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segunda-feira, 6 de julho de 2009

O meu Guarda-costas!



Como sabem (estou a dirigir-me aos meus camaradas fuzileiros) uma praça que estivesse de serviço tinha sempre um guarda-costas para o proteger. Das três praças que estavam de serviço de guarda em qualquer posto e se revezavam, fazendo serviço de sentinela, durante vinte e quatro horas seguidas, havia uma "de serviço", outra de guarda-costas e a última a descansar. Era assim na minha Companhia e parece-me que em todo o lado se fazia o mesmo.
O Brandão, que podeis ver na fotografia acima era meu guarda-costas permanente. Na esquadra de que eu era chefe, ele era o grumete mais antigo e tinha, por isso, uma posição previligiada. Como era o mais forte de todos dava-me jeito chamar-lhe guarda-costas. Nem que fosse só para fazer de conta. Por casualidade, mora também em Aveiro e, sendo o convívio na sua terra, não tinha desculpa para faltar. Para garantir ao chefe a protecção necessária, está claro!

O recordista!


(Reis Maia e a sua esposa)
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O Zé Luis Reis Maia era conhecido entre nós pela alcunha de "Cansado". Mora em Alcáçovas, no Alentejo, e foi o filho da escola que mais quilómetros percorreu para comparecer a este nosso convívio. E tenho a certeza que não ficou cansado com a viagem. Apresentou-se ali fresco e bem disposto e teve ainda a amabilidade de trazer com ele uma pequena amostra de artesanato, de fabrico próprio, para oferecer a todos os camaradas que nos honraram com a sua presença.
Obrigado amigo Cansado pela lembrança e faço votos para que te possas juntar à malta todos os anos. Se eu um dia passar em Alcáçovas, podes ter a certeza que te vou fazer uma visita. Até sempre!

Assistir os Enfermos!




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Assistir os enfermos é a 5ª das sete Obras de Misericórdia Temporais. Mas isto só sabem os católicos praticantes que vão á igreja todos os domingos e se deram ao trabalho de estudar o catecismo. Os outros nem fazem ideia do que isso é. E também não importa muito, desde que tenham um código moral que os leve a praticar boas obras para com o seu próximo.
Vem isto a propósito de termos marcado o nosso convívio para um lugar que não dista mais de 500 metros da residência do nosso camarada Zé Paula, infelizmente confinado a uma cadeira de rodas. Para visitar o nosso amigo e passar o dia com ele, ninguém precisa de ser católico, mas tão somente dar valor á amizade e também ao espírito de camaradagem que é tão forte entre a nossa classe, os Fuzileiros.
Espero sinceramente que ele tenha passado um bom dia e não o tenhamos cansado em demasia, coisa que prejudicaria o seu estado de saúde e aumentaria a, já pesada, tarefa de o cuidar que cabe à sua mulher e filha. Um pedido de desculpa para elas e um grande abraço de solidariedade para ele.

A 3ª Geração!

(Zé Paula com a sua neta)

(Filha e neta do Badaró)
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As nossas crianças são o futuro desta terra e a quem compete zelas pelas nossas memórias. Nós somos os testemunhos de um passado que, em breve, passará à História e ninguém recordará mais. Mas se tivermos o cuidado e a habilidade de ensinar as nossas crianças, transmitindo-lhe um pouco daquilo que vivemos e testemunhamos, talvez a nossa recordação permaneça viva um pouco mais. Fiquei, por isso, muito contente de ver aparecer estas duas lindas representantes da nova geração, no nosso convívio da Gafanha da Encarnação.

A antiguidade, as divisas e os galões!

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Na Marinha de Guerra Portuguesa a antiguidade é um posto. Mas é claro que isso se entende quando se fala de militares com o mesmo posto. Sempre que há divisas ou galões em jogo, a história muda de figura. Por ordem de importância, são os galões que ocupam o primeiro lugar, depois seguem-se as divisas e, por último, quem não tem o direito a usar nem uns nem outras.
No nosso convívio do passado sábado tivemos o prazer da companhia do Tenente João Garcia Ribeiro que tive a sorte de ter como comandante do meu pelotão na comissão da CF8, em Moçambique. Sendo ele o militar de mais alta patente, entre todos os que compareceram ao encontro, tem o direito à primeira fotografia publicada com imagens obtidas durante essa efeméride. Quem o quiser encontrar, hoje em dia, tem que visitar o serviço de ortopedia do Hospital Distrital de Chaves.

domingo, 5 de julho de 2009

Outros convívios!

