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sábado, 14 de maio de 2011

O Mouraria!

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A melhor anedota de todos os tempos!

Consulta sexual
Uma mulher vai à sua ginecologista e comenta que o seu marido adquiriu uma forte inclinação para sexo anal, e como não está segura que isso seja uma boa ideia, quer saber sobre os riscos que esse tipo de prática acarreta.
A ginecologista pergunta:
- A senhora gosta de fazer?
- Bem... Sim.
- Essa prática dá-lhe alguma irritação ou dor?
- Não...Não. Quase que não.
-Bom... - Continua a ginecologista. Não vejo razão para que se prive de fazer sempre, mas, claro que como de costume deve tomar as devidas precauções para não ficar grávida.
A mulher dá um salto.
- Como? Eu julgava que o sexo anal não provocava uma gravidez!
- Claro que pode! Como julga que foi concebido o José Sócrates, Jaime Gama, Almeida Santos, Mário Soares, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão,Paulo Pedroso, Teixeira dos Santos, Carlos Cruz, Ferro Rodrigues,Jorge Coelho, Alberto Costa,...?
Estes não foram paridos...Foram cagados!!!*

Para descontrair!

O Zé é que paga!


Viajando pelas estradas e caminhos deste país, o que mais avistamos, povoando a crista dos montes, são os aerogeradores dos parques eólicos licenciados pelo nosso Primeiro Ministro.


O investimento nas energias renováveis é uma aposta acertada, se isso reduzir a nossa dependência do petróleo e contribuir para a redução das importações. Quer dizer, um ponto a favor do "Pinóquio".


Por outro lado, pensar que 52% do preço que pagamos pela energia eléctrica é para subsidiar essa aposta, já não me parece assim tão razoável. Ou seja, um ponto em desfavor do "Pinóquio".
Postas assim as coisas, não vejo razões para me congratular com o licenciamento concedido pelo nosso "Primeiro" ao lobby da energia.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Vive la différence!

Homens da luta falham final, pá!

'A Luta é Alegria' não convenceu a Europa e nem a energia e o entusiasmo – indiscutíveis – que os Homens da Luta usaram na sua interpretação lhes valeu. Nem tão-pouco os cartazes com o título da canção escrito em várias línguas – tal como tinham prometido.
Jel, Falâncio e companhia não estarão na final da Eurovisão 2011, no próximo sábado, em Düsseldorf, na Alemanha, e voltam para casa mais cedo do que sonhavam. Eles e muitos portugueses com eles, pois este acabou por ser um dos concursos da Eurovisão que mais interesse suscitou em Portugal.
A polémica envolveu os Homens da Luta desde o primeiro momento, pois o sistema de votos foi fortemente contestado. Mas foi esse mesmo sistema que vigorou ontem na Eurovisão - onde nem sequer o número de votos do júri e do público foi divulgado.
De resto, numa semifinal bastante monocórdica - com a maioria das canções a soar um bocado ao mesmo - passaram à final dez canções: Sérvia, Lituânia, Grécia, Azerbeijão, Geórgia, Suíça, Hungria, Finlândia, Rússia e Islândia. Afinal, gostos não se discutem. Isto a somar-se aos cinco países apurados ‘automaticamente', realizando-se outra meia-final hoje. Desde 2000 que Espanha, França, Reino Unido e Alemanha passam sempre à final, seja qual for a qualidade da sua canção, e este ano a Itália juntou-se à lista dos privilegiados. Chamam-lhes os Big Five (cinco grandes em tradução literal). Até à hora de fecho desta edição, Jel ainda não tinha comentado a derrota.

(Já lá vão muitos anos que o Festival da Canção, quer em Portugal, quer extramuros na Eurovisão, deixou de ser um Festival para se tornar num circo ou pior ainda numa autêntica borrada. Penso que um Festival dessa conjuntura, deveria relacionar-se com as ditas canções e nunca com espectáculos de pinotes e palhaçadas mais que nojentas para o mundo ver e apreciar... E, queriam os nossos representantes nesse Festival, chegarem a uma final com tanta estupidez e ignorância? Deixemo-nos de sonhos!)

REENCAMINHAR AO MÁXIMO DE CONTATOS S.F.F.

Portugal afundou.

Quer que aconteça um milagre económico no nosso país?

