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domingo, 28 de fevereiro de 2010

Leões Ferozes!

Sem saber o que dizer para expressar a minha satisfação prefiro
oferecer-vos esta brincadeira com os Leões a sério e os seus
ajudantes!
Quando todos ajudam, não custa nada, não é verdade?




sábado, 27 de fevereiro de 2010

Uma Confissão...

Por Artur/leiria
O padre estava a atender no confessionário, quando lhe deu uma daquelas inadiáveis vontades de ir à casa de banho. Como as confissões não podiam ser interrompidas, chamou uma freira que passava por ali para o substituir por alguns instantes. Deixou-lhe uma lista dos principais pecados e respectivas penitências. A freira, muito solícita, concordou. A primeira pessoa que ela atendeu foi uma bichinha, que confessou logo:
- Padre eu pequei.
A freira, engrossando a voz para se fazer passar pelo padre, disse:
- Qual foi o teu pecado, filho?
A bichinha respondeu:
- Eu dei o cu, padre...
A freira procurou na lista de pecados, mas não encontrou nada sobre dar o cu.
Sem saber que penitência deveria dar, pediu licença e saiu à procura do padre.
No caminho, encontrou o sacristão e perguntou-lhe:
- Diz-me, o que é que o padre dá para quem dá o cu?
O sacristão respondeu:
- Ele a mim dá-me um pastel de nata e uma coca-cola...

Robalos Gregos!?!?

Este robalo foi pescado na foz do Rio Vouga, vulgo Barra de Aveiro, um robalo não residente, ou seja, que vive no mar, ao contrário dos residentes, que vivem para montante da foz, muitas vezes junto dos molhes, entre as pedras. É mais claro do que estes e assim pode distinguir-se muito facilmente dos robalos de aquacultura que enchem as bancas em todo lado. Já os residentes são iguais no aspecto aos de “aviário”. Como distingui-los então? Os robalos de aquacultura são mais moles, têm gordura no ventre e por vezes ainda ração nas tripas.


Feita a apresentação do bicho, vamos à caldeirada que, com o tempo, evoluiu de receita de família para um misto de outras saboreadas, sobretudo com a introdução de pimento e rodelas de limão, etc..

---oOo---

O texto acima não é da minha autoria, nem é minha intenção dar-vos lições de Zoologia ou receitas de Culinária. Serve apenas como introdução para vos contar aquilo que, hoje, me vai na alma.
Lembram-se daquele fulano que ia pela rua fora e alguém que se cruza com ele lhe diz - Olá filho da terra?
Este fulano que não reconheceu quem desse modo o saudou, pôs-se a magicar na razão de tal saudação:
- Chamou-me filho da terra. Que quereria ele dizer com isso?
- Pensando bem, filho da terra é um caracol!
- Um caracol tem cornos!
- Ai o grande filho da mãe que me chamou «cornudo»!
Comigo passou-se coisa semelhante. Acordei a pensar que hoje joga o Benfica.
Onde? Em Matosinhos.
E o que há em Matosinhos? Um porto de pesca.
E onde há um porto de pesca há peixe para vender.
E eu, sempre que vou comprar peixe, compro «Robalos». A minha mulher prefere salmão, mas isso é outra história e fica para outro dia.
Na última vez que fui à lota de Matosinhos comprar peixe e fui apreçar os robalos, pediram-me 15€ por um kilo. Fui andando e vendo o que havia em exposição e, de repente, caiem-me os olhos num cabaz cheiinho de robalos, encimados por uma pequena placa que apregoava 7.50€ / kilo. Perguntei se era verdade e responderam-me que sim. Voltei atrás e fui ter com o primeiro vendedor, dizendo-lhe:
- Então você está a vender o robalo a 15€ e ali o seu vizinho do lado está a oferecer-mo a 7.50€? Como é que isso pode ser?
- Aquilo são robalos gregos, amigo! Se é aquilo que quer volte lá e compre.
Não entendi o que ele quis dizer, mas também não quis dar parte de fraco e vim-me embora sem comprar qualquer robalo. Mais tarde dirigi-me a uns amigos, aqui na Póvoa, especialistas nessas lides, e questionei-os obre o assunto.
- Eh pá, isso não tem nada que saber! São robalos de «aquacultura», peixe de aviário!
Estou sabendo!

