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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Happy New Year to you all !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Fado do "Desertor"!

Estava eu na minha terra
Disseram-me vais para a guerra (Bis)
Toma lá uma espingarda
E um bilhete p'ro navio
E uma medalha num fio
E uma velha, velha farda (Bis)
Após dias de caminho
Estava já muito magrinho
Esfomeado como um rato
Olhei bem só vi palmeiras
Macacos e bananeiras
Entendi, estava no mato (Bis)
O furriel e o sargento
Chamavam-me fedorento
Porque me queria lavar
E o alferes e o capitão
Diziam que era calão
Se me viam descansar (Bis)
Estava tão farto da guerra
E ao lembrar a minha terra
Fui um dia passear
Numa palhota sozinha
Estava uma preta girinha
Que ao ver-me pôs-se a chorar (Bis)
E fiquei com tanta pena
Dessa mocinha morena (Bis)
Que fugimos para o mato
Somos um casal feliz
E já temos um petiz (Bis)
Que por sinal é mulato!

Mudaram-se os tempos, ficaram as vontades!

Por Artur/Leiria
Transcrevo na íntegra este artigo encontrado na Net de José Viseu, que vem ao encontro da minha forma de pensar, que penso tenha primordial importância para os admiradores deste grande estadista! Queiramos ou não, foi um homem que marcou Portugal e os portugueses com uma política austera. Todavia, talvez a mais apropriada para a época incerta que Portugal ia atravessando e que infelizmente continua no mesmo impasse!


"O irregular e promíscuo funcionamento dos poderes públicos é a causa primeira de todas as outras desordens que assolam o país.
Independentemente do valor dos homens e das suas intenções, os partidos, as facções e os grupos políticos supõem ser, por direito, os representantes da democracia. Exercendo de facto soberania nacional, simultaneamente conspiram e criam entre si estranhas alianças de que apenas os beneficiários são os seus militantes mais activos.
A Presidência da República não tem forca nem estabilidade.
O Parlamento oferece constantemente o espectáculo do desacordo, do tumulto, da incapacidade legislativa ou do obstrucionismo, escandalizando o país com o seu procedimento e, a inferior qualidade do seu trabalho.
Aos Ministérios falta coesão, autoridade e uma linha de rumo, não podendo assim governar, mesmo que alguns mais bem-intencionados o pretendam fazer.
A Administração pública, incluindo as autarquias, em vez de representar a unidade, a acção progressiva do estado e a vontade popular é um símbolo vivo da falta de colaboração geral, da irregularidade, dada desorganização e do despesismo que gere, até nos melhores espíritos o cepticismo, a indiferença e o pessimismo.
Directamente ligada a esta desordem instalada, a desordem financeira, um ciclo vicioso de males nacionais. Ambas as situações somadas conduziram fatalmente à corrupção generalizada que se instalou…"

Do livro “ COMO SE LEVANTA UM ESTADO” de ANTONIO OLIVEIRA SALAZAR

É isso. Os tempos são outros, mas na verdade este homem tinha razão. E para o provar aí temos exactamente o mesmo procedimento dos políticos de hoje. E nós cá estamos para o provar. Mal vai o País, que ainda não compreendeu o que à distância de mais de meio século foi dito, reflectido e previsto. Eu que não admito a falta de liberdade que então todos nós sofremos, tenho que dar a mão à palmatória...e dizer: afinal Vossa Excelência tinha razão. Não temos ninguém que esteja à altura para levar este Pais para a verdadeira liberdade, económica, financeira, justiça, educação e autêntica Paz. Somos um Povo sofredor que ainda não compreendeu os seus verdadeiros desígnios como Nação e como Povo. Vossa Excelência tinha razão. Dou a mão à palmatória. José de Viseu

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Navio Escola Sagres!

Respondendo a uma solicitação do filho da escola Virgílio Miranda, homem interessado nestas lides da marinharia, e também para dar o meu singelo contributo para espalhar a História da nossa Marinha pelo infinito Mundo Cibernético, vou deixar-vos aqui algumas fotos e outros dados relacionados com a Sagres, Navio Escola de Marinharia.


Lançada ao mar em 1896 na Alemanha, no porto de Bremerhaven, com o nome de Rickmer Rickmers, foi apreendida pelos ingleses no mar dos Açores, durante a I Guerra Mundial, e passou a chamar-se Flores tendo sido usada como navio de transporte ao serviço da marinha mercante de Sua Majestade. Possivelmente fruto de alguma negociata com os nossos eternos aliados ingleses, em 1924 passou a integrar a Marinha de Guerra Portuguesa transformando-se no segundo Navio Escola da nossa história, a Sagres II.
Escrevi segundo e é verdade, pois entre 1884 e 1898 tinha já existido o primeiro Navio Escola Sagres, ancorado na foz do Rio Douro. Este tinha sido construído em Inglaterra e usado como navio mercante até 1884, data em que foi modificado para servir de navio escola.
Não tendo encontrado quaisquer dados sobre o assunto, admito que não houve navio escola a funcionar durante os últimos 12 anos de Monarquia (mais que provável barafunda política e falta de dinheiro) nem nos primeiros 14 da Nova República instaurada em 1910 (com a concomitante barafunda política e falta de dinheiro publicamente reconhecidas, tal como acontece, de novo, nos nossos dias).


