nma-16429.blogspot.pt é o meu novo blog. Seleccionem o link correspondente na coluna da direita e visitem-me!

sábado, 20 de agosto de 2016

Um bom «Camarada» chamado João!



João Camarada, número de matrícula da Armada 16695, lembrei-me hoje dele ao vê-lo numa fotografia tirada em 2008. Fica aqui esta homenagem para que não seja esquecido, esteja ele onde estiver neste momento.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Ponte do Rol

Nas minhas andanças pelo país, passei hoje pela Ponte do Rol, terra onde mora um filho da escola que fez comissão na CF4, em Moçambique, com o Manel Filipe Viegas da Cruz. Já nem lembro o nome dele, mas veio-me à memória o esforço inglório que fiz para localizar quem abriu o blog da CF4, no Sapo
Coisas que só a mim acontecem!!!

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Saúde, o bem mais caro!


Partiu, este ano, da nossa companhia o Manel Enteiriço. Hoje, ao folhear o álbum da CF8, caíram-me os olhos nesta fotografia e decidi trazê-la aqui para relembrar os tempos felizes que passamos juntos, em Moçambique.
O Páscoa, à esquerda, o Ramiro (barbeiro e acordeonista), ao centro e o Roque Teixeira que nunca mais vi, nem sei por onde anda, à tocar o "rilhafoles", compõem a banda.
Bons tempos da nossa inesquecível juventude!

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Mais um dia perdido!


Da maneira que há cada vez menos incorporações de novos fuzileiros, qualquer dia não poderá comemorar-se o «Dia do Fuzileiro» por falta de quorum. Este ano também lá não fui, pois a viagem é longa e o esqueleto quer é descanso. Há uma coisa que tem um peso muito grande nesta romagem à nossa Escola e faz acontecer o «Dia do Fuzileiro» ano após ano, é a «Guerra do Ultramar». Logo que morram todos aqueles que foram treinados para essa guerra, deixará de haver um motivo forte que nos leve até lá. Isto porque as novas gerações de fuzileiros não partilharam da mesma camaradagem, dos mesmos riscos e das mesmas emoções que uniram os combatentes dessa guerra e que é aquilo que os mantêm unidos até à morte e com vontade de se reunirem sempre que podem.
Um abraço aos que vão resistindo e insistindo nesses convívios!

terça-feira, 19 de julho de 2016

Hora de tristeza!


A esta hora caminha o Filipe, filho da minha escola, atrás do carro funerário que transporta o corpo da sua mulher para a última morada. Na impossibilidade de lhe dar, pessoalmente, um abraço, envio-lho por este meio, lembrando-lhe que a vida é uma curta passagem pela Terra e não vale a pena apegarmos-nos muito a ela. Que tenha coragem para enfrentar a vida sem a companheira de tantos anos e tenha fé no amanhã.
A ela que partiu que Deus a tenha num bom lugar!

terça-feira, 21 de junho de 2016

Fotos do convívio deste ano!

Quem me segue no meu blog principal (que agora se chama NMA-16429), ou no Facebook já sabe que as fotos foram publicadas nesta rede social, onde podem ser apreciadas, partilhadas ou descarregadas sem qualquer problema. Mesmo assim, quero deixar aqui 3 fotos que se ajustam a 100% aos objectivos deste blog e da história dos fuzileiros.

Pessoal da CF9 - Guiné 1966/1968

Pessoal da CF8 - Moçambique 1965/1968

Pessoal da CF2 - Moçambique 1962/1965

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Último aviso!

Como houve um lapso, na minha comunicação anterior, deixo aqui um último aviso a todos os filhos da escola (fuzileiros ou não) que vivam no distrito de Vila Real, ou que tenham prestado serviço nas Companhias de Fuzileiros Nº 2, Nº 8 e Nº 9, que vai realizar-se no dia 18 deste mês de Junho, em Vila Real, um convívio a que poderão juntar-se, se estiverem interessados.
Para tanto podem deixar aqui um recado ou entrarem em contacto comigo, através do Tlm 911 967 796.
O preço por pessoa é de 27.50€
Tenho dito!

sábado, 4 de junho de 2016

Quatro anos depois!


Com quatro anos de atraso, cá está a minha placa comemorativa do Cinquentenário da minha recruta, na Escola de Fuzileiros. No dia 10 de Março de 1962, assentei praça na Armada. No dia 31 de Março de 2012, voltei à Escola para comemorar os 50 anos entretanto decorridos.
Fica aqui o testemunho para quem tiver dúvidas!

quinta-feira, 19 de maio de 2016

A comunicação!