Não se pode ganhar sempre!

O Vitória de Setúbal empatou com o Benfica. O União de Leiria ganhou ao Setúbal. Daqui se pode concluir que o União de Leiria é melhor que o Setúbal e muito melhor que o Benfica.
Nada mais errado. No futebol a lógica é mesmo uma batata!
E assim o União perdeu, hoje, com o Vitória de Guimarães, provando assim que não é uma questão de ser melhor ou pior, mas sim de ser o seu dia de sorte ou de azar. Além de a bola ser redonda (grande novidade!!!) há um certo número de factos que se conjugam para que a vitória sorria a uma ou a outra equipa.
Portanto, amigo Leiria, tem paciência para que te não caia o cabelo antes do tempo!

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

É festa, é festa...!

Admitindo que vamos organizar o convívio do pessoal da Companhia 8 de Fuzileiros, neste ano de 2010, lá para o fim do verão e que, muito provavelmente, vai ter lugar na Associação de Fuzileiros do Barreiro, gostaria de agendá-lo para o período em que o Artur Sousa (Leiria) vai cá estar de férias.
Isto porque tenho que encontrar-me com ele e promover o contacto com outros filhos da escola e parece-me ser essa a altura ideal. Alguns amigos comuns, alguns camaradas da CF2, coisa e tal e tínhamos aí uma festa e peras. Que tal a ideia? E tu Leiria, que me dizes a isto? Qual a data ideal para ti?
Bota faladura e diz da tua justiça, pois temos que reservar a sala. Fico à espera!

Dá-me licença, Sr. Comandante?

Quarenta anos é muito tempo! Senão vejam como a natureza mudou o nosso 2º Comandante. A foto da esquerda foi tirada em 1968 e a da direita em 2008. Esta semana, como já tive oportunidade de vos contar, estabeleci contacto com ele. Por sorte, ele é também utilizador da internet e do e.mail o que ajuda muito nestas coisas. Em três tempos fez-me chegar as suas fotografias que agora tenho o prazer de aqui vos mostrar. Para o António Páscoa, para o Moisés Almeida e para o Américo Laranjeira vai ser uma surpresa boa, estou certo. Não conheço nenhum outro membro da nossa Companhia que use a net, mas pode haver muito boa gente que reconheça o aqui retratado, tanto da Marinha como de fora dela. E todos podem deixar aqui uma saudação que ele verá com toda a certeza, pois me vou encarregar de lhe fazer chegar a notícia.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Feitiço contra o feiticeiro!

Por Artur/Leiria
Procurando furos ficamos furados!
Como é óbvio estes rapazes num rasgo de influência das hormonas juntaram os seus magros trocados e vão de arrendar um famoso Jaguar para impressionar e conquistar garinas, na bela capital moçambicana no ano de 1963/64.

Como a foto atesta temos o Inteiriço de pneu na mão, o Veiga de pé à civil, como que a tomar conta da ocorrência, o escola do meio com devisa, que me parece ser o Emídio, e por fim o fotógrafo de serviço que não é outro senão o autor deste artigo.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

O Nosso Imediato!

