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sábado, 31 de dezembro de 2011

Reveillon de 1967/1968!

Aproveito para transcrever aqui um comentário deixado Pelo Sarg. Moisés Almeida (posto que tinha naquela data) no Blog do Páscoa ( http://figueiraminha.blogspot.com/ ) por se enquadrar no espírito deste blog e da quadra que atravessamos.

À direita o Jordão e o Páscoa
Dos tocadores já não recordo os nomes

Cobué!.. Ano 1967, parece que eu também andava por lá!..
Já agora gostava de saber os nomes dos músicos e acompanhantes para ver se me faz alguma luz.
Quanto ás crianças...serão filhotes de um grupo de presos (á solta) que o Destacamento,que foi embora lá nos deixou?..
Várias comissões, muita gente, muitos nomes, deixam alguma confusão. Só me lembro que fui para lá na vez do Sarg.Figueiredo (a seu pedido por ter a familia em Metangula). O pessoal era do pelotão dele criando mais confusão nas identificações.
Éramos um DFE e um Pelotão, mais um telegrafista e um cozinheiro. Quando o DFE foi embora para Porto Amélia, ficamos lá apenas 1 Sargento e 20 Praças. Tinhamos um posto de transmissões, 1 unimog, 1 lancha e quatro botes, armamento, munições, 1 machamba. O combustivel para cozinhar e fazer o pão era a lenha, 
tarefa quase diária.
Montaram-se novos postos de vigilância, pescava-se no lago á granada, para não passar fome, havia caçadores que saiam em grupos , tornando-se em autênticas patrulhas de segurança intermédia.
De vez em quando lá vinha a LDM trazer mantimentos e era uma festa.
Muito mais havia a dizer do Cobué, mas fico-me por aqui, salientando apenas que para mim foram uns meses chatos!.. Bastará lembrar que dos 6 sargentos existentes, acabei por ficar sozinho, mas tudo se resolveu.
Um abraço amigo, neste ANO, no próximo se verá, sempre caríssimo Páscoa!

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Muito estranho!

Publiquei a foto do Garcia, com desejos de Boas Festas para os filhos da escola, e não consegui um único comentário! Toda a maralha da Companhia 2 gostava do Garcia! Será que nenhum passou por aqui?
Duvido!

sábado, 24 de dezembro de 2011

Boas Festas!

Não sou utilizador da internet, mas nem por isso me esqueço dos meus camaradas e Filhos da Escola. Aproveitando as facilidades que me são dadas pelo administrador deste blog quero desejar a todos umas Festas Felizes, especialmente com muita saúde que é o que mais importa aos jovens da nossa idade.
E que o Ano Novo entre com melhor cara do que aquilo que parece em perspectiva!

Cliquem para ampliar imagem

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Stress Pós-traumático ou de Guerra!

Não me perguntem o que é, pois não saberia responder. A tensão nervosa a que estive sujeito, o medo de pisar uma mina ou levar um tiro na tola, também me puseram os nervos em franja e, já na vida civil e depois de casado, me fizeram acordar encharcado em suores e partir, a soco, a mobília que havia à minha volta.
Isso durou alguns poucos anos e passou. Ainda hoje, quando ouço um grande estrondo, abano da cabeça aos pés e tenho uma primeira reacção de me abaixar. É isso o Stress de Guerra? Então há muito devia ter pedido a reforma à Marinha de Guerra Portuguesa, como Deficiente de Guerra, e abotoar-me a uma boa maquia, paga pelos cofres do Estado. Afinal não é isso que fizeram e fazem os espertos que continuam a viver à custa do erário público?
Em vez disso lutei com todas as minhas forças por singrar na vida civil, fui de novo sujeito aos ataques do inimigo, na vida profissional, e voltei a sofrer de stress, desta vez Stress Profissional, que abala o sistema nervoso tanto ou mais que o outro. Terminada também essa luta, agora como reformado, há quase 10 anos que luto para me ver livre dessa escravatura e acho que posso considerar-me quase curado.
Ontem ouvi o Passos Coelho referir a hipótese de dentro de 20 anos as reformas dos trabalhadores portugueses serem cerca de metade do que são hoje. Ora, a minha expectativa de vida deve andar entre 1 dia e 20 anos. Será que devo preocupar-me com a miséria que ele preconiza e começar, de novo, a sofrer de stress? E como lhe chamaria desta vez? Stress de Miséria?

Alterações - Aviso à navegação!

Também aqui alterei o sistema de comentários, já tentei entrar e comentar, mas não o consegui. Vou publicar esta mensagem e ver se depois consigo comentar para fazer o teste.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Escola de Fuzos ou N.A.S.A.?