Camaradas e amigos:
Como já sabem, o encontro deste ano é em Vila Real de Trás-os-Montes para dar hipótese a toda a gente de poder conhecer o «Túnel do Marão» por dentro. O lugar é um bocado complicado de encontrar, por se tratar de uma casa particular, mas com o sentido de orientação dos fuzileiros e uma pequena ajuda minha, sei que todos lá chegarão a tempo e horas.
Pouco depois do meio dia serão servidas as «Entradas» e mais ou menos uma hora depois o «Almoço» que constará de sopa, dois pratos, sobremesa e café, com bebidas à discrição. Como sempre, antes da despedida, haverá o bolo comemorativo.
O preço mantém os habituais 27.50€ para adultos e 12.50€ para crianças. Embora compreenda a reclamação de alguns, foi impossível arranjar melhor preço.
Embora sabendo que há sempre uma meia dúzia que não consigo convencer, mais uma vez repito o pedido para que façam o pagamento por transferência via “Multibanco” (para o IBAN PT50.0018.0234.00200028632.23) para me evitar o trabalho de andar armado em cobrador no dia da festa. Peço encarecidamente que compreendam e atendam este meu pedido. Para aqueles que não usam este meio de pagamento, podem remeter um cheque ou vale postal para a minha morada e em nome da minha mulher (Maria Emília Silva), pois é a conta com menos movimentos e mais fácil de conferir.
O ponto de referência, para mais fácil localização do sítio do convívio, é a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) que aparece em tudo o que é rotunda, á entrada de Vila Real.
Para quem vem do sul, pela A24 (Coimbra-Viseu-Vila Real), sai em direcção a Vila Real no cruzamento com a A4. Para quem sobe do Porto, sai para Vila Real depois de passar o Túnel e a ponte sobre o rio Corgo. Depois de passarem por duas ou três rotundas, sempre a descer, chegarão à grande rotunda que fica em frente à UTAD. E daí até ao local que fica na Quinta da Veiga, Lote 1, ou Rua de N. Senhora dos Prazeres, Nº 1 é um instantinho.
Vejam o esquema abaixo. Seguir o trajecto entre o Ponto 1 (Rotunda da Universidade) e o Ponto 4 que marca o local do salão de festas.


segunda-feira, 2 de maio de 2016

A «Coluna»!


Fora do contexto que vivemos no Niassa, durante os 10 anos da Guerra Colonial, a palavra coluna não passa de um substantivo feminino que serve para designar ... aquilo em que estão a pensar.
Falar de Coluna, em Moçambique, o mais certo era sermos levados a pensar no antigo capitão do Benfica. Mas não é disso que se trata, do que vos venho falar hoje é das colunas de abastecimento de víveres que chegavam pelo Caminho de Ferro até à Estação do Catur e que depois era necessário distribuir por todo o distrito do Niassa.
O Exército carregava com tudo para o Quartel de Vila Cabral e de lá procedia ao abastecimento das suas unidades, espalhadas um pouco por todo o lado até à fronteira do Tanganika. Por seu lado, a Marinha seguia em direcção a Meponda, carregava tudo para as Lanchas de Desembarque que transportavam as mercadorias para Metangula e Cobué.
A Scania-Vabis que se vê na imagem andava numa roda viva, entre Meponda e o Catur, com dois fuzileiros da Companhia Nº 8 a servir de condutor e ajudante. Celebrizaram-se nessas funções, o Licínio, o Alturas, o Conquistador (com estes dois últimos a aparecer na imagem acima) e ainda um grumete barra 64 de quem não recordo o nome. De vez em quando (não recordo exactamente com que frequência) o pessoal revezava-se e seguia para o Catur uma nova equipa ao volante da Scania.
Minas e emboscadas eram o maior risco para as colunas de abastecimento, mas o pessoal do Exército fazia uma boa protecção e não me recordo de qualquer problema grave acontecido com o nosso pessoal ou os nossos carros.

sábado, 23 de abril de 2016

CF8 em Moçambique!


A presença dos oficiais misturados com os grumetes só podia significar festa. Não faço ideia do que se comemorava aqui, mas com toda a gente a bater palmas e o Tenente Ribeiro no centro das atenções, bem bem podia ser a sua festa de aniversário.
Imagino que ele continua a exercer a sua profissão e a morar em Trás-os-Montes e por isso bem poderia aparecer no convívio que estou a organizar em Vila Real.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Mais dúvidas que certezas!


