nma-16429.blogspot.pt é o meu novo blog. Seleccionem o link correspondente na coluna da direita e visitem-me!

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

E este hein?


«MIGUEL RÔTO CORNO DE PACAÇA XIKACUANGO GUARDA MIKARABENDE»

Quem se lembra desta praça?
Este era o tal que matou uma pacaça com um murro na cabeça. E que contava histórias de nos fazer rir a bandeiras despregadas. E que calçava umas botas tamanho 48 que tinham que ser emendadas, pois não havia tal número na Cordoaria Nacional. Não deve haver fuzileiro que não se lembre dele.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Disseste jacarés?


Continuando a publicação das fotos que o Américo Pinho me enviou, aqui vai mais uma. Rio Zaire, hora de relax, nada de turras à vista e toca a refrescar a pele aquecida pelo tórrido sol africano. Jacarés talvez andassem por ali também. mas o nosso banhista não parece muito preocupado com isso, pelo modo como salta para a água.
Só a título de informação, enviei um mail ao Braulio que vive em Barcelona, mas não recebi qualquer resposta. Ele tem um blog, em que costumava publicar poesias da sua autoria, mas, por razões que desconheço, suspendeu a publicação desde há algum tempo. Se alguém souber o que se passa com ele, é favor avisar!

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Memórias de Angola!


Para a rapaziada que andou para cima e para baixo no rio Zaire, nos primeiros anos da Guerra do Ultramar, deixo aqui esta foto enviada pelo Américo Pinho (filho da escola dos 15 milhões).
E venham daí esses comentários que isto está muito silencioso!

domingo, 21 de outubro de 2012

Para quem quer aprender!

1. Coloca-se a Bandeira na horizontal, segura pelas bordas da tralha e do batente


2. Dobra-se o terço superior para trás


3. Dobra-se o terço inferior para trás


4. Dobra-se o lado do batente (encarnado) para trás


5. Finaliza-se, dobrando-se o lado da tralha (verde) para trás


O resultado


Se não estou enganado, esta é a imagem do arriar da bandeira em Macau, aquando da passagem deste nosso antigo território para a China. Fotografia histórica sem dúvida e não podia haver falhanços como aconteceu no 5 de Outubro deste ano, em Lisboa. Arre burros!!!

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Descoberta!

Este ano Portugal será um forte candidato ao prémio Nobel da Física!
Depois da descoberta do átomo, do neutrão, do protão e do electrão, acabou de ser descoberto o pelintrão.
Como se caracteriza o pelintrão?
O pelintrão é um português sem massa e sem energia, mas que suporta qualquer carga!

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

As minhas memórias do Niassa!

Comentário deixado por Albertino Veloso no meu blog »Farol de Metangula» e que eu transcrevo para aqui de modo a ganhar mais visibilidade e ser lido por mais pessoas. Lá, corria o risco de ficar esquecido e nunca chegar a ser lido por ninguém, uma vez que a grande maioria dos visitantes não abre nem lê os comentários.