Recebi autorização para comemorar as Bodas de Ouro da minha recruta na Escola de Fuzileiros. Entre outras coisas exigiram-me uma lista de todas as pessoas que pretendem lá entrar nesse dia, para além das matrículas dos carros em que se farão deslocar.
Fico a pensar se haverá perigo de invasão, risco de espionagem ou outra coisa que faça aquela gente que hoje ocupa a Escola temer que um grupo de velhadas com 70 anos já feitos assalte e ocupe o lugar! Pensam que aquilo é a NASA ou quê!
Ou será só para se fazerem de importantes?
Não será o caso de lhes lembrarmos que bem nos custa pagar os impostos que pagamos para lhes garantir o ordenadinho no fim do mês?
Oh que cambada esta!

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Bodas de Ouro!

Os Filhos da Escola de Março de 1962 celebram as suas «Bodas de Ouro» no dia 31 de Março do próximo ano. Iniciei uma campanha para fazer com que todos os que ainda têm alguma saúde se desloquem à nossa «Escola» nesse dia. Peço a todos aqueles que lerem esta mensagem, quer sejam filhos desta escola ou de qualquer outra, que espalhem esta notícia aos quatro ventos, para ver se chega ao conhecimento de todos.


segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Ser velho é uma foda!

O meu pai trabalhou toda a vida como um mouro. Entrou para a escola com 7 anos e aos 8 a minha avó foi lá buscá-lo e entregou-o a um patrão para ter cama, mesa e roupa lavada garantida em troca de pequenos trabalhos que a sua idade lhe permitia fazer.
Aos 11 anos morreu-lhe o pai e como não havia mais ninguém para "alombar" com as despesas do funeral, foi o seu patrão quem pagou pondo o respectivo valor a débito na sua conta. O passadio era fraco, as roupas não passavam de trapos velhos aproveitados daquilo que tinha como destino o lixo. Mal se apanhou com a conta saldada, e já tinha mais de 16 anos, abalou sem olhar para trás e sem agradecer ao empregador. Jurou que naquela casa não entraria mais. E cumpriu a promessa.
Aos 65 anos propôs ao patrão continuar a trabalhar enquanto tivesse forças, mas no pós-25 de Abril e com o camarada Vasco no poleiro, o patrão disse-lhe que o melhor era ir para casa e gozar os 3.300$00 que lhe eram oferecidos pelo governo.
Assim fez, mas não arrumou as ferramentas do seu ofício. Até depois dos 80 anos dava prazer vê-lo pegar num machado e rachar um camião de lenha em meia-dúzia de horas. Eu que andava pelos 50 e ocupava o cargo de director numa empresa multinacional, olhava para ele com inveja.
Pouco depois começou a faltar-lhe a vista e as forças e teve que dar a mão à palmatória. Sentava-se pelos cantos, de manhã à noite, e entretinha-se a falar com quem por ele passava, na maioria pessoas da sua faixa etária. Não gostava da vida que tinha nem do futuro que antevia e sempre que nos sentávamos um pouco a falar das vicissitudes da vida, lá vinha ele com a tal afirmação, «ser velho é uma foda!».
Sofreu um AVC um pouco antes dos 90 e morreu um ano depois. Nunca me esqueci destas suas palavras e, conforme a minha idade vai avançando, mais compreendo o que ele queria dizer. Eu ainda não cheguei aos 70, o meu esqueleto está uma autêntica "nassa" e já só ando tocado a comprimidos. Um dia destes recebi um mail com a imagem que vos mostro abaixo e pareceu-me apropriado trazê-la aqui para ilustrar esta história da minha vida real.
As rodinhas que nos ajudam a movimentar durante
a nossa vida. Infelizmente eu estou quase à última!

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Mentirinha de merda - foi no que deu!

Um tipo foi à Casa da Sorte e dirigiu-se à empregada dizendo que queria jogar na lotaria.
- Olhe, não tenho a menor ideia sobre quais números escolher para comprar uma cautela. Pode ajudar-me? 
- Claro, respondeu ela, vamos lá. Durante quantos anos frequentou a escola? 
- 8 
- Perfeito, temos um 8.  Quantos filhos tem? 
- 3 
- Óptimo, já temos um 8 e um 3. Quantos livros você já leu até hoje? 
- 9 
- Certo, temos um 8, um 3 e um 9.  Quantas vezes por semana faz amor com sua mulher? 
- Caramba, isso é uma coisa muito íntima - diz ele. 
- Mas você não quer ganhar na lotaria? 
- Está bem, 2 vezes.
- Só? Bom, deixe lá. Agora que já temos confiança um com o outro, diga-me: quantas vezes já levou no cu?
- Qual é, minha!? - Diz o homem, zangado - Sou muito macho!
- Não fique chateado. Vamos considerar então zero vezes.
Com isso já temos todos os números: 83920.
O tipo comprou o bilhete que correspondia ao número escolhido.
No dia seguinte foi conferir o resultado: o bilhete premiado foi o 83921.
- F... da P...! Por causa de uma MENTIRINHA de MERDA não fiquei milionário! 


segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Off record...

