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terça-feira, 14 de junho de 2011

Uma agulha num palheiro!

Agora é que quero ver quem pode e quer ajudar-me na tarefa de localizar os filhos da escola que procuro. Preciso de alguém que tenha acesso aos ficheiros arquivados na 3ª Repartição (Reservas e Reformados) e descobrir a filiação, data de nascimento e naturalidade dos seguintes fuzileiros, filhos da minha escola:


16344 - 8002.62 José Reis Lourenço Valadares
16565 - 8204.62 António Augusto Lopes Anjos
16630 - 8268.62 Graciano Custódio Pimenta
16654 - 8292.62 Joaquim João Lopes
16685 - 8322.62 António José Conceição Coelho
16707 - 8344.62 José Simão Cavao Estêvão
16732 - 8368.62 José Saraiva Valadeiro
16855 - 8491.62 Alberto Marques Ribeiro
16895 - 8530.62 António Martins Pacheco
16901 - 8536.62 Domingos Borracheiro da Cruz
16985 - 8619.62 Manuel Amorim Resende Ferreira

Para quem puder deitar um olho na papelada não custa nada. E anda por lá tão boa gente sem nada importante em que gastar o tempo que bem podia disponibilizar-se para me dar uma ajuda. Andam por lá uns  sargentos conhecidos do Rafael que eu não conheço de lado nenhum senão fazía-me a eles para conseguir a informação.
Espero sinceramente que muita gente leia esta mensagem e algum dos leitores saiba como furar a barreira da burocracia para conseguir esta informação. Caso isso aconteça, o meu endereço de e.mail - manaliva@gmail.com - espera ansiosamente que lá caia qualquer coisa que me possa ajudar.

A filha do Silvério!

No passado dia 10 de Maio escrevi uma peça, a que dei o nome de «Fuzileiros Transmontanos», em que relatava os meus esforços para localizar o Silvério Pires. Já em 23 de Agosto do ano passado tinha feito uma referência ao mesmo assunto, noutra mensagem com o título «O Silvério e as Alheiras», por tanto ele como elas serem originárias de Mirandela.
Pois foi nesta última mensagem que a Helena Pires, filha do Silvério, esbarrou na internet deixando-a curiosa e fazendo-a deixar um comentário tentando saber quem está interessado em saber por onde anda o pai dela. Já lhe respondi e agora resta-me apenas esperar que ela volte à carga.
Está mais que provado que a internet é tal e qual como o mar largo para os pescadores, deita-se a rede e alguma coisa se há-de pescar. Pode não ser o peixe que pretendíamos, mas alguma coisa acabará por enredar-se nas malhas da nossa rede. Só que no meu caso particular era mesmo o peixe "Silvério" que eu esperava fisgar quando escrevi aquilo em 23 de Agosto do ano transacto.
Vamos a ver se agora consigo "alar" a rede sem deixar escapar o peixe!

domingo, 12 de junho de 2011

O Nosso Cinquentenário!

Comecei hoje a trabalhar a sério na preparação da festa do próximo ano, ano em que se celebra o cinquentenário do nosso «Juramento de Bandeira».
A primeira coisa a fazer é saber quantos somos, quantos estão vivos, quantos morreram e em que canto do mundo param aqueles que ainda por cá andam.
Socorrendo-me dos poucos documentos que consegui arranjar (ainda com a inquestionável ajuda do Francisco Jordão), posso garantir que foram 261 os mancebos incorporados no mês de Março de 1962 e que durante quatro meses romperam os tacões das botas de atanado para aprender a marchar e marcar passo, além de outras coisas, e jurar bandeira no fim do mês de Julho.
Desses 261 houve 14 que a Briosa entendeu não estarem à altura das circunstâncias e devolveu-os à procedência. Outros caminhos encontraram na vida, quiçá melhores, e houve até um deles que teimosamente insistiu de novo no ano seguinte tendo conseguido o necessário aproveitamento e feito carreira na Marinha. Após a saída desses 14 restaram portanto 247 fuzileiros que seguiram diferentes destinos. Uns partiram de imediato para o Ultramar na tentativa de guarnecer ainda a tempo a nossas abandonadas colónias. Outros ingressaram no curso de fuzileiros especiais para se prepararem para a "Guerra de Guerrilha" que teriam que enfrentar no Ultramar algum tempo depois. E outros ainda ficaram por ali fazendo guarnição na Escola de Fuzileiros e tapando os buracos que existem sempre em todas as organizações.
Dos 247 há 11 de que não tenho a mais remota ideia por onde andam, se são vivos ou já partiram desta para melhor. E pelas informações que consegui reunir há 44 que já entregaram a alma ao criador e por muito que tentemos não conseguiremos que se juntem a nós para fazer a festa. Resta-me apenas desejar-lhes que não estejam pior que nós (com o estado em que o Sócrates deixou isto é um tanto difícil que isso aconteça) e tentar concentrar-me em arrebanhar os restantes 192 para nos juntarmos em Vale de Zebro no dia 26 de Julho do próximo ano e fazer uma grande festa.
Por todos aqueles que fizeram parte da Companhia 2 respondo eu que sei por onde eles andam. Dos restantes vai dar uma monumental trabalheira, pois os endereços que conheço estão, na grande maioria, completamente desactualizados. Para além de que alguns estão emigrados e sabe Deus por onde andarão.
Preciso da ajuda de todos para levar esta empreitada a bom termo. Quem puder ajudar que dê um passo em frente e se apresente. O primeiro passo está dado, o resto aparecerá com o tempo e a vossa ajuda!