Nas companhias de fuzileiros não havia o costume de chamar «Imediato» ao 2º Comandante. Havia, no entanto, alguns casos em que se ouvia essa designação.
Refiro-me a isso porque hoje usei o número de telefone que o Virgílo me arranjou e consegui meter conversa com o «Imediato» da Companhia 8. A conversa desenrolou-se do seguinte modo:
- Boa tarde. Estou a falar com o Sr. Carlos Alberto Rosa Garoupa?
- O próprio.
- Aquele que esteve em Moçambique, na Companhia Nº 8 de Fuzileiros?
- Exactamente, eu era o Imediato.
- Então o que tem feito desde 1968?
- Mas com quem estou eu a falar?
- Com um marinheiro fuzileiro, seu antigo subordinado, de quem não se deve recordar ao fim de tantos anos.
- Muito bem. Eu depois de regressarmos de Moçambique, ainda fiz mais uma comissão em Angola, como comandante de um Patrulha e depois saí da marinha.
- E em que ocupou o seu tempo?
- Fui para Londres, fiz um curso de informática e por lá fiquei até há dois anos atrás em que regressei a Portugal. Ainda vou trabalhando como consultor de informática.
- Que maravilha! É disso mesmo que estamos necessitados, pois a malta usa os computadores, mas não percebe patavina disto. Agora, quando precisar de ajuda, já sei a quem recorrer.
- E então qual foi a razão do seu contacto?
- Estamos a tentar organizar um encontro para o pessoal da nossa Companhia, lá para o fim do verão e queria convidá-lo a estar presente.
- Com certeza, sem problema.
- Sabe do paradeiro de mais algum oficial ou sargento da Companhia?
- Sei apenas que o Tenente Saltão já faleceu. De resto não sei de mais ninguém. Com a minha ida para Inglaterra nunca mais encontrei nenhum dos camaradas da nossa Companhia.
- Como é um homem das informáticas deve ter um endereço de e.mail.
- Claro que sim.
- Dos graduados da nossa Companhia, o único que usa o correio electrónico é o Sargento Moisés que, aliás, agora é Capitão-Tenente. Vou mandar-lhe o endereço para se poderem contactar.
- Ok, fico muito grato.
- Por agora é tudo. Logo que tenha mais novidades volto a entrar em contacto. Hã, uma última coisa, preciso que me mande uma fotografia daqueles tempos e outra actual, para o nosso álbum de recordações.
- Sem problema. Depois tratamos disso.
- Então até á próxima e um abraço.
- Até...

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Notícias da 8!

Razão tinha o Alfredo Jordão, quando disse que tinha visto o nosso 2º Comandante no Pingo Doce de Oeiras! E eu com ele riscado da minha lista, como já falecido! Que grande bronca!
Com a inestimável ajuda do Virgílio descobri o seu número de telefone e só esperava por uma oportunidade de lhe ligar. Pois, foi hoje o dia. Por azar não o apanhei em casa, mas falei com alguém que me respondeu a todas as perguntas que fiz e me confirmou ser ele a pessoa que eu procurava. E combinámos uma nova chamada para amanhã, por volta do meio-dia, para chegar à fala com o nosso homem.
Depois disso terei que telefonar ao Tenente Ribeiro para lhe contar a novidade.

Estou banzado!

Nem um comentário sequer sobre o álbum de fotos do meu irmão Zé! Porque será? Ninguém viu ou ninguém gostou do que viu? Ou será simplesmente porque ninguém reconhece ninguém?
De facto é sabido que só o António Páscoa, entre o pessoal da CF8, é visita habitual deste blog. Mas nem ele disse uma palavra sobre o assunto!
Estou banzado!

domingo, 21 de fevereiro de 2010

A Harley, a vaselina e o futuro sogro

Por Artur/Leiria
Certo dia o Felisberto resolveu comprar uma mota.
A sua escolha recaiu sobre uma Harley. Só havia um problema: os cromados.
O vendedor aconselhou-o a usar vaselina para os proteger sempre que chovesse, e assim foi:
O Felisberto sempre que via chuva, lá ia ele besuntar a sua bela mota com vaselina.
À pala da mota, conheceu uma rapariga e começaram a andar juntos.
Ela, certo dia resolve convidá-lo para ir jantar lá a casa e conhecer os seus pais. E assim foi.
Chegada a hora da refeição, o pai diz:
- Cá em casa temos uma regra: quem falar primeiro depois da refeição acabada, lava a loiça.
Felisberto achou tudo muito estranho, mas assim fez.
No final da refeição resolveu experimentar para ver se ninguém falava mesmo,
e começa a beijar a namorada à descarada.
Grande marmelada à mesa e ninguém se pronunciava.
Resolveu ir mais longe e pegou na namorada, pô-la em cima da mesa e... Pimba.
E tudo continuava calado.
Não contente, pega na futura sogra que por sinal não era de deitar fora e... Pimba.
E ninguém dizia nada.
Nisto começa a chover.
Felisberto dirige-se ao seu blusão de cabedal e saca da embalagem de vaselina.
O pai da noiva olha assustado para aquilo e diz muito rapidamente:
- OK, OK, eu lavo a loiça!!!!!...

