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sábado, 18 de abril de 2009

Baixa produtividade!

Não se ouve outra coisa na boca dos políticos. O trabalhador português não produz o suficiente. Mas só em Portugal, porque em qualquer outro canto do mundo os trabalhadores portugueses contam-se entre os melhores. Onde está então o defeito? A quem culpar por esta falta de produtividade? É um conjunto muito grande de coisas, desde o clima aos hábitos de vida das pessoas, deste a má gestão à fraca motivação pelo trabalho, e umas quantas outras coisas que têm a ver com quem nos governa e gere as nossas vidas.
Mas não é disso que aqui se trata. Este blog tem outros objectivos que não a análise social e coisas que tais. O facto é que regressei da visita que fui fazer ao meu camarada Neiva da CF8 sem nada de especial a não ser o número do telemóvel de um camarada de Barcelos a quem eu chamava irmão, por ter um apelido igual ao meu. Já aproveitei para falar com ele que ficou muito admirado por ouvir a minha voz ao fim de tantos anos.
Disse-me ainda que mora na freguesia de Balugães, concelho de Barcelos, um dos camaradas da Companhia, mas não conseguimos descortinar o seu nome ou número na lista que fiz a partir do livro do Comandante Baena. Ou se trata de mais um erro do livro, ou a memória do Neiva já não é o que era! Outra informação que consegui é que o Adriano Passos (2061.64) mora em frente à igreja de Darque, Viana do Castelo. E também que o nosso 1º comandante atingiu o posto de Contra-Almirante, mas que já faleceu.
Nas fotografias que tem nos seus álbuns ou naquelas que levei comigo, reconhece algumas caras, mas não lembra nomes nem números de ninguém.
Porca miséria, como diz o italiano!

sexta-feira, 17 de abril de 2009

O Tchifuli!

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Esta serve apenas para vos dar uma ideia do morro a que umas vezes subíamos por desporto e outras descíamos com o credo na boca. No sopé da serra a tabanca de que não recordo mais o nome. No meio dos embondeiros e das mangueiras as oficinas da Marinha. Em primeiro plano a estrada que nos levava da Torre até lá abaixo. Do lado direito, à borda d'água o caminho das «machambas» que ia até às bombas de água.
O sortudo do Elvas já lá regressou, em visita, há meia dúzia de anos. Eu gostaria muito, mas já perdi a esperança!

E as abelhas?

Esqueci-me delas, c'os diabos!
Mas não faz mal pois já aqui contei a história. Ao subir ao Tchifuli fomos atacados por um enxame de abelhas selvagens e o pobre do Neiva levou a pior parte. Nunca desci o Tchifuli tão rápido como nesse dia e a praticar «transporte de feridos». E o Neiva não morreu por milagre (segundo disse o nosso médico, o Dr. Noivo). Ainda não tinha chegado o seu dia, pois claro!

O Neiva e as abelhas!

O Neiva que mora no Laranjeiro, mas é de Esposende, veio passar a Páscoa à Santa Terrinha! Combinei encontrar-me com ele para falarmos sobre a hipótese do encontro da CF8. Ele e mais o Brandão e o Zé Gato eram os meus pupilos nessa companhia. Com o Brandão tenho-me mantido sempre em contacto, mas com os outros não. Será portanto a primeira vez que o vou ver depois do nosso regresso de Moçambique em 1968. Como estará ele? Será que o vou reconhecer? E saberá ele por onde anda o Zé Gato? Como mora em Lisboa é bem possível que se tenham cruzado alguma vez nos últimos 41 anos!
Tentei falar com o Américo, o membro da companhia que mora mais perto de mim, mas o seu telefone está desligado. Gostava que ele também viesse comigo para encontrarmos o nosso camarada, mas parece não ser possível. Paciência, outra vez será!

quarta-feira, 15 de abril de 2009

O RODRIGUES E A AMNÉSIA!


