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sábado, 10 de agosto de 2019

A terceira dimensão !

1416.64 - José Salvador da Paula

Partiu sem dizer adeus. Aveiro não é muito longe, mas nunca mais o vi desde o nosso encontro naquele restaurante de self-service na Gafanha da Encarnação, onde ele morava.
Recruta de Setembro de 1964, ele devia ter a mesma idade que eu. Foi comigo para Moçambique na CF8, em 1965, regressámos em 1968 e desde então nunca mais lhe pus os olhos em cima. Tivemos muito pouca convivência e pouco soube a seu respeito.
Soube, na altura desse convívio que eu próprio organizei, que ele tinha tido um acidente - salvo erro caiu de um andaime nas obras - e movimentava-se numa cadeira de rodas, desde então.
Muito sofreu e fez sofrer a família, durante essa fase da sua vida de incapacitado físico. Agora recebeu a guia de marcha para a terceira dimensão e já não sofre mais, pelo menos assim pensamos nós que cá ficamos.
Paz à sua alma, Deus lhe dê o descanso eterno !!!

quarta-feira, 24 de julho de 2019

O Cabo Martins!

Na «Revista da Armada» deste mês de Julho, na coluna dos falecidos, aparece o nome de um filho da minha escola, - 8554.62 - Joaquim Rosa Martins - que assentou praça na EAM, em Vila Franca de Xira, mas acabou como fuzileiro. Concorreu, fez o Curso de Fuzileiro Especial e partiu para a sua primeira comissão no DFE11. Pouco depois de regressar à Metrópole voltou para África incorporado no DFE3 e, finalmente, quase no fim da guerra, ainda fez uma última comissão na CF9.
Concorriam a fuzileiros aqueles que tinham ideia de fazer carreira na Marinha e procuravam ser promovidos mais rapidamente, uma vez que a Classe de Fuzileiros era nova e tinha muitas vagas por preencher. Acabado o curso recebiam as divisas de Marinheiro e dois anos mais tarde as de Cabo. A seguir, frequentar o Curso de Sargentos já requeria algum saber e nem todos lá conseguiam chegar. Foi o caso deste filho da minha escola que, pelo anúncio do seu falecimento, descobri que nunca passou de Cabo.
Agora recebeu a guia de marcha para o Reino de S. Pedro, onde as divisas não têm qualquer valor e para ter direito a um bom lugar e tratamento de excepção tem que mostrar um currículo pleno de boas obras e bom comportamento em geral na sua passagem pela Terra.
Descansa em paz, camarada !!!

sábado, 20 de julho de 2019

Perdeu a guerra ...!

... contra o bicho ruim que mais vítimas causa na humanidade, o cancro. Foram muitos anos a lutar contra ele, mas acabou por perder a última batalha, no passado dia 17, e com isso a vida.


Conheci o António Páscoa na Primavera de 1965, quando ambos começámos a frequentar o Curso de 1º Grau, na Escola de Fuzileiros. Eu tinha regressado de Moçambique, depois de 30 meses de comissão e ele de Angola, onde passara cerca de um ano na CF1.
Depois do curso, alistámos-nos, voluntariamente, na CF8 que estava a ser formada e no mês de Outubro, já com as divisas de Marinheiro nos ombros, embarcamos no Niassa rumo a Lourenço Marques. Ali passámos o primeiro ano de comissão e depois rumámos ao Lago Niassa, onde decorreu mais um ano no nosso tempo de comissão nessa Unidade de Fuzileiros. Antes de embarcarmos no Vera Cruz, de regresso a Lisboa, ainda decorreram mais dois meses passados no Quartel da Machava, a casa dos Fuzileiros, em Moçambique.
Só há cerca de 8 anos retomei o contacto com ele, através dos convívios anuais da Companhia de Fuzileiros Nº 8. Desde então encontrámos-nos várias vezes e recordámos os bons tempos vividos em conjunto. Agora, isso não mais será possível, ele recebeu a guia de marcha para a última viagem, aquela de onde ninguém regressa, e eu fiquei para trás, à espera que a minha vez chegue.
Adeus, Cabo Páscoa, que Deus tenha piedade da tua alma e te reserve um bom lugar junto a ele !!!

sábado, 25 de maio de 2019

A CF8 ficou mais pobre!

Procurei em todos os cantos do meu baú e não encontrei uma foto decente do Sargento Costa para ilustrar esta comunicação do seu falecimento, esta semana (não sei o dia exacto).