Incrível!

Hoje recebi no meu mail uma mensagem com o texto que podem ler abaixo. Eu sei que não se pode acreditar em tudo que circula pela internet, mas quem teria razões para inventar uma patranha destas? E assim, fico a questionar-me se uma coisa destas é possível acontecer neste país. Quem souber que me responda! Assim não admira que a parcela das «Despesas» do nosso Orçamento de Estado, seja sempre superior (e em muito) à das «Receitas»!


INÊS DE MEDEIROS, SIM AQUELA QUE É FILHA DO VITORINO DE ALMEIDA É AGORA DEPUTADA DO PARTIDO SOCIALISTA, PELO CIRCULO DE LISBOA. CONTUDO, ELA TEM A RESIDÊNCIA EM PARIS.
ASSIM SENDO, RECEBE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA 528.00€ (DIÁRIOS) DE AJUDAS DE CUSTO, PARA ALÉM DE VIAGEM PAGA A PARIS, IDA E VOLTA, AOS FINS DE SEMANA.
ATENÇÃO !!! 528.00 Euros, por dia!!! COMO É POSSÍVEL ACEITAR-SE ISTO!

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Álbum do Zé Silva

Selecção de fotografias da Companhia Nº 8 de Fuzileiros, em comissão de serviço em Moçambique, entre 1965 e 1968.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Identificação

Para levar a efeito um convívio com o pessoal da Companhia Nº 8 de Fuzileiros, preciso de saber de quem estamos a falar. Tenho uma lista completa (creio eu) de toda a Companhia. Tenho também bastantes fotografias, mas a minha memória não me ajuda já a reconhecer toda a gente. Assim trago-as aqui numa tentativa de ver se alguém me ajuda a identificar os camaradas que comigo fizeram comissão em Moçambique, entre 1965 e 1968. Quem puder ajudar deixe, por favor, aqui um comentário.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Páscoa!

O título nada tem a ver com as festividades católicas que acontecem no fim da Quaresma e Semana Santa. É apenas um truque para chamar a atenção do António, meu camarada da CF8 e caloroso apoiante da Naval 1º de Maio, para a notícia que se segue.
Tal como em particular o tinha informado, enviei a minha lista de endereços do pessoal da nossa Companhia ao Sargento Moisés. Ele prometeu que a iria analisar com o máximo cuidado e acrescentar os endereços em falta que pudesse conhecer. Acabei de a receber de volta, com apenas meia-dúzia de nomes acrescentados, o que não é um grande avanço.
Sugeriu que nos encontrássemos nas instalações da Associação do Barreiro, por várias razões, entre as quais o preço mais económico lá praticado. É uma ideia e poupa trabalho ao nível da organização da coisa. Mas para isso temos muito tempo ainda. E digo isto porque com o encontro da CF2 no início de junho, não me convém que este se faça antes do fim do verão ou início do Outono. Que te parece, tanto a data como o lugar?
Dirijo-te a pergunta directamente porque me parece seres o único que acompanha este blog, no que à CF8 se refere. Talvez o Vitor Santos (Cristo) leia também este recado e se assim for peço-lhe que se habitue a deixar aqui um comentário, para sabermos com quem contamos.
Eu vou acrescentar à minha lista os nomes que o Moisés me enviou e depois voltarei aqui para vermos as hipóteses de ir com isto por diante. Se contactares com o Jordão, passa-lhe o recado e vê se ele arranja mais alguns contactos, talvez o Vitorino pelo menos.
E meios-parabéns pelo empate da tua equipa, ontem. Pelo menos não perdeu que era o que queriam os de Guimarães!

Aos meus amigos...

Por Artur/Leiria
Oferenda!
Aos meus queridos amigos para que não levem a vida tão a serio, devido à política catastrófica do “Sócras,” no nosso tão querido torrão pátrio, que vai andando pela rua da amargura! São essas desilusões que nos alimentam o espírito para se aceitar o choro do fado!
 