A Sagres II (permitam-me chamá-la assim para evitar mal entendidos) manteve-se ao serviço da Armada Portuguesa até 1961, altura em que chegou do Brasil a sua substituta que lhe roubou o nome. Foi então rebaptizada com o nome de Santo André e manteve-se na Doca da Marinha, no Alfeite até ser entregue aos alemães que a levaram para Hamburgo, a reconstruíram e transformaram em Navio Museu, devolvendo-lhe o nome original de «Rickmer Rickmers».


Também construída na Alemanha, foi lançada ao mar em 30 de Outubro de 1937 uma barca a que foi dado o nome de Albert Leo Schlageter e posta ao serviço da «Kriegsmarine» que é como quem diz, a Marinha de Guerra do III Reich.
Com o fim da II Guerra Mundial os americanos confiscaram-na como presa de guerra. Estariam no seu direito, presumo eu. Três anos depois, em 1948, pelo preço simbólico de 5.000 dólares venderam-na ao Brasil, negócio que pretenderia de certa forma indemnizar a Marinha Brasileira pelos danos causados à sua frota pela acção dos submarinos durante o período de guerra.
Em 1961 chegou a Portugal e à Doca do Alfeite com o nome de Guanabara. Segundo ouvi dizer na altura, quando participei na limpeza e adaptação à sua futura utilização como Navio Escola, ela tinha sido oferecida pelo governo brasileiro à Marinha Portuguesa, mas não tenho qualquer prova que o confirme. Depois de pronta passou a ostentar o nome de «Navio Escola Sagres» e para o que interessa da história, passou a ser a Sagres III.



Esta bela fotografia, da mesma Sagres III, foi tirada em Boston no início de uma regata (suponho que a de 2007) da mundialmente famosa prova «Tall Ships Race».

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

E ainda...!

.-.-.-.-.-.
Para vos compensar pela miserável qualidade das duas fotografias incluídas no post anterior, aqui fica uma foto de qualidade aceitável no nosso açoriano (16244).

O Saudoso Açoreano!


*~*~*~*~*
As fotografias são de facto muito más, mas o que importa é servirem para o fim que me leva a publicá-las aqui, ou seja, para vos fazer lembrar do saudoso açoriano, nosso companheiro da recruta na Escola de Vale de Zebro, que faz tempo abandonou este vale de lágrimas. Só tivemos conhecimento desta notícia pela passagem do Agostinho Maduro pelos Açores, nas férias de verão deste ano de 2009. É uma das notícias menos boas a averbar no rol das efemérides deste ano.
Paz aos mortos e saúde aos que por cá continuam!

Elogio merecido!

Fernando Maudslay (O Évora)

Quem mete ombros à empreitada de organizar um encontro, tal como ele o fez, é com certeza merecedor de rasgado elogio. Há unidades de Fuzileiros que nunca se deram ao trabalho de o fazer, ou sequer pensar nisso. Era também o caso da Companhia Nº 3 de Fuzileiros que partiu para a Guiné nos princípios do ano de 1963. Mas este filho da escola, a quem dirijo este elogio, achou que era tempo de dizer basta e meteu ombros ao trabalho. Trabalho e despesa, pois sem despesa não se consegue fazer nada.
Foi por sua iniciativa e com o fruto do seu trabalho que neste ano de 2009, 44 anos após o regresso da Guiné, se conseguiram juntar em convívio pela primeira vez. Foi a primeira, mas tenho a certeza que não será a última.
Ao Évora e a todos os filhos da escola que pertenceram à CF3, quero desejar um Feliz Natal e um Ano Novo cheio de Prosperidades, com um forte abraço do,
Carlos

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Política e políticos!


Por: Artur/Leiria


Então rapazes!

Não sabem que sempre se disse que a pátria foi, é e será sempre, de soldados e marinheiros heróis, bem recheada?

Agora a escumalha política?

Que raiva, Santo Deus que só sabem desfazer o que os ditos heróis vêm fazendo através dos séculos. No fim, é essa escumalha da política de escárnio, que rindo se vão gozando dos rendimentos chorudos com os quais se obsequeiam, em desprimor da grei que os ensopa de benesses por eles ‘auto-abocanhadas’, mas que em turno, a grei, vai só vegetando como Deus permite…

Vejamos só; quantos governos não houve depois da implantação da república! Agora estes, no presente, vão prevalecendo no poleiro porque vivemos na ilusão que de que a Democracia é verdadeiramente democrática, por isso não há o direito de se atirar com eles pela porta fora.

Democracia?

Sim, é-o para o roubo, para a fraude, para a corrupção, para a mentira e para a chafurdice na mesma gamela porca da política!

Ah, já ia esquecendo, esta democracia permite-me escrever uma cartinha destas sem que tenha amanhã a PIDE a bater-me à porta… aleluia!

Quando entre eles se chamam nomes, nas campanhas eleitorais ou no Parlamento; será isso papel convincente para nos mostrar que eles é que são os melhores, e que fazem algo por nós, ou será isso só para inglês ver?

É realmente lastimável que se tenha que pensar, falar e escrever desta maneira tão negativa! Contudo, já um Eça, entre outros, alimentava a inspiração dos seus escritos na corrupta sociedade da época.