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O meu trabalho hoje foi catalogar e arrumar as fotografias feitas ontem e também aquelas que a malta levou para o convívio e estive a passar pelo scanner. Durante a minha tarefa de arrumação surgiu-me esta fotografia que estava arrumada fora do lugar. Se não estou em erro foi tirada em Barcelos durante um encontro de um DFE a que pertencia o cunhado do Verde. Para não dizer asneira peço-lhe que o confirme aqui com um comentário a preceito.

Aviso - Anúncio - Comunicado!

Caros camaradas
FUZILEIROS DO DESTACAMENTO Nº 7 que esteve na Guiné, salvo erro de 1968 a 1971.
Um camarada desse destacamento, João Domingues Rolo, que actualmente habita no Luxemburgo, gostava de entrar em contacto com outros camaradas desse destacamento. E também gostava de saber se a malta do DFE7 já fez, ou tenciona fazer, algum almoço de confraternização.
Em nome dele,e em jeito de surpresa, faço aqui um apelo a todos os camaradas que se queiram manifestar.
O meu muito obrigado
Jordão

O Bolo!

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Festa sem bolo não é festa!
Pois aí está o nosso bolo. Custou 50.00€ e nem sequer o provei! Há muita gente que gosta de bolos e se os não houver nas festas, dezem logo, "Isto nem é festa nem é nada"! Eu pelo contrário só lhe tiro a fotografia para vocês apreciarem.
Eu costumo dizer que os nossos convívios são para conviver e não para comer, pois isso é coisa que fazemos duas ou três vezes por dia, sem guardar disso qualquer recordação especial.
Pois, conviver foi o que nos levou até Aveiro (ou lá perto). A ideia era rever os amigos há tanto tempo esquecidos. E isso correu muito bem. Por agora dou-vos só o bolo, depois sirvo-vos o resto da ementa.

sábado, 4 de julho de 2009

Picture Worthy of a Thousand Words!















Por Artur/Leiria
Um dia de sol radiante, entre muitos que sobejam nestas memoráveis paragens do tempo que já lá vai de todos nós, o qual teima em deleitar-nos com esta tão sublime vivência! Não fosse a foto, mostrar o contraste existente entre o preto e o branco, poderíeis dizer que, não era nada mais do que invenção minha.
Sim, o dia estava lindo e, mais lindo se tornou porque, um dos elementos fundamentais da cena não é mais nem menos que a Bolinha para o Tintinaine, ou a Pompeia para o Leiria. “Desculpa Carlos mas emoções e sentimentos são pertences de quem os tem…”

Alguém, não se sabe quem, está desafiando a actriz (Bolinha), desta cena estática, bem congelada no tempo e no espaço! Mas ela, como é do nosso conhecimento, logo que não fosse uma guloseima como oferenda, estava-se marimbado para tais assanhamentos e banalidades!

Aí, bem juntinho ao refeitório, era território por ela bem demarcado, e porque era bem dela, dali ninguém a tirava e, se ela falasse, teria dito: “só se levassem, o seu corpo sem vida, caso contrário, voltaria logo!” Sim, fazia ronda voluntária a outros territórios, porque mandava queria e podia. Ou não fosse ela a nossa bem estimada mascote!

Barris a granel, da pinga que nos apaladou os fartos repastos; próprio das forças militares de elite! Eram estes (barris), componentes integrantes da cena que dizia respeito aos elementos de faxina na preparação da culinária do rancho!
O descascar da batata era cenário bem comum naquele mundo da Bolinha/Pompeia… que era também nosso na preparação dos já referidos apetitosos manjares!

Em frente, bem ao fundo e à esquerda, o dormitório, lugar das tão necessárias e reparadoras dormidas do labor da tropa e das eventuais boémias de tão castiça marujada!

Mas aí, foi também o palco de peripécias bem aliciantes, ricas de humorismo! Quem não se lembra, de tanto rir à gargalhada, quando um Mateus, que Deus tem, com o membro viril excitado, erecto e bem exposto, surpresa, talvez, para alguns espectadores ainda sonolentos duma noite de extravagancia?!