Assim, decidi usar esta foto de grupo, onde ele aparece, à esquerda, por cima da cabeça do Zé Carlos (Gato) que é o primeiro, em baixo, do lado esquerdo. Os outros camaradas sargentos que aparecem nesta imagem - Patrão e Fonseca (Mano Chico) - são também já falecidos, assim como o Cabo Carlos Alberto que está ali a espreitar do lado direito. Fica no comando desta rapaziada que continua a lutar para não embarcar na última viagem, o Tenente Ribeiro que era o comandante do meu pelotão.
A foto foi tirada numa visita à fábrica de cerveja do Vale do Infulene, a 2M, e eu não apareço na foto, portanto devia estar de serviço, ou ter encontrado algo mais interessante para fazer.
Do sargento José Costa não tenho muito a dizer, nem bem nem mal. Nunca privei com ele e não me lembro de ter feito qualquer serviço, ou saída para o mato, no Niassa, com ele. Lembro-me de ele ter levado com um invólucro de munição da G3, na carreira de tiro da Machava, e ter ficado com um defeito num dos olhos.
Agora, recebeu a guia de marcha para o último destacamento da sua vida, assinada pelo punho de S. Pedro. As encrencas deste mundo ficaram para trás, que Deus lhe dê o eterno descanso.

terça-feira, 23 de abril de 2019

Foi-se, sem dizer adeus!

Há cerca de duas semanas (não sei o dia exacto) o camarada Américo Pinho partiu desta vida sem aviso prévio. Rapaz bem disposto, sempre pronto para uma boa risada, ele teve uma ligação especial comigo por causa deste blog. Enviou-me uma série de fotografias da sua comissão em Angola, na Companhia de Fuzileiros Nº 1, a primeira a pisar terras de Angola, em 1962, cerca de um ano depois do início da actividade terrorista naquela província ultramarina. Fotografias que aqui foram publicadas e mereceram os comentários de alguns dos seus camaradas daquela Companhia.
Também não sei qual foi a causa da morte, pois a comunicação que a sua filha fez não falava nisso, nem isso tem grande importância, mas nunca me constou que estivesse doente. Era grumete voluntário da escola de Setembro de 1961 (não me recordo do número de matrícula, mas era pouco mais alto que o 15.555) e foi incorporado na CF1 logo que acabou o ITE.

Em Angola, durante a comissão.

Em 2017, na Escola de Fuzileiros
onde nunca mais voltará

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Mais uma baixa na CF8!

Arlindo - 4º da direita com a fita da MG42 ao ombro

Publicada que foi a «Revista da Armada» do mês de Fevereiro, tomei conhecimento da partida de mais um camarada da Companhia de Fuzileiros Nº 8, na sua comissão de 1965 a 1968, em Moçambique, o Arlindo Almeida Oliveira, NMA 7847.61 que era Cabo Fz nessa altura.
Ele tinha já feito uma comissão em Angola, na CF1, com outros camaradas que se juntaram também na CF8. Publiquei também este aviso no Facebook, na página dos «Filhos da Escola», por onde passam muitos mais visitantes do que por este esquecido blog.
Terminou a sua passagem por este mundo-cão. Que descanse em paz!

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Como tudo começou!

Os primeiros fuzileiros fizeram o respectivo curso na Base Naval uma vez que a Escola de Fuzileiros não existia ainda. Foram admitidos nesse curso alunos da incorporação de Março de 61, assim como de Setembro de 60 que após o curso foram promovidos a Marinheiros. Era preciso formar o DFE1 que acabaria por seguir para Angola no mês de Dezembro de 62 com pessoal que transitou de outras classes para fuzileiro fazendo o Curso de Conversão.
Com a incorporação de Setembro de 61 e a Escola já a funcionar em pleno tudo entrou nos eixos. Tanto quanto consegui descobrir o primeiro aluno voluntário recebeu o número 15.542 que seguiu comigo para Moçambique na CF2. E o último foi o 16.212. A incorporação seguinte arrancou com o número 16.220 e terminou no 17.012, aquela a que eu também pertenci e que forneceu a maior parte dos grumetes da CF2 que seguiu para Moçambique e do DFE4 que seguiu para Angola.
A partir de 1964 começou a 11ª Série de matrículas da Armada, fazendo que todos recebêssemos um novo número (a mim calhou o 8079) e veio a moda das barras para os novos recrutas. Até ao fim desse ano de 1964 houve sempre duas incorporações, uma em Março e outra em Setembro, com uma novidade, a recruta passou a fazer-se em Vila Franca.
A partir de 1965 foi a loucura, era preciso formar mais gente e mais depressa, a guerra assim o exigia. Começou a haver 3 incorporações com a recruta em Vila Franca e o Curso de Fuzileiro em Vale de Zebro. A guerra estava em pleno nos 3 teatros de operações e mal saia uma nova fornada, ala que se faz tarde, aí iam eles a caminho de África! 

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Atenção CF8 - Moçambique !


Quem conhece quem?
Quero ver aqui os vossos comentários.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Caídos em combate !


