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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Em nome do Leiria!

Imagem original da notícia a que o Leiria se refere no post Anterior
(O cabeçalho em inglês foi introduzido por mim)

domingo, 30 de agosto de 2009

Explicação Absurda!



Por Artur/Leiria


Nota: recebi este artigo dum português de garra, de nome António de Azevedo, que penso não conhecer, o qual passo a transcrever em baixo na íntegra, por não ter conseguido integrá-lo como o recebi, para a vossa consulta. Aqui é imprescindível a reprovação de todo o português, não importando a forma como o faz, mas que se preza de o ser.
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“Lisboa em ascensão turística”
“A capital de Portugal, Lisboa, é a porta de entrada para a Europa. A cidade que está em ascensão turística. O idioma oficial é o português, mas fala-se fluentemente o espanhol. É uma civilização marcada por diferentes costumes, de origem europeia e africana. Sua arquitectura é essencialmente gótica. Banhada pelo Oceano Pacífico e tendo como principal rio o Tejo, Lisboa tem entre seus vultos históricos nomes importantes da historia do Brasil, haja vista que já fomos colónia portuguesa, D. joao I e II, D. João VI e Dona Maria Leopoldina, entre outras, figuram em nomes de ruas, museus e demais patrimónios públicos. Lisboa é uma cidade plana, de velhos mas de bem conservados casarios, clima tropical húmido, temperatura variável, fria no inverno e quente no verão, mas nada comparável ao calor brasileiro. Graças ao estreito de Gibraltar, Portugal liga-se também ao Oceano Atlântico. O curioso é que quase 2/3 da capital portuguesa desapareceram após a II Guerra Mundial, mas o Primeiro Ministro de então, Marquês de Pombal, providenciou a recuperação das ruínas, com a orientação de excelentes arquitectos, preservando a originalidade das construções. (…)”
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Como pode ser isso, onde tanta ignorância vai ainda existindo por esse mundo fora, onde a internet pode pelo menos, parcialmente, colocar em pratos limpos qualquer dúvida que possa existir? Eis mais umas das razões, porque a honrosa história de Portugal têm que inevitavelmente ser rescrita por gente com conhecimentos dignos, e, de reconhecível aprovação e de transparência com escrúpulos. O indivíduo que escreveu este absurdo artigo, ou é ignorante ou o fez para ferir sentimentos, o que não acredito ser essa a razão de o ter feito? Será que este artigo tenha sido escrito antes da época dos computadores? Uma vez que no seu aspecto, velho e gasto, (como se apresenta) nota-se ter sido escrito há muito tempo.
Tenho, para mal do meu desgosto, bisbilhotado em algumas livrarias de Toronto onde não existe influência da comunidade portuguesa, à procura de livros históricos portugueses e tenho encontrado alguns de autores estrangeiros que deixam muito a desejar e nunca de escritores portugueses. Mais uma vez temos como prova o facto de ser necessário que todos nós nos envolvamos na divulgação do engrandecimento nobre e histórico de Portugal.
Não queremos porém depender daqueles que, se dizem defensores desta causa justa e merecedora do esforço que à Pátria é devido…
Esses senhores da cátedra, não são mais do que defensores dos seus chorudos salários, onde o “political correcto” espezinha o que de direito é devido à tão honrosa Pátria Portuguesa!
Vamos a isso, colegas, expressem-se com o coração, juntem-se ao Doutor Manuel Luciano da Silva; o homem mais patriota que a Pátria jamais viu, desde dos remotos tempos dos descobridores marinheiros: Bartolomeu, Cabral e Gama, entre outros, ou dum Duarte de Almeida, “o decepado” porta bandeiras, que depois de lhe serem cortados ambos os braços sobre o seu cavalo, num rasgo de heroísmo agarrou a bandeira com os dentes, já que as unhas não as tinha, morrendo dessa maneira, heroicamente pela Pátria, numa das batalhas com os “Hermanos” do diabo; os espanhóis.
Comentem colegas, mostrem e afirmem, a vossa cor verdadeira… que a Pátria vos contemplará.
Bem-haja!
http://www.dightonrock.com/ Este; o website do doutor Luciano da Silva. Consultem que val a visita amigos.

sábado, 29 de agosto de 2009

O Istmo de Metangula!

