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domingo, 4 de abril de 2021

O meu amigo e camarada Elvas!


Faleceu Óscar Santos, aos 80 anos, vítima de doença prolongada.

Óscar Santos nasceu em janeiro de 1941, foi fuzileiro, fundador da Associação Social Humanitária de Elvas- AASHE e colaborou e participou no programa da Rádio ELVAS “Tardes do Museu.”
A Rádio ELVAS apresenta as sentidas condolências à família enlutada.
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Este é o comunicado que retirei do Facebook e que me apanhou, totalmente, de surpresa. É verdade que já o não via há-de haver 8 anos, mas ele aparecia com muita frequência nas cerimónias da Marinha e não faltava a um convívio de fuzileiros. Vi dezenas de fotografias dele, sempre sorridente e com aspecto de vender saúde, publicadas pelo Mário manso no Facebook. Não me chegou qualquer notícia da sua doença prolongada que é referida acima.
O Óscar era filho da minha escola, Recrutamento de Março de 1962, e um grande camarada. Tirou o curso de Fuzileiro Especial e partiu para África, como combatente da Guerra do Ultramar. Não conheço os pormenores da sua carreira na Marinha, mas sei que a sua primeira comissão foi no DFE5 e nos anos de 1970 e 1971 esteve em Moçambique na CF2, portanto, fez, no mínimo, dez anos de Marinha e deve ter saído no posto de Cabo.
Mas é assim a roda da vida, nunca pára de girar e, de vez em quando, apanha um dos nossos camaradas. Resta-me apresentar as minhas sentidas condolências à sua família e amigos e esperar que Deus, na sua infinita misericórdia, lhe reserve um lugar à sua direita. Um dia lá o espero encontrar!

sábado, 12 de dezembro de 2020

RIP Com.te Patrício!

 

Seria um crime deixar passar esta data sem dizer duas palavras a respeito deste homem que foi considerado o «Pai de Todos os Fuzileiros». Quando, em Março de 1962, me apresentei no Corpo de Marinheiros para a «Inspeção Militar», lá estava ele atrás da grande secretária para decidir quais dos candidatos rumariam a Vale de Zebro ou Vila Franca de Xira. A mim calhou-me ser fuzileiro e, portanto, um dos seus filhos "adoptivos".

Pouco convivi com ele. Durante a recruta e ITE não me recordo de ele fazer parte dos instrutores. Depois fui para Moçambique e quando me preparava para regressar à Metrópole, em Março de 1965, vi-o aparecer na Machava como Comandante da Compania de Fuzileiros Nº 6. Seis meses depois regressei eu à Machava e já ele tinha partido, à frente da sua Companhia, para o Niassa. No fim da comissão regressou ele à Machava, enquanto eu ia a caminho, primeiro de navio, depois de comboio e por fim de camião até Porto Arroio . mais conhecido por Meponda - no Lago Niassa. Como resultado desencontrámo-nos e só o voltei a ver em Março de 2012, quando o convidei para a comemoração do Cinquentenário dos Filhos da minha Escola.

Sei que os rapazes da CF6 foram quem mais conviveu com ele, principalmente os que moravam em Lisboa, ou perto, que o convidavam para almoçar frequentes vezes, o que ele apreciava sobremaneira. Espero que tenham também estado nos Olivais para se despedir dele, embora esta praga da Covid torne tudo mais difícil.

Agora partiu para a última comissão, recebeu a Guia de Marcha e não teve como recusar. Resta-nos rezar-lhe pela alma que o corpo já não existe mais. Que Deus reconheça o bom homem que foi e lhe reserve um bom lugar à sua direita!

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

Memórias de fuzileiro!

 

Registo de visitantes (estatísticas)

Estamos quase a chegar ao fim do ano - bissexto, azarado e pandémico - e reparei que, muito embora as minhas poucas publicações, apenas duas, ainda há quem continue a visitar este blog. Se deixassem ficar alguns comentários talvez me motivassem a escrever qualquer coisinha, de vez em quando, mas agora, o que está na moda é o Facebook. Há muitos fuzileiros, no activo e reformados que andam por lá todos os dias e há até grupos ligados à Marinha, Filhos da Escola e Fuzileiros que enchem as páginas de fotos, memórias de guerra e, à falta de melhor, receitas de petiscos, trabalhos na «machamba», viagens de recreio e outras coisas como estas.

