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terça-feira, 12 de março de 2013

Carne para canhão!


O ano de 1962 foi o primeiro em que o destacamentos de Unidades de Fuzileiros para o «Teatro de Guerra» teve o seu grande impulso. Nos fins de 1961 tinha apenas seguido para Angola o DFE1 formado por fuzileiros reconvertidos de outras especialidades.
Enquanto eu dava os primeiros passos na minha recruta, aprendendo a formar, marchar e marcar passo, fui assistindo à evolução da CF1, esta formada com fuzileiros da 1ª incorporação de raiz (filhos da escola de Setembro de 61), que andava de um lado para o outro preparando-se para partir para Angola, facto que viria a acontecer em 31 de Março.
Ainda mal tinham desaparecido da nossa vista os camuflados do pessoal dessa Companhia quando começamos a ver outro grupo que se formava, desta vez de fuzileiros especiais com o curso acabadinho de tirar. Tratava-se do DFE2 que em três tempos juntou as suas tralhas (armas e bagagens) e no dia 6 de Junho rumou à Guiné, sendo a primeira força da Marinha a pisar aquelas terras africanas.
E com a guerra a tomar proporções preocupantes em Angola, foram agrupados os fuzileiros restantes e completado o DFE3 que em 29 de Agosto marchou ao encontro do seu destino naquela colónia portuguesa.
Entretanto, eu e os meus camaradas de recruta já tínhamos jurado bandeira e íamos a meio do ITE. O comando da Escola de Fuzileiros fez saber que ia começar a formar a CF2 com destino a Moçambique e pediu que se increvessem aqueles que quisessem fazer parte dela. Com a vontade que todos tinham de evitar a Guiné, para onde seria enviada a Unidade seguinte, foi um «vê se te avias» de inscrições. Os amigos mais chegados agrupavam-se e lá iam rumo ao gabinete do oficial de serviço para dar o nome. Assim aconteceu comigo e mais 79 filhos da minha escola que me acompanharam nessa aventura. No dia 29 de Outubro (data oficial publicada) rumamos à terra dos Landins, onde a guerra ainda não tinha chegado... para nossa felicidade.

domingo, 10 de março de 2013

Vamos molhar o bico?


Chamo a atenção do Páscoa, Américo Pinho e demais pessoal da Companhia de Fuzileiros Nº 1 - Angola - 1962 / 1964 para mais um comentário deixado na primeira mensagem que publiquei sobre a vossa Companhia.
Para aqueles que estão menos habituados a consultar os blogs deixo aqui uma dica. Procure, na coluna da direita, lá muito no fundo, a «Nuvem de Tags» que é a lista de etiquetas apostas a cada mensagem e clique na »CF1». Isso fará com que todas as mensagens sobre a CF1, com todas as fotos publicadas, sejam seleccionadas para consulta.
Como há material publicado ao longo de 4 anos só assim se consegue chegar lá. De outro modo só por mero acaso, como diz o último comentador, encontrarão aquilo que vos interessa.
E quem viajou no autocarro que aparece na foto que se acuse!

sexta-feira, 1 de março de 2013

Dia do Fuzileiro 2013!


Ainda falta um tempinho, mas para que cada um se organize o melhor possível para não faltar ao evento aqui fica já o recado. Primeiro sábado de Julho, como vem sendo habitual.
Por causa do grande convívio dos filhos da minha escola que estou a organizar para 9 de Junho, não sei se aparecer por lá. Duas "marchas" do Porto a Lisboa em menos de um mês são um pouco demais para mim, mas nunca se sabe, vai depender da disposição do momento.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Há muito, muito tempo!


Hoje encontrei esta fotografia no meio das minhas velhas recordações dos tempos da Marinha. Foi tirada no Algarve, na zona de Faro, durante os exercícios de fim do Curso de 1º Grau, no verão de 1965. Estávamos acampados no meio de um campo de milho e usávamos a água desta nora para fazer a barba e outras coisas ligadas à nossa higiene pessoal. Ao fim de 50 anos estas recordações parecem tão distantes como o planeta Marte. Se não tivesse a fotografia para o provar até eu próprio começaria a duvidar se de facto estive ou não no Algarve nessa altura.
Mas depois de muito espremer a massa branca do cérebro começam a surgir as imagens das nossas marchas debaixo de um sol tórrido de Julho por entre figueiras, alfarrobeiras e romãzeiras. E depois as noites passadas nos grandes botes de borracha (americanos) de pangaia em punho remando na Ria Formosa tentando surpreender o inimigo que se acoitava entre os juncos das ilhotas.
E lembro-me de ter visto nessa altura, pela primeira vez na minha vida, a água do mar a arder. Chama-se assim a um fenómeno que faz a água brilhar quando se arrastam os nossos dedos com alguma força pela água do mar, durante a noite. Também os salpicos das pangaias, ao entrar e sair da água, produzem o mesmo efeito.
Foi há muitos anos, mas afinal ainda me recordo de alguns pormenores!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