Bitches 'til the End! Man, I'll tell ya, women can be cold until the end!

The doctor, after an examination, sighed and said,
- I've got some bad news. You have cancer, and you'd best put your affairs in order.
The woman was shocked, but managed to compose herself and walk into the waiting room where her daughter had been waiting.
- Well, daughter, we women celebrate when things are good, and we celebrate when things don't go so well. In this case, things aren't well. I have cancer. So, let's head to the club and have a Martini.
After 3 or 4 martinis, the two were feeling a little less somber. There were some laughs and more Martinis. They were eventually approached by some of the woman's old friends, who were curious as to what the two were celebrating. The woman told her friends they were drinking to her impending end,
- I've been diagnosed with AIDS.
The friends were aghast, gave the woman their condolences and beat a hasty retreat. After the friends left, the woman's daughter leaned over and whispered,
- Momma, I thought you said you were dying of cancer, and you just told your friends you were dying of AIDS! Why did you do that?'
- Because I don't want any of those bitches sleeping with your father after I'm gone.
And THAT, my friends, is what is called, «Putting Your Affairs In Order».

THOUGHT FOR THE DAY....
Women are like phones: They like to be held, talked to, and touched often. But push the wrong button and your ass is disconnected.

PS: Caso haja alguém interessado na tradução eu, ou o Tintinaine poderemos fazê-lo.

Solidariedade bloguística!

O administrador do blog «BARCO À VISTA» pede para lerem com a maior atenção o seguinte pedido de informação - http://barcoavista.blogspot.com/2011/11/pedido-de-informacoes.html

sábado, 3 de dezembro de 2011

A Fábrica do Biscoito!


Todos os interessados sabem que, no tempo das caravelas, foi criada em Vale de Zebro, no estuário do rio Coina, a Fábrica do Biscoito e os Moinhos de Maré que a abasteciam de farinha. Era preciso levar provisões para as longas viagens ao sabor do vento e nada melhor que aqueles duros biscoitos que eu tão bem conheci nas «Rações de Combate».
A eclosão da Guerra Colonial transformou a Fábrica numa escola para formar Fuzileiros. E a represa de água que fazia mover os moinhos de maré transformou-se na Pista de Lodo que tantas dores de cabeça deu a tanta gente.


Veio o 25 de Abril, acabou-se a guerra em África e a Escola de Fuzileiros e a respectiva Pista de Lodo passaram a ser motivo de brincadeiras e filmagens mais ou menos engraçadas para animar programas de televisão e encher o Youtube. A velha mística dos fuzileiros, arrastada na lama no pós-25 de Abril, tinha-se praticamente evaporado.


Agora, todos estes anos depois, aconteceu a «Dívida Pública», veio a «Troika» governar o país e dizem-nos que não temos dinheiro nem para mandar cantar um cego. Pior que isso, dizem-nos que a dívida é tão grande que vamos ter que endossá-la aos nossos filhos e netos.
Cabe-me o direito de aqui expressar livremente a minha opinião e parece-me oportuno dizer que o mais sensato seria "desarmarmos" as Forças Armadas, uma vez que não há dinheiro para lhes pagar o Pré e, afinal, vivemos num país pacifíco que não pode nem quer entrar em mais nenhuma guerra.
E poderíamos então reabrir a «Fábrica do Biscoito» em Vale de Zebro. Fazer biscoitos parece-me um negócio rentável e andamos tão precisados de exportações!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Só para provar que estou vivo!

Parada com fuzos é outra loiça!

Tiveram saudades de mim!

O Filipe tinha-me pedido vezes sem conta para eu tirar daqui o sinal de stop, pois gostava deste blog e não concordava com a minha decisão. Resisti até onde pude, mas hoje resolvi dar-lhe razão.
Tem surgido comentários, de vez em quando, ás mensagens antigas e eu nem sempre me apercebia disso. E porque fechar a cancela aos que querem entrar não é coisa que eu faça, cá estou eu de novo para vos fazer companhia.