Hoje, telefonou-me um «filho da minha escola» que fez 3 comissões em África, uma delas em Moçambique, e estivemos a recordar um pouco do nosso passado comum. Eu só conheci o Niassa, norte de Moçambique, como teatro de guerra. Ele, maioritariamente, lutou em Angola, mas foi acabar a sua carreira de fuzileiro em Moçambique. Esteve em Porto Amélia (agora chama-se Pemba), amargou um pouco as agruras do Niassa e foi acabar em Nampula. Depois disso, regressou à Metrópole, tirou as divisas de Cabo das platinas e fez-se à vida civil. Emigrou, andou pelo Médio Oriente e acabou em França, onde formou família e se reformou.

Ambos pertencemos ao 2º Pelotão da 1ª Companhia de Recruta, comandado pelo Sargento Manuel Bicho que é vivo ainda e mora ali para os lados de Condeixa. O pelotão tinha quatro secções, sendo as três primeiras formadas por voluntários (meninos do leite, como nos chamavam) e a última por recrutados que eram 3 a 4 anos mais velhos que os voluntários, muitos dos quais só fizeram 17 anos depois de terminado o Curso de Fuzileiros.

A Guerra do Ultramar obrigou à ressureição dos fuzileiros, custou algumas vidas e criou amizades que perduram para além dessa guerra amaldiçoada, em que fomos obrigados a participar para cumprirmos o nosso dever como militares. Honra e glória aos caídos nessa luta, com alguma felicidade nós escapámos com vida para contar a História.

domingo, 30 de agosto de 2020

Mogadouro!

Mogadouro, terra milenar!

Há dias, faleceu um filho da minha escola. O seu número de matrícula na Armada Portuguesa era o 8228.62, chamava-se Manuel Casimiro e veio do Mogadouro para Vale de Zebro. Fez a recruta comigo e depois entrou no Curso de Especiais. Eu parti para Moçambique, na CF2, e nunca mais ouvi falar dele até receber o telefonema a comunicar a sua morte.
Ele fez várias comissões, seguiu a carreira da Marinha e chegou a Sargento-Mor. Deu-se bem na vida, saiu da Marinha ainda novo e montou um negócio na área da restauração que foi um sucesso. Tinha uma boa vivenda, ali para os lados da Caparica e chegou a fazer outra na sua terra natal, o Mogadouro. Quando lá estava e algum filho da escola andava por aqueles lados convidava-o para sua casa e tratava-o como um rei. Este filho da escola que me telefonou a comunicar a triste ocorrência, em tempos tinha-me dito:
- Se passares no Mogadouro procura o Casimiro que ele ficará todo contente e dar-te-á de comer, do bom e do melhor!
Nunca passei no Mogadouro, depois desta conversa e, por conseguinte, nunca reencontrei o meu camarada de recruta. Agora, a única hipótese é esperar que eu vá também desta para melhor (espero que seja mesmo melhor) para nos reencontrarmos de novo.
Descansa em paz, camarada fuzo!!!

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Pobre Chico!

Quando nasceu, este blog foi destinado a tratar da história do 4º Destacamento de Fuzileiros Especiais (DFE4), a cargo do filho da minha escola Álvaro Dionísio, mas depois de publicadas as fotos que ele tinha e algumas mais dos convívios (acho que foram apenas dois) que realizaram perdeu a força e extinguiu-se.
Depois dediquei-o à Companhia de Fuzileiros Nº 8, com a ajuda do António Páscoa, mas nunca ganhou grande fulgor. Eu tinha o Blog da CF2 para tratar e ele, além de não ser grande escriba, dedicava-se mais ao Figueira Minha que era o que mais significado tinha para ele.
Como resultado, este blog foi de mal a pior e tem servido apenas para as notícias fúnebres e postais de Boas Festas.
Há alguns dias, publiquei uma foto do filho da minha escola Francisco Ribeiro (NMA - 16604) no Facebook, dando notícia que ele tinha sido internado num Lar de Idosos, em Modivas, Vila do Conde, devido ao adiantado estado da doença de Alzheimer de que vinha sofrendo há já algum tempo. E como ele também fez comissão em Angola no DFE4, achei que era boa ideia repetir aqui a notícia para aqueles que por aqui possam passar.
Eu sei que o Facebook tem um alcance muito maior que este blog, mas tudo o que lá cai acaba por desaparecer, mais tarde ou mais cedo, sem deixar rasto. Aqui terá uma vida mais longa, embora mais recatada. O nome «Escola de Fuzileiros» e o endereço «valedezebro» continuarão a aparecer no motor de pesquisa Google (e talvez noutros) e trarão alguns leitores até estas páginas para ler esta e outras notícias sobre os fuzileiros da Armada Portuguesa.
O Chico, coitado, não reconhece ninguém nem tão pouco sabe quem é !!!

domingo, 22 de dezembro de 2019

Feliz Natal !