De férias na guerra!


A viagem de Lourenço Marques até Nacala a bordo do Império não podia ter corrido mais mal. Atafulhado de tropa com destino ao norte de Moçambique, não houve lugar nos beliches para o pessoal da CF8. Mandaram-nos arrumar a tralha onde fosse possível (não esquecer que naquele tempo andávamos sempre com a maca às costas) e dormir nos corredores ou no convés. Refilamos, confrontamos o nosso 2º Comandante com a nossa condição de pessoal da Marinha e a prioridade  que isso nos deveria garantir, mas nada adiantou. Para mim, em particular, foi mais um degrau na ladeira que tinha começado a descer desde o dia em que saímos de Lisboa.
Como vingança resolvemos levar do navio tudo aquilo que nos pudesse ser de alguma serventia. Eu carreguei com as toalhas de banho a que consegui deitar a unha. E que jeito me fizeram depois, em Nacala, naqueles fantásticos 17 dias que lá passámos à espera do transporte que nunca mais aparecia. O avião para nos levar até Vila Cabral nunca mais chegava e nós íamos aproveitando o tempo o melhor que podíamos. Era só praia, comer e dormir. E depois acabámos por ter que fazer a viagem de comboio até ao Catur.
Do Catur até Metangula foi uma saga que aqui já descrevi e não quero repetir. Viagem de alto risco, mas que acabou por correr bem, não houve incidentes com o IN nem acidentes de percurso. Podia ter sido bem pior. Pouco tempo depois, uma Companhia do Exército foi emboscada nesse percurso e teve tantas baixas que acabou por regressar à Metrópole para curar as mazelas dos que salvaram o físico, mas ficaram com a moral em frangalhos.
Felizmente, este ex-combatente escapou ileso e continua por cá para vos contar estas histórias.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Não há boa pescaria sem engodo!


Aqui está uma mão cheia de filhos da minha escola (Março de 1962) no dia em que comemoramos os 50 anos da nossa incorporação na Armada. Quantos deles aparecerão na Quinta Nova, no próximo dia 9 de Junho, para comemorarem mais um ano de vida? Daqui em diante, cada ano mais que possamos contar é uma vitória e merece ser comemorado condignamente, por isso aparece!
Se o Fernando «Évora» ler este post, chamo-lhe a atenção para o Sérgio Rego que aparece do lado esquerdo da foto, de gravata vermelha.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

A foto prometida!


Fuzos ao volante pelas estradas da Europa. Quando algum membro da "família" se cruza com eles dá duas buzinadelas de saudação e viaja/regressa no tempo até à Escola de Fuzileiros e á sã camaradagem daqueles tempos. Os fuzileiros foram uma verdadeira família para muitos jovens na era conturbada da Guerra Colonial e isso não esquece nunca.
Boa viagem »Filho da Escola»!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Fazer pressão é o segredo!


Como está chegar a altura de um novo convívio, vamos lá começar a mentalizar as massas que é preciso irem tratar do reumático para se poderem apresentar na melhor forma, quando chegar o dia.
Ainda faltam 4 meses, mas o tempo passa depressa e a nossa velocidade já não é a de outrora.
Como nota especial devo confessar que escolhi a cara do Hipólito para ilustrar esta mensagem (além do A.Augusto, Vasco e Magalhães, é claro) por ter sido ele o primeiro a responder afirmativamente ao convite que lhe enviei por mail.
Vamos a isso pessoal. Toca a passar palavra. Filhos da Escola de Março de 1962, honoráveis septuagenários, reúnem-se em convívio mais uma vez, no próximo mês de Junho. Mais pormenores logo que os haja.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

E esta, hein!

