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quarta-feira, 11 de junho de 2014

Ex-Combatentes de Toronto; Canadá 2014

...o0o...
Ora aqui estão alguns elementos Ex-Combatentes, que marcharam mais uma vez na parada anual que, se vem a realizar a alguns anos. Nós os Combatentes começamos a participar mais tarde; de início iam aparecendo muitas almas, hoje, nem tanto?! Talvez a ordem-das-coisas a determinar a decrescente participação. O camarada que me seguia na marcha dizia: - tenho os meus joelhos arrombados, as bolsas serosas secaram, tenho que ser operado. Talvez mais um que não vai fazer parte do rol dos 2015. Eu, por mim gostaria de marchar à fuzo, com garra, mas as condições duma parada deste género, não são das mais apropiadas. Porém, quanto a mim: Para a frente é que é caminho..., nem que tenha que segurar a bandeira com os dentes...  

segunda-feira, 9 de junho de 2014

O Homem a quem chamaram G3!


Aqui a autografar um exemplar do seu livro para oferecer a um filho da escola que gravou a imagem para a posteridade.

domingo, 8 de junho de 2014

Hoje 8 de Junho, Parade's Day em Toronto!


...o0o...
Hoje é dia de parada, por conseguinte dentro de 2 horas o fuzo "Leiria", já marchará como os homens jovens de outrora, em Vale de Zebro e em terras de África, com camaradas de outras elites militares. A roupa inerente a este evento está pronta e dependurada para camuflar a velhice deste jóvem de 70 aninhos, como vós camaradas. Sãos e escorreitos aqui, requere-se, para que os camaleões consigam vender "gato por lebre" e os espectadores digam: - "que rapazes tão garbosos!"
(Foto de 2013)

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Lanchas do Niassa!


Pessoal da CF8 no Lago Niassa, no ano de 1967. A foto é de muito má qualidade, mas o que interessa é o espírito da coisa. Muita gente, tanto da Marinha como do Exército, embarcou na LDP203 durante a Guerra Colonial e é isso que quero recordar aqui.
N.B. - Foto cedida pelo Joaquim F.Costa (2013/64), o Badaró.

terça-feira, 3 de junho de 2014

O alto e o mais alto ainda!


Nesta fotografia tirada em 2012, na Escola de Fuzileiros, vê-se o Elvas (Óscar) e o Elvas (Santana) e ainda um dos netos deste último. O Santana esteve comigo em Moçambique, na CF2, e quando estávamos em formatura era fácil avistá-lo, pois devido à sua grande altura, a sua cabeça aparecia acima de todas as outras.
Agora olhem bem para a estatura do neto que já ultrapassa a do avô. A isto chama-se crescer sem licença de Deus. Se ele tomasse o lugar do avô na nossa formatura havia de ser bonito. Já tínhamos um conhecido pela alcunha de "Alturas", fico a pensar que nome haveríamos de pôr a este.
Tudo alentejanos de boa cepa e bons rapazes.
No ano passado, no dia 10 de Junho, dei um pulinho a Elvas para assistir às cerimónias do 10 de Junho e tive o prazer de almoçar com estes dois filhos da minha escola. Quando teremos uma nova oportunidade de estar juntos?

quinta-feira, 29 de maio de 2014

O brioso brio da ditosa Briosa!...

Para complementar a postagem anterior, um grupo com esta imponência, manda mais peso! A foto aqui requer-se num tamanho largo para que assim se possa competir, entre nós, claro, o discernimento de algumas caras briosas, pertences à grande BRIOSA portuguesa nos anos 60 do século passado! Eu, o Leiria, sou o primeiríssimo que forma o vértice da formação desta companhia 2 de FZ, a qual abriu o activo em terras de "BOA GENTE!" Por isso, a tira três/cabaço de todas as unidades desta terra; alimentadora dum ímpar e tremendo saudosismo dos que por lá passaram...

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Aguenta que é serviço!


Companhia de Fuzileiros Nº 8 em parada!
Vê-se aqui a rapaziada do 2º Pelotão com o Tenente Ribeiro ao comando. O Marinheiro Carlos é o primeiro da esquerda na primeira fila da formatura. O local é a marginal, em frente ao Comando Naval e aconteceu no ano de 1966. A razão para esta parada já não me lembro qual foi.
Não há dúvida que uma formatura de fuzileiros é um espectáculo!

sábado, 24 de maio de 2014

No Lobito; regressando à Pátria-amada!

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A filosofia faz parte da sociedade dos humanóides; e ao que parece, quando alguém fala os outros ouvem, ou seria antes o respeito pela 'patente' de marinheiro? O Agostinho que infelizmente já não pode ler este 'post' achou que não ía por ali e, "toma lá as costas e vais com sorte..." ou, o fotógrafo, que ainda não descobri quem é, ansioso de chegar à santa terrinha, mei acelerado, clica na maquineta pensando que estava a disparar com a G3 onde, fazer pontaria era pecado..., seria? 
O Loureiro, que vai fazendo greve com os encontros anuais, vá que não vá, portou-se bem.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Sempre gostei desta...