Encontrei esta foto na internet, com a indicação de que os 4 corpos que estão a receber as honras da guarda pertencem a 3 fuzileiros e um civil que morreram numa emboscada.
Se passar por aqui alguém que conheça a história, agradeço que deixe um comentário.

sábado, 30 de dezembro de 2017

Feliz Ano Novo !


A todos os filhos da escola desejo um Ano Novo cheio de prosperidades. Que nos traga muita saúde e que os nossos sonhos se concretizem. E, se não for pedir muito, que nos livre de políticos interesseiros e corruptos!

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

É Natal, é Natal !


Já se realizou a Festa de Natal dos Filhos da Escola de Fuzileiros, no passado fim de semana. Eu bem gostava de lá ter estado, mas a distância é muita para as minhas pernas. Estive a ver as fotos com o maior cuidado para ver se encontrava filhos da minha escola, ou caras conhecidas, mas não tive muita sorte. Apenas duas caras fazem parte das minhas memórias, a do Armando Bré, filho da minha escola e voluntário como eu, e a do Adriano Costa, o maior e mais antigo representante dos fuzos do norte.
Aproveito esta oportunidade para desejar a todos os "escolinhas" um Feliz Natal e um Ano Novo de 2018 cheio de coisas boas.

domingo, 12 de novembro de 2017

A última viagem !

Em Março de 1962, veio de Lamego para assentar praça na Armada. Passou na inspecção a que foi submetido no Corpo de Marinheiros, recebeu o Número de Matrícula na Armada 16572, e seguiu para Vale de Zebro para fazer a recruta e tornar-se fuzileiro.
Depois de cumprido o seu tempo de Marinha, salvo erro com 4 comissões no Ultramar (CF9+CF10+CF12+Pelotão de Reforço), não quis ficar longe da Escola e arranjou residência em Palhais. Hoje, o Fernando Monteiro, fechou os olhos para sempre e amanhã, depois da cerimónia fúnebre, regressará a Lamego de onde saiu, há 55 anos.
Os rins deixaram de funcionar, ainda fez hemodiálise durante uns tempos, mas a natureza seguiu o seu curso, tal como estava destinado no Livro da Vida, e a sua passagem por este "vale de lágrimas" terminou.
Que Deus lhe conceda o eterno descanso!

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Ainda o Ludgero!


A morte do Ludgero, no dia 13 de Outubro, fez-me pensar na sorte que terão tido os outros camaradas que com ele foram para Inglaterra fazer o tal curso nos Royal Marines. Sei que o Pascoal Rodrigues que foi comandante do DFE4, em Angola, está no Brasil e, tanto quanto sei, vivo. O Ludgero acabou de falecer, no Barreiro, E os outros dois?
O Claudino foi para Angola, no DFE3 e o Santinhos seguiu o mesmo destino, no DFE4. E depois disso, o que lhes aconteceu? São ainda vivos ou já faleceram? Alguém sabe responder a estas questões?

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Faleceu o Piçarra!


Faleceu hoje, dia 13 de Outubro, o Ludgero, conhecido entre os fuzileiros pela alcunha de Piçarra, um dos 4 primeiros fuzileiros com o curso feito nos Royal Marines, em Inglaterra. O seu corpo está em câmara ardente na capela da Quinta da Lomba, Barreiro, até á hora do funeral.
Requiescant in pace!

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Por muito que olhe...!

... não reconheço ninguém!


Pelo aspecto do ambiente, em volta dos "esfomeados" talvez tenha sido tirada no Cobué, em 1967, e talvez o António Páscoa Querido faça parte do grupo e me consiga ajudar.
O primeiro, em pé, do lado direito, parece-me o Tenente Ferraz. E o de barbas e T Shirt branca o Comboio. Espero que alguém comente para saber como vai essa memória!

segunda-feira, 3 de julho de 2017

E o tempo passa ...!

Já faz, hoje, um mês que estivemos no Camelo de A dos Cunhados!
E dentro de alguns dias fará 55 anos que fizemos o «Juramento de Bandeira», em Vale de Zebro!
Por falar nisso, no próximo sábado, dia 8 de Julho, comemora-se mais um «Dia do Fuzileiro» na nossa casa-mãe. Nas incorporações recentes há cada vez menos filhos da escola e das antigas cada vez há mais que recebem a guia de marcha para a "viagem sem retorno", ou seja, cada vez há menos candidatos a comemorar este dia.


Por vezes dou comigo a pensar se, depois de fecharem os olhos todos aqueles que participaram na Guerra do Ultramar, ainda continuará a comemorar-se o dia do fuzileiro. Acho que não me engano se disser que a camaradagem que se criou em tempo de guerra é qualquer coisa de muito diferente do sentimento que une os fuzileiros de agora e isso é ainda o combustível que, ano após ano, faz os camaradas regressar à sua Escola para se reencontrarem.
Um bom dia de festa para quem lá puder ir que eu já não posso.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Convívio 2017!