Acabei de receber esta foto do Belmiro Correia com uma pergunta muito simples de responder.
- Conheces este lugar?
É claro que é simples, mas só para quem esteve lá!


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Matutando na vida!


Não há ninguém que reconheça esta praça?
Ele hoje tem:
Menos cabelo
Mais barriga
Necessidade de usar óculos
E muitos anos mais a pesar-lhe em cima dos ombros
A foto foi tirada em 1967 junto ao pequeno cais das bombas de água, por baixo da Torre do Farol. Havia por ali uns quantos jacarés pequenotes (menos de 1 metro de comprimento), mas ninguém lhe passava cartão nenhum.
Não se nota pela descontracção do fotografado?
E quem é ele afinal?

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Manter a bola a rolar!


Moçambique 1966. Um Nord Atlas e uma Secção de Fuzileiros da CF8 em trânsito de ou para o Niassa. A rapaziada que aparece na foto é tudo filho da escola de Setembro de 64. Aqueles que prestaram serviço nesta Unidade de Fuzileiros, ou fizeram a recruta no inverno de 65/65 podem reconhecer alguma destas caras. Toca a concentrar e puxar pela memória!

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Mais um que partiu!

Venho mais uma vez cumprir o triste dever de informar os meus camaradas fuzileiros do falecimento de um dos nossos. Já doente há algum tempo e em estado de gravidade extrema, este desenlace já era esperado pela família desde há alguns dias.
Júlio Coelho (1284/65) fez comissão na CF9, na Guiné, de 1966 a 1968, e depois na CF10, de 1969 a 1971, em que também pontuaram alguns filhos da minha escola, tais como o Verde, o Alves, o Pintado, o Paixão, o Rego, o Floriano e outros. A eles, em especial, dirijo esta mensagem para que tomem conhecimento do acontecido ao amigo e camarada.
Ao seu filho, também ele membro da Marinha de Guerra Portuguesa, e à restante família enlutada os meus sentidos pêsames.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Apoiado, apoiado!

Estimados Amigos, 

Como os jornais não publicam as cartas que lhes remeto e preciso de desabafar, recorro aos meus correspondentes "Internéticos", todos os amigos que constam da minha lista de endereços. Ainda que alguns não liguem ao que escrevo. 
Não sei a que se refere o Senhor Primeiro-Ministro quando afirma ser a penalização fiscal dos pensionistas resultante de todos aqueles que, em Portugal, "descontaram para ter reformas, mas não para terem estas reformas". 
Pela fala do Senhor Primeiro-Ministro fica-se a saber da existência de pensões de aposentadoria que estão acima daquilo que resultaria da correcta aplicação do Cálculo Actuarial aos descontos que fizeram. 
Sendo assim - e não há razões para admitir que o Senhor Primeiro-Ministro não sabe o que diz - estamos perante situações de corrupção. Porque o Centro Nacional de Pensões e a Caixa Geral de Aposentações só podem atribuir pensões que resultem da estricta aplicação daqueles princípios actuariais aos descontos feitos por cada cidadão, em conformidade com as normas legais. 
Portanto, o Estado tem condições de identificar cada uma dessas sirtuações e de sancioná-las, em conformidade com a legislação de um Estado de Direito, como tem de sancionar os agentes prevaricadores, que atribuíram pensões excessivas. 
Mas, é completamente diferente a situação face aos cidadãos que celebraram contratos com o Estado. Esse contrato consistia em que, ano após ano, e por catorze vezes em cada ano, o cidadão entregava ao Estado uma quota das suas poupanças, para que o mesmo Estado, ao fim dos quarenta anos de desconto lhe devolvesse essa massa de poupança em parcelas mensais, havendo dois meses em que era a dobrar, como acontecera com os descontos. 
E tem de ser assim durante o tempo em que o cidadão estiver vivo e, em parte mais reduzida, mas tirada, ainda, da mesma massa de poupança individual, enquanto houver cônjuge sobrevivo. 
E esta pensão tem o valor que o Estado, em determinado momento, comunicou ao cidadão que passava a receber. Não tem o valor que o cidadão tivesse querido atribuir-lhe. 
Portanto, o Estado Português, pessoa de bem, que sempre foi tido como modelo de virtudes, exemplar no comportamento, tem de continuar a honrar esse estatuto. 
Para agradar a quem quer que seja que lhe emprestou dinheiro para fazer despesas faraónicas, que permitiram fazer inumeráveis fortunas e deram aos políticos que assim se comportaram votos que os aconchegaram no poder, o Estado Português não pode deixar de honrar os compromissos assumidos com esses cidadãos que, na mais completa confiança, lhe confiaram as suas poupanças e orientaram a sua vida para viver com a pensão que o Estado calculou ser a devida. 
As pensões que correspondem aos descontos que cada qual fez durante a vida activa nunca poderão ser consideradas excessivas. Esses Pensionistas têm de merecer o maior respeito do Estado. Têm as pensões que podem ter, não aquelas que resultariam do seu arbítrio. 
E é este o raciocínio de pessoas honestas. Esperam que o Estado sempre lhes entregue aquilo que corresponde à pensão que em determinado momento esse mesmo Estado, sem ser coagido, lhes comunicou passariam a receber na sua nova condição de desligados do serviço activo. Ou seja, a partir do momento em que era suposto não mais poderem angariar outro meio de sustento que não fosse a devolução, em fatias mensais, do que haviam confiado ao Estado para esse efeito. 
Os prevaricadores têm de ser punidos, onde quer que se situem todos quantos permitiram que, quem quer que seja, auferisse pensão desproporcionada aos descontos feitos, ou mesmo, quem sabe, sem descontos. Sem esquecer, claro está, os beneficiários da falcatrua. 
Mas, é impensável num Estado de Direito que, a pretexto dessas situações de extrema irregularidade, vão ser atingidos, a eito, todos aqueles que, do que tiraram do seu bolso durante a vida activa, recebem do Estado a pensão que esse mesmo Estado declarou ser-lhes devida. 
Como é inadmissível que políticos a receberem ordenado de função, acrescido de benesses de vária ordem proporcionadas por essa mesma função, considerem que pensões obtidas regularmente, com valores mensais da ordem de 1.350 Euros proporcionam vida de luxo que tem de ser tributada, extraordinariamente. 