Bom Natal


domingo, 20 de dezembro de 2009

Eu conheço um país...

Para aqueles que gostam de dizer sempre mal de tudo, que acham que vivem no pior país do mundo, que são tão negativistas que só vêem sombras no seu caminho, leiam com atenção estas linhas que são o reconhecimento de que também há coisas de que nos podemos orgulhar neste pequeno país, a que o Alberto João, um tanto ou quanto depreciativamente, gosta de chamar "O Rectângulo".
E tenham todos um Bom Domingo!

"EU CONHEÇO UM PAÍS..." (In Revista "Exportar")
Por - Nicolau Santos
Dir. Adjunto do Jornal Expresso

Eu conheço um país
que tem uma das mais baixas taxas de mortalidade mundial de recém-nascidos, melhor que a média da UE.

Eu conheço um país
onde tem sede uma empresa que é líder mundial de tecnologia de transformadores.

Eu conheço um país
que é líder mundial na produção de feltros para chapéus.

Eu conheço um país
que tem uma empresa que inventa jogos para telemóveis e os vende no exterior para dezenas de mercados.

Eu conheço um país
que tem uma empresa que concebeu um sistema pelo qual você pode escolher, no seu telemóvel, a sala de cinema onde quer ir, o filme que quer ver e a cadeira onde se quer sentar.

Eu conheço um país
que tem uma empresa que inventou um sistema biométrico de pagamento nas bombas de gasolina.

Eu conheço um país
que tem uma empresa que inventou uma bilha de gás muito leve que já ganhou prémios internacionais.

Eu conheço um país
que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial, permitindo operações inexistentes na Alemanha, Inglaterra ou Estados Unidos.

Eu conheço um país
que revolucionou o sistema financeiro e tem três Bancos nos cinco primeiros da Europa.

Eu conheço um país
que está muito avançado na investigação e produção de energia através das ondas do mar e do vento.

Eu conheço um país
que tem uma empresa que analisa o ADN de plantas e animais e envia os resultados para toda a EU.

Eu conheço um país
que desenvolveu sistemas de gestão inovadores de clientes e de stocks, dirigidos às PMES.

Eu conheço um país
que tem diversas empresas a trabalhar para a NASA e a Agência Espacial Europeia.

Eu conheço um país
que desenvolveu um sistema muito cómodo de passar nas portagens das auto-estradas.

Eu conheço um país
que inventou e produz um medicamento anti-epiléptico para o mercado mundial.

Eu conheço um país
que é líder mundial na produção de rolhas de cortiça.

Eu conheço um país
que produz um vinho que em duas provas ibéricas superou vários dos melhore vinhos espanhóis.

Eu conheço um país
que inventou e desenvolveu o melhor sistema mundial de pagamento de pré-pagos para telemóveis.

Eu conheço um país
que construiu um conjunto de projectos hoteleiros de excelente qualidade um pelo Mundo.

O leitor, possivelmente, não reconheceu neste país aquele em que vive... PORTUGAL!

Mas é verdade.Tudo o que leu acima foi feito por empresas fundadas por portugueses, desenvolvidas por portugueses, dirigidas por portugueses, com sede em Portugal, que funcionam com técnicos e trabalhadores portugueses.
Chamam-se, por ordem, Efacec, Fepsa, Ydreams, Mobycomp, GALP, SIBS, BPI, BCP, Totta, BES, CGD, Stab Vida, Altitude Software, Out Systems, WeDo, Quinta do Monte d'Oiro, Brisa Space Services, Bial, Activespace Technologies, Deimos Engenharia, Lusospace, Skysoft, Portugal Telecom Inovação, Grupos Vila Galé, Amorim, Pestana, Porto Bay e BES Turismo.

sábado, 19 de dezembro de 2009

Finalmente!

Até que enfim os meus camaradas e filhos da escola que sofrem daquela esquisita doença que lhes deixa o coração mais verde que folha de alface, podem sorrir e ganhar algum fôlego para entrar no ano de 2010 com alguma esperança (que também é verde) de verem a coisa melhorar!

Saiu barrete!

As modificações introduzidas não surtiram efeito. O Slideshow que fiz através dos álbuns Picasa foi um barrete. Tanto trabalho a preparar, copiar e corrigir o tamanho das fotos escolhidas, para nada. E quando as coisas não saem como a gente quer o melhor é "amandar" tudo para o caixote do lixo e procurar outra solução.
E foi o que fiz!

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Modificações!

Quis introduzir um «Slideshow» na barra lateral e tive que mudar tudo para conseguir que se visse. Não gosto muito do resultado final, mas não tenho tempo para continuar a tentar melhorar esta coisa. Por agora vou deixá-la assim e depois se verá. A primeira dificuldade é que não fui capaz de pôr as fotografias no tamanho correcto e sem resolver isso é difícil ultrapassar o problema. Se alguém souber como agradeço um palpite.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

A ordem das coisas na vida!