sábado, 11 de junho de 2011

Humor de sábado à noite!


Oh Dominique, aguenta aí os cavalos ...esta já tem dono!

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Vamos à Escola?

Estou a pensar ir até à Escola de Fuzileiros no dia 2 de Julho. Há por aí mais alguém que esteja interessado em fazer-me companhia?
É engraçado como se tem falado pouco nesta cerimónia, entre os bloguistas!
No Facebook é uma enchente de notícias todos os dias. São os que vão, os que talvez e os que não. Os que gostariam mas não podem. E os que podem mas não querem. Há para todos os gostos!
E eu, para ser absolutamente sincero, gostava de ir, mas não sozinhito. Se houver por aí alguém que tenha curiosidade em ver que tal vai ficar a estátua do fuzileiro ... que dê um passo em frente!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

quarta-feira, 8 de junho de 2011

O saber não ocupa lugar!

A propósito de uma troca de comentários sobre os oficiais fuzileiros, recebi do meu camarada de comissão Moisés Almeida, hoje também ele um «Oficial Superior», uma mensagem com pedido de publicação que passo a transcrever.

>>>> No seguimento do comentário do Filipe sobre os Oficiais Fuzileiros, quero tentar dar alguma ajuda. Então cá vai:
1. Os primeiros oficiais nomeados aquando da recriação dos fuzileiros 1960/61 eram todos da classe de Marinha. Não eram FZ.
2. Um Of. e 3 Pr. foram tirar o curso a Inglaterra.(Identificados no blog).Foram eles que ministraram o 1º curso cá, criando depois mais instrutores.
3. A entrada na classe de FZ foi oriunda de voluntários doutras classes da Marinha e dos recrutamentos de mancebos mas só para sargentos e praças QPs e SMOs.
4. Quanto a cursos, os QPs frequentavam o curso de fuzileiro especial (FZE), com destino aos destacamentos e o curso de conversão em fuzileiro (FZ), com destino ás companhias. Os SMOs, vocês lembram-se com certeza (recruta,ite,1ºgrau...
5. Comandavam as unidades operacionais os oficiais da classe de marinha especializados com os cursos indicados em 4.
6. Os oficiais da Reserva Naval (não do quadro) tiveram um curso próprio (curso de formação de oficiais da Reserva Naval. Nas UNs eram: nos DFZE 1º e 2º OF e nas CFs Cts de Pelotão.
7. Entre os anos 70/85 (?), alguns oficiais RN e SE, foram á ENAVAL 2 anos (?) cursar para passar ao quadro de FZ. Nasceram aí, os primeiros oficiais do quadro. Parece que foi a forma de colmatar a necessidade de oficiais para comandar fuzos .
8. Só a partir de 1985 a Marinha aumentou as classes e então os cadetes concorrentes à E.Naval puderam ingressar na classe FZ com destino ao quadro e á semelhança das outras classes, vamos ter no futuro, Almirantes Fuzileiros, quando não sei. Antes, o posto máximo foi, CMG.
Convém lembrar que os Almirantes que tem comandado o Corpo de FZ são da classe de Marinha com,(ou não) especialização em FZ.
Como isto já está grande,fico-me por aqui. Espero que isto seja útil para tirar duvidas. Falta dizer que havia mais cursos para a alimentação dos postos.Não estou a falar deles.