Dos cerca de 300 mancebos que em Março de 1962 iniciaram a recruta na Escola de Fuzileiros, só estes 11 compareceram ao convívio dos «Filhos da Escola - Março 62», em A dos Cunhados.
Sei que a organização do evento esteve a cargo de um filho da Escola de Alunos Marinheiros, mas isso não é desculpa suficiente para não marcarem presença.
A idade começa a pesar, essa é que é essa!
Deixo a imagem com os velhos números de matrícula que os novos ninguém conseguiu memorizar.

terça-feira, 23 de maio de 2017

Filho da Escola de partida!


Numero de Matrícula 16371 - Joaquim Pedro Correia da Silva

Segundo informações recebidas por telefone, faleceu hoje o «Casa Pia», nosso camarada de recruta e meu "quase" vizinho de tarimba na Caserna dos Voluntários da Escola de Fuzileiros.
Como profissional, depois de abandonar a Marinha, foi motorista de pesados e, especialmente depois de se reformar, grande frequentador das tertúlias de fado de Lisboa, onde fazia uma perninha como fadista. Pela quantidade de amigos que fizeram publicações na sua conta do Facebook e pelo teor das mensagens, nota-se que era pessoa muito considerada.
Paz à sua alma!

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Parada da guarda!


Ao olhar para este grupo de fuzileiros (da CF8) podia pensar-se que estão de partida, ou a chegar de alguma operação de patrulha nas redondezas da Base Naval de Metangula. Nada mais errado, trata-se apenas da distribuição da guarda, logo após a formatura da praxe. Normalidade absoluta na operação de guarnição que fazia parte da função principal da nossa Companhia naquela Unidade de Marina.
Esta foto foi-me cedida pelo António Azevedo (do lado esquerdo da imagem, com o joelho em terra). Por trás dele, em pé, está o Martins, filho da escola de Setembro de 62, que fez meia comissão na CF1, em Angola, e depois foi comigo para Moçambique. Só descobri que morava em Vila Pouca de Aguiar 6 meses depois de ele ter falecido. Infelizmente, também o Azevedo já partiu deste mundo, como foi aqui reportado na altura própria e pode ser visto recorrendo ao «Obituário» que faz parte das etiquetas que aparecem na coluna aqui ao lado.

quarta-feira, 1 de março de 2017

Mais um desistente!

A nossa vida é uma corrida de fundo, em que o vencedor não é escolhido por ser o que primeiro que corta a meta, mas aquele que aguenta mais quilómetros, neste caso anos, sem atirar a toalha ao chão. Para sair vencedor nesta prova tem que se estar bem preparado, tratar muito bem da saúde ao longo da vida e pedir à sorte que nos acompanhe para evitar qualquer percalço. É, no entanto, inevitável que a cada quilómetro percorrido alguém fique pelo caminho. Ontem foi a vez do meu camarada Edgar  Batista (Número de Matrícula da Armada 16993 - 7627.62).


Há cerca de duas semanas, ele sofreu um AVC e, encontrando-se sozinho em casa, passou muitas horas (podem ter sido dias) sem qualquer assistência. Foi hospitalizado, mas logo à partida se sabia que a recuperação seria muito problemática e poderia ficar com sequelas gravíssimas. Ontem, atirou a toalha ao chão, deixou de respirar e partiu para aquele lugar de onde ninguém regressa. É apenas uma questão de tempo, mas todos nós, os seus camaradas que com ele assentaram praça nos fuzileiros, em Março de 1962, o seguiremos nessa viagem. Dentro de não muitos anos, quando o clarim tocar para a formatura, todos nós responderemos "pronto", não faltará nenhum.
O Edgar fez a recruta e o ITE comigo, na Escola de Fuzileiros e depois disso separámos-nos. Ele inscreveu-se no Curso de Fuzileiros Especiais e eu na Companhia de Fuzileiros Nº 2 que estava pronta para sair para Moçambique. Em Setembro de 1963 inscreveu-se no DFE6 e partiu para Angola, onde ficou até ao fim de Outubro de 1965. E no fim de Maio do ano seguinte, desta vez como membro da CF10, partiu novamente para Angola numa segunda comissão que durou até Agosto de 1968.
Daí em diante não sei o que foi a sua vida, pois só voltei a reencontrá-lo em 2002, ano em que comecei a frequentar os convívios dos «Filhos da Escola» organizados por um trio de camaradas da Escola de Alunos Marinheiros, de Vila Franca de Xira. Doravante não haverá mais convívios.
Descansa em paz, camarada Edgar!