Para todos os filhos da escola que me visitem desejo um
Feliz Natal e um Ano Novo cheio de prosperidades !!!

sábado, 10 de agosto de 2019

A terceira dimensão !

1416.64 - José Salvador da Paula

Partiu sem dizer adeus. Aveiro não é muito longe, mas nunca mais o vi desde o nosso encontro naquele restaurante de self-service na Gafanha da Encarnação, onde ele morava.
Recruta de Setembro de 1964, ele devia ter a mesma idade que eu. Foi comigo para Moçambique na CF8, em 1965, regressámos em 1968 e desde então nunca mais lhe pus os olhos em cima. Tivemos muito pouca convivência e pouco soube a seu respeito.
Soube, na altura desse convívio que eu próprio organizei, que ele tinha tido um acidente - salvo erro caiu de um andaime nas obras - e movimentava-se numa cadeira de rodas, desde então.
Muito sofreu e fez sofrer a família, durante essa fase da sua vida de incapacitado físico. Agora recebeu a guia de marcha para a terceira dimensão e já não sofre mais, pelo menos assim pensamos nós que cá ficamos.
Paz à sua alma, Deus lhe dê o descanso eterno !!!

quarta-feira, 24 de julho de 2019

O Cabo Martins!

Na «Revista da Armada» deste mês de Julho, na coluna dos falecidos, aparece o nome de um filho da minha escola, - 8554.62 - Joaquim Rosa Martins - que assentou praça na EAM, em Vila Franca de Xira, mas acabou como fuzileiro. Concorreu, fez o Curso de Fuzileiro Especial e partiu para a sua primeira comissão no DFE11. Pouco depois de regressar à Metrópole voltou para África incorporado no DFE3 e, finalmente, quase no fim da guerra, ainda fez uma última comissão na CF9.
Concorriam a fuzileiros aqueles que tinham ideia de fazer carreira na Marinha e procuravam ser promovidos mais rapidamente, uma vez que a Classe de Fuzileiros era nova e tinha muitas vagas por preencher. Acabado o curso recebiam as divisas de Marinheiro e dois anos mais tarde as de Cabo. A seguir, frequentar o Curso de Sargentos já requeria algum saber e nem todos lá conseguiam chegar. Foi o caso deste filho da minha escola que, pelo anúncio do seu falecimento, descobri que nunca passou de Cabo.
Agora recebeu a guia de marcha para o Reino de S. Pedro, onde as divisas não têm qualquer valor e para ter direito a um bom lugar e tratamento de excepção tem que mostrar um currículo pleno de boas obras e bom comportamento em geral na sua passagem pela Terra.
Descansa em paz, camarada !!!

sábado, 20 de julho de 2019

Perdeu a guerra ...!

... contra o bicho ruim que mais vítimas causa na humanidade, o cancro. Foram muitos anos a lutar contra ele, mas acabou por perder a última batalha, no passado dia 17, e com isso a vida.


Conheci o António Páscoa na Primavera de 1965, quando ambos começámos a frequentar o Curso de 1º Grau, na Escola de Fuzileiros. Eu tinha regressado de Moçambique, depois de 30 meses de comissão e ele de Angola, onde passara cerca de um ano na CF1.
Depois do curso, alistámos-nos, voluntariamente, na CF8 que estava a ser formada e no mês de Outubro, já com as divisas de Marinheiro nos ombros, embarcamos no Niassa rumo a Lourenço Marques. Ali passámos o primeiro ano de comissão e depois rumámos ao Lago Niassa, onde decorreu mais um ano no nosso tempo de comissão nessa Unidade de Fuzileiros. Antes de embarcarmos no Vera Cruz, de regresso a Lisboa, ainda decorreram mais dois meses passados no Quartel da Machava, a casa dos Fuzileiros, em Moçambique.
Só há cerca de 8 anos retomei o contacto com ele, através dos convívios anuais da Companhia de Fuzileiros Nº 8. Desde então encontrámos-nos várias vezes e recordámos os bons tempos vividos em conjunto. Agora, isso não mais será possível, ele recebeu a guia de marcha para a última viagem, aquela de onde ninguém regressa, e eu fiquei para trás, à espera que a minha vez chegue.
Adeus, Cabo Páscoa, que Deus tenha piedade da tua alma e te reserve um bom lugar junto a ele !!!

sábado, 25 de maio de 2019

A CF8 ficou mais pobre!