Um grande abraço com muita amizade
Moisés Almeida  <<<<<

N.B. - Algumas das abreviaturas (ou siglas) não me são familiares, mas como sei que o Moisés vai ler isto, talvez não se importe de comentar, esclarecendo o seu significado.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Do 8 ao 80!

Durante o Campeonato do Mundo 2010 surgiram as mais variadas fotografias de meninas, fãs deste desporto, em trajes reduzidos, para alegria dos milhões de adeptos masculinos espalhados pelos 4 cantos do mundo. Quem não se lembra da Larissa Riquelme e do seu famoso telemóvel? Mas além dela muitas outras nos encheram os olhos de belas imagens e a cabeça de pecaminosos pensamentos.
Ora vejam só alguns exemplos:






Bonito não é?
Mas como não há bela sem senão, hoje apareceu na comunicação social uma notícia que me deixou a pensar. A FIFA excluiu a Selecção feminina do Irão das provas internacionais porque as atletas se apresentam "demasiado vestidas". E esta, hein?!?!
Fiquei a pensar, cá para com os meus botões, que a malta da FIFA (malta esperta!!!) está a jogar na hipótese de os iranianos decidirem diminuir o tamanho da roupa das miúdas para podermos apreciar a qualidade da "chicha" das terras do Ayathola.
Acho que fazem muito bem e têm o meu total apoio!


domingo, 5 de junho de 2011

O meu primeiro emprego!

No dia 20 de Maio de 1968 fui a Alcântara entregar todos os meus pertences e assinar a rescisão do meu contrato com a Armada. Armada em parva, costumava eu dizer sempre que me vinha à ideia aquilo que me fizera passar nos últimos meses. Os quase 5 meses do ano de 1968 foram os piores que passei na Marinha. Com a alegria de regressar à cidade, depois de um ano inteirinho isolado no Niassa, e a perspectiva de um regresso muito em breve a Lisboa tudo parecia correr sobres esferas. Puro engano. Pouco tempo depois batia com os costados na prisão - por um crime que não cometi - e passei um resto de comissão miserável.
Regressado a Lisboa ainda durante o mês de Março vi satisfeito um dos sonhos que ainda não tinha tido direito a conhecer, ir de férias à "santa terrinha" e passar 30 dias sem andar a levar a mão à testa e bater a pala a todos os cretinos com quem me cruzava a toda a hora do dia.
Nos fins de Abril já estava de regresso à Escola de Fuzileiros. Distribuíram-me o lugar de Encarregado do Refeitório que nem tive tempo de aquecer, pois duas ou três semanas depois saiu à «Ordem do Dia» que a Marinha me considerava "Personna non grata" e friamente me indicava a porta de saída.
Vi-me e desejei-me para encontrar o meu primeiro emprego. Na verdade eu nunca aprendera a fazer nada e dizer que tinha passado os últimos 6 anos nos fuzileiros não me abria muitas portas. Mas com as recomendações de alguém que conhecia as pessoas da família que era dona da maior empresa industrial da Póvoa, lá me arranjaram um cantinho para ir aprender o que custa a vida quanto temos que nos esfarrapar para ganhar o sustento do dia-a-dia. No dia 1 de Outubro apresentei-me ao serviço, cheio de vontade de enfrentar, à fuzileiro, qualquer dificuldade com que me deparasse.
O trabalho que me destinaram era pouco menos que inexistente, passava os dias sem nada que fazer, a cabecear com sono e com a única preocupação de não ser apanhado pelo chefe a fazer algo que não devia. Comecei a acreditar que me tinham arranjado aquele emprego só para serem agradáveis com quem me recomendou e lá se foi a pouca motivação que até aí ainda me fazia saltar da cama todos os dias.
No dia 30 de Novembro abandonava a empresa, onde nada tinha aprendido também, e partia para a emigração. Mas não sem antes ter vivido ali uma experiência que hoje me veio à lembrança por estarmos em dia de eleições.
Estávamos em fins de Outubro de 1969, era sábado e eu esperava com alguma ansiedade que o relógio batesse as 11.00 horas e a buzina da fábrica nos avisasse que podíamos enfim partir para o curto fim de semana a que tínhamos direito. Faltavam alguns minutos e já eu tinha arrumado as minhas poucas ferramentas de trabalho quando vejo vir direito a mim um dos filhos do patrão, aquele que desempenhava o cargo de «Director Industrial».
- Então, amanhã vais cumprir o teu dever - disse ele espreitando-me por baixo do bigode?
- Claro - respondi-lhe sem dar muita confiança.
Uns dias antes tinha-lhe comunicado que queria um aumento de 100% ou teria que ir procurar outro emprego, pois ali não ganhava o suficiente para sustentar a mulher e filha.
- Tu é que sabes - tinha-me respondido ele.
Com o firme propósito de abandonar, em breve, a empresa não estava com muita pachorra para lhe dar graxa e a nossa conversa por ali se ficou. Mas, no dia seguinte de manhã, quando me aproximei da entrada principal da Câmara Municipal, onde se realizou o acto eleitoral que confirmava o Marcelo Caetano no lugar que até ali tinha sido ocupado pelo Salazar, dei de caras com ele, encostado ao umbral da porta, que me olhou fixo nos olhos e disse:
- Vê lá se não te enganas no sítio onde pões a cruzinha!