Tudo isto por causa do resultado do excesso de fluído armazenado, o qual biologicamente requeria, uma expulsão rápida e completa, o Mateus dizia, ao caminhar para o balneário: “abaixa a cabeça”!
Outras vezes, para quebrar a monotonia da repetição, lá vinha o homem, do bem avolumado membro, bem escuro de pele, descalço até ao pescoço a marcar passo: um dia com botas, outro dia com o capacete, ou outros utensílios da faina da guerra, dependurados na sua virilidade hormonal! Cenas vivas, de tão saudosa vivência, que jamais esqueceremos…
Lá bem do mesmo lado da caserna tínhamos o herói da “flatulência”!
Homem que não lembro quem foi, por isso, é preciso, sem vergonha, pôr o dedo no ar e dizer bem alto: “fui eu”. Pergunto agora amigo, como conseguias tu e a toda a hora, replicares como se fosse música, usando os teus tão bastos e escoantes gases e dizias, quando um colega se descuidava: “isso é uma vergonha dum p…., não é p…., nem é nada", e tu ao mesmo tempo a musicar: "pum, pum, purum, pum, pum…" e sempre pronto para mais!
Impressionante! Ainda bem, porque as boas maneiras não se queriam a morar connosco; de maneira nenhuma, cá agora?
Outras peripécias, que se sabe terem existido, ficam para alguém contar, (não quero de maneira nenhuma puxar todas as sardinhas às minha brasa, ou vice-versa), porque vocês também precisam de comentar.
Foi em frente deste ditoso lugar (caserna) que, muitos e agradáveis eventos se desenrolaram! Foi aqui, também, na formatura para se decretar os afazeres do dia-a-dia, que ao recordá-lo, tem sido inspiração para algumas narrativas que, fazem parte do meu atrevimento, algures nos blogues tais como: “sapato na panela”, “madrinhas de guerra” e o artigo sobre o Peniche, entre outros…
Por detrás da caserna, como deverão lembrar, havia a vedação onde ocasionalmente, iam aparecendo algumas moçoilas nativas que, a cobro duns magros trocos emprestavam os seus corpos, não era bonito mas era “o cumprir,” de parte a parte, das necessidades físicas e biológicas.
Do lado direito, vê-se a torre de comando, chamo-lhe torre, porque a hierarquia militar exigia que o trigo ficasse separado do joio, os ali bábas separados dos ladrões por isso os alojamentos tinham que ser diferentes!
Tudo isto é sinónimo das classes privilegiadas de sociedades de trazer por casa! Onde o sangue azul, que se por acaso o fosse, nem lagartos seriam, porque o destes é bem vermelho.
Todavia, para não esquecer que no nosso Portugal, de tantos soldados e marinheiros heróis, é também terra basta de doutores, sem descrédito aos verdadeiros, porque os outros são da mula ruça!? Mas isso são contas de outros rosários!
No lado esquerdo da foto, que não se vê nesta inserida, existia a enorme mata que serviu como palco das corridas em formação, logo após o toque a levantar, onde praticamente esta era feita em cuecas e, se fazia ainda com os olhos meios fechados por causa do sono intenso, que de forma alguma não nos queria abandonar!
Lógico, que falo por mim e por alguns mais, certamente.
Nota final: Curiosamente o computador pregou-me uma agradável surpresa e, é o Carlos a fazer-me uma chamada de atenção, sobre isso. Coloquei a foto, depois de inserida no blogue, à espera que lhe juntasse o texto, na barra “task” em baixo e, não é que sem meias medidas: zumba, lá vai ela sem este texto, que lhe é inerente, bem agarradinho ao rabo sem eu ter mandado! Atrevida! São coisas desta vida, bem cheia de surpresas que certamente vamos vivendo com amor!

sexta-feira, 3 de julho de 2009

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Destacados para o Cobué!

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Sinceramente não me lembro muito bem como funcionavam os destacamentos de pessoal de Metangula para o Cobué. Sei apenas que eu nunca lá estive sediado. Fui e regressei uma série de vezes, mas nunca lá passei uma noite. No entanto houve pessoal da CF8 que esteve lá destacado muito tempo. Na imagem acima consigo reconhecer o Américo (1931) o Comboio (1416) e o Páscoa (9212) a quem vai dedicada esta fotografia. A cena retrata a distribuição do rancho, no Cobué, ao pessoal do pelotão que lá estava destacado nessa altura. É pena a fotografia ter tão pouca qualidade, mas ainda dá para reconhecer a cara dos amigos e isso é o que interessa.

Aproxima-se o dia!

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Ontem fui até casa do Américo para ultimar alguns pormenores do nosso encontro do próximo sábado. Entre outras coisas estivemos, também , a olhar para algumas fotografias antigas que a seu tempo aqui publicarei. E trouxe comigo uma sua fotografia actual que me faltava para construir esta moldura e adicioná-la à galeria de contrastes que está patente no Windows Live.