António Alves Caetano

sábado, 5 de janeiro de 2013

O Costa (de Torres) da CF4!

Afinal não posso dar por encerrado o assunto da Companhia de Fuzileiros Nº 4. Ontem telefonou-me o António Costa (479/67), o tal que mora na Ponte do Rol e que aqui há tempos mencionei aqui por me ter contactado através do Facebook, e voltei a reabrir o dossier para ver aonde isto me leva. Ele continua a dizer que quer organizar um convívio com o pessoal da Companhia (que nunca mais viu) e tem o Sargento Coisinhas a dar-lhe gás nessa ideia.
Disse-me ele que havia um filho da escola, chamado António Santos, que morava no Fogueteiro e tinha um negócio de qualquer coisa (informação muito vaga para permitir uma investigação) que tinha uma lista completa da Companhia com moradas e tudo. Entretanto o Quelfes disse-me que quem abriu aquele famoso blog (no Sapo) sobre a CF4 foi o Jorge Manuel Alves dos Santos (18/67). Será o mesmo "Santos" a quem o Costa chama António? Ou serão duas pessoas distintas?
Isto para já é pouco material para pegar no assunto. E depois há ainda outra particularidade, muitos dos elementos desta Companhia foram depois para Angola no DFE13 e gostam de participar nos convívios dessa Unidade que se têm realizado regularmente. Por falar nisso, hei-de falar com o Ferreira (filho da minha escola) a quem coube a organização do convívio em 2012 e ver o que ele pensa sobre o assunto. Ao menos ele pode facultar-me uma lista dos que compareceram e daí já consigo ver quantos eram também da CF4.
Está decidido, é por aí que vou!

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

E o mistério é muito sério!

Nada melhor para começar o ano do que uma queixinha. Na minha última mensagem deixei um link para visualização do video da festa do cinquentenário dos filhos da minha escola e nem um comentário mereci. Mas pior que isso, enviei-lhes um mail com o mesmo link e só recebi uma resposta, esta vinda de Toronto, do único filho da escola que lá mora, o Agostinho Maduro.
Fico a pensar se ninguém viu ou se ninguém se quis pronunciar sobre aquilo que viu. Um mistério com que vou ter que me habituar a viver!

domingo, 30 de dezembro de 2012

Filhos da Escola de Março de 1962!