Então deixe-se de seguir dissertações de economistas ao serviço de interesses, que não os nossos!
Não se deixe mais manipular pelo marketing!
Faça aquilo que os políticos, por razões óbvias, não lhe podem recomendar sequer, mas que individualmente você pode fazer: torne-se PROTECCIONISTA da nossa economia!
Para isso:
1. Experimente comprar preferencialmente produtos fabricados em Portugal. Experimente começar pelas idas ao supermercado (carnes, peixe, legumes, bebidas, conservas, preferencialmente, nacionais). Experimente trocar, temporariamente, a McDonald’s, ou outra qualquer cadeia de fast food, pela tradicional tasca portuguesa. Experimente trocar a Coca Cola à refeição, por uma água, um refrigerante, ou uma cerveja sem álcool, fabricada em Portugal. Beba apenas vinho Português!

2. Adie por 6 meses a 1 ano todas as compras de produtos estrangeiros, que tenha planeado fazer, tais como automóveis, TV e outros electrodomésticos, produtos de luxo, telemóveis, roupa e calçado de marcas importadas, férias fora do país, etc., etc..

Leia com atenção e reencaminhe para que sejamos muitos a ter esta atitude!
Portugal afundou, somos enxovalhados diariamente por considerações e comentários mais ou menos jocosos vindos de várias paragens, mas em particular dos países mais ricos.Olham-nos como um fardo pesado incapaz de recuperar e de traçar um rumo de desenvolvimento.
Agora, mais do que lamentar a situação, cabe-nos dar a resposta ao mundo mostrando de que fibra somos feitos para podermos recuperar a nossa auto-estima e o nosso orgulho. Nós seremos capazes de ultrapassar esta situação difícil. Vamos certamente dar o nosso melhor para dar a volta por cima, mas há atitudes simples que podem fazer a diferença.

O desafio é durante seis meses a um ano evitar comprar produtos fabricados fora de Portugal. Fazer o esforço, em cada acto de compra, de verificar as etiquetas de origem e rejeitar comprar o que não tenha sido produzido em Portugal, sempre que existir alternativa.

Desta forma, estaremos a substituir as importações que nos estão a arrastar para o fundo e apresentaremos resultados surpreendentes a nível de indicadores de crescimento económico e consequentemente de redução de desemprego. Há quem afirme que bastaria que, cada português, substituísse em somente 100 € mensais as compras de produtos importados, por produtos fabricados no país, para que o nosso problema de falta de crescimento económico ficasse resolvido.
Representaria para a nossa indústria, só por si, um acréscimo superior a 12.000.000.000 de euros por ano, ou seja uma verba equivalente à da construção de um novo aeroporto de Lisboa e respectivas acessibilidades, a cada 3 meses!!!
Este comportamento deve ser assumido como um acto de cidadania, como um acto de mobilização colectiva, por nós, e, como resposta aos povos do mundo que nos acham uns coitadinhos incapazes.

Os nossos vizinhos Espanhóis há muitos anos que fazem isso. Quem já viajou com Espanhóis sabe que eles, começam logo por reservar e comprar as passagens, ou pacote, em agencia Espanhola, depois, se viajam de avião, fazem-no na Ibéria, pernoitam em hotéis de cadeias exclusivamente Espanholas (Meliá, Riu, Sana ou outras), desde que uma delas exista, e se encontrarem uma marca espanhola dum produto que precisem, é essa mesma que compram, sem sequer comparar o preço (por exemplo em Portugal só abastecem combustíveis Repsol, ou Cepsa). Mas, até mesmo as empresas se comportam de forma semelhante! As multinacionais Espanholas a operar em Portugal, com poucas excepções, obrigam os seus funcionários que se deslocam ao estrangeiro a seguir estas preferências e contratam preferencialmente outras empresas espanholas, quer sejam de segurança, transportes, montagens industrias e duma forma geral de tudo o que precisem, que possam cá chegar com produto, ou serviço, a preço competitivo, vindo do outro lado da fronteira. São super proteccionistas da sua economia! Dão sempre a preferência a uma empresa ou produto Espanhol! Imitemo-los nós no futuro!

Passe este texto para todos os seus endereços para chegarmos a todos os portugueses.

Quando a onda pegar, vamos safar-nos.

