Parece que me passou por cima um camião TIR!
A primeira vez que fiz uma cirurgia a sério foi para tirar um quisto apendicular que, há muito, devido ás sucessivas infecções, substituíra o meu apêndice. Depois de acordar da anastesia, senti uma dor forte nos rins devido à posição forçada, deitado de costas, numa cama dura e desconfortável. Tentei mexer-me, sem o conseguir, para aliviar a dor. E nessa posição fui obrigado a continuar durante as 48 horas seguintes. A dor foi-se transformando num inferno que estava quase a levar-me à loucura. O máximo que conseguia era apoiar-me nos cotovelos, ora o esquerdo ora o direito, levantar o tronco e assim diminuir a pressão sobre os rins. Era uma dor infernal, surda, continuada que não quero nem lembrar.
Pois, o caso é que hoje, quando acordei, me senti do mesmo modo. E sabem porquê? Porque estive na cama, a maior parte do tempo a dormir, desde as 00.30 até ás 09.45 horas. Há mais de 30 ou 40 anos que tal não acontecia. E tudo isso porque no dia anterior, de sexta para sábado fui obrigado a fazer uma directa para poder fazer a viagem até à Escola de todos nós.
Já na noite anterior tinha dormido apenas 4 horas, devido à ansiedade que nos provoca este tipo de acontecimentos. A ordem era levantar ás 03.00 horas para estar no Porto ás 03.45, hora a que partia o autocarro. Como nunca consigo adormecer antes da 01.00 ou 01.30 horas, já podem imaginar a pressão para acordar a tempo e horas. Resultado, não dormi nem um minuto sequer.
Depois a viagem em si, 4 horas para cada lado, e as muitas horas em pé, tanto no Barreiro como, depois disso, na Escola, foram muito para além do que as minhas desgraçadas pernas conseguem aguentar. Eu bem sentava o cu em tudo que era apoio que me aparecia pela frente, sempre que podia, mas nada disso me salvou de chegar a casa à meia-noite e com os pés transformados em dois belos presuntos.
Já na noite anterior tinha dormido apenas 4 horas, devido à ansiedade que nos provoca este tipo de acontecimentos. A ordem era levantar ás 03.00 horas para estar no Porto ás 03.45, hora a que partia o autocarro. Como nunca consigo adormecer antes da 01.00 ou 01.30 horas, já podem imaginar a pressão para acordar a tempo e horas. Resultado, não dormi nem um minuto sequer.
Depois a viagem em si, 4 horas para cada lado, e as muitas horas em pé, tanto no Barreiro como, depois disso, na Escola, foram muito para além do que as minhas desgraçadas pernas conseguem aguentar. Eu bem sentava o cu em tudo que era apoio que me aparecia pela frente, sempre que podia, mas nada disso me salvou de chegar a casa à meia-noite e com os pés transformados em dois belos presuntos.
Caí na cama e foi o que viu. Acordei com os rins feitos num oito. O primeiro exercício foi saltar da cama, andar para trás e para diante, durante 5 minutos e fazer umas rotações de braços para desentorpecer os músculos e libertar os rins da pressão exercida sobre eles.
E tudo isso para quê? Para rever alguns velhos camaradas, saber notícias de outros que nunca mais vi e fazer uma fotografia como esta que podem ver abaixo!