...o0o...
À José Cid, soltou-se mesmo a franga! E aqui parece que vou acertar. Da esquerda para a direita temos: o Gato, Miguel, Lisboa e Piaça. Todos na 'perdida', bem se vê, claro, que o Sargento Melro não estava por ali, uma vez, segundo parece, que a cena se passou a bordo de um navio, por isso sujeitos ao livro das recomendaçōes, verdade? Tempos idos, por isso passados, sempre sentidos, nunca ultrapassados! E quando: recordar é viver, o coração suspira sempre, e, na vontade de permanecer; alimentamos a nossa mente...    

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Bendita juventude!


Esta foto foi tirada num domingo, à tarde, depois de uns bons mergulhos na praia do malagueiro, na Escola de Fuzileiros, no verão de 1962. A maior parte dos que aparecem na imagem são filhos da minha escola. O terceiro, a contar da esquerda e que está de cócoras, era de uma escola anterior á nossa e estava ali para tomar conta de nós, para manter a disciplina e evitar que fizéssemos asneira. E por trás dele escondo-me eu, só se vê a cabeça a espreitar.
Aquele que aparece à direita, na posição de «firme», usando o fato de banho da ordem, é o Antero. Sei que ele não é destas coisas de computadores e internet, mas tem um filho que fez carreira na Marinha (é sargento, salvo erro) e é bem capaz de vir aqui parar e ver a foto do seu pai quando tinha 21 anos de idade.
Além dele e de mim próprio, só reconheço o 16436 e o 16485. Os outros esfumaram-se da minha memória, 52 anos é muito tempo!

quarta-feira, 14 de maio de 2014

O relembrar duma vivência...

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Curiosamente pergunto-me: - com toda essa indumentária inerente ao fuzileiro, preparado para uma guerra de guerrilha, porque motivo não me ocorre - debilitada mente talvez - o facto (não fato) de termos bota de cano alto!?
Eram rapazes escorreitos que, sãos voltaram à PÁTRIA-MÃE que os viu nascer e, que ainda vai acolhendo alguns que não tiveram a ousadia de procurar outros horizontes - não se tornando assim - membros do clube do: QUEM IMIGROU JAMAIS DESCANSOU. Os outros, os imigrantes, esfarrapam-se desesperadamente entre dois amores: aquele que os viu nascer e aquele que lhes dá de comer. Penso, todos fazerem ainda parte do mundo de Deus. A todos um grande abraço! 

PS; Nomes ficam ao vosso critério. 

domingo, 11 de maio de 2014

Os castiços no Infante!

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Ora aqui estão eles, os Fuzileiros - forçados Aventureiros - que nem VIP's no luxuoso paquete Infante; comendo, há grande e há francesa, porque o menu do dito era baseado nessa famosa 'cuisine!' Nomes tão sofisticados como, carne à bolognese regado com molho de giropiga e servido com mushrooms perigosos (?!?) e assim por além... Não há que se apoquentarem hoje, porque os que cá estão continuam são e escorreitos, uma vez que a fitícia/fatídica ementa é da minha autoria. Ao que me parece pela foto a sobremesa vai compondo o arranjo visual do repasto... talvez uma maçã encharcada em caramelo e brandy...?! Será?  

sábado, 10 de maio de 2014

O célebre Rodrigues

...o0o...
Para incrementar o teu excelente trabalho Carlos, confirmo aqui, que o amnésico Rodrigues que habitava o segundo andar da minha tarimba que ficava, logo ao entrar-se, à esquerda na caserna do quartel que fomos inaugurar junto à Estação Rádio Naval, já ali existente como todos os que por lá passaram devem saber. 
Chamo-lhe amnésico, o que já contei algures neste blogue, porque ao ter escorregado na casa de banho, bateu com a nuca no chão. Não fui testemunha ocular de tal ocorrência, mas como as notícias de caserna se propagam, num ver se te havias, quase impossível seria ficar alheio ao sucedido.
Então é o pobre do Rodrigues a dizer-me a toda a hora e, um sem número de vezes, que lhe doía tanto a cabeça, apertando a nuca com as mãos, ao que eu lhe respondia que ele tinha caído na casa de banho e batido com a nuca no chão mas que não se preocupasse porque iria passar. Mal acabava de lhe contar o que aconteceu..., adivinhem o que ele ia dizer e perguntar logo de seguida...
"- Oh Leiria doi-me tanto a cabeça...(!?)
- Pudera, caíste e bateste com a cabeça no chão pá," dizia eu...
A lenga lenga era como um virar de disco; tocando sempre a mesma... 
Muito gostaria eu de saber por onde anda este camarada. 

 

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Notícias que dispensava!