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A parte mais estreita da península de Metangula não é bem um istmo, mas ninguém se vai zangar comigo por lhe dar esse nome. Refiro-me à zona que se pode ver nesta fotografia que mostra bem como era fácil proteger a zona onde se situava a nossa Base. Quem escolheu o local para a sua instalação, percebia da poda. Dou-lhe os meus parabéns.
Devem ter sido rasgadas novas estradas, desde que eu saí de lá, pois não me lembro de haver um acesso tão directo até à borda de água, do lado norte, como se pode ver nesta fotografia. A pequena aldeia que aí existia era o nosso destino nas noites de batuque. E também o local onde o Micróbio se enfrascava de bebida cafreal, até não se segurar nas canetas. Pobre do Micróbio que também já partiu deste vale de lágrimas!
Lá onde ele possa estar desejo que haja muita bebida cafreal para lhe alegrar as horas e não sentir saudades deste mundo em que nós, os seus camaradas, ainda nos encontramos.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

De nós ninguém se lembrou!

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Há já 16 anos (quase) que o António Páscoa, o Manuel Ferreira, o Arlindo Brandão, assim como muitos outros filhos da sua escola, têm a placa comemorativa da data em que assentaram praça afixada no respectivo mural da nossa Escola.
Só da nossa incorporação é que ninguém se lembrou. Que falta de sorte!
Mas este ano fomos lá pô-la. Mais vale tarde que nunca.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

O homem da piroga!

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Tinha prometido ao Páscoa que ia publicar esta foto, em que podemos apreciar a sua perícia na respectiva manobra, mas quase que passava ao esquecimento. Já ia fechar a sessão quando, de repente, me passa pela frente dos olhos o comentário feito à mensagem dos hipopótamos do Incomáti. E cá estou eu a cumprir o prometido.
Baía de Metangula. Caniços por todo o lado, onde se escondiam os jacarés que o Ten. Saltão gostava de caçar, durante a noite.
E aí vai o nosso, homem de remo em punho, mostrando como se faz. Nos velhos tempos havia a «Arte de cavalgar toda a sela», aqui para o nosso camarada Páscoa teria de mudar-se para «Arte de navegar sem motor nem vela».

Transmissões!

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Hoje caíram-me os olhos nestas fotografia. E começaram a desfilar perante eles um monte de recordações que têm esta Central Transmissora como ponto de partida.
Fiz a minha primeira guarda, neste posto, ainda antes de terminar o ano de 1962. Nesse ano aconteceram muitas coisas e muito depressa na minha vida. No princípio do ano ainda trabalhava como funcionário de uma empresa têxtil em Vila do Conde. Em fevereiro despedi-me e em março já estava a marcar passo na Escola de fuzileiros. E em dezembro já aqui estava, de G3 ao ombro, a fazer serviço de sentinela e a guardar as costas aos telegrafistas que lá dentro tratavam do serviço de rádio.
Vem-me à lembrança o Mário (Puto) Santarém a cortar uma espia de uma das antenas, com um tiro de G3, ao tentar abater uma garça enorme que lá se pousara.
E lembro-me de não fazer ideia de onde me encontrava quando, às duas da matina, me iam acordar para entrar de serviço. Só tinha 18 anos e um sono que não tinha fim. Virava-me para o outro lado e tinham que me abanar três vezes antes que eu percebesse o que se passava.
Lembro-me ainda do David (Gato) que se deixava dormir no posto e, por vezes, só ia chamar aquele que o havia de render, uma hora mais tarde do que devia. Não tinha sono e decidi continuar de serviço mais um bocadito - dizia ele quando o recém acordado olhava para o relógio e lhe perguntava porque só o acordara naquela altura.
Lembro-me de uma negrinha, não devia ter mais de 16 anos, que fez a minha estreia no mercado da carne preta.
Lembro-me do Ten. Miranda que aparecia de surpresa, a qualquer hora, sempre na tentativa de apanhar o sentinela distraído.
E lembro-me ainda do Luis Oliveira lá ter ido no ano passado tirar uma fotografia para me oferecer.
Nota: Esta fotografia em que aparece o António Azevedo (2025.64) foi tirada anos depois, talvez durante o ano de 1967.

domingo, 23 de agosto de 2009

Destroçados a Granel na Parada!
