Artur/Leiria
Por este andar os filhos da escola irão saber tanto como eu acerca da evolução da minha vida familiar por estas terras que o diabo vai amaçando!
Quando cheguei ao Canadá no dia 7 de Novembro de 1967, é o meu sogro a apanhar-nos, a mim e à mulher vindos de Lisboa, no aeroporto de Toronto. Mas antes, aconteceu uma serie de eventualidades que nem cão merece! Mas a vida é composta de cruzes, umas mais pesadas do que outras, mas logo tenhamos força e vontade para se carregar com elas a coisa vai…
Logo ao regressar à terra depois da disponibilidade da Marinha, encontro a minha futura cara-metade em férias do Canadá. Como a donzela à primeira vista agradou, pus logo unhas e dentes ao serviço e preza ficou mesmo presa pelas garras cá do escola. Contudo, papéis já estavam finalizados para uma achega até à Alemanha, lá vai este rapaz, ter que se despedir de amores em estado de florescimento, com um até breve! Parto eu para a cidade de Colónia e ela para Tuppervile uma aldeola no sul do Ontário, rica em produção de tomates e beterraba de açúcar. Depois de muita troca de correspondência, decidimos por fim a uma vida a sós e optar por uma a dois. O casório ficou decidido na nossa santa capelinha da nossa não menos santa terrinha. Logo aí, porque as coisas não foram feitas numa logística à altura, ficamos dependentes de papéis que obrigatoriamente teriam que vir de Toronto, tivemos que mendigar junto de pessoas que conheciam a família da minha futura noiva, para testemunharem, que esta ainda não era casada como protocolo da igreja católica. Depois de ter conseguido tais elementos tudo se tornou viável e os corações fundiram-se a 16 de Abril de 1967. Logicamente que, a intenção era disparar logo para o Canadá, só que os meus documentos legais andavam por mãos que estavam carentes de unção para possibilitar que os mesmos pudessem deslizar melhor para este lado. Tudo mais ou menos seguiu essa norma, só que para mal dos meus pecados e porque as coisas estavam a ficar demoradas, o passaporte da mulher estava em estado de expiração, e como não era canadiana ainda, lá foi ela à frente trabalhar na apanha dos tomates junto à família. Posso dizer que, aí foi a parte mais difícil da minha vida de recém-casado, porque fiquei num impasse total. - Será hoje, será amanhã, que tudo ficará resolvido? Uma expectativa só vista nos militares de 58 e 59, em Vila Cabral, que nunca esqueci, que mais tarde poderei contar.
A 15 de Outubro vou buscar a mulher ao aeroporto de Lisboa vinda do Canadá, porque a aconselharam lá, talvez para venderem mais um bilhete de avião, que tudo se tornaria mais rápido com a presença dela em Portugal, por fim no dia acima referido (7 de Novembro) partimos para o “há cá nada.”
No aeroporto estava o meu sogro com uma brutal banheira à nossa espera que, quando começou a andar, e porque eu tinha deixado uma carrinha Volkswagen no canteiro à beira-mar atrás, com um motor que mais parecia um de rega, perguntei-lhe se o carro dele tinha um motor eléctrico. Claro que foi pergunta tola, mas acreditem que o contraste entre carros era tão notável que a questão saiu sem ter pensado.
A viagem decorreu de noite para as quintas (farms) dos tomates que levou cerca de 3 horas. A estrada rasgava as planícies extensas do sul do Ontário cobertas de neve, posso dizer que foi algo que jamais esquecerei pela diferença paisagística entre os dois países e, a novidade duma vida nova a começar em terras tão estranhas mesmo depois duma África e uma Alemanha!

Topo: Na Alemanha, cidade de Colónia em 1966
Segunda: Junto à banheira do meu sogro nos 'farms' de tomates no sul do Ontário
Terceira: Depois de um dia de trabalho, pensativo e colado ao conforto do aquecimento
Em baixo: Com o primeiro rebento

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Como um aconchego natalício…



Por Artur/Leiria
Como podemos ver nestas fotos, o frio que se vai fazendo sentir, faz-nos reviver o tempo de Natal, que até os próprios bichinhos são carentes do aconchego dos que lhes são pertences. Neste caso são os patinhos a juntarem-se talvez para discutir, à sua maneira, claro, os planos a prosseguir para enfrentarem o inverno rigoroso que, graças ao Menino Jesus, só agora vem ao virar da esquina, quando por ordem usual climatérica devia-mos estar já bem embrenhados nesta ingrata e severa estação canadiana!

Falando em Natal; quero pois desejar e retribuir também um Santo Feliz Natal a todos os amigos colegas de armas, suas famílias e a todos os visitantes deste blogue…

Bom Natal a todos!

domingo, 13 de dezembro de 2009

Boas Festas!

Não é a Ana Moura, mas podia bem ser!
E está a cantar um fado para nos alegrar a alma!
Olhai para mim já que vos não posso ver!
Cuidado com o coração, não percais a calma!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Foi tiro que falhou!
















Em cima: estou eu a apreciar a labuta da pesca;
tentando compreender a engrenagem das coisas
inerentes à faina da mesma…
Em cima: o saco da rede que, pesado e vagarosamente,
se vai aproximando do seu término.















Em cima: a concretização do falhanço da faina, no seu término!
Em baixo: o juntar dos magros sucessos duma pesca falhada!
