sábado, 4 de junho de 2011

A primeira já foi, venha a próxima!

Já aqui tinha manifestado a minha opinião a respeito da festa da Escola que ontem foi comemorada. Tendo em conta que no próximo dia 2 de Julho se celebra o «Dia do Fuzileiro», a exemplo do que se tem vindo a fazer ao longo dos últimos anos, teria sido muito melhor juntar os dois eventos num só. Isso levaria mais gente à Escola e seria uma festa com muito maior significado. Celebrar-se-ia a «Abertura da Escola», o «Cinquentenário da Primeira Recruta de Fuzileiros», o «Dia do Fuzileiro» e ainda a inauguração da «Estátua do Fuzileiro» que vai ser implantada na Avenida dos Fuzileiros Navais no Barreiro. Interessados de todos os quadrantes convergiriam para a Escola e aí sim, seria uma festa de arromba.
Não tenho ainda feed-back do que lá se passou ontem (os meios de comunicação social só deram notícia do discurso do Ministro da Defesa a dizer que os "escolinhas do video" são uma vergonha para a classe e que vão ser castigados), mas estiveram lá alguns filhos da escola que, com toda a certeza, me farão o relato dos acontecimentos e depois aqui aparecerá qualquer coisa sobre isso.
Agora só tenho o meu pensamento na festa do dia 2 de Julho. Este ano planeei estar presente e vou ver se consigo concretizar esse desejo. Em princípio a primeira data, 9 de Julho, dava-me mais jeito, mas a antecipação para o dia 2 não deverá ser obstáculo para me fazer desistir. Estou admirado é com a falta de notícias sobre a tão discutida «Estátua». Já perguntei se alguém conhece o modelo, em que material está a ser feita, etc., mas não obtive qualquer resposta. Será segredo?
Resta-me esperar para ver!

A Nossa Escola em festa!

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Este borrou a pintura...do Zézinho!

(Reparem no que está sublinhado)
Viana do Castelo, 02 Jun. (Lusa) - O porta-voz do PS, Fernando Medina, fez hoje um discurso dedicado ao seu líder, dizendo que o país precisa da visão "clara" e "sem falhas" de José Sócrates, assim como do seu "amor" e "dedicação" a Portugal.
Fernando Medina, também cabeça de lista do PS por Viana do Castelo, falava antes da intervenção do secretário-geral deste partido, José Sócrates, num discurso interrompido por sucessivas falhas de som.
"Felizmente, camaradas, tivemos o nosso plano tecnológico a funcionar", disse, usando o humor, quando o sistema de som do comício foi reposto.
Na sua intervenção, o porta-voz socialista fez um discurso cerrado em defesa de José Sócrates.
"Estamos no meio de uma terrível tempestade no mundo, na Europa e em Portugal e infelizmente não podemos dizer que o pior já passou. Por isso, precisamos de José Sócrates como primeiro-ministro", começou por apontar Fernando Medina, antes de deixar uma dedicatória pessoal ao seu líder.
"Precisamos da tua ambição de progresso, de crescimento e de modernidade, precisamos da tua visão clara, sem falhas, na defesa do interesse nacional. Por fim, e mais importante do que tudo, precisamos do teu amor e dedicação sem reservas a Portugal e aos portugueses", declarou o secretário de Estado, dirigindo-se ao seu ainda primeiro-ministro.
Depois, Fernando Medina atacou a suposta ortodoxia das forças de "extrema-esquerda" numa alusão indirecta à CDU e ao Bloco de Esquerda.
"Temos uma extrema-esquerda que não governa, não quer ajudar a resolver os problemas do país e a única coisa que lhe interessa é ter uma direita no poder para ser mais fácil combater", afirmou.
PMF
Lusa/fim