Procurei em todos os cantos do meu baú e não encontrei uma foto decente do Sargento Costa para ilustrar esta comunicação do seu falecimento, esta semana (não sei o dia exacto).


Assim, decidi usar esta foto de grupo, onde ele aparece, à esquerda, por cima da cabeça do Zé Carlos (Gato) que é o primeiro, em baixo, do lado esquerdo. Os outros camaradas sargentos que aparecem nesta imagem - Patrão e Fonseca (Mano Chico) - são também já falecidos, assim como o Cabo Carlos Alberto que está ali a espreitar do lado direito. Fica no comando desta rapaziada que continua a lutar para não embarcar na última viagem, o Tenente Ribeiro que era o comandante do meu pelotão.
A foto foi tirada numa visita à fábrica de cerveja do Vale do Infulene, a 2M, e eu não apareço na foto, portanto devia estar de serviço, ou ter encontrado algo mais interessante para fazer.
Do sargento José Costa não tenho muito a dizer, nem bem nem mal. Nunca privei com ele e não me lembro de ter feito qualquer serviço, ou saída para o mato, no Niassa, com ele. Lembro-me de ele ter levado com um invólucro de munição da G3, na carreira de tiro da Machava, e ter ficado com um defeito num dos olhos.
Agora, recebeu a guia de marcha para o último destacamento da sua vida, assinada pelo punho de S. Pedro. As encrencas deste mundo ficaram para trás, que Deus lhe dê o eterno descanso.

terça-feira, 23 de abril de 2019

Foi-se, sem dizer adeus!

Há cerca de duas semanas (não sei o dia exacto) o camarada Américo Pinho partiu desta vida sem aviso prévio. Rapaz bem disposto, sempre pronto para uma boa risada, ele teve uma ligação especial comigo por causa deste blog. Enviou-me uma série de fotografias da sua comissão em Angola, na Companhia de Fuzileiros Nº 1, a primeira a pisar terras de Angola, em 1962, cerca de um ano depois do início da actividade terrorista naquela província ultramarina. Fotografias que aqui foram publicadas e mereceram os comentários de alguns dos seus camaradas daquela Companhia.
Também não sei qual foi a causa da morte, pois a comunicação que a sua filha fez não falava nisso, nem isso tem grande importância, mas nunca me constou que estivesse doente. Era grumete voluntário da escola de Setembro de 1961 (não me recordo do número de matrícula, mas era pouco mais alto que o 15.555) e foi incorporado na CF1 logo que acabou o ITE.

Em Angola, durante a comissão.

Em 2017, na Escola de Fuzileiros
onde nunca mais voltará

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Mais uma baixa na CF8!

Arlindo - 4º da direita com a fita da MG42 ao ombro

Publicada que foi a «Revista da Armada» do mês de Fevereiro, tomei conhecimento da partida de mais um camarada da Companhia de Fuzileiros Nº 8, na sua comissão de 1965 a 1968, em Moçambique, o Arlindo Almeida Oliveira, NMA 7847.61 que era Cabo Fz nessa altura.
Ele tinha já feito uma comissão em Angola, na CF1, com outros camaradas que se juntaram também na CF8. Publiquei também este aviso no Facebook, na página dos «Filhos da Escola», por onde passam muitos mais visitantes do que por este esquecido blog.
Terminou a sua passagem por este mundo-cão. Que descanse em paz!

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Como tudo começou!