Obrigado bom amigo, não era preciso o teu imerecido elogio, agora tenho que passar a andar com guardanapos no bolso para limpar YKW, para não cair pela barriguita abaixo, caramba só me dás é trabalho! O que vale é que é dos bons…

Agora quanto ao António Rodrigues, esse desmancha-prazeres, que não quer fazer parte dos vivos, enquanto ainda vai respirando ao vivo! Inconcebível!

Rodrigues, por castigo, lá vai o que talvez não gostes, desculpa pá, é de propósito…
Ainda te lembra, com certeza, que dormias na tarimba por cima de mim na Machava, verdade?
Certo dia, segundo me foi dito, escorregaste no balneário e bastes-te com a parte de trás da cabeça no chão que, era tão duro como cimento porque o era. Mais tarde ao encarares-me exclamas:

“Oh Leiria dói-me tanto a cabeça,” e tu a agarrá-la por detrás.
“Pudera, depois de um trambolhão desses no balneário, segundo me disseram, não é para menos, não!” Então aqui, é que começa a verdadeira lengalenga… e continuavas:
“Oh Leiria dói-me tanto a cabeça,” e tu a agarrá-la por detrás.
“É pá caíste no balneário e bateste com ela no chão.”
“Mas tu viste?”
“Não, mas disseram-me,” passado um pouco:
“Oh Leiria dói-me tanto a cabeça,” e tu continuando a agarrá-la por detrás.
“É pá caíste no balneário e bateste com ela no chão, como já te disse.”
“Mas tu viste?”
“Não, mas disseram-me…”
“Oh Leiria…” (Virava o disco e tocava a mesma…)

Rapazes. Foi uma semana de tal repetitiva lengalenga à qual, como obrigação e dever, me fui adaptando! Foi cá um ataque amnésico que só visto, porque o que conto não é de acreditar! Provavelmente não vai o Rodrigues lembrar-se desta passagem porque a amnésia lha usurpou de certeza…

Rodrigues, anda lá, vai ao encontro, preciso que dês uns abraços por mim, pá!
Bem-hajas, camarada.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Ah grande Leiria!

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Preciso dedicar este post ao Artur Sousa, aka, Leiria. Achei piada a esta do "aka" que é uma abreviatura de "also known as" que em português se costuma traduzir por "aliás", embora não queira dizer exactamente a mesma coisa. Coisas de línguas que não vale a pena discutir aqui, mas achei piada ao termo e como o nosso amigo vive num país de língua inglesa, fica aqui mesmo a matar.
Mas vamos ao que interessa... Este post é-lhe dedicado porque não tenho tempo de responder a todos os comentários que tem feito e, pedindo-lhe desculpa pela minha falta, quero que considere isto uma resposat a todos eles.
E queria aproveitar ainda para fazer um comentário, meio a sério meio a brincar, a respeito dos dois filhos da escola que podem ver acima. O primeiro vive longe e não pode estar presente (com muita pena sua) no encontro do pessoal da CF2 no próximo dia 25. O segundo vive perto, bem perto, e dá-se ao luxo de desprezar a oportunidade (que lhe ofereci) de se juntar àqueles que com ele privaram e o consideraram um amigo.

sábado, 11 de abril de 2009

Festa em Lourenço Marques!

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Mentiria se dissesse que não conheço nenhuma destas caras. Conheço várias, mas não me consigo é recordar dos nomes daqueles a quem pertencem. Também não consegui ainda ajuda para levar a cabo a tarefa da identificação. Dos poucos contactos que tenho nenhum usa a internet. É preciso é ter paciência que com o tempo tudo se resolve.

Provável encontro da CF8?