Eleições - Aviso à navegação!

O desemprego é o maior dos últimos 90 anos. Sócrates duplicou-o (prometia mais 150 mil empregos). 250 mil desempregados nem subsídio recebem.
Temos 13 740 institutos públicos cheios de ‘boys’ e a maior dívida de há 160 anos, mesmo sem os 60 mil milhões das parcerias PP que alimentam os empreiteiros do regime. Tudo para pagar, como seriam os megalómanos TGV, aeroporto e terceira ponte. Temos a maior dívida externa dos últimos 120 anos, 230% do PIB. Os portugueses emigram como nos anos sessenta. Agora fogem os mais qualificados.
O salário médio é 777 €, em Espanha 1538 €, na Grécia 1200 €. E o mínimo é o mais baixo da Europa dos 15. Compramos os remédios mais caros com as pensões mais baixas. 30% da despesa com a saúde já é privada. 40% das crianças vivem na pobreza. Há a Face Oculta, o Freeport, a Cova da Beira, o Vale da Rosa, um curso manhoso, casas manhosas, amigos na vara e na PT...silêncios impostos e escutas silenciadas...fraudes, truques e mentiras. Se os portugueses quiserem dizer sim a tudo isto, merecem morrer de fome! E vão mesmo!

By «Manuela Moura Guedes» in «Correio da Manhã»

Como se pode ver não sou o único que detesta (odeia, abomina, despreza, etc.) o Zé Sócrates e está mortinho por vê-lo pelas costas. Felizmente e se tudo correr bem, faltam pouco mais de 48 horas para ver o meu sonho realizado.
E depois de perder a protecção que o cargo lhe tem conferido sempre quero ver se a Justiça lhe pega ou se vai continuar a contar com os "padrinhos" para lhe forrar as costas. Se a Justiça portuguesa entrar nos eixos, ele vai parar ao Vale de Judeus!

Aproximam-se as eleições!

Pois, afinal, nesta convulsão
De muita propaganda e eleições,
Alguns, sempre perceberão
Que o jogo não é a feijões...
Acabam por me dar razão
Até mudam as opiniões
Para pôr fora o pilão
Que gastou o resto dos tostões
Nos deixou na banca-rota
Que vai rindo e fazendo sermões
No malabarismo da batota
Vai cair aos trambolhões
Como a ferida gaivota
E, com suas asas, quais pavões
Há-de procurar a minhoca
Na lama das escavações
Porque ele e sua tropa
Aliados aos patrões
Deram cabo da mandioca
Criaram muitas confusões
Num ambiente sem igual
Aumentando a seita de ladrões
Deste nosso Portugal...

terça-feira, 31 de maio de 2011

Estamos fora de combate...


Disponho de pouco vagar
Mas não ficarei calado
Porque, no meu comentar
Sinto-me mais aliviado...
Portugal... é nosso
E, jurei defendê-lo
Estou velho, pouco posso
Mas não queria perdê-lo...
Afogado em dívidas
Recheado de corruptos
Mesmo apregoando maravilhas
É governado sem escrúpulos...
Traidores e chafurdeiros
Muita ladainha na garganta
Vivem estes caloteiros
Que levam tudo na pança...
Com dificuldades na visão
Teimam com sua miopia
Enterrar esta Nação
Na lama da Democracia...
Reparem, amigos meus
Neste aparente contraste
De lagartas para o ar, oh céus
Num fatídico desastre...
Assim temos Portugal
Com enorme desgaste
Desta Pátria imortal
Que está fora de combate...