Os primeiros fuzileiros fizeram o respectivo curso na Base Naval uma vez que a Escola de Fuzileiros não existia ainda. Foram admitidos nesse curso alunos da incorporação de Março de 61, assim como de Setembro de 60 que após o curso foram promovidos a Marinheiros. Era preciso formar o DFE1 que acabaria por seguir para Angola no mês de Dezembro de 62 com pessoal que transitou de outras classes para fuzileiro fazendo o Curso de Conversão.
Com a incorporação de Setembro de 61 e a Escola já a funcionar em pleno tudo entrou nos eixos. Tanto quanto consegui descobrir o primeiro aluno voluntário recebeu o número 15.542 que seguiu comigo para Moçambique na CF2. E o último foi o 16.212. A incorporação seguinte arrancou com o número 16.220 e terminou no 17.012, aquela a que eu também pertenci e que forneceu a maior parte dos grumetes da CF2 que seguiu para Moçambique e do DFE4 que seguiu para Angola.
A partir de 1964 começou a 11ª Série de matrículas da Armada, fazendo que todos recebêssemos um novo número (a mim calhou o 8079) e veio a moda das barras para os novos recrutas. Até ao fim desse ano de 1964 houve sempre duas incorporações, uma em Março e outra em Setembro, com uma novidade, a recruta passou a fazer-se em Vila Franca.
A partir de 1965 foi a loucura, era preciso formar mais gente e mais depressa, a guerra assim o exigia. Começou a haver 3 incorporações com a recruta em Vila Franca e o Curso de Fuzileiro em Vale de Zebro. A guerra estava em pleno nos 3 teatros de operações e mal saia uma nova fornada, ala que se faz tarde, aí iam eles a caminho de África! 

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Atenção CF8 - Moçambique !


Quem conhece quem?
Quero ver aqui os vossos comentários.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Caídos em combate !


Encontrei esta foto na internet, com a indicação de que os 4 corpos que estão a receber as honras da guarda pertencem a 3 fuzileiros e um civil que morreram numa emboscada.
Se passar por aqui alguém que conheça a história, agradeço que deixe um comentário.

sábado, 30 de dezembro de 2017

Feliz Ano Novo !


A todos os filhos da escola desejo um Ano Novo cheio de prosperidades. Que nos traga muita saúde e que os nossos sonhos se concretizem. E, se não for pedir muito, que nos livre de políticos interesseiros e corruptos!

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

É Natal, é Natal !


Já se realizou a Festa de Natal dos Filhos da Escola de Fuzileiros, no passado fim de semana. Eu bem gostava de lá ter estado, mas a distância é muita para as minhas pernas. Estive a ver as fotos com o maior cuidado para ver se encontrava filhos da minha escola, ou caras conhecidas, mas não tive muita sorte. Apenas duas caras fazem parte das minhas memórias, a do Armando Bré, filho da minha escola e voluntário como eu, e a do Adriano Costa, o maior e mais antigo representante dos fuzos do norte.
Aproveito esta oportunidade para desejar a todos os "escolinhas" um Feliz Natal e um Ano Novo de 2018 cheio de coisas boas.

domingo, 12 de novembro de 2017

A última viagem !

Em Março de 1962, veio de Lamego para assentar praça na Armada. Passou na inspecção a que foi submetido no Corpo de Marinheiros, recebeu o Número de Matrícula na Armada 16572, e seguiu para Vale de Zebro para fazer a recruta e tornar-se fuzileiro.
Depois de cumprido o seu tempo de Marinha, salvo erro com 4 comissões no Ultramar (CF9+CF10+CF12+Pelotão de Reforço), não quis ficar longe da Escola e arranjou residência em Palhais. Hoje, o Fernando Monteiro, fechou os olhos para sempre e amanhã, depois da cerimónia fúnebre, regressará a Lamego de onde saiu, há 55 anos.
Os rins deixaram de funcionar, ainda fez hemodiálise durante uns tempos, mas a natureza seguiu o seu curso, tal como estava destinado no Livro da Vida, e a sua passagem por este "vale de lágrimas" terminou.
Que Deus lhe conceda o eterno descanso!

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Ainda o Ludgero!


A morte do Ludgero, no dia 13 de Outubro, fez-me pensar na sorte que terão tido os outros camaradas que com ele foram para Inglaterra fazer o tal curso nos Royal Marines. Sei que o Pascoal Rodrigues que foi comandante do DFE4, em Angola, está no Brasil e, tanto quanto sei, vivo. O Ludgero acabou de falecer, no Barreiro, E os outros dois?
O Claudino foi para Angola, no DFE3 e o Santinhos seguiu o mesmo destino, no DFE4. E depois disso, o que lhes aconteceu? São ainda vivos ou já faleceram? Alguém sabe responder a estas questões?

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Faleceu o Piçarra!


Faleceu hoje, dia 13 de Outubro, o Ludgero, conhecido entre os fuzileiros pela alcunha de Piçarra, um dos 4 primeiros fuzileiros com o curso feito nos Royal Marines, em Inglaterra. O seu corpo está em câmara ardente na capela da Quinta da Lomba, Barreiro, até á hora do funeral.
Requiescant in pace!