Será um primeiro passo na direcção certa!

Viva Portugal.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Irão ser como tubarões...filando a "massa" do FMI...

Um tubarão-branco de seis metros de comprimento saltou quase quatro metros de altura para conseguir apanhar uma foca de plástico. O gigantesco salto foi registado por Michael Rutzen, de 40 anos, em False Bay, na África do Sul. O fotógrafo pendurou o brinquedo em forma de foca a um metro e meio de distância do barco e tinha como objectivo reproduzir o poder de caça do grande predador. E, a julgar pelas imagens, vê-se que conseguiu...
Irão ser como tubarões,
Gulosos em volta da "massa"
Enquanto os anfitriões
Continuam na desgraça...
Não tenho grande esperança
De quem governa o País
Porque a sua ganância
É um defeito de raiz...
Ou fechou-se na ignorância
Governou mal porque quis...
Não passa de trapaceiro
Este idiota infeliz
Que chamam de engenheiro
Que, mesmo sem directriz
Não quer deixar o poleiro...
Que vai galando galinhas,
Frangas e frangalhotes
Ganhando as eleiçõesinhas
Saltará aos pinotes
Filando as garrazinhas
Nos fracos e nos fortes
Gerindo as continhas
Despejando de novo os cofres...




Fuzileiros transmontanos!

Procurar 140 ou 150 homens que pertenceram a uma Companhia de Fuzileiros e desapareceram no mundo há mais de 40 anos não é tarefa fácil. De palpite em palpite, de informação em informação, fui correndo o país de norte a sul tentando confirmar aquilo que me chegava aos ouvidos. Na maior parte das vezes fui bem sucedido e consegui localizar e entrar em contacto com aqueles que procurava. O pior foram os casos em que nenhuma informação chegou até mim. Aí não havia nada a fazer.
Um dos casos em que me garantiram a origem de um dos nossos camaradas e não fui capaz de chegar a lado nenhum, foi o do Silvério Pires. Um dos filhos da sua escola e (parece-me que) transmontano também informou-me que o Silvério era de Miradeses, Vale Salgueiro, Mirandela.

 Rio Rabaçal - Vale Salgueiro

Tentei entrar em contacto com o Presidente da Junta de Freguesia desta localidade, mas não o consegui. Acredito que nas aldeias remotas de Trás-os-Montes não haja alguém em permanência nas instalações da Junta e por isso o telefone toca sem que ninguém o atenda. Optei por enviar uma carta pelos CTT, acreditando que numa terra tão pequena o carteiro encontraria o destinatário sem qualquer problema. Enganei-me e uns dias depois recebi a carta devolvida à procedência.
Há dias, em conversa com outro dos filhos da escola do Silvério, contei-lhe este episódio e ele respondeu-me logo que estava tudo errado. O Silvério não era nada de Vale Salgueiro, era do lugar de Paitorto da freguesia de Suçães.

Paitorto - Suçães - Mirandela

Hoje voltei ao velho exercício de marcar o número de telefone da Junta de Freguesia desta localidade e o resultado foi o mesmo que consegui no ano passado, ou seja, nada. Não me convenço que o Silvério tenha passado a vida naquele fim de mundo, o mais certo é ter emigrado, mas pode ser que alguém se lembre ainda dele ou da família dele.
Coincidência ou talvez não, o facto é que, nos últimos tempos, tenho passado muitas vezes na estrada nova que liga Mirandela a Valpaços, o mesmo é dizer que a dois passos do lugar de Paitorto e sem imaginar que tal lugar existia.


Na próxima vez que ali passar vou desviar-me até Paitorto e procurar por alguém que me saiba dar notícias do nosso camarada da Companhia 8 de Fuzileiros. Se é vivo ou morto, se vive cá ou no estrangeiro e se está de saúde como eu desejo. E depois vos contarei o resultado!

domingo, 8 de maio de 2011

A Guerra dos Tachos!

Se nos pusermos à espreita
Dos estafermos mamarrachos;
Encontramos sempre a maleita
Da concorrência aos tachos...

Diferenças, pequenas, por vezes
Onde, pouco de algo se nota,
Porquanto os seus revezes
Porfiam em fazer a troca...

Para nos taparem as mentes
Apenas trocam de gamela;
Abarcam a pia com os dentes
Mandam-nos apertar a fivela...