Os Estreantes!

Desde o convívio do ano passado, em Pombal, poucos mais endereços consegui. E daqueles que consegui e a quem dirigi uma missiva personalizada não obtive qualquer resposta nem compareceram ao convívio deste ano.
Por outro lado, dois daqueles que no ano passado não quiseram, ou não puderam, comparecer em Pombal fizeram questão de aparecer na Mealhada este ano. Seria a saudade dos camaradas ou o cheirinho a Leitão da Bairrada que os guiou até lá?
Quer tenha sido por uma ou pela outra razão, nós ficamos muito contentes por vê-los aparecer e fazemos votos para que uma vez imbuídos deste espírito nunca mais faltem.

João José Pires e família 


João Baptista Alves e família

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Fidelidade a 100%!

Os convívios do pessoal da Companhia Nº 8 de Fuzileiros têm uma história muito curta ainda e um tanto ou quanto atribulada. A adesão também não merece uma menção de honra por aí além. Há no entanto alguns casais que se mantêm fieis e compareceram sempre desde o primeiro dia. Merecem por isso que aqui sejam lembrados.

 O casal Brandão, de Aradas / Aveiro

 O casal Reis Maia, de Alcáçovas / Alentejo

O casal Lemos dos Santos, do Porto

Faço votos para que tenham saúde  e vontade para continuar a deslocar-se aos encontros do futuro e ... que eles aconteçam!

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Três fuzos da CF8!


O João Pires (à esquerda) fez este ano a sua 1ª participação nos nossos convívios. Não arranjei tempo para uma conversinha privada com ele e assim fiquei sem saber o que foi feito da vida dele desde 1968 até agora. Mas espero que o vínculo agora retomado se mantenha e haja tempo de sobra para todas as conversas do mundo.
O Edmundo Carvalho (ao centro) veio a correr do Canadá até à Mealhada e por pouco falhava o dia do convívio. Felizmente chegou a tempo e pudemos recordar as nossas peripécias vividas no Niassa. E sem esquecer os petiscos que ele era exímio a preparar e com que nos deliciava.
O João Bessa (à direita) apareceu também pela segunda vez consecutiva. Como mora ali para os lados da Figueira teve sorte, pois tanto no ano passado, como este ano, os convívios aconteceram perto de casa. Vamos ver se mantém a assiduidade no próximo ano com o convívio a acontecer lá mais para sul, possivelmente em terras alentejanas.
Pela cara deles nota-se que ficaram satisfeitos com o reencontro e os abraços trocados, para não falar na ementa que, pelo que me chegou aos ouvidos, agradou a todos.
Graças a Deus correu tudo bem. Deu muito trabalho e dores de cabeça, mas sinto-me feliz por ter corrido tudo a contento de todos.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Dois a um e ... ganha a negra!


Já o afirmei várias vezes, não me lembro nem um bocadinho do Marinheiro Clarim «Daniel» ter estado connosco na Companhia 8. Quando recebi, das mãos do Francisco Jordão, o livro do Comandante Sanches de Baena sobre os Fuzileiros na Guerra do Ultramar, a primeira coisa que fiz foi consultar as páginas onde vem publicada a lista dos nomes da minha Companhia 2 e logo de seguida a da Companhia 8. E lá encontrei o nome do Daniel (de apelido que de nome é António) escarrapachado entre todos os outros da CF2, mas não entre o pessoal da CF8. Era como se o mundo todo se conjugasse para me dar razão e provar que, de facto, o Daniel não me acompanhara na minha segunda comissão em Moçambique.
Mas estava enganado, ou melhor, a minha memória estava a pregar-me uma partida, pois de facto ele esteve lá tal como eu, o Sargento Veloso e muitos outros. E se dúvidas houvesse, esta fotografia que ele levou consigo para o nosso convívio, acabaria com todas elas num instante.
Tirada no recém-inaugurado bar do Neves, em Metangula, a fotografia mostra-nos dois camaradas que já partiram deste mundo deixando como único sobrevivente do trio o Sargento Veloso que nos fez companhia e animou a festa no passado sábado. À esquerda o referido Marinheiro Clarim «Daniel» e à direita o autor de muitas fotografias como esta tiradas no Niassa, nos anos de 1966 e 1967, o sargento Armando Oliveira.