Tenho a certeza que esta foto me foi dada pelo Angelo e consigo identificá-lo na imagem (primeiro, em baixo, à esquerda). Também tenho a certeza que os camaradas que acompanham o Ângelo são todos da CF8. Mas reconhecê-los, está quieto, oh mau!
O mesmo digo quanto ao lugar, as escadas onde se foram sentar para a fotografia, não sou capaz de me lembrar onde ficavam. Pela roupa que envergam, eu diria que isto deve ser no interior de alguma Unidade de Marinha, mas onde? Escadas já com um certo desgaste, calçada à portuguesa, lata do lixo feita de um antigo bidão de gasóleo, pormenores que deveriam fazer disparar a minha memória, mas nada, não me vem nada à ideia.
Paciência, fica a imagem para os comentadores poderem mostrar o que valem!

quarta-feira, 30 de março de 2016

Turras? Quantos? Onde?


Tudo o que consigo ver nesta fotografia é o cu de uma rapariga Nyanja que tem sobre si dez pares de olhos gulosos. Uma secção de fuzileiros com total desleixo no que respeita às questões de segurança. Mulher, ou a falta dela, era um dos maiores problemas que as nossas tropas enfrentavam, naqueles tempos da Guerra Colonial e bastava haver uma por perto para se esquecerem todos os procedimentos de segurança.
Felizmente, a CF8 foi para a guerra e regressou com um ferido ligeiro apenas, um tornozelo perfurado por um estilhaço de uma mina, o que é, para todos os efeitos, o que mais nos importa recordar. O resto é passado e já completamente esquecido!
P.S. - Escolhi esta fotografia por nela aparecerem uma quantidade de camaradas que na sua maior parte nunca compareceram a um dos convívios organizados por mim.

segunda-feira, 7 de março de 2016

Tiro com morteiro!


Até podia ser no tempo da CF2, pois todos eles fizeram parte dessa Unidade de Fuzileiros, mas, de facto, esta foto foi tirada no tempo em que a CF8 esteve na Radionaval da Machava, talvez no ano de 1966. Tal como aconteceu comigo, o Valter, o Paixão e o Tony Trincão repetiram na Companhia de Fuzileiros Nº 8 a comissão que já tinham feito na primeira Companhia de Fuzileiros que foi destacada para Moçambique, cerca de dois anos antes de começar a luta armada, a Nº 2.
A imagem retrata um dia de instrução em que o tiro com morteiro foi o objecto da aula que se seguiu a esta pose para a fotografia. Dos três é o Paixão que está em melhor posição neste momento. O Valter está mal física e moralmente, enquanto que o Tony já partiu deste mundo, há cerca de 7 anos. Eu faço as despesas da conversa e vou-me aguentando como posso, valha.me isso!

quarta-feira, 2 de março de 2016

O Mano Chico!

O que seria ele antes de ser fuzileiro? Eu não sei, mas talvez o Moisés que privou com ele mais de perto me saiba esclarecer. O que eu sei é que com aquele aspecto franzino e a falta de cabelo, ele parecia mais o nosso pai que um camarada de armas. Em 1965 foi incorporado na Companhia de Fuzileiros Nº 8 e seguiu comigo para Moçambique. Era um bom homem, nunca ouvi fosse quem fosse queixar-se de ter sido prejudicado pelo «Sargento Fonseca».
Hoje, ao abrir a Revista da Armada, foi o primeiro nome que me saltou à vista, 3884(55) Francisco Duarte Fonseca, na lista dos falecidos. Sei que ele morava (ou morou) na zona da Cova da Piedade/Cacilhas, mas nunca consegui saber a morada dele para o convidar a juntar-se a nós nos convívios anuais. Agora já não interessa mais, pois não poderá ... mesmo que quisesse muito.
Não sei se no outro lado, onde o S. Pedro é quem manda, também se juntam os amigos em convívio, mas se isso acontecer é ele que agora tem que esperar por mim. Ao Mano Chico, era assim carinhosamente tratado por todos, desejo que descanse em paz!

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Espreitando!

Vim cá espreitar quantas embalagens de Viagra me tinham deixado e fiquei admirado da minha vida, pois nem uma para amostra!
Parece que me perderam o rasto e ainda bem, porque assim posso deixar abertos os comentários a toda a gente e evitar a chatice de os estar sempre a aprovar ou eliminar.


E aproveitando a visita, aqui fica mais uma foto que o Américo me dispensou e que eu tomei como sento tirada no Lago Niassa, mas quanto mais olho para ela mais desconfio que foi tirada em Angola, nos tempos em que ele lá esteve na CF9. A quem conhecer o lugar peço que confirme as minhas dúvidas.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Comente p.f.!

Hoje decidi retirar o controlo dos comentários que fui obrigado a introduzir porque eram tantos os anúncios de Viagra e outros produtos similares que já não sabia como livrar-me deles. Como eles vão também parar ao meu mail e ultimamente são raros, acho que posso abrir a porta a toda a gente e ver o que acontece. Se a situação voltar ao que era tranco a porta de novo.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Olha o Natalino!