Foi hoje o dia em que me lembrei de ir folhear a Revista da Armada do mês de Maio. Uma vez que a nossa idade, minha e dos filhos da minha escola ou camaradas com quem partilhámos comissões no Ultramar Português, passou dos 70 e continua avançando imparável, pelo que vai ser cada vez mais comum esbarrar-me com notícias do falecimento de mais alguém.
A lista de falecidos deste mês nem é muito longa, mas saltaram-me logo à vista dois nomes. Um deles. o António Lemos Lopes Belo, que foi meu camarada na CF8 e respondia pela alcunha de «Viseu». Segundo informações que eu tinha recebido, ele morava em Luanda, mas não fazia ideia que ele tinha ascendido à categoria de oficiais antes de abandonar a Marinha. Foi, portanto, com surpresa que vi o nome dele na revista e o posto de Subtenente que lá vem mencionado.
O outro nome, Fernando Pacheco Amador (16904), corresponde a um filho da minha escola (não fuzileiro) que, no ano passado por esta altura, quando o tentei contactar por causa do nosso convívio, estava já bastante doente e até internado no Hospital de Benfica. Não foi, por isso, uma grande surpresa esta notícia.
Que descansem em paz, já que mais nada podemos fazer por eles nesta vida!

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Despedida em dia de chuva!

Há deveres que custam cumprir, mas a que não podemos virar as costas. O nosso camarada Azevedo faleceu ontem e foi sepultado hoje, no cemitério de Gondar. Alguém da CF8 tinha que estar presente para o acompanhar à sua última morada e foi isso que eu fiz, acompanhado pelo Fernando Lemos e o Ângelo Martins. Em representação da Marinha e dos Fuzileiros estiveram ainda presentes dois representantes da CF9 (Guiné 66/68), o Agostinho Verde e o Gervásio Magalhães.
Muitos familiares, muitos amigos, a aldeia inteira esteve presente para se despedir do fuzileiro que escapou com vida da Guerra Colonial, mas não resistiu ao avanço da idade e da doença.
Que a terra lhe seja leve!

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Participação de óbito!

No seguimento de um gravíssimo AVC sofrido há dias, faleceu hoje o Grumete Fuzileiro António Azevedo (2025/64) realizando-se o funeral amanhã, dia 24 de Abril, pelas 17.30 horas, na freguesia de Gondar, Amarante.
Ambos fizemos parte da Companhia de Fuzileiros Nº 8 que esteve em comissão em Moçambique entre 1965 e 1968, o primeiro ano em Lourenço Marques e o segundo em Metangula, no Niassa. Saímos da Marinha mais ou menos ao mesmo tempo e perdemos o contacto por completo, tendo-o reencontrado, por mero acaso, no ano de 2009. Desde então mantivemos sempre um contacto estreito um com o outro e é com muito pesar que me vejo obrigado a fazer esta participação.
Uma vez que o corpo não resistiu à passagem dos anos, espero sinceramente que a sua alma encontre o descanso eterno!

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Anedotas de fuzos!

Três camaradas fuzos, depois de uma comissão no Ultramar, saem da Marinha e regressam á vida civil. Na hora da despedida juntam-se numa taberna, ali para os lados de Sta Apolónia, e pedem 3 copos de vinho para celebrar o momento. E combinaram que, no futuro, quando cada um deles fosse à taberna beber um copo, devia pedir sempre 3 copos e bebê-los em honra de cada um deles para que nunca se esquecessem uns dos outros.
Fizeram isso durante anos, até que um dia um deles entrou na taberna da sua terra e pediu apenas 2 copos de vinho. O taberneiro, conhecedor da história, ficou admirado com o pedido e perguntou se algum dos amigos tinha falecido. Não, respondeu ele de imediato, fui eu que deixei de beber!

terça-feira, 15 de abril de 2014

Perguntas sem resposta!

Há várias fotografias publicadas em que aparece este "fuzileirito" da raça dos Nyanjas que o mascote da CF8 e vivia connosco em Metangula. Imagino que depois do nosso regresso a Lourenço Marques, ele foi sucessivamente adoptado pelas Unidades de Fuzileiros que nos foram render. Já nem do nome dele me lembro, mas se o Américo Laranjeira aparecer por aqui ele resolve o problema, pois tenho a certeza que ele se lembra.
O que levou a publicar a foto foi pensar que nunca mais ouvi falar nele, desde 1967, já lá vão 47 anos. Que será feito dele? Espero que os "frelimos" não o tenham de algum modo prejudicado por ele fazer parte do "nosso quadro", mas com gente daquela nunca se sabe. Eles eram especialmente sanguinários contra os seus próprios irmãos quando sentiam que havia alguma razão de queixa.
Só para completar a explicação da imagem, quem acompanha o mascote é o Ângelo (2026/64) que hoje goza sossegadamente a sua vida de reformado nos arredores de Vila Pouca de Aguiar, terra de onde eram também o Martins (da CF8) e o Aguiar (da CF2), ambos já falecidos.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Esperar é tudo que podemos fazer!

Enquanto o 2025/64 continua internado lutando pela vida, deixem-me recordá-lo aqui publicando algumas fotos da sua colecção particular, dos tempos e com camaradas da Companhia Nº 8.