Embebidos em néctar delicioso
Saboreiam, quão grande prazer!
Um belo tacho misterioso
Que lhes dê pouco que fazer...

De sonhos monetários, malucos
Assaz, olham-nos de sobranceria,
Vão subindo, mesmo aos soluços
Aos cobiçados pilares da soberania...

E, na guerra dos tachos, feroz,
Do assombro a tanta mordomia,
Apenas deixam para nós
A máquina de fazer tosquia...

Assim, naquela chupeta doce
Desses abutres carnívoros,
Tiram, quanto mais não fosse
Ainda o sangue dos vivos...

Que, vergados, quais molas
No desespero, morrendo aos poucos,
Desprezados pelos cartolas
Que ousam fazer ouvidos moucos...

E, combalidos na penumbra
Soçobrantes, esfomeados e pálidos,
Vamos enfiando os pés na tumba
Onde, até se negam os epitáfios...

Porque nesta cavalgada, nojenta
De vampiros e sanguessugas,
Só uma nuvem poeirenta
Vai cobrindo as nossas rugas...

Que, neste mundo nefasto
Sem ética e sem moral,
Há um país, na mó de baixo
Onde existe tanto animal;
Mas todos querem um tacho
É este o nosso Portugal...

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Recado vindo do outro lado do Atlântico!

Eu sou um ex-fuzileiro espcial do ano 1962. Pertenci ao destacamento nº 7 de 1963 a 1965 na guine bolama, o meu nome e Amadeu Aleixo Machado nº 17092/8720. Quando sai em 1968 era cabo fze, no momento resido nos Estados Unidos, mas vou ao aniversario dos 50 anos da nossa Escola.

Deserto? Cá agora?!



Finalmente!
 (A verdade vem sempre ao de cima…) 


Em pouco menos de três semanas, os representantes do FMI, fizeram o que o governo de José Pinto de Sousa não conseguiu em seis anos. Em três semanas, depois de terem passado os olhos por todas as burrices cometidas no Orçamento do Estado, leram, releram, reciclaram e examinaram as contas do Estado e com uma lição de matemática pura, inspeccionaram todas as contas do Estado Português, e verificaram que o DEVE é centenas de milhar de vezes menor que o HAVER.. Verificaram que os magníficos contabilistas com curso superior, não sei se com canudo passado pela Universidade Independente, se pela Universidade de "Rilhafóes", engendraram, para enganar o Zé Povinho desta parvónia chamada Portugal. Verificaram que não vale a pena mentir, pois a verdade é como o carvão, que vem sempre acima da água, mesmo que seja turva...Com PECs e sem PECs foram avisando que o prazo para pagamento das dívidas é de três anos, um prazo certo para apresentar contas certas, um prazo certo para tornar a vida dos portugueses num inferno. Um prazo certo para um povo já exausto, sofrer esta ignomínia e para sair do buraco negro em que o governo Socialista deixou o País. Eles andam por aí com altifalantes e musica suave, para enganar os trouxas, berrando que são os melhores em tudo que fizeram e em que se meteram. Só não dizem que o melhor que fizeram foi enterrar o País e os seus dez milhões de habitantes, num buraco mixordeiro e cheio da sua imundice .O buraco negro da sua falta de escrúpulos, da sua falta de competência, da sua desonestidade. Estes transfugas da honestidade tratam como imbecis os portugueses, mesmo os que neles votam, tratando-os como burros de carga. Carga avaliada em mais de oitenta e seis biliões de Euros. E sem qualquer vislumbre de honra, andam por esse país fora cantando as glórias do seu reinado, escondendo as borradas que fizeram e glorificando a péssima embrulhada que deixam ao governo que se segue. Horácio, dizia no seu tempo, que uma parte da humanidade se glorifica dos seus vícios. Hoje é isso mesmo que acontece e são passados dois milénios quando o afirmou. Esta gente trata a governação, sem grandeza, sem competência e sem moral. Não há dúvida, há pessoas neste País que irradiam luz, e é maravilhoso pensar nelas. Estes senhores escurecem tudo. Escurecem o meu País, ensombram o seu Povo e não merecem o pão que esse mesmo Povo lhes paga para O servir.
António Gedeão dizia: «Estou aqui para construir um novo dia...» Estes senhores que ainda nos governam, não constroem: destroem. Já é tempo de se destruírem a eles próprios e assim não mais destruirão os outros. É isso.
José de Viseu

Nota: Como bom caçador, mas de tempo limitado, ainda vou caçando destas coisas aqui e ali, para obsequiar os meus comparsas, ou seja, os ladrões do Ali Baba Tintinaine.
Ah Leiria desta vez é que vais pagar as favas.