Os Componentes da historia!


A fotografia está cá, mas o Leiria esqueceu-se da históra.

Isto serve apenas para o avisar que deve editar a mensagem e substituir este texto pelo verdadeiro, aquele que ele tencionava aqui deixar.
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Nota do Leiria:
E esta fica aqui também por agora para servir como aperitivo à outra do artigo em cima.
Artur/Leiria

terça-feira, 30 de junho de 2009

Páscoa Querido!

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Atenção, não estou a chamar querido ao filho da escola aqui retratado! É mesmo o nome dele!
Neste caso não fui eu que o encontrei, foi ele que me encontrou a mim. Como vos tenho vindo a dizer a internet é a coisa mais importante no mundo das comunicações modernas. Sinceramente não me consigo recordar de toda a gente que fazia parte da Companhia 8, tal como não me lembrava de todos os que constituíam a Companhia 2. Por isso me socorri das listas onde aparecem os números e nomes de toda a gente. Só que mais uma vez há um erro imperdoável. O nome do nosso camarada António Páscoa Fernandes Querido não consta lá. Foi portanto com surpresa que um dia destes recebi um telefonema dele a contar-me que descobriu este blog e viu a notícia do nosso encontro, em Aveiro, no próximo sábado. E assim fica o erro (ou falha) corrigido. Já está incluído na minha lista.
É formidável que ele seja um dos navegadores da "net" pois assim conseguimos encontrar-nos e manter-nos em contacto. E como vêem já houve trocas de fotografias e tudo. Aí fica ele para vosso deleite. E, da minha parte, um grande abraço ao Páscoa Querido!

Um Castigo à Vista!



Por Artur/Leiria
Aqui vou precisar que alguns de vós me dêem uma pequena ajuda. Deverão lembrar com certeza, uma ou duas (?) viagens num navio de guerra, uma fragata, se não estou em erro (?) que fizemos de reconhecimento junto à costa da nossa tão saudosa ex-província de Moçambique!? Sei que um prisioneiro, pelo menos foi feito a norte da Beira numa ilha onde havia um belíssimo hotel, ao que me parece foi na ilha de Moçambique, seria? Lembro bem esta passagem porque, fui encarregue de tomar conta do pretinho cativo, enquanto o resto da companhia continuou em busca de outros cúmplices. Então para que o prisioneiro não desse à sola, e para que não ficasse eu em apuros, comecei a fazer cócegas na G3 e a fazer jogo de que estava a atirar como se estivesse a treinar, só sei que o pretinho se portou maravilhosamente bem, de olhos arregalados a olhar para o que eu ia fazendo!
Ora, no regresso a Lourenço Marques e para facilitar o trabalho do homem do armeiro, ordem foi dada para lhe darmos as G3s a granel e que, logo que chegássemos ao destino, cada um receberia uma espingarda qualquer, a qual seria trocada por aquela que o seu dono tinha na altura, até que todos e cada um conseguisse encontrar a própria. Que confusão não foi para alguns, no que me tocou a mim, entreguei e recebi umas 20, mas a minha, nem vista nem achada! Quando - o seu a seu dono - estava praticamente resolvido para quase todos os camaradas, alguém, não se soube quem, foi entregar uma G3 que estava abandonada encostada à parede da caserna debaixo do alpendre, ao comandante. Logicamente, e porque era a minha, sou chamado e convidado a entrar. Logo que a pala foi batida, perguntou qual a era a minha explicação em eu ter abandonado a minha espingarda na rua, respondi o que acabei de dizer em cima, e que ainda estava no processo de a encontrar, portanto que a minha procura por ela, ainda não tinha acabado… respondeu que não me dava um castigo porque não sabia quem a tinha abandonado, mas se soubesse, que levávamos os dois, e, que me fosse embora antes que mudasse de ideia. Ah Leiria! Leiria! Que te safaste desta! (...) Bati-lhe a pala, fazendo sentido ao mesmo tempo que os tacões estalavam, dei meia volta brusca, de corpo erecto e arranquei numa retirada fugaz! Agora gostaria de saber quem foi o escola, “amigo de Peniche”, que deixou a minha canhota encostada à parede naquele dia, o que me causou quase - um castigo à vista!

domingo, 28 de junho de 2009

Placa comemorativa da CF2!