Acabado de chegar a Metangula na CF8, procurei logo, nesse dia, adquirir um terreno para construção duma vivenda junto ao lago, na costa virada à Messumba. Acertados os pormenores para a compra com a Administração local e encetadas diligências para a construção, mandei ir da Metrópole trinta contos, quantia previamente calculada necessária. Chega o dinheiro e... "Veloso, prepara-te que amanhã de manhã partes com o teu pelotão na LDM (Lancha de Desembarque Média) para o Cóbué", foi a ordem que o sargento de Dia me foi transmitir à messe de sargentos! Claro que barafustei. Não era a mim que competia ir. Eu era o mais antigo do Pelotão. Havia três mais modernos mas... também havia tachos em jogo: o Entreposto da Marinha em Vila Cabral, a liquidação dos vencimentos e outro que agora me não ocorre.
No Cóbué tudo se apresentava estranho, misterioso. Estávamos, então, no ano de 1966. Fomos reforçar o Destacamento não me lembro qual(nas minhas quatro comissões no Ultramar estive em tantos...)e devo dizer que, se fomos instalados num hotel com estrelas, não demos por elas, se calhar por estarem apagadas... Se a memória me não engana, ali permanecemos seis meses, tempo bastante para conhecer o Colégio de S.Miguel por dentro e por fora, cujas condições minimamente aceitáveis de habitabilidade éramos nós que as íamos criando depois de ter ficado tudo destroçado na limpeza das populações que lá viviam; a Igreja completamente desventrada de todo o seu recheio (só obras de arte em pau-preto e pau-rosa tinha uma riqueza), tendo eu assistido, impotente para o impedir, ao saque de muitas peças, umas para recordação, outras para venda; o Miradouro, sobranceiro ao lago e o posto Administrativo desactivado, onde teimosamente permanecia um cipaio, o Wash, e, numa tosca palhota ao lado, continuava uma velhota "sem idade", mais conhecida por miss Cóbué, com umas peles peitorais de algo que outrora teriam sido umas mamas estendidas até aos joelhos mas que, mesmo assim, era a safa rascadas duma rapaziada faminta de sexo! Cipaio e miss Cóbué foram as únicas almas que ficaram duma debandada em massa para as fileiras da Frelimo uns, para a Ilha do Likoma outros; muitos, terão sido as hienas a fazer-lhes os funerais... Ao fundo a Baia do Chigoma, também canal entre Likoma e aquela parte de Moçambique, baia onde (para minorar carências de alimentos durante uma semana)íamos pescar com granadas feitas de garrafas das cervejas (umas rebentavam outras faziam pff), tendo nós que andar constantemente "à cacetada" com as águias pesqueiras que na recolha do peixe nos vinham roubá-lo das mãos.
Tenho algumas fotografias tiradas no Cóbué que quero começar a procurar onde param.
Por: Albertino C. Veloso

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

A CF1 em desfile!


Embora não tenha conseguido despertar grande interesse com a publicação das fotografias que o Américo Pinho me enviou, vou continuar a bater na mesma tecla até alguém refilar. Afinal este blog é dedicado exclusivamente a coisas dos fuzileiros e mostrar a primeira Unidade de Fuzileiros que pisou terras angolanas a desfilar na marginal de Luanda é um luxo. Um luxo pelo qual não têm que pagar nada.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Que lindeza de farda!

Tentei dar um novo élan a este blog publicando algumas fotografias da CF1 (e não só) e esperava uma chuva de comentários. Bem me enganei. Alguns dos visados são visitantes acidentais e aceito que não tenham ainda visto a coisa. No caso do Tenente Ferraz pode até acontecer que nunca mais passe por aqui nem deixe recado. Não me posso deixar afectar por isso e tenho que continuar a minha cruzada.
Ao seleccionar a foto que publiquei no outro blog dei de caras com esta que aqui vêem e assaltou-me a vontade de a trazer aqui para vos mostrar aquela beleza de farda que nos deram quando entramos para a Marinha.


Alguns dos rapazes (aspirantes a fuzileiros) que aparecem na imagem acompanharam-me na comissão em Moçambique e ainda hoje se juntam nos convívios anuais que continuamos a realizar. Outros nunca mais lhes pus a vista em cima, desde que fomos destacados para o Corpo de Marinheiros para formar a Companhia 2. Para falar sinceramente, também não recordo o nome do sargento que acompanha os recrutas, talvez o sargento Amândio (acredito que se o Verde ler isto vai corrigir-me se estiver errado, pois acredito que ele sabe quem é).
Já agora desafio os filhos da minha escola que costumam seguir este blog a tentarem identificar todos os que aparecem na imagem. Eu também não me lembro de todos e agradeço a ajuda.

O Américo!

Hoje recebi um pedido especial para publicar uma fotografia do Américo Laranjeira. Ele tem sido um dos comentadores fiéis deste blog e defende os fuzileiros com unhas e dentes, merece portanto esta pequena atenção que faço com o maior prazer. Devo, aliás, esclarecer que o pedido de publicação não partiu dele, mas sim de alguém que manifestou o desejo de ver a sua fotografia aparecer em evidência neste blog.


Não conheço em pormenor a carreira que o Américo fez nos fuzileiros, mas alguns dados bibliográficos que são do meu conhecimento sempre vou arriscar-me a deixar aqui. E se, por acaso, algum não corresponder à verdade, ele poderá corrigi-lo deixando aqui um comentário tão detalhado como lhe aprouver.
O Américo apresentou-se no Corpo de Marinheiros para ser inspeccionado em Setembro de 1962, como voluntário. Por qualquer razão que desconheço não foi apurado e voltou em Setembro de 1964, desta vez como recrutado, tendo ficado apurado. Rumou à Escola de Fuzileiros e começou a ser preparado como mais um combatente para a Guerra do Ultramar.
Terminada a recruta e o ITE, alistou-se na Companhia de Fuzileiros Nº 8, de que eu também fazia parte, e rumámos a Moçambique. Por lá andámos perto de 30 meses, passando por todas as vicissitudes próprias do tempo e da guerra que lá se desenrolava, regressando depois à Metrópole. Depois disso eu abandonei a Marinha e o Américo alistou-se na Companhia de Fuzileiros Nº 9 e seguiu para Angola.
Durante muitos anos deixei de o ver, até que um dia os nossos destinos se cruzaram de novo, já ele era um civil como eu. Desde então para cá temos-nos encontrado e desencontrado muitas vezes, mas vamos-nos mantendo sempre em contacto, se não de outro modo, através da internet. E estivemos juntos no convívio deste ano, em Alvados, há menos de um mês atrás.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Eureka, eureka...!

Tantas voltas dei ao assunto que acabei por descobrir onde estava o erro. Agora já estou a receber a respectiva comunicação dos comentários deixados neste blog.
Por exemplo, o comentário da Paula Navarro avisando da criação do blog «Fuzomor» que não chegou até mim na altura própria e o do Tenente Ferraz avisando que não queria fazer parte da lista dos falecidos, deixaram-me de rastos. Espero que nada de semelhante volte a repetir-se.
Bom dia a todos!
Por aqui chove, o que é muito bom tendo em vista a seca extrema em que estamos!

Rapazotes da minha escola!

...ooOoo...
Eis três filhos da minha escola que me parece que foram na primeira companhia para Angola. O primeiro da esquerda é madeirense, os outros dois não me lembro. Talvez o Américo Pinho ou o Maduro possam dizer algo mais sobre eles.
Esta foto foi tirada junto ao rio Zaire.
Artur/Leiria

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Ora então vamos a isso, à CF1!

Depois de ter tratado do assunto do Tenente Ferraz e de tentar, por todos os meios, detectar o problema dos comentários deste blog cujos avisos não recebo no mail (coisa que não consegui), é tempo de voltar ao assunto da CF1, primeira Companhia de Fuzileiros a partir para a Guerra do Ultramar, nos princípios de 1962. Não sei precisar a data, mas como cheguei à Escola de Fuzileiros no dia 10 de Março desse ano, lembro-me de os ver andar de um lado para o outro, em formaturas ao lado das nossas, onde com muito custo aprendíamos a marcar passo, preparando-se para a viagem eminente.
Por falar em marcar passo, o que nos ríamos com aqueles que não conseguiam acertar o ritmo dos braços com o das pernas. Houve até um recruta do meu pelotão que ganhou a alcunha de «Lambreta» por causa disso. Ele abanava os dois braços à frente do corpo, sem qualquer sincronismo com as pernas, que parecia estar a guiar a dita lambreta. Muita coisa aconteceu naquele primeiro semestre de 1962 e muitas páginas já escrevi sobre isso.
Mas voltando ao assunto deste post, a CF1, recebi algumas fotos do Américo Pinho, cujos comentários em mensagens anteriores talvez tenham lido, que vou publicar aqui para tentar chamar a atenção do pessoal que fez parte desta Unidade. Sei que os mais novos de todos eles eram da Escola de Setembro de 1961, o que faz deles rapazes com 72 anos de vida actualmente e só aqueles que ainda não partiram ao encontro do Criador. Todos sabemos que com essa idade não há muitos craques das novas tecnologias de informação, mas sempre temos o Américo (15670), o Sousa (15640), o Gonçalves (16202) e o Braulio (15541) que espero apareçam por aqui e façam grandes comentários. Ou, quiçá, queiram contar histórias que possamos publicar aqui.
Salvo erro, o Braulio mora em Barcelona e há muito tempo que não leio qualquer comentário seu. Hei-de dar uma espreitadela no blog do Leiria (Fuzileiros Aventureiros), pois me parece que ele era um dos seguidores. Uma curiosidade que quero aqui referir é o seu número de matrícula que é imediatamente anterior ao do Joaquim Salema (15542) que fez comissão comigo na CF2, em Moçambique. Como ambos têm acesso à internet, talvez queiram aqui recordar peripécias dos tempos da recruta, pois tendo dormido 6 meses lado a lado, algumas histórias terão para contar.
Gostava de publicar uma lista da CF1 neste blog, mas para isso seria preciso que alguém tivesse alguma informação sobre o pessoal, saber quem ainda é vivo, se alguma vez se reuniram em convívio, etc., etc.. Há relativamente pouco tempo faleceu o Inácio (16203) que pertenceu à Companhia do Patrício (CF6) e com quem tive algum contacto por causa dos convívios. Para além disso, conheço aqueles que em 1965 foram comigo para Moçambique, como o Viseu, o Arlindo, o Teles ou o Tabaco, mas nem sequer sei por onde eles andam.
Se algum dos acima mencionados, ou qualquer outro filho da escola que por aqui passe, tenha elementos suficientes para meter mãos à obra, é só dizer que eu prontifico-me a digitar e publicar a lista. E agora vamos às fotos que o Américo me enviou.

Como não poderia deixar de ser, em primeiro lugar, o símbolo da Companhia de Fuzileiros Nº 1, Unidade que agrupou os filhos da escola acima mencionados.




Aqui uma série de fotografias, aquelas com a farda azul tiradas no avião que os levou até Luanda.


E para finalizar, a mais marcante de todas, aquela onde se vê a famosa banda musical que animou a comissão da Companhia 1, «Os Âncoras»!

domingo, 7 de outubro de 2012

Quero ir por aí...




Já lá vai um horror de tempo que não pranto nada, mesmo nada, neste blogue! Caramba já vai sendo tempo de dizer basta. Chega de lamúrias da má disposição, da falta de inspiração, da falta disto ou daquilo. Mas, hoje deu-me para aqui. Pronto. Podeis dizer que o homem está despistado, cá agora? Isso não, malta, ainda só agora meti a primeira e daqui até uma sexta (para quem as tem) parte-se muita loiça.
Vou gostando de ver a saúde como vão os blogues: a vossa assiduidade, a vossa comparticipação, a vossa vontade férrea em dizerem não: não vamos por aí! Desistir só quando nos der o badagaio. Se não fosse isso, eu pertenceria, já há muito, ao rol dos caídos, mas como sou invejoso dos vossos sucessos eu também quero. Sim eu quero ir por aí...
Muito não poderei dizer sobre eventos passados entre camaradas na Briosa, porém não deixa de ser saudável o facto (não digo fato, não, porque não vou por aí) de nos juntarmos, como no passado dia 22 do passado mês de Setembro o fizemos! De todos os encontros a que tenho participado este tocou-me mais! Talvez a compilação de vários factores: muita malta; muito entusiasmo; boa organização e talvez até a comida que correspondeu à efeméride, mo fizessem sentir.  
Alguém vai dizendo por aí que este vai ser o último encontro, que dá muito trabalho, que a malta não corresponde, que as pernas não ajudam e bláh, bláh, bláh… Nessa eu não vou, o entusiasmo é muito para que se diga: ”que não vou por aí”…
Como, eu quero ir por aí, pró ano em Setembro há mais


sábado, 6 de outubro de 2012

Viva o Tenente Ferraz!