"Saudade palavra tão triste,
Quando se esquece uma vivência.
Pela estrada agreste e longa da vida,
Queremos reviver; vida tão querida!
Com nossas memórias em decadência…"

Sei que a foto em cima foi batida na dita Radionaval bem perto da linda cidade de Lourenço Marques! Ora aqui estamos nós bem parados na parada. Dia bem chuvoso como se vê, fardados de branco que bem se vê também. Todos a granel não há dúvidas, bem pensativo e amparado ao poste estou, onde dúvidas não há.
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Agora vou simplesmente assumir que, íamos ou vínhamos de uma das paradas/desfile que fizemos lá bem perto do Comando Naval, na avenida penso, da República (foto inserida). Estaríamos nós destroçados depois de termos formado ou seria porém o inverso? Estaria eu pensativo por causa do que aconteceu ao meu irmão na Guiné ou algo diferente que só o bom Deus sabe.
São 47 anos camaradas, que nos separam desta e doutras passagens cinzentas nas nossas limitadas memórias! Aqui claro, não é de esperar que algum de vós possa desenvolver a descrição a detalhe desta foto de marujos; uma classe à parte da Briosa!
Revivam amigos esta cena minha/vossa entre muitas outras, que o nosso “Tintinaine” nos obsequeia numa constante, sem parar!
Houvera quem dissera; “é um relembrar vivo de tão saudosa vivencia!”
Vivam e revivam! Vejam e revejam! Sintam e ressintam o que vos vai na alma!
A vida é curta e o eterno é longo!
Mas Deus é Maior!
Bem-hajam!

sábado, 22 de agosto de 2009

O Serafim!

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No Algarve temos o Zézé Camarinha. Na Companhia 8 tínhamos o Serafim, mais conhecido por «Soldado Basílio». Esta alcunha era devida à sua baixa estatura, pois acho que ele era o mais baixinho da Companhia.
Lembram-se da paródia radiofónica criada pelo Raul Solnado, chamada «A minha ida à guerra»? E aquela parte onde ele dizia: Subi ao 4º andar, estava lá um soldado baixinho, chamava-se Basílio - lembram-se? Pois é daí que vem a alcunha do Serafim.
Pois como vos estava a dizer, o Basílio era tal e qual o Zézé Camarinha, tinha que estar sempre no meio das gajas. Ficava doente se não andasse sempre acompanhado de alguma. Era o que se pode chamar de "engatatão-maníaco-compulsivo".
Havia uma catraia, por acaso irmã de uma das 3 que aparecem acima, que lhe servia de refúgio quando a caça escasseava. Quando não havia outro recurso virava-se para ela, mas logo que avistava um hipotético novo alvo para as suas setas de cupido, deixava-a abandonada à sua sorte.
Era assim o nosso Basílio! Por onde andará ele agora?

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Perigo, hipopótamos!