Por: Artur/Leiria
Como as fotos atestam, nesta faina da pesca na Praia de Mira, bem pertinho da cidade de Aveiro em Setembro de 2007, foi tiro que falhou!
Depois de um trabalho intenso, com máquinas e braços, o resultado foi mísero! No meio disto tudo, o empresário, um rapaz que foi criado na costa oeste do Canadá, nas lidas também da pesca, que dá um berro junta à rede, a uma rapariga que atrevidamente arrancou um peixe, dos mais graúdos, que caiu na rede. Lógico, que era bem evidente o desalento na sua cara, pelo insucesso de todo o seu gasto e trabalho despendido; por isso, talvez, a sua abrupta reacção para com a moça a que me referi em cima. Coisas, não muito boas, que a vida nos obsequeia no dia-a-dia. Mas no meio disto tudo, apesar de a vida ser um jogo, resta-nos o consolo de se saber que o sol vai nascer sempre no amanhã que lá vem…

Em jeito de balanço!

O ano de 2009 está prestes a acabar. Muitas coisas podem ainda acontecer, daqui até ao dia 31 de Dezembro, mas quero crer que não haverá mais nenhuma alteração ao número que, de seguida, aqui vou publicar.
Desde o início do ano, até hoje, tomei conhecimento do falecimento de 7 filhos da nossa escola, a de Março de 1962. São eles:
16244 - Adriano
16399 - Bento
16443 - Arménio
16446 - Alex
16602 - Ernesto
16718 - Rodrigues
16854 - Conquistador
Sobe, assim, o número dos já falecidos (de que eu tenho conhecimento) para 42. Ou seja, dos 261 incorporados, naquela já longínqua data, restam 219 sobreviventes.
Um grande número destes 219 filhos da escola nunca foi contactado, não sabendo dizer-se com certeza quantos estarão de facto vivos. Peço, como sempre faço quando transmito estas informações, que me comuniquem qualquer notícia que se relacione com o falecimento de alunos da Escola de Fuzileiros desta incorporação.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Fuzileiros Templários!

Foto de família de um convívio recente

Há dias juntou-se-nos um seguidor de Tomar. Numa mensagem especial fiz alusão ao facto, esperando que surgisse um comentário a propósito. Pensei que na Associação de Bombeiros de Tomar pudesse pontuar algum filho da escola que quisesse estabelecer contacto connosco e seguir-nos nesta viagem através do tempo.
Como não aconteceu nada estou a desafiar de novo a sorte e ver no que dá. Alguma coisa se tem que escrever, não é? E tratando-se de filhos da escola, então faz-se com mais vontade ainda.
Avante fuzileiros!

O número 12 para o Jordão!

Hoje temos mais um seguidor neste blog - o Francisco Jordão.
O ter aceitado escrever qualquer coisa (espero que muita coisa) em co-autoria, no Blog das poesias, transformou-o também em seguidor deste blog e do da CF2.
Longa vida como poeta ao nosso camarada Jordão!

Tintinaine - a evolução dum nome e…











…o desenvolver duma ideia!


















Por Artur Leiria
Curiosamente quando estou a trabalhar é quando a inspiração me suscita escrever, só que no momento não o posso fazer e quando chego a casa as ideias sumiram! Mas lá consegui hoje preservar algumas, deste meu discernimento exposto aqui. Este artigo hoje, é muito em especial dedicado ao nosso famigerado Carlos e ao seu controverso “Tintinaine!”
Assume-me que este nome teve o seu princípio pelo simples facto de que no ano 62, do terceiro quartel do passado século de Nosso Senhor Jesus Cristo, recentemente extinguido e passado à historia; rico de histórias inerentes a estes nobres e galhardos rapazes fuzileiros! Ocorre-me à ideia, que o 16429, Manuel Silva, cheio de vida e galhofando, como o estou lembrando, expressou-se alto e bom som, que era o Twenty nine, dizendo: - “ I am twenty nine”.
Contudo, nesses anos regidos pelo outro senhor, aquele a quem roubaram a ponte e que nas escolas tinha quadros alusivos à formação de bons cidadãos, boas famílias e com ditos tais como: “Tudo pela, nada contra a Nação” – “Se soubesses quanto custa mandar gostarias mais de obedecer”, etc., etc. Mas o que mais me impressionava, era ele na sua foto, mesmo por cima do quadro, que estava sempre de vigia a olhar para mim, seguindo-me até com os olhos, quando me mudava na sala dum lado para o outro. Ora este senhor que morreu pobre porque casou com o Amor da Pátria e não com os seus bens, como fazem os de agora! Que nos livrou da guerra! Que nos tirou da miséria das dívidas com a miséria! Merecia estátuas do tamanho de castelos para uns, e que se deixe estar quietinho onde está, para outros… Era aguerrido contra os ingleses que o espezinharam sempre, muito em especial quando estes exigiam, sempre que lhes era pedido, um porco em troca dum chouriço.
Talvez por isso, o inglês não era currículo nas escolas em desprimor para o francês. Eis aí, a razão porque eram poucos os versados nesta língua. Hoje infelizmente, com o impacto da internet, desgraçadamente tornou-se na língua universal! Este “anglo saxon (nismo)”; língua prenha e multifacetada de adultérios e masturbações, onde não se escreve o que se diz, ou diz o que se escreve, que nem sequer serve para lavar os pés à língua lusa de suma pureza!
Desculpem este meu desencadear, mas logo haja um corajoso que persista e leia até ao fim, nem tudo foi em vão.