Agora deixaste-me à rasca!
O tempo apaga as nossas memórias e 48 anos, data em que estivemos juntos pela última vez, é muito tempo. Eu ia jurar que a foto publicada ontem é do Natalino Bairos, mas se tu garantes que é de um filho da tua escola, quem sou eu para discordar. Quanto a ser da CF8 ou não, estou convencido que é, pois lembro-me bem dessa cara.
Agora vou deixar-te outra fotografia para analisares e ver se se trata da mesma pessoa ou não. Esta foi tirada a bordo do Niassa, na viagem de ida, e tenho 99% de certeza que é o Natalino que aparece por cima dos outros todos, com a cabeça encostada ao tecto.
Não é uma fotografia muito boa, mas se a ampliares um pouco talvez consigas chegar a uma conclusão. E do que eu tenho a certeza absoluta é que o Natalino Bairos é recruta de Setembro de 1964 e tem o número 2006/64. Foi com ele que estiveste a falar ao telefone.
Abaixo tens uma lista dos filhos da tua escola que faziam parte da CF8. Eu lembro-me bem e tenho fotografias do Zé Luis, António Martins, Ramiro João, Manuel Ferreira, António Páscoa, Vitorino Mestre e Edmundo Carvalho. Ficam a faltar dois, Manuel Guerreiro e António Barreto. Consegues ligar um destes nomes ao camarada que está contigo na foto? Espreme esses miolos bem espremidos, olha outra vez para as fotografias que ainda guardas na tua gaveta e vê se descobres de quem se trata.

8678 1º GRU FZ JOSÉ LUIS V.SIMÕES
8768 1º GRU FZ MANUEL GUERREIRO JOÃO
8918 1º GRU FZ ANTÓNIO MENDES BARRETO
8948 1º GRU FZ ANTÓNIO JOAQUIM PIRES MARTINS
9040 1º GRU FZ RAMIRO ANTÓNIO JOÃO
9107 1º GRU FZ MANUEL COSTA FERREIRA
9212 1º GRU FZ ANTÓNIO PÁSCOA FERNANDES QUERIDO
9327 1º GRU FZ VITORINO AIRES MESTRE
9356 1º GRU FZ EDMUNDO FREIRE CARVALHO

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Os açoreanos!

Na CF8 tínhamos dois açoreanos, o Pepe que era voluntário e o Natalino que era recrutado, ambos da escola de Setembro de 1964. No ano em que a Companhia passou em Lourenço Marques formou-se uma «troupe de motoqueiros» que era coisa séria. O Pepe com a sua Triumph 250 era um dos mais carismáticos. Eu que conduzia uma Java CZ 175, sentia uma inveja danada, pois a Triumph era a mota dos meus sonhos.
E depois havia uns quantos mais, mas quero destacar o Margato com a sua V5 que andava mais que todas as outras e o Serafim com a sua BSA 250. A este tive que lhe dar instruções de condução, na minha Java, para ele se atrever a comprar a BSA. E depois, antes de ele tirar a carta, ia para a cidade a guiar a mota, com ele na pendura. Bons tempos que não posso esquecer nunca.
Mas, voltando aos açoreanos, pois é esse o tema, nem o Pepe nem o Natalino eram do meu pelotão e por isso era raro encontramos-nos em serviço. Nas licenças, pela sua maneira de ser e pela mota que conduzia, eu e o Pepe juntámos-nos algumas vezes. Com o Natalino não me lembro de qualquer história que pudéssemos ter partilhado.
Mas este açoreano recrutado pertencia ao pelotão do Páscoa e como ele está a pensar ir aos Açores brevemente, vou recomendar-lhes que marquem um encontro para se reverem e matarem saudades dos tempos vividos em Moçambique. Pelo menos, dos vividos no Niassa, pois aí o contacto era muito mais estreito e fosse o que fosse que nos acontecia, ficava na memória para sempre.
Estás a ouvir, oh Páscoa? Manda um recado ao Natalino a avisar da data da tua chegada!

Parece irmã gémea da minha!!! 

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Também fui ao Cobué!


O Páscoa, filho da escola de Setembro de 1962, foi até ao Cobué passar umas "férias" e eu decidi acompanhá-lo. Desejem-nos boa viagem!
Fica aqui uma fotografia, tirada no ano de 1967, com um grupo de encalorados membros da CF8, no já mítico Colégio de S. Miguel. Fuzileiro que passou por Moçambique conhece-o de certeza!