Muitas vezes se grita "Viva, Viva" sem dar o verdadeiro significado às palavras. Hoje peço que digam "Viva" ao Sr. Tenente Augusto Ferraz, pois ele apareceu a reclamar por eu o ter colocado na lista dos falecidos da CF8. Os mortos não faço a mínima ideia do que sentem, mas os vivos sei que não gostam da ideia de estar mortos. Aceito, por isso, com a maior alegria a sua reclamação.
Ontem perdi horas a vasculhar os meus apontamentos e reler este blog, da primeira à última mensagem, para ver se descobria quem me deu a informação de que o Tenente Ferraz já não pertencia ao número dos vivos. Trabalho baldado, pois nada consegui. Resta-me pedir desculpa ao interessado por este lapso e esperar que ele volte a passar por aqui e leia esta mensagem. Principalmente porque ele não deixou qualquer contacto e eu gostaria muito de o contactar. Deixo aqui os meus contactos telefónicos para o caso de ele por aqui aparecer e não saber como me contactar (Tel - 252 627 112; Tlm - 911 967 796).
Comecei a mencionar a CF8, neste blog, em 10 de Março de 2009, mas só em 25 de Junho de 2011 publiquei a lista completa de todo o pessoal, onde aparece sublinhado o nome dos falecidos. Entretanto, em 19 de Julho de 2010, publiquei as fotos de todos os oficiais (da Reserva Naval) que fizeram comissão na CF8, indicando o Ferraz e o Saltão como tendo já falecido. Vejam como ele reagiu quando leu a notícia:

1 comentário:

Augusto Ferraz disse...
Caro amigo, felizmente ainda me encontro bem de saúde e vivo. Augusto Ferraz
Lembro-me perfeitamente que foi o nosso 2º Comandante, Carlos Garoupa, que me participou a morte do Saltão (que o Dr. Noivo corroborou durante o nosso convívio do passado dia 22 de Setembro), mas do Ferraz não tenho a menor ideia. A informação vai-se reunindo aos poucos, um diz uma coisa, outro diz outra e assim se vai fazendo a história. Por vezes acontecem estas coisas, informações mal interpretadas ou nomes trocados e nasce o erro. Felizmente nada de grave aconteceu por causa da publicação deste erro.
Tenho uma vaga ideia que o Tenente Ferraz era da Madeira. Quererá isso dizer que, por mais convívios que eu organize, nunca o vou apanhar? Espero bem que não, mas primeiro que tudo ainda é preciso que ele volte aqui e leia o meu recado. Se por acaso alguém o conhece ou sabe um modo de localizá-lo, por favor passem-lhe esta mensagem.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Atenção pessoal da CF1 - Angola 62/64!

A fim de trocar umas impressões sobre a vossa Unidade de Fuzileiros, convoco para aparecerem por aqui os seguintes filhos da escola:
15640 - Sousa (Olhão)
15670 - Pinho (Montijo)
16202 - Gonçalves
E também o António Páscoa (9212.62) ou quaisquer outros membros da Companhia que por aqui passem.
Quem chegar primeiro marca presença e espera pelos outros!

É triste ver partir os amigos!

Carlos Barradas é alguém que eu não conheço, mas que me conhece a mim através deste blog. Ele é filho do Pedro Serrano que pertenceu ao DFE4 (não esquecer que este blog foi iniciado por mim e pelo Álvaro Dionísio e teve o DFE4 como assunto de destaque) e apareceu como comentador neste blog para participar o falecimento do seu pai, em 20 de Agosto do ano passado. Na altura escrevi qualquer coisa sobre isso e hoje decidi pegar de novo no assunto pela simples razão de ter recebido um novo comentário do mesmo comentador. Pelo significado especial que esse comentário encerra, transcrevo-o a seguir:
Carlos Barradas Baptista (filho do Pedro Serrano):
»»» Deixou o meu pai o legado de um dia voltar a aquela terra que lhe sugou a vida e que ao mesmo tempo lhe deu as marcas que lhe traçaram a vida. Os fantasmas, as amizades, a alegria, a tristeza, a aventura e a dor. Como filho perdi um pai nessa guerra sem sentido. Perdi-o algures por entre os traumas de uma densa selva de árvores, capim, medos e sombras. Faleceu há mais de um ano. prestes a voltar a Angola, a concretizar o desejo de muitas décadas. Cumprirei o seu desejo um dia, a beira do rio Zaire as suas cinzas seguirão até ao mar. Obrigado aos seus camaradas e amigos de luta. «««
Como faleceu também este ano o Zé Neto, outro membro do DFE4, vou aproveitar o ensejo para publicar aqui uma fotografia que ambos tiraram na Escola de Fuzileiros, no ano de 2008 durante o convívio do pessoal do Destacamento. O mais provável é que tenha sido a última vez que estiveram juntos.
Acredito que o Carlos Barradas, se acontecer passar por aqui de novo, vai gostar de ver a fotografia do seu pai ilustrando esta mensagem.


quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Algo vai muito mal neste Blog!