O Deserto!

Rapazes, isto está um verdadeiro deserto!


Olho para trás e reparo que ninguém me acompanha. Para onde foram todos? O que teria acontecido ao Luís, ao Leiria, ao Valdemar, ao Páscoa, ao Verde e a todos os outros que por aqui costumavam aparecer? Que será feito deles? Avaria no computador? Falta de tempo ou de saúde? Ou será que descobriram uma melhor maneira de passar o tempo e disseram adeus à internet?
Se é este o caso deixem ficar aqui uma dica, pode ser que eu também aproveite a ideia! 

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Mais um adeus!

Há alguns meses publiquei uma notícia no blog da CF2, a respeito de um velho amigo da minha recruta e de outras andanças anteriores a isso, mas não foi merecedora de qualquer comentário da parte das pessoas que eu esperava despertar para o assunto. Fiquei um pouco decepcionado por ninguém reagir ás minhas palavras e peço-vos que releiam a notícia clicando aqui.
Acontece que hoje foi publicado, pelo Miguel Rodrigues, um comentário a essa mensagem (que também podem ler, pois já o publiquei) em que nos dá parte que o seu pai, pois é a ele que se refere a minha mensagem, faleceu já no dia 1 de Março de 1986, há já mais de 25 anos.
Dirijo-me, em especial, àqueles que fizeram com ele comissões nas Unidades de Fuzileiros mencionadas e me contem alguma coisa de que se lembrem, ou me façam chegar alguma fotografia que possam ter tirado com ele.
Como podem verificar respondi ao comentário do seu filho Miguel, pedindo-lhe que me contacte para tentar saber o que aconteceu.
Em 1986 eu tinha só 42 anos e o Eduardo, salvo erro, era um ano mais novo que eu. Não se morre aos 41 anos de idade, assim sem mais nem menos. E eu gostaria de saber como as coisas aconteceram. Afinal vivemos muitas coisas juntos. E os rapazes do «Pelotão do Bicho» têm uma grande história em conjunto que merece ser contada.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Começo a ter vergonha...

Começo a ter vergonha
De pertencer ao país
Com doença, peçonha
Conserva a febre na raiz

Como posso mais amar
O berço onde nasci?
Com tanta gente a gamar
Como isto nunca vi...

Políticos, erguem o punho
Outros símbolos, a seta;
Assim, chegaram ao cúmulo
Fazem da gente pateta

Falam, riem, estes fenómenos
Da política desabrida;
Onde estão os barómetros
Promessa, da melhoria de vida?

Gastam balúrdios em festanças:
O patego, disso abdica!
São piores que crianças
Filhos de gente rica
Assim, puseram as finanças
À porta da botica
Cujo remédio, esperanças
Da bancarrota aflita;
Destes energúmenos sem igual
O povo brada e grita
Ladrões, matastes Portugal...

terça-feira, 26 de abril de 2011

Mama a mais..

...oOo...
Uma senhora foi para a maternidade para ter dois bebés: 1 rapaz e 1 rapariga gémeos.
Em homenagem a sua terra ela chamou a menina de Madeira e o menino de João Jardim.
O Dr. Alberto João Jardim, ao saber da notícia, foi visitar a mãe e bebés.
Ao chegar, a Sra. estava a dar peito ao menino e o Sr. Jardim tenta agradecer pela linda ideia dos nomes.
A Sra. interrompe-o e diz baixinho: Chiiiiuuuu!
Se a Madeira acorda, o João Jardim não mama mais.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Angola voltará a ser bela como já foi!