Tintinaine, era o que foneticamente soava aos ouvidos dos mancebos colegas, do colega em causa(!?) Então, o twenty nine foi alcunhado de Tintinane, o que num nome tudo é aceite e apreciado, talvez até elevado, a uma outra dimensão onde se denota um acarinhamento mais aconchegado…
Em alcunhas somos patentes de topo de lista, que quando pega não larga! Cá agora? Como exemplo, nos açores temos: as famílias “Água de Alto,” hoje apelido próprio derivado do mesmo nome usado como alcunha.
Quem não ouviu falar daquela história passada com um individuo de conhecimentos modestos, que ao registar uma filha recém-nascida na conservatória do registo civil e quando lhe perguntaram que nome queria dar à cachopa depois do Maria, este, mantendo-se pensativo por algum tempo, por fim disse:
- Olhe: prante-lhe Ana. Pronto, lá ficou a pobre rapariga com o nome: Maria Prantelhana… (?!)
É sabido que, o português, é dum carácter único, duma singeleza impressionante, cheia de contrastes, que como exemplo: corta-se um dedo para não se ir à guerra, mas ao ir-se, e, logo ao ver-se o sangue do colega ao lado, este torna-se num jovem pujante de força e coragem, onde o seu latinismo entra em acção; defendendo heroicamente o corpo caído e esmorecido do camarada!
Somos, ou não somos diferentes? Que até em nomes não se foge à regra!

Um abraço a todos!

Há um Verde e um Maduro.
Quem duvidar que amaine.
Cheios de sangue puro!
Disso o Artur está seguro.
Ainda um Carlos “Tintinaine”.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Criança sofre!

Do espólio fotográfico do meu irmão Zé, trouxe mais esta recordação daqueles tempos. Ele era um dos condutores da Companhia e neste caso fazia o transporte do lixo para fora da nossa Base de Metangula.
E vejam quantos ajudantes ele arranjou para o auxiliarem na sua missão.
Por uma voltinha de carro ou uns restinhos de comida, à porta do refeitório, eles faziam qualquer coisa. Eles sentiam-se felizes com essas pequenas coisas que a nós não custava nada fazê-lo. Quem poderia dizer, ao ver esta cena, que havia uma guerra em curso e que eles pertenciam ao «outro lado»?

Sorriso na cara!

O meu irmão (sorridente) com o Cristo

O que o fará sorrir desta maneira? Quem sabe, a boa disposição não tem explicação, sente-se e mais nada. E isso é bom, ou não?
Há dias apareceu por aqui o Victor Santos, a quem chamávamos o Cristo II, o que possibilitou a publicação de mais algumas fotografias dos tempos da CF8. Foi bom tomar conhecimento do seu para deiro e saber que está tudo bem com ele. Dias depois tomei conhecimento da morte do outro Cristo, o Manel Lopes, o que quer dizer que agora há só um Cristo.
Hoje, ao repassar os álbuns de fotografias do Zé Silva, dei de caras com esta foto em que aparece o Victor e decidi trazê-la aqui de modo a provocar um comentário do visado. Acho esquisito ele frequentar o blog e não deixar aqui uma palavra. Da CF8 só o António Páscoa está em contacto connosco através deste blog. Seria bom contar com mais alguém.
Vá lá, Victor! Diz qualquer coisa! Porque se ria o Zé Silva?

Acabou-se a «Dolce Vita»!

Ano de 1966 - Partida para o Niassa

Todos sabiam que mais dia menos dia isso iria acontecer. As regras para as companhias de Fuzileiros em Moçambique estavam claramente estabelecidas, naquele tempo. Um ano na cidade, logo à chegada, e mais outro ano, no mato, antes do regresso à Metrópole.
Assim aconteceu também com a CF8. Passamos um ano inteirinho em Lourenço Marques e um certo dia mandaram-nos embarcar no paquete Império, rumo a Nacala. De lá apanharíamos outro transporte até ao Niassa. Em princípio seria um avião da Força Aérea, mas acabou por ser um comboio da Linha do Malawi, o famoso «Comboio do Catur». E o resto da viagem em Berliets Tramagal do Exército Português.
Bem bom! No tempo do Afonso Henriques era a pé... e a pedir!

domingo, 6 de dezembro de 2009

Um galho da árvore genológica...















Por Artur/Leiria
Hoje, domingo, curiosamente deveria estar trabalhando, mas como temos no trabalho, por direito, dois dias livres por ano, para festejarmos o nosso dia de aniversário; tirei hoje o último a que tenho direito. Então dediquei-o a uma visita à minha família da parte da filha, que vive a 100 Klms a norte da cidade de Toronto. Como se pode apreciar na foto inserida, aí estão eles bem escarrapachados, gosando um dia de ócio bem à maneira! Curiosamente também, este trabalho foi feito num pequeno computador portátil APLE, que nem precisa de fios, nem “stick” para se ligar à internet! Em qualquer parte que este seja ligado, logo não estejam as ligações bloquedas pela companhia fornecedora, liga-se gratuitamente como se o mundo fosse nosso. Por este andar temos que andar agarrados sempre à carteira e, a ter também que, vigiar as contas bancárias 24 horas ao dia!
Ora esta gente castiça e fotogénica que podem apreciar, são o sangue do nosso sangue, que nos mantên agarrados a estas terras que nos vão amassando com o frio que nem o diabo quer...
A giria reza que: “quem tem um gosto sua-lhe o rosto...” neste caso o gosto vale todo suor, ou não é assim, camaradas?