Hoje recebi um mail do Américo Pinho (CF1 - Angola 62/64) avisando-me que encontrou um amigo e filho da escola entre os comentadores deste blog. Isso fez com que eu fosse dar uma vista de olhos nos comentários e descobri algumas coisas que me deixaram atónito. Pelo que consigo perceber não estou a receber o aviso dos comentários novos no meu e.mail e passaram-me por cima alguns importantes.
O mais grave de todos foi um comentário feito pelo próprio Tenente Augusto Ferraz, oficial da CF8, que anunciei aqui como falecido. Foi há quase dois meses e além de afirmar que está vivo e de boa saúde não me deixou qualquer pista do lugar onde mora. Tenho que partir à sua procura, mas não sei por onde começar. E quem será que me deu a informação de que ele tinha falecido? Vou ter que vasculhar os meus apontamentos antigos a ver se descubro donde veio a informação.
Há também vários comentários, um deles muito recente, do Carlos Barradas (filho do Pedro Serrano do DFE4) comunicando o falecimento do pai. Já em tempos escrevi qualquer coisa sobre isto, mas o que me aflige é ter-me passado despercebido o último comentário dele feito na semana passada. Como este ano também faleceu o Zé Neto (camarada do Pedro Serrano no DFE4) vou aproveitar para publicar uma fotografia dos dois e escrever algo sobre o assunto.
Há ainda um comentário inserido pela sobrinha do Sargento Veloso, há cerca de dois meses, avisando-me da abertura do blog «Fuzomor» e que também me passou completamente ao lado.
E agora, mais recentemente os comentários do Américo Pinho que me guiou até aos comentários feitos pelo Sousa (Olhão) e do Fernando Gonçalves da Companhia de Fuzileiros Nº 1 que, em parte, são para mim uma novidade.
Tenho que investigar e ver se descubro o que se passa. Se for uma questão de mudar as definições que regem os comentários não deverá ser difícil, muito embora as sucessivas alterações introduzidas pela Blogger me ponha a cabeça em água.

Próprio para rapazes da nossa idade!

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Fuzileiros e Facebook!

No Facebook encontram-se fuzileiros às dúzias. Uns mais novos, outros mais velhos, alguns ex-combatentes da Guerra do Ultramar e outros que já nasceram depois de ela acabar.
Nos blogs já não é tanto assim. Há alguns que abriram um blog para contar as suas aventuras, ou desventuras, por terras africanas, mas a grande maioria limitou-se a publicar todas as fotografias da época que foram buscar ao fundo da gaveta e depois evaporou-se. Manter o contacto com os camaradas de comissão foi chão que não deu uvas, pois são muito poucos aqueles que dominam as novas tecnologias. Casos como o do «Sargento Veloso» que já vai para lá da barreira dos 80 são raros infelizmente.
Pensei que seria uma grande ideia ter alguns desses "filhos da escola" que andam pelo Facebook a publicar aqui qualquer coisa, mas não sei como convencê-los. Um dos mais assíduos é o Montijo (576/66) que salvo erro fez comissão em Moçambique entre 1967 e 1969. Será que o consigo convencer a "embrulhar-se" connosco? Custa-me ver este blog às moscas!


sábado, 29 de setembro de 2012

Deus me acuda!

Nas várias listas de blogs que consultei não aparece a actualização das entradas neste blog. Verifiquei isso agora mesmo no «Fuzileiros Aventureiros». A acontecer isto ninguém se apercebe das novas mensagens publicadas e o blog cai no esquecimento.
Fiz algumas alterações no formato para tentar corrigir o erro que provoca isso, mas não tenho a certeza de o ter conseguido. Esta mensagem, a que vou adicionar uma imagem aliciante, serve de teste para ver quem reage.
Desejem-me sorte (cross fingers) ou ensinem-me como se emenda o erro!