Ontem, dia 27 de Junho, foi o Dia do Fuzileiro do Ano de 2009, celebrado como sempre na nossa Escola de Vale de Zebro. Por iniciativa do Jordão e do Guilherme e com a ajuda do Elvas e uma pequena contribuição pecuniária do resto da maralha, mandamos fazer uma placa evocativa da comissão de serviço da nossa Companhia, em Moçambique, e mandamos afixá-la no mural onde se encontram todas as outras. Centenas de pessoas por lá passaram, ontem, e tiveram hipótese de apreciar o resultado. Eu, como não pude estar presente, espero receber uma fotografia que depois publicarei neste espaço, para que a possam ver também.
Soube, também, que esteve lá o Floriano Cruz, meu amigo e companheiro de aventuras da CF2, a quem ainda não tive o prazer de reencontar, pois mora no Algarve. Também pedi para o fooooootografarem e me remeterem o resultado para o esparramar aqui. Estou ansioso por ver o seu apecto actual! Bem enviei um mail à sua filha Dora, pedindo as fotos, antiga e actual, mas não tive sorte nenhuma. Vamos a ver se agora tenho mais sorte!

sexta-feira, 26 de junho de 2009

O João Pires!

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O presidente da junta de freguesia de Proença fez o seu trabalhinho, tal como tinha prometido ao Américo. O nosso camarada João Pires (1093.64) afinal não mora bem em Proença, mas sim no lugar de Vale da Mua, freguesia do Peral, mas isso não foi dificuldade para o atencioso e diligente presidente da junta. Encontrou-o e pô-lo em contacto com o Américo. Pena ele não poder comparecer ao nosso convívio. Vive da agricultura e não deve ter a vida fácil. É o eterno problema da interioridade de Portugal. Quando passar por aqueles lados vou fazer-lhe uma visita.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Outrora sargentos, hoje oficiais!

Sargento David Maltez
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Daqueles que consigo recordar, o melhor sargento da nossa companhia. Felizmente consegui localizá-lo e convidei-o pessoalmente a aparecer em Aveiro, no próximo dia 4.
Prometeu-me que vai fazer os possíveis para não falhar. Como ele é originário de Aveiro, embora actualmente resida em Almada, quero crer que não vai falhar.
Vou torcer para que assim seja.
*
Sargento ??????
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Ao telefone com o Sargento Maltez, perguntei-lhe se sabia dizer-me o nome deste seu camarada, também como ele, sargento na CF8. Disse-me que lhe parece tratar-se do Sargento Frederico Parreira. Ora eu acho que isso não pode ser pois o dito Sargento Parreira não pertenceu a essa Companhia. Temos que esclarecer este assunto durante o próximo encontro.


Sargento Enteiriço!

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Aí vai ele! O mesmo que podeis ver cada vez que entrais neste blog, na fotocomposião do cabeçalho. De todos os marinheiros, meus camaradas da CF8, parece-me que vai ser o único a fazer-me companhia na Estufa.
Apetece-me dizer que sou eu quem o segue, mas nunca me lembro de andar com o morteiro às costas! É pena a fotografia não ser mais nítida, mas melhor isto que nada!

Contagem decrescente!

Hoje é dia 23 de junho. Faltam 7 dias para o fim do mês. E mais 4 para o dia do nosso convívio. Ou seja, dentro de 11 dias estaremos de novo juntos, com os pés debaixo da mesa (como por aqui se diz) na Estufa. Como eu já temia, as respostas ao meu (nosso) convite não são entusiasmantes. Ou o pessoal já está a ficar farto destas organizações, ou a crise está a torná-los comedidos.
Temos um camarada em Alpedrinha, outro em Proença-a-Nova e ainda outro em Ansião que não querem (podem) aparecer, por razões de economia. Propus-lhe um plano que consistia em viajar em conjunto para dividir despesas. O Alpedrinha viajava por sua conta até Proença. Aí deixava o seu carro e apanhava boleia com o camarada que lá mora, até Ansião. Aí ficaria o segundo carro e viajariam, os três juntos no mesmo carro, repartindo as despesas, até Aveiro. De Alpedrinha a Proença, com as novas estradas que por lá existem agora, é um pulinho. De Proença a Ansião, um mais pequeno ainda. E de Ansião, pelo IC8, até apanhar a A17, é uma brincadeira. Daí até Aveiro são 45 minutos de autoestrada.
Parecia-me um bom plano, mas não os consegui convencer. Que talvez para a próxima vez, que isto foi um tanto ou quanto inesperado, que têm outros compromissos, enfim, a conversa do costume. Como diz o outro, isto é só para quem quer, não se obriga ninguém.