Um abraço!

Votos de Natal!



Pratos Limpos!

Agostinho Seco e Leiria. No Infante D. Henrique,
no regresso ao continente.

Os três da vida airada! Da esquerda para a direita; Loureiro, Leiria e Seco.
No regresso ao continente em Luanda.

O Agostinho Seco à esquerda do Sargento Vitorino.
Na festa anual duma das quadras Natalícias.

Por Artur/Leiria
Serve esta listagem para clarificar algumas dúvidas no artigo: “Lembrando e Relembrando Sempre…” onde o Carlos pôs em causa a dúvida em ser o Agostinho Seco que está fardado de branco no meio de nós na foto do centro. Então, sou eu agora a pôr tudo no seu devido lugar, confirmando desta forma que é ele, o Agostinho, e não o Carlos Amaral, Moço da Botica como o Carlos insinuou. Se ao acaso algum de vós tiver dúvidas do que afirmo, temos o Loureiro para clarificar o enredo que, melhor do que ninguém, conheceu o Agostinho, porque eram de terras vizinhas e, aí está mais uma prova, talvez, porque os dois vinham juntos no regresso ao continente onde por vezes incluimos o Marcelino e eu claro. Fico-me por aqui, na esperança de que os pratos ficam desta feita, bem limpos! Ficarão?

sábado, 5 de dezembro de 2009

Assim é que é!

16223 - António Trindade Tavares

No meu outro blog, o da Companhia 2 de Fuzileiros, romanceei a história deste filho da minha escola, supondo-o morto. Assim mo fizeram crer e eu que andava ansioso por escarrapachar aqui a sua história, avancei ás cegas e esbarrei-me.
Hoje, sabendo que afinal ele está vivo e com a sua vida normalizada, isto é, com os seus fantasmas devidamente arrumadinhos dentro do armário, quero transferir esse relato para este blog, onde deveria ter sido publicado, emendando aquilo que, por desconhecimento, tive que inventar.
Mas, antes disso, vou pôr-me em contacto com ele para esclarecer algumas dúvidas e não fazer asneira outra vez. Como diz o velho ditado latino, "Errare humanum est", e foi isso que me aconteceu, embora sem intenção, mas posso sempre rectificar aquilo que fiz mal ou, pelo menos, tentar.

Conspiracy of Secret Societies!













    Símbolo Maçónico no dólar americano,
secretamente influenciado por esta sociedade!


















Por Artur/Leiria
Pratos limpos e já!
Nota: No Blogue Porta da Capitania do Luis Oliveira, há uma listagem com vídeo onde uma Doutora Sueca fala sobre a conspiração da vacina contra a doença suína H1N1 (…), cuja teoria já venho a acreditar mesmo antes de a ter visto, por causa das conspirações que há muito vêem assolando o mundo!

Curiosamente o mundo foi sempre dominado por famílias poderosas. A América foi fundada debaixo da pata impositora de gente dessa! Em poucas palavras, quando foi desmantelada a Sociedade dos Templários, em 18 de Março de 1314, o que na altura não secreta; pelo rei francês Filipe IV e com a aceitação do papa Clemente V que estava exilado em França. Desse evento foram formadas umas quantas sociedades secretas que se vêem impondo, e de que maneira, até aos dias de hoje. Ora os templários foram formados com o consentimento da igreja para defender o túmulo de Cristo em Jerusalém. Só que se tornou na elite mais poderosa no mundo europeu, porque os dinheiros e terras lhes eram dadas pelos soberanos, para desenvolver e proteger! Tornaram-se assim tão poderosos que os próprios reis, muito em especial os franceses, passaram a ter medo e ciúmes até, do seu poder e controlo do dinheiro! Ter em conta que, foram eles que formaram a banca com os mesmos parâmetros de hoje. Curiosamente em Portugal, porque era um país extremamente vassalo ao Papa, por pedido do nosso rei (D João I, penso), foi-lhe concedido o direito de continuarem em Portugal, com o novo nome dos Templários da Ordem de Cristo, com sede em Tomar, onde o Infante D Henrique foi o sexto "Grand Master". Dai saíram todos os navegadores almirantados, portugueses, com excepção de Fernão Magalhães, que aí a história difere, a que já me referi num artigo no, Escola de Fuzileiros sobre a Índia. Portanto amigos; com os nossos - os bons - descobriu-se o mundo - dando novos mundos ao mundo. Os maus, ao tornarem-se sigilados, passaram a ser os corsários, os piratas, os donos da escravatura, os traficantes de ópio e outras drogas oriundas muito em especial da China. Como se pode isto relacionar com as famílias poderosas de hoje? Vejamos: as sociedades secretas tais como os “Maçons, Hospitalairs e a Illuminati”, entre outras, que tinham poder, dinheiro e conhecimentos, tinham as suas ‘Lodges’, onde eram depois aceites, depois de muita investigação; as chamadas famílias ‘clãns’, ricas por si. São hoje a “Rockefeller family”, “Hancok family’, “Jeffreson family”, “Kennedy family”, “Bush family” e “Kinsinger”, entre centenas de outras. Donas de bancos, companhias de seguros, de investimentos, do petróleo e das gigantes dos remédios e muito mais! (…) Façam a pesquisa debaixo de : Secret Societies; ou Bilderberg Group; ou World Order Government; ou Free Masons…