Para os leitores mais assíduos não é surpresa se disser que passei um dia desta semana com o Verde, pois já aqui o referi, em vários posts. Durante as nossas deambulações, fomos falando disto e daquilo, de tudo e de nada, e a páginas tantas perguntou-me ele se aquele Azevedo que eu aqui referi, neste blog, era o 2025.64.
Disse-lhe que sim e então ele contou-me que também fez parte do grupo de marinheiros (do Douro Litoral) que se juntou em casa do Azevedo, a convite deste, para se atirarem ao almoço mais bem servido e regado que se lembra. Comer até lhe chegar com o dedo e beber até ver sereias em terra. E tudo sem pagar um cêntimo! Ah, grande AZEVEDO.
E é este mesmo Azevedo que me está a empurrar para organizar um encontro do pessoal da Companhia Nº 8. Não estou com muita vontade de me meter noutra, mas, às tantas, não posso negar-lhe a minha ajuda para levar a efeito aquilo que pretende.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Aquartelamento da Machava!

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Embora já tenha publicado esta foto na internet, nunca o fiz neste blog e acho que vale a pena deixá-la aqui para a verem aqueles que por lá passaram. Podem ver-se claramente os contornos dos edifícios, tal e qual como eram na época em que lá estivemos. Até o rectângulo do campo de futebol é claramente visível.
A enorme diferença visível na fotografia são os milhares de barracas com tecto de zinco, visíveis do lado de fora dos arames farpados, onde antigamente só havia cajueiros e plantações de amendoim. Lembram-se disso muito bem aqueles que passaram horas de sentinela em cima da guarita do portão de entrada, vendo as mulheres negras a cavar a machamba e a semear o amendoim.

Ezequiel, o Algarvio!

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Mais uma foto dos camaradas da CF8. Destaco aqui a presença do Ezequiel (segundo a contar da esquerda), um dos poucos de quem me recordo com toda a exactidão. Focos companheiros de muitas vivências enquanto estivemos no Niassa. Há dias disseram-me que morava em Alte, no Algarve, e deram-me o seu número de telefone. Liguei-lhe e perguntei se sabia quem lhe estava a telefonar. Claro que não fazia a mínima ideia e disse-me que ainda não tinha um «videofone» por isso não me conseguia ver. Também não me reconhecerias se me visses, disse-lhe eu. Agora uso óculos, o cabelo foi-se quase todo e peso 11o kilos! É só o dobro daquilo que pesava quando andava contigo a capinar a pista de Metangula, lembras-te?
Depois vieram as perguntas sobre a saúde e as histórias de vida, como é fácil de adivinhar. Perguntei-lhe se estaria interessado em participar num encontro a organizar num futuro próximo. Respondeu-me que já devíamos ter feito isso há mais tempo, porque agora estamos todos «escavacados» e já ninguém se conhece. Se for no Algarve talvez, acabou por dizer.
Como o grande motivador deste reencontro é o António Azevedo tenho que lhe passar o recado. Sei que a sua primeira ideia é organizar um encontro na zona de Aveiro e tentar motivar a malta do Norte a aparecer. Depois se verá o que fazer de seguida. Já lhe disse que comigo podia contar.

Miséria Franciscana!

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Quem passou pela Guiné sabe a miséria que se vivia no Arquipélago de Cabo Verde e a necessidade que aquele povo tinha, de tudo e mais alguma coisa. Lembro-me de ouvir contar que até capim e lenha vinham buscar à Guiné, pois nas ilhas não havia nada.
Também em Moçambique se passava uma coisa semelhante. Em frente ao Cobué, no Niassa, existiam as Ilhas Likoma. Não faziam parte no nosso território, mas sim do Malawi. Estavam, no entanto, muito próximas da nossa costa e a muitas milhas do Malawi. Deus fez o mundo e o homem as suas fronteiras. Os habitantes das ilhas eram Nyanjas e viviam e conviviam com os Nyanjas de Moçambique. Casavam-se entre eles e não queriam saber se eram portugueses, moçambicanos, súbditos da Rainha de Inglaterra ou malawianos. Eram Nyanjas e filhos de Deus (ou Alá) e isso era o bastante para eles. Viviam da caça e da pesca, o melhor que podiam. Os ilhéus muito pior que os do nosso lado a quem não faltavam os recursos naturais que garantem a subsistência da humanidade desde o princípio dos tempos. Até o capim para as palhotas e a lenha para cozinhar tinham que vir buscar ao nosso lado. Andavam de um lado para o outro e ninguém os incomodava. Pelo menos até a Frelimo ter posto aquela zona no maior alvoroço.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Cerveja 2M!