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A minha esquadra, comandada pelo Ten. Ribeiro, em patrulha no rio Incomáti. O Brandão, o Gato, o Neiva e eu próprio perdidos no meio de uma enorme manada de hipopótamos, sem medir o perigo que corríamos.
São herbívoros, não representam qualquer perigo para nós, dizia eu armado em conhecedor da coisa. Nada mais errado. Este animal, quando perturbado no seu meio natural, pode ser extremamente perigoso.
Numa das corridas, rio acima, já sem a presença do Ten. Ribeiro tomei eu conta do leme, visto ser o mais antigo. Numa viragem brusca, a alta velocidade, projectei o Zé Carlos Gato pela borda fora. Com a embalagem que levava, andei quase 100 metros antes de conseguir dar a volta e recolhê-lo. Felizmente não houve qualquer problema. A G3 tinha ficado no fundo do bote, ele manteve-se à tona de água até eu chegar ao pé dele e os "bichinhos" que andavam por ali, só com a cabeça fora de água, não lhe ligaram pevide.
Acabou tudo em bem, com o Gato todo encharcado e nós a gozar com o aspecto dele. Para nossa sorte o Ten. Ribeiro não era homem para encrencar a vida de ninguém e não me atribuíu qualquer responsabilidade pelo acontecido.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Músicos, Cantores e Assistência!

(Ezequiel, Pepe, Eleutério, Páscoa, Mocho e Jordão)

Um que toca guitarra (feita de uma lata de galão de óleo), outro que se esfarrapa a cantar para animar a audiência e os outros que se divertem á grande. Pelo menos é o que parece pelas caras bem-dispostas que apresentam.
Só tenho dúvidas se o tocador é mesmo o Pepe (Açoreano). Conto com o Páscoa para me confirmar isso.

Filho da escola do Leiria?

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O Cabo fuzileiro que podeis aqui ver em primeiro plano, é o Carlos Alberto (15486). Ia a dizer que é filho da escola do Leiria, mas não pode ser, pois o primeiro (mais antigo) dessa escola era o Lisboa (15542). Ou não?
Que eu saiba o curso do Leiria foi o primeiro com fuzileiros de raiz, mas na CF1 que fez comissão em Angola de 62 a 64, havia muitos grumetes fuzileiros, tal como o Carlos Alberto, com números abaixo do 15542. Será que foram buscá-los a Vila Franca e os meteram num curso de reconversão, enquanto corria a recruta do Leiria e restantes filhos da sua escola?
Mas também isso agora não interessa nada. Fica aqui a fotografia com um rico friso de camaradas da CF8 e entre eles o mais novinho e mais reguila pupilo da minha esquadra, o Zé Carlos (Gato). É o primeiro à esquerda, em baixo, de garrafa na mão.

Os Homens da 8!

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Continuo sem descobrir a identidade do camarada que está ao lado do Arlindo (1º à esquerda). Juraria que é da escola de Setembro de 62, mas não me lembro do nome nem do número. A minha esperança era que o Ramiro me desse uma ajuda, mas ele não é frequentador da net! Já lhe pedi o endereço de e.mail do filho e tudo, mas ele não se corta. O remédio é ir esperando que um milagre aconteça.

Paradas e Guardas de Honra!



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Era o pior biscate que me podia calhar na rifa. Fugia delas a sete pés. E, no final, não me posso queixar, pois nos seis anos e picos que estive na Marinha só não escapei da recepção ao Américo Tomás, quando ele visitou Moçambique.
Em 1965 estive mobilizado para ir a Belém participar na Parada do Dia de Portugal, mas à última hora apareceu um marmelo que estava com tanta vontade de ir que até me ofereceu dinheiro para o deixar ir no meu lugar. Estás à vontade, disse-lhe eu. E não tens que me pagar nada.
Nos outros casos costumava resolver as coisas arranjando uma troca de serviços na hora certa. Eu fazia as guardas e os outros iam desfilar. Cada um é como cada qual e gosta do que gosta!

Um simples recado!



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Vou aproveitar esta fotografia para mandar daqui um recado ao Américo Laranjeira. Então não é que ele me desapareceu da vista, por completo, depois do nosso convívio de Aveiro! Nem comentários no Blog, nem mensagens de e.mail, nem telefonemas e nem nada!
O que se passa Américo?
Avariou-se-te o computador ou andas entretido com coisas mais interessantes?
Olha que sem combustível a máquina não anda. Para manter isto a rolar e com um mínimo de interesse para quem nos lê, é preciso fornecer material. Um simples comentário pode provocar a publicação de um novo post e por aí adiante. E se tiveres notícias de outros filhos da escola deves trazê-las até aqui.
Mostra que estás vivo. Diz qualquer coisa.
E, já agora, uma pergunta. Quem é o Marinheiro que está a tocar viola contigo?

terça-feira, 18 de agosto de 2009

O Jordão, o Cristo e o Algarve!