Mas valha-nos fadas destas que expõem o que têm de bom para se apreciar! Uma vez que as fadistas só sabem expor o seu fadário. Não tenhamos dúvida que elas são umas verdadeiras “teasers”; sabendo que os homens não são alérgicos a estas coisas…
Viva a liberdade!

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Pôr a máscara!

E agora tenho que me pirar. A minha cara metade chama, quer ir ver o Carnaval, dar uma volta, espairecer. Se calhar vou seguir o conselho do Valdemar e dar um pulo à Tasquinha das Fodinhas, em Ponte de Lima. Não é uma boa ideia? Eu depois conto-vos. Até logo! Ah, ia-me esquecendo de pôr a máscara!

Belos tempos!

E ainda no rasto do post anterior, posso mostrar-vos mais duas fotografias tiradas durante uma Parada ou Guarda de Honra que teve lugar em Lourenço Marques, mas da qual não recordo os pormenores.
Reconhecem esta Praça que aparece aqui em primeiro plano?
Pode ver-se também, claramente, a cara do nosso 1º, Barata Botelho.
Parece um bando de gaivotas em terra, como diz o Valdemar!

O Estouro!

Já toda a gente sabe que o meu computador deu o berro. Por muitas promessas e garantias que o «arranjador» destas máquinas me tenha feito e dado, nada adiantou. Perdeu-se tudo, absolutamente 100% do que lá havia.
Já lá vai uma semana, depois do fatídico acontecimento e tenho gasto o tempo a reconstruir os meus ficheiros e recuperar o que é possível. Casos há em que tive que começar do zero, recorrendo a documentos escritos que, por sorte, ainda guardo.
Vasculhei tudo quanto é CD, DVD e Data Transporters para recolher pedaços de ficheiros, há muito esquecidos. Até à internet fui buscar algumas das fotografias que lá tinha posto no ano passado. Coisas há, no entanto, que se perderam para sempre. Paciência e cara alegre. Não vale a pena chorar por aquilo que não tem remédio.
Nas minhas buscas para tentar recuperar as fotografias dos meus saudosos tempos de Marinha, encontrei algumas fotografias que em tempos tinha passado no scanner, para serem publicadas neste blog, mas que me parece nunca ter feito. Esta, por exemplo, em que apareço com o Zé Carlos (Gato) numa aldeia nativa que ficava na ponta mais a sul da península de Metangula.
Ou esta outra, com a minha esquadra completa recebendo ordens do Tenente Ribeiro.
Ou ainda estoutra a bordo de um Zebro, patrulhando o rio Limpopo.
Como vêem nem tudo se perdeu. Ou dito de outra maneira, há males que vêem por bem, pois se assim não fora não teria encontrado estas fotografias para vos mostrar agora. Haja Deus!

Chicos expertos fechados num elevador...

Por Artur/Leiria
Four guys and a woman are stuck in an elevator. While they are stuck, they strike up a conversation.

The first guy says, 'I'm a Y.U.P.P.I.E., you know... ''Young, Urban, Professional, Peaceful, Intelligent, Ecologist.''

The second guy says, 'I'm a D.I.N.K.Y, you know... "Double Income, No Kids Yet."

The third guy says, 'I'm a R.U.B., you know... ''Rich, Urban, Biker."

The fourth guy says, I am a D.I.L.D.O, you know... "Double Income, Little Dog Owner.''


They turn to the woman and ask her. ''What are you?''

She replies; 'I'm a WIFE, you know...

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Contraceptivo alentejano!


Por Artur/Leiria
Esta, amigos, nem que tenha que pagar direitos de autor, tem que ir mesmo. Saquei-a ao grande Rafael, que nos presenteia com material de alta estirpe. Ri a bom rir, oxalá dê para vocês rirem também. Em baixo, podem ver o comentário que escrevi no blogue do Rafael. Quanto ao pagamento do direito de autor; que tal uma garrafa de tremoços, um palito e um jornal na próxima achega a Portugal?
...o0o...
Uma alentejana, de passagem por Lisboