboscada não consegui descobrir, mas pode ser que, mais tarde ou mais cedo, eu o descubra nas minhas tentativas para juntar todo o pessoal da CF2, em que ele fez a sua 1ª comissão.
quinta-feira, 2 de abril de 2009
quarta-feira, 1 de abril de 2009
A Pedra do Feitiço III
A Pedra do Feitiço II
Nas minhas pesquisas sobre a "Pedra do Feitiço" encontrei o blog «Travessa do Ferreira» administrado por um homem que se define assim:
»»»
Antunes Ferreira
Jornalista, antigo Chefe da Redacção do Diário de Notícias (1975-1991)e escritor, dizem... Escrevo porque gosto, ponto. E gosto que os outros gostem do que escrevo. Originário de Direito, licenciado e mestre em Jornalismo e Comunicação. Muitas outras coisas mais: homem dos sete ofícios... Casado há 45 anos, sempre com a mesma mulher, Raquel, três filhos, três noras, quatro netos e uma neta. Agora dei em escritor: lancei em 15 de Abril o me(a)u livro de contos «Morte na Picada». Estórias da guerra de Angola, anos sessenta, em que, infelizmente e bem contra-vontade participei. O MEU IMEILE OU IMILIO: ferreihenrique@gmail.com
Jornalista, antigo Chefe da Redacção do Diário de Notícias (1975-1991)e escritor, dizem... Escrevo porque gosto, ponto. E gosto que os outros gostem do que escrevo. Originário de Direito, licenciado e mestre em Jornalismo e Comunicação. Muitas outras coisas mais: homem dos sete ofícios... Casado há 45 anos, sempre com a mesma mulher, Raquel, três filhos, três noras, quatro netos e uma neta. Agora dei em escritor: lancei em 15 de Abril o me(a)u livro de contos «Morte na Picada». Estórias da guerra de Angola, anos sessenta, em que, infelizmente e bem contra-vontade participei. O MEU IMEILE OU IMILIO: ferreihenrique@gmail.com
«««
Achei que valia a pena importá-lo para aqui e tenho a certeza que ele não se zangará por isso, se vier a tomar conhecimento do facto.
Ora leiam lá.
Citando:
Venho de Santo António do Zaire, ou mais precisamente da Pedra do Feitiço a que chamam também Emídio de Carvalho, nome de tenente. Da cidade da foz do rio fui até lá para transportar uma peça de artilharia – sem munições. Esta puta desta guerra tem singularidades que não lembrariam nem ao mais pintado. Dou por mim a pensar com os meus botões que a peça em causa é mais de teatro... que de militança.
Porém, os estrategas militares entenderam que um canhão desactivado, desactualizado, degradado, até mesmo depravado, plantado na Pedra seria um excelente argumento para «dissuadir o IN que por ali tentasse passar» – e passava. Vá-se lá dizer-lhes que não... Anote-se: IN em língua castrense quer dizer inimigo. Na picada, o tuga quer lá saber dessas subtilezas fardadas. É o turra e ponto.
O Zaire é um rio majestoso. Subi-lo de Santo António até Nóqui, já na fronteira com o Congo Kinshasa, dizem-me ser uma viagem inesquecível, pela grandeza dele, mas também pela beleza selvagem da mata que o abraça, pelos matizes de verde, enfim. Os tipos da Marinha andam por lá, no troço angolano, eu vi-os, nas suas lanchas, com nomes fora do habitual, a Rigel, a Pollux, a Espiga, a Régulus e outras. Disse-me o segundo tenente da Reserva Naval Pires Martins que os percursos vão das muílas ao canal internacional e as ilhas.
É da Pedra que trago no MVL – creio que já desvendei a sigla, mas, na eventualidade de..., são as colunas de reabastecimento, Movimento de Viaturas Logísticas – um grupo de Flechas e um prisioneiro alegadamente pertencente à UPA. Os Flechas são uma verdadeira tropa negra, auxiliares da PIDE, com pré a sério e direito a saque. Temidos pelos patrícios, são terríveis em combate.
Fim de citação.
DFE9 - Convívio
http://guerracolonial.home.sapo.pt/
Neste site podem ver o anúncio do convívio deste Destacamento de Fuzileiros Especiais que fez comissão na Guiné, de 1964 a 1966 e que vai realizar-se já no próximo sábado, dia 4 de Abril, na Escola de Fuzileiros.
Cliquem no endereço acima e depois em "Convívios" + "2009" + "Abril".
Neste site podem ver o anúncio do convívio deste Destacamento de Fuzileiros Especiais que fez comissão na Guiné, de 1964 a 1966 e que vai realizar-se já no próximo sábado, dia 4 de Abril, na Escola de Fuzileiros.
Cliquem no endereço acima e depois em "Convívios" + "2009" + "Abril".
segunda-feira, 30 de março de 2009
A Pedra do Feitiço!