As mudanças acontecidas em Angola, desde 1961 até aos nossos dias, nem sempre o foram no bom sentido. Nos últimos anos do Colonialismo, desenvolvimento acelerado e sem regras. Nos anos da guerra civil, destruição e caos. E agora que todas as condições estão reunidas para que as coisas entrem nos eixos, é a vista curta dos políticos e o cancro da corrupção que não deixam as coisas entrar nos eixos.
Mas estou convencido que, mais dia menos dia, como aliás se vê acontecendo agora no norte do continente africano, as gentes tomarão nas suas mãos as rédeas do poder e darão o fora em quem os vem roubando descaradamente há tantos anos.
E então, Angola e, especialmente, Luanda voltará a ser aquela cidade linda que eu tive oportunidade de visitar por quatro vezes, nas minhas idas e vindas de Moçambique. A praia da Ilha da Floresta, a Restinga ou uma caneca de cerveja na esplanada do Baleizão são coisas que continuam vivas na minha memória.


domingo, 24 de abril de 2011

A Nova Ponte sobre o Rio Douro...


Ó ponte, donde melhor
Se pode avistar a água;
Quantos olhos, com ardor
Choram tanta mágoa...
Daqueles que pereceram
No leito do teu rio
E, tantos corações sofreram
A perda de um amigo...
Mas tu, querida ponte
És mais um bom atalho
Para os que buscam a fonte
Do sustento, do trabalho...
E, seguindo o teu rumo
Aguentando passos seguros
Orgulhosa e com aprumo
De jovens e velhos maduros
Observas com astúcia
Anotas na tua memória
Tantos soluços, tanta angústia
Que formam a tua história...
No cais ou no ancoradouro
No teu berço submerso e mortal
Que este eterno rio Douro
Tem algo de bom e algo de mal
Sendo da cor do ouro
Correndo sempre veloz
Há procura dum tesouro
Que só encontra na Foz
E, remexendo na areia
Tal como um garoto
Houve cantar a sereia
Na cidade do Porto
Que outrora, foi Capital
Do País que teve o gosto
De chamar-se Portugal...

Uma Santa Páscoa para todos...

Sejamos como o Girassol
Que busca em seu redor
A luz e calor do sol
Para encontrar o amor

Mesmo numa altura
Que se afirma de rasca
Desejo a toda a criatura
Uma Santa Páscoa

Festa dos doces variados
Das cavacas ao pão de ló
Haja amor e cuidados
Que ninguém fique só

Para os que não acreditam
Que houve Ressurreição
Até eles próprios meditam
E querem a Salvação

E, querem também, ver a Luz
Que a todos conduz
Do alto da Cruz
Ao encontro de Jesus

Deste milagre bendito
Surgido sob os Céus
Sigamos os passos de Cristo
Que nos levam até Deus...

Na amizade, que por vós
Nutro, forte como um laço
Para todos, além de nós
Deixo-vos um grande abraço

Que nesta Família Naval
Soam os nomes dos Fuzileiros
De forma tão igual
Todos os Marinheiros

Das Forças de Segurança,
Do Exército e da Aviação
Deixo-vos palavras de esperança
Mantenhamos viva a Nação?

E, sendo lusos, amigos
Desta Pátria linda e imortal
Sejamos sempre unidos
Viva o nosso Portugal...

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Comida exótica e também erótica...

Apresentador brasileiro comeu pénis de animais, em directo.
No programa da Record, ‘50 por 1’, Álvaro Garnero conta as suas experiências sobre as viagens realizadas pelo mundo. Numa viagem à China, o apresentador foi desafiado a comer pénis de animais.
Na sequência de um festival gastronómico realizado em Pequim, Álvaro Garnero aceitou o desafio do chef Guo LiZhuang para provar as iguarias do país, e acabou por participar na degustação de pénis de animais que estava a ser feita num restaurante tradicional da cidade. Aí provou pénis de vários tamanhos e espessuras, entre os quais estavam o de cavalo, burro, veado, touro e o de cavalo-marinho.
 As respectivas refeições são consideradas uma tradição milenar e servem de afrodisíaco para os chineses.
“Se a moda pega em Portugal, qualquer dia acabam-se estas raças de animais, pela devora do sexo masculino deles. Já nada me admira nestes “porcos e miseráveis homenzinhos” que, para darem nas vistas são capazes de tudo. Prova também, que estarão habituados na homossexualidade anal e bocal, chegando ao ponto de tamanha ridicularização humana… e procuram outras espessuras e tamanhos de sexos para lhes encherem a boca e saciarem a bunda”.