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Lembrando e Relembrando Sempre...







































Por Artur/Leiria
Hoje insiro esta postagem, mais com o intuito de relembramos cenas com colegas vividas em comum na nossa vida de marinha e também como homenagem ao Agostinho Seco, que está ao centro na foto do meio, que infelizmente já não é fisicamente pertence deste mundo, que embora imperfeito, queremos com unhas e dentes e com toda a força agarrarmo-nos a ele.
Na foto do topo à esquerda, temos o Loureiro que adorava a bola, pelo que me recordo era daqueles que a bola podia passar mas o homem nem pensar. Contudo, o Timoneiro lá o conseguiu arrastar ao último encontro na área da Figueira da Foz, donde ele é natural. Oxalá não se fique só pela sua terra, uma vez que mais ao sul ainda é Portugal.
Na mesma foto ao meio, o Marcelino, para mim o homem que talvez tenha mudado menos no seu aspecto, de todo o grupo da CFN2! Para mim, sem que tenha convivido muito com ele, era um ‘escola’ bem alinhado, sem problemas de espécie alguma; sempre são e escorreito!
O mais à direita; se não souberem, também não digo. Sim, é ele mesmo; aquele que estão a pensar.
Foto do meio, captada em Luanda; o dito Marcelino, o Seco que está no Além de Deus, por Ele levado, e mais à direita, o já dito também, o futebolista ferrenho!
Na de baixo; cá o rapazote com o “futebolista ferrenho”, a bordo do Infante no regresso às raízes; captada talvez junto a Luanda…

Banda da Armada



Foto retirada da contra capa da revista da Armada de Dezembro, o autor é o CAB L Figueiredo.
Os filhos da escola de todas as gerações têm orgulho na nossa banda . Por três vezes desfilei ao som da Banda da Armada no juramento de bandeira, numa procissão da senhora da saúde (os tipos da legião caíam que nem tordos com o sol abrasador que fazia nesse dia) e outro desfile foi no 10 de Junho na praça do Comércio.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Ociosidades...






Por Artur/Leiria
Ao rever fotos no meu álbum, lembrei-me ao deparar-me com estas, de as publicar; quanto mais não seja para dar uma ajuda ao incansável Timoneiro D. Carlos.
Curiosamente neste dia, a máquina com a qual estas fotos foram tiradas, foi roubada por um sorrateiro sujeito, que parece que o estou a ver, ainda hoje depois de todos estes anos idos, de cima duma toalha minha, enrolada na minha roupa na praia, enquanto estávamos todos dentro de água a uma distância considerável. Mas como o instinto de preservação dos haveres cá do rapaz, estava bem activo, para a conservação do pouco que se tinha na altura, o qual não se podia perder. Então com um olho no gato e outro nas filhoses, e ao aperceber-me do que se estava a desenrolar, gritei: “a minha máquina”. E não é que, todos nós, num ápice, já estávamos calcorreando a areia bem junta aos calcanhares do atrevido larápio, passando o objecto em causa, logo e de imediato, para este lado. Faz-me isto lembrar o que os mais velhos diziam na minha terra; que havia lá um homem que viveu até morrer, sempre do que não era dele onde, se alguém lhe perguntava, por exemplo, se tinha ido aos seus feijões, ele respondia: “fui, fui, estou a comer deles; queres?” Era um ladrão tão honesto no que dizia, que ninguém teve coragem de lhe fazer a vida negra. Teve uma vida de passarinho que nunca semeou mas colheu sempre, e esta hein? Será que esta ainda pegava hoje?
Quanto aos bonitões nas fotos fica para vocês desvendarem este puzzle; os seus nomes e algo importante inerente a eles, mas aqui a ajuda do mestre passa a estar de folga hoje, segundo reza a escala de serviço. É uma ordem!

Boa música!

Conhecem o Bolero de Ravel?

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Corruptos há em todo o lado!


Infelizmente!
Há dias publiquei uma foto do famoso prédio de 33 andares que foi construído na baixa do Maputo. Segundo o Luis Oliveira já foi implodido, está portanto aquele problema resolvido.
Hoje recebi esta foto, enviada pelo Virgílio, mostrando outro mamarracho que está a ser construído em Oeiras. Será coisa do Isaltino? Quanto terá embolsado para autorizar tal atropelo? E se não foi ele, então quem foi? Sim, porque algum culpado tem que haver!
Os tubarões do cimento armado furam por todo o lado e engolem quem se lhe atravessar no caminho, mas alguém tem que os travar. Essa tarefa cabe aos autarcas que nós elegemos para zelarem pelos nossos interesses. É desta maneira, ao autorizarem tais construções, que o fazem?
Com certeza que não. E alguém tem que lhes começar a apontar o dedo. É tempo de começarmos a ficar menos calados e «botar a boca no trombone», como dizem os brasileiros.
Em último caso pede-se ao Otelo que mande dinamitar aquela merda e vem tudo abaixo! Para grandes males, grandes remédios!

sábado, 28 de novembro de 2009

farra


A vida está difícil, banho de mangueira e bejecas "Sagres" e cantando: esta vida de marinheiro dá cabo de mim ....