O tempo passa depressa!
Já passou quase um ano desde o dia em que festejamos o cinquentenário da nossa incorporação na Armada. Na altura não me dei ao trabalho de carregar o filme que o fotógrafo fez com as nossas fotografias, pois achei que depois de ter publicado uma quantidade de fotografias isso não fazia muito sentido. E também porque dá uma trabalheira do catano pôr a coisa num formato que seja aceite por quem veicula este tipo de coisas, como a Google, por exemplo.
Mesmo assim, antes de dar o pontapé final no Ano do Cinquentenário, decidi pôr mãos à obra e converter o DVD e 2 gigas e meio em qualquer coisa mais acessível de modo a poder mostrá-lo aos interessados. Não consegui que ficasse num tamanho capaz de enviar por mail ou carregar no blog, mas isso não é problema enquanto existir o Youtube. Não é preciso mais que um link que posso deixar aqui e enviar por e.mail a toda a gente. É quase meia hora de fotos, umas atrás das outras, e pouco interesse terá para quem não faz parte do grupo ou não conhece ninguém da minha escola.
Mas quem estiver interessado só tem que clicar aqui e ... siga o baile!

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Filhos da Escola!


Pelas estradas da Europa rolam dois camiões (TIR) que ostentam na pala corta-vento as palavras «Filhos da Escola». Um deles é conduzido por um fuzileiro filho da escola do Valdemar Alves e o outro por um seu filho. Bem gostava de ter arranjado uma fotografia onde se vissem as palavras, mas não foi possível ainda. No entanto já fiz lá chegar o recado que conto com ela para uma próxima publicação. Vamos lá ver se o meu pedido é atendido.
Parece que a ideia é chamar a atenção de todos os marujos com quem se cruzem na estrada e forçar ao contacto com eles. A vida de condutor é muito solitária, horas e horas fechado numa cabine de camião, sabe Deus que ideias lhe atravessam a mente. De repente, encontrar alguém que fale a mesma Língua e com quem tenha alguma afinidade é uma benesse, um verdadeiro bálsamo para minorar o isolamento e combater a saudade.
Passadas as festas de Natal é provável que amanhã ou depois se façam de novo à estrada. Boa viagem Filhos da Escola!

sábado, 22 de dezembro de 2012

Feliz Natal!

A todos os visitantes, leitores e comentadores deste blog desejo um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo.


sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Regresso ao passado!

O comentário do Rosa da Silva na minha mensagem anterior fez-me abrir a lista dos filhos da escola e mergulhar de novo no passado. Da lista saltei para os álbuns de fotografias e seleccionei uma que vos vou mostrar aqui, na qual aparecem uns quantos dos filhos da escola que eu menciono no meu comentário que escrevi em resposta ao do Rosa da Silva.


Agora quero ver quem é capaz de identificar algum dos elegantes fuzileiros metidos naquelas fantásticas fardas de alumínio. Assim como o nome do sargento instrutor do respectivo pelotão (1º da 2ª Companhia).

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Lembram-se do Maxfredo!

Quando, em Março passado, organizei a festa do Cinquentenário da minha recruta convidei o Comandante Maxfredo a juntar-se a nós. Ele disse-me que sim, provisóriamente, mas que ficava sujeito à marcação de uma reunião de condomínios a que não poderia faltar. Afinal aconteceu a tal reunião e ele não pôde comparecer.
Tive uma certa pena, pois desde que saí da Escola de Fuzileiros, em Outubro de 1965, nunca mais o vi. Ele andou por Moçambique e pelo Niassa quase ao mesmo tempo que eu, mas não nos cruzamos nunca.
Como ele era o comandante do batalhão da minha recruta, nunca mais me esqueci dele. E como eu, todos os filhos da minha escola. Ele era um tremendo militarista e não havia quem o aguentasse, mas isso são coisas do passado.
Há dias, encontrei, por mero acaso, as fotografias do último convívio do DFE1 publicadas no Facebook e estive a dar-lhes uma vista de olhos. Claro que não conheço ninguém e nem o Maxfredo reconheci, mas alguém se encarregou de me dizer quem era e recortei esta foto para publicar aqui.
Em honra dos maus momentos que ele e o seu cão "Taifun" nos fizeram amargar há 50 anos atrás!