Ontem recebi um comentário a falar na «Pedra do Feitiço» e numa operação lá realizada em que houve mortos e feridos do lado dos fuzileiros. Nunca ouvi falar nisso e vou investigar. Interessa-me saber tudo sobre esses acontecimentos, principalmente num ano em que também eu lá estava, na «Terra dos Nyanjas».
domingo, 29 de março de 2009
A melhor esquadra de fuzileiros!
Qual era a melhor esquadra de fuzileiros que andava pelo Niassa em 1967, qual era?
A minha, claro!
Em primeiro lugar, a companhia do comandante do pelotão, Tenente Ribeiro, atesta a importância da esquadra a que se juntou para almoçar. Era apenas uma ração de combate, mas a fome não nos permitia exigir muito naquela altura.
Depois, a contar da esquerda para a direita (como mandam as regras) eu (je, moi-même) o grande chefe.
Depois, a contar da esquerda para a direita (como mandam as regras) eu (je, moi-même) o grande chefe.
A seguir a mim o Brandão (por alcunha o Cabo do Rancho) cheio de físico, como podem ver e meu guarda-costas.
E por último o Neiva, natural de Esposende (meu vizinho portanto) e filho da terra do nosso chefe de secção, o Cabo (mais tarde Sargento) Patrão.
Como é fácil de ver (para os entendidos claro) falta o quarto elemento da esquadra. Era o que estava por trás da objectiva da máquina fotográfica, o Zé Carlos Rodrigues, mais conhecido por «Gato», devido à cor dos seus olhos.
sexta-feira, 27 de março de 2009
Na Tabanca!
Vou arriscar-me a dizer asneiras, mas quero exercitar a memória e tentar recordar a identificação de cada um daqueles que aparece nesta fotografia. Ainda não tive oportunidade de a mostrar a ninguém, nem conheço nenhum filho da escola, de Setembro de 64, que tenha estado na CF8 e use a internet, para podermos trocar opiniões. Por isso aí vai a minha primeira tentativa e se houver quem me corrija, melhor ainda.
A contar da esquerda para a direita:
7947.62 - O Budens (Filho da minha Escola)
2046.64 - J.Teixeira
1475.64 - J.Martins (Já falecido)
1856.64 - Ezequiel Silva
E de cócoras, o meu vizinho de Vila do Conde:
1931.64 - Américo Laranjeira
quinta-feira, 26 de março de 2009
O Zé!
Alguém se lembra deste puto?
Não acredito que se lembrem!
Nem eu, que convivi com ele um ano inteirinho, me lembrava já!
Ontem recebi a visita do Américo que me trouxe esta fotografia, entre outras, do tempo da CF8, em Metangula, onde se pode ver o miúdo que armava em fuzileiro (como podem ver pela farda) e nos acompanhava para todo o lado.
Que será feito dele, quarenta e dois anos depois?
quarta-feira, 25 de março de 2009
O Pencónis!
Quem não se lembra do Silvino Branco (16400), o «Penconis»? Nariz adunco, típico de judeu (onde ele fazia descansar o boné), um pouco amarrecado, enfim, uma figura a não esquecer.
Em todos os grupos de amigos há sempre um que faz rir os outros, por tudo e por nada, uma espécie de bobo da corte. Durante a recruta, na Escola de Fuzileiros, ambos pertencíamos ao 2º Pelotão. Azar dele, por ser gago, não conseguia pronunciar os "C" e os "Q" e quando lhe perguntavam o número, respondia "_uatrocentos", pondo, de imediato, toda a gente a rir. Quando formava o pelotão, ele ficava na primeira fila e eu na segunda, mesmo por trás dele. Ou seja, eu era um espectador previlegiado de todas as palhaçadas que ele arranjava. Ao seu lado direito formavam o 16402, o 16403 e o Eduardo (16404), a quem pusemos a alcunha de «Bolacha Americana» devido ao seu aspecto rechonchudo. Era outro palhaço e que passava a vida a meter-se com o Silvino, para divertimento do resto da malta.
Imaginem a cena seguinte:
1) O pelotão em formatura à espera de ordens e com o Sargento Bicho, na posição de "descansar", em frente e de costas para a formatura.
2) O 16404 estende um braço por trás das costas dos seus colegas e pespega um valente beliscão numa nádega do 16400.
3) O 16400, que já sabe de onde vêm aqueles ataques, vira-se para a sua direita e diz: «oh _uatrocentos, seu _abrão do _aralho, estás a_ui estás a levar uma _abeçada nos _ornos».
4) Risada geral de todo o pelotão.
5) O Sargento Bicho vira-se para trás e avisa: oh quatrocentos põe-me esse boné para trás e cala-te, senão a coisa ainda vai acabar mal para ti.
6) Foi o _abrão do _uatrocentos e _uatro que me belis_ou o _u.
Claro que era impossível evitar que toda a gente se risse e a formatura transformava-se numa bandalheira total. Não raras vezes acabavam os dois de castigo, em sentido em frente à formatura, a que se seguiam os castigos da praxe, proibição de sair de licença. E tinham muita sorte, pois o sargento Bicho era um espectáculo de pessoa e, na maior parte das vezes, deixava passar aquilo tudo sem grandes consequências.
Durante os seis meses de recruta e ITE foi uma palhaçada total com aqueles dois marmelos, ajudados por outros que se lhes juntavam para fazer rir a malta, a toda a hora. Como não podia deixar de ser, terminaram o Curso sem aproveitamento e foram corridos da Marinha.
Anos mais tarde, depois de regressar da minha primeira comissão em Moçambique, contaram-me que o Silvino tinha ingressado na Força Aérea e, com o posto de Cabo Especialista, continuava ainda na vida militar, naquele ramo das Forças Armadas. Dos outros «palhaços» nunca mais ouvi falar.
terça-feira, 24 de março de 2009
Uma cara bonita!
O Valter foi meu camarada tanto na comissão de 62/65 na CF2, como na comissão de 65/68 na CF8. Hoje não sei o que faz para viver, mas anda sempre tão atrapalhado que nem tempo tem para escrever duas linhas aos amigos. Nunca se dignou sequer deixar um curto comentário neste blog, para mostrar que está vivo.

Quero no entanto dedicar-lhe este post. Por intermédio dele conheci esta menina que podem ver na foto. Viajava connosco no Infante D.Henrique quando regressávamos da primeira comissão. Com os seus reconhecidos dotes de conquistador, o Valter foi-a rodeando e tentando conquistar, mas a coisa não correu bem. Acabei por ficar em ligação com ela e a sua família e vivemos um curto capítulo das nossas vidas em comum, durante os seis meses do ano de 1965 que passei em Portugal. Depois regressei a Moçambique, de onde ela era natural, e nunca mais a vi. Como o Valter ficou em Lourenço Marques depois da nossa segunda comissão, hei-de perguntar-lhe se ele a voltou a encontrar ou sabe que destino ela levou.
Tantos anos se passaram! Tantas recordações!
Fuzileiros, Moçambique, Cobué!
No meu último post (futebóis à parte) falava do Américo que mora em Vila do Conde, muito perto de mim, portanto. Agora vou mostrar-vos a cara dele, muito embora com as barbas que ostenta, não se veja muita coisa dela.
Na foto acima, tirada em 1967 no Cobué, podem ver-se 3 militares do Exército que estavam de visita às nossas instalações, acompanhados por dois fuzileiros que faziam as honras da casa. Dos militares do Exército recordo o Porto (primeiro da esquerda) e o Gabriel Moreira (o mais baixinho, entre mim e o Américo) que, tal como eu, é oriundo de Macieira, concelho de Barcelos e tinha vindo visitar aqui este seu filho da terra. O 3º elemento era um camarada deles e não recordo o seu nome. Pertencendo à CF8, o Américo, o das barbas, estava estacionado no Cobué e eu em Metangula. Eu tinha ido ali, na lancha Castor, fazer um serviço qualquer e, sabendo da minha chegada, o Américo apresentou-se com os amigos e filhos da terra para me fazer uma visita. Naquele fim de mundo encontrar um filho da terra, naquelas alturas de grande isolamento, era um acontecimento digno de registo.
Um passo em frente!
Bem, o jogo do Benfica-Sporting ficou para trás e temos que pensar noutra coisa. Nos últimos dias não se fez outra coisa a não ser assistir às mesmas parvoíces do costume com os meios de comunicação social a deitar achas para a fogueira e alimentar o incêndio.
Gente com os ânimos exaltados diz e faz asneira que se farta!
Vamos deixá-los com os seus problemas e tratar dos nossos.
sábado, 21 de março de 2009
Uma morteirada!
Nada como uma salva de morteiro para dar início à festa! Os jogadores já estão equipados e o ritmo cardíaco começa a dar sinais de aceleração. O estádio começa a encher-se e não tarda nada vão aparecer os artistas em palco. O Nuno Gomes andou toda a semana a distribuir sorrisos e encher as primeiras páginas dos jornais desportivos. Será que vai jogar? E marcar um golo?
A ver vamos! Se o Benfica ganhar é uma festa. Se perder ... já estou habituado!
(Se calhar não devia dizer isto!!!)

Hoje é que vão ser elas!
A bola, essa é redonda! A rapaziada do Benfica gosta pouco de correr atrás dela. Talvez se lhe pusesse esta loiraça na baliza do Sporting, em vez do Rui Patrício, a coisa desse certo e eles acertassem no buraco!
Amigo Luis, hoje estamos em confronto! Um tem que ganhar e festejar. O outro fica à espera para o próximo ano. Que remédio!A malta já grita e salta no Estádio do Algarve. Que ganhe o melhor!
CF2 - Convívio!
No edifício que podeis ver acima, começarão a reunir-se, dentro de menos de uma hora, os filhos da escola membros da CF2 (1970/1972). Graças ao esforço do Sequeira e mais alguns filhos da escola que o ajudaram juntar-se-ão ao almoço de hoje, pelo menos, meia centena de filhos da escola que serviram debaixo do mesmo estandarte que eu.
Parabéns pela organização e que corra tudo pelo melhor.
Subscrever:
Mensagens (Atom)