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Não me atrevo a tentar identificar os camaradas que aqui aparecem. Algumas caras recordo-as como se as tivesse visto ontem, mas não as consigo relacionar com nomes ou números de seja quem for! Logo que consiga conferenciar com algum dos filhos da escola de Setembro de 64, a que pertencia o grosso da Companhia, prometo voltar aqui e colocar os nomes de toda a gente.
Esta foto foi tirada, como se percebe, durante uma visita à fábrica de cerveja que ficava no Vale do Infulene. Era uma das pequenas alegrias a que tínhamos direito, de vez em quando.

sábado, 4 de abril de 2009

A Pedra do Feitiço, Angola e o Cerdeiral!

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Tinha prometido investigar sobre a pergunta feita pelo Sequeira sobre o Albertino Cerdeiral ( 1º à direita, na foto). Pois aqui está o que eu consegui descobrir.
O seu percurso na Marinha e participação na Guerra Colonial, tanto quanto consegui perceber através dos documentos que consultei, consta de 3 comissões. A primeira, junto comigo, na CF2, a segunda em Angola na CF1 (1966/1968) e a terceira também em Angola na CF4 (1970/1972). Deve ter regressado desta última comissão como Cabo e acredito que tenha prosseguido a carreira militar na Armada.
Durante a comissão em Angola, houve, de facto, pessoal da CF1 que caiu numa emboscada, na zona da Pedra do Feitiço, na qual morreram dois fuzileiros, o José Pereira (294.65) e o José Silva (2149.65). Se o Albertino Cerdeiral foi ou não ferido nessa emboscada não consegui descobrir, mas pode ser que, mais tarde ou mais cedo, eu o descubra nas minhas tentativas para juntar todo o pessoal da CF2, em que ele fez a sua 1ª comissão.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Metangula


Barra da baía da então Augusto Cardoso!

quarta-feira, 1 de abril de 2009

A Pedra do Feitiço III

Afinal a famosa Pedra do Feitiço fica em Angola! Vivendo e aprendendo.
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E aqui têm uma antiga fotografia que mostra exactamente do que estamos a falar.
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A Pedra do Feitiço II

Nas minhas pesquisas sobre a "Pedra do Feitiço" encontrei o blog «Travessa do Ferreira» administrado por um homem que se define assim:
»»»
Antunes Ferreira
Jornalista, antigo Chefe da Redacção do Diário de Notícias (1975-1991)e escritor, dizem... Escrevo porque gosto, ponto. E gosto que os outros gostem do que escrevo. Originário de Direito, licenciado e mestre em Jornalismo e Comunicação. Muitas outras coisas mais: homem dos sete ofícios... Casado há 45 anos, sempre com a mesma mulher, Raquel, três filhos, três noras, quatro netos e uma neta. Agora dei em escritor: lancei em 15 de Abril o me(a)u livro de contos «Morte na Picada». Estórias da guerra de Angola, anos sessenta, em que, infelizmente e bem contra-vontade participei. O MEU IMEILE OU IMILIO:
ferreihenrique@gmail.com
«««
Achei que valia a pena importá-lo para aqui e tenho a certeza que ele não se zangará por isso, se vier a tomar conhecimento do facto.
Ora leiam lá.
Citando:
Venho de Santo António do Zaire, ou mais precisamente da Pedra do Feitiço a que chamam também Emídio de Carvalho, nome de tenente. Da cidade da foz do rio fui até lá para transportar uma peça de artilharia – sem munições. Esta puta desta guerra tem singularidades que não lembrariam nem ao mais pintado. Dou por mim a pensar com os meus botões que a peça em causa é mais de teatro... que de militança.
Porém, os estrategas militares entenderam que um canhão desactivado, desactualizado, degradado, até mesmo depravado, plantado na Pedra seria um excelente argumento para «dissuadir o IN que por ali tentasse passar» – e passava. Vá-se lá dizer-lhes que não... Anote-se: IN em língua castrense quer dizer inimigo. Na picada, o tuga quer lá saber dessas subtilezas fardadas. É o turra e ponto.
O Zaire é um rio majestoso. Subi-lo de Santo António até Nóqui, já na fronteira com o Congo Kinshasa, dizem-me ser uma viagem inesquecível, pela grandeza dele, mas também pela beleza selvagem da mata que o abraça, pelos matizes de verde, enfim. Os tipos da Marinha andam por lá, no troço angolano, eu vi-os, nas suas lanchas, com nomes fora do habitual, a Rigel, a Pollux, a Espiga, a Régulus e outras. Disse-me o segundo tenente da Reserva Naval Pires Martins que os percursos vão das muílas ao canal internacional e as ilhas.
É da Pedra que trago no MVL – creio que já desvendei a sigla, mas, na eventualidade de..., são as colunas de reabastecimento, Movimento de Viaturas Logísticas – um grupo de Flechas e um prisioneiro alegadamente pertencente à UPA. Os Flechas são uma verdadeira tropa negra, auxiliares da PIDE, com pré a sério e direito a saque. Temidos pelos patrícios, são terríveis em combate.
Fim de citação.