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Este que aqui vêem, com cara de querer arrancar uns quantos dentes ao Páscoa, é o Alfredo Jordão. Foi ele que me prometeu ir até ao Algarve, durante o mês de Julho, e descobrir onde pára o Manel Cristo. Só que já vamos a meio de Agosto e, até agora, nada.
Parece que vou ser eu a ter que telefonar-lhe, não vá ele ter perdido o meu contacto. Embora me pareça que o assunto CF8 não tem muito gás para manter a marcha. Se não fosse o António Páscoa já isto tinha morrido.

domingo, 16 de agosto de 2009

16399 com saudade!

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Hoje, dia em que se vai realizar o funeral do nosso infortunado filho da escola Fernando Bento de Sousa (pelas 15.00 horas em Montes/Alcobaça) quero oferecer-vos aqui a última fotografia que tirou em convívios de fuzileiros. Foi em 2005, aquando do 1º Encontro do DFE4. Na imagem aparece já de muletas, a cumprimentar o Comandante Pascoal Rodrigues que todos bem conhecemos. Partiu ontem para a sua última viagem e já sentimos saudades dele.
Onde quer que estejas, Fernando, que sejas feliz, se isso é possível!

Óbito!

Como eu já temia, cabe-me hoje o triste dever de vos informar que faleceu o filho da nossa escola 16399 - Fernando Bento de Sousa que desde há algum tempo estava internado no Hospital de Alcobaça, em estado crítico.
Membro do DFE4, fez comissão em Angola com o Alvaro Dionísio, o Agostinho Maduro, o Fernando Póvoas, o Armando Bré e muitos outros amigos e filhos da escola.
O funeral vai realizar-se amanhã em Montes - Alcobaça.
Os meus sentidos pêsames ao seu filho Helder e demais família.

sábado, 15 de agosto de 2009

O Rebenta-minas!

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Nesta fotografia pode ver-se o comandante do meu pelotão, marchando na primeira posição da fila indiana em que seguíamos pela picada. Posso já dizer-vos que não era muito comum ver os oficiais seguindo nesta posição, pelo perigo que isso representava. A quem ocupava esta posição, durante a progressão, costumava chamar-se «rebenta-minas». Isso porque havia sempre a hipótese de ser ele o primeiro a pôr a pata em cima da armadilha mortal que nos colocavam no caminho. No mato, os oficiais não usavam galões nem seguiam em qualquer posição de destaque, de modo a evitar serem identificados pelo inimigo. Era assim que os ensinavam e era assim que, habitualmente, faziam.
Há uma lei na Matemática que diz: "Não há regra sem excepção". Pois pelos vistos, não é só nas ciências exactas que isso acontece. E aqui fica a fotografia do comandante do 2º pelotão da CF8 para o provar.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Gente de quem se fala!

(David Silva - 1491/68)
Atenção aos filhos da escola de Outubro/68.
Alguém se lembra desta cara?
Fez uma comissão em Moçambique (DFE11) e outra na Guiné (DFE4). Nesta última, abandonou a Guiné já depois da Independência, a bordo do S.Gabriel.
Se não me engano o Valdemar é filho da mesma escola. Não é verdade?
Alguém reconhece o lugar onde foi tirada esta fotografia?
Gostava de ver os vossos comentários a este respeito.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Que bela equipa!

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Ao meio o Serafim.
Á direita o Ramiro.
Á esquerda o Páscoa.
Alguém conhece os outros quatro?
Que são membros da CF8 parece não haver dúvidas, mas o local onde a foto foi tirada não me faz lembrar nada. Talvez o Páscoa nos ajude com um comentário a preceito. Vamos a isso?