DFE9 - Convívio

http://guerracolonial.home.sapo.pt/

Neste site podem ver o anúncio do convívio deste Destacamento de Fuzileiros Especiais que fez comissão na Guiné, de 1964 a 1966 e que vai realizar-se já no próximo sábado, dia 4 de Abril, na Escola de Fuzileiros.
Cliquem no endereço acima e depois em "Convívios" + "2009" + "Abril".

segunda-feira, 30 de março de 2009

A Pedra do Feitiço!

Ontem recebi um comentário a falar na «Pedra do Feitiço» e numa operação lá realizada em que houve mortos e feridos do lado dos fuzileiros. Nunca ouvi falar nisso e vou investigar. Interessa-me saber tudo sobre esses acontecimentos, principalmente num ano em que também eu lá estava, na «Terra dos Nyanjas».

domingo, 29 de março de 2009

A melhor esquadra de fuzileiros!

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Qual era a melhor esquadra de fuzileiros que andava pelo Niassa em 1967, qual era?
A minha, claro!
Em primeiro lugar, a companhia do comandante do pelotão, Tenente Ribeiro, atesta a importância da esquadra a que se juntou para almoçar. Era apenas uma ração de combate, mas a fome não nos permitia exigir muito naquela altura.
Depois, a contar da esquerda para a direita (como mandam as regras) eu (je, moi-même) o grande chefe.
A seguir a mim o Brandão (por alcunha o Cabo do Rancho) cheio de físico, como podem ver e meu guarda-costas.
E por último o Neiva, natural de Esposende (meu vizinho portanto) e filho da terra do nosso chefe de secção, o Cabo (mais tarde Sargento) Patrão.
Como é fácil de ver (para os entendidos claro) falta o quarto elemento da esquadra. Era o que estava por trás da objectiva da máquina fotográfica, o Zé Carlos Rodrigues, mais conhecido por «Gato», devido à cor dos seus olhos.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Na Tabanca!

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Vou arriscar-me a dizer asneiras, mas quero exercitar a memória e tentar recordar a identificação de cada um daqueles que aparece nesta fotografia. Ainda não tive oportunidade de a mostrar a ninguém, nem conheço nenhum filho da escola, de Setembro de 64, que tenha estado na CF8 e use a internet, para podermos trocar opiniões. Por isso aí vai a minha primeira tentativa e se houver quem me corrija, melhor ainda.
A contar da esquerda para a direita:
7947.62 - O Budens (Filho da minha Escola)
2046.64 - J.Teixeira
1475.64 - J.Martins (Já falecido)
1856.64 - Ezequiel Silva
E de cócoras, o meu vizinho de Vila do Conde:
1931.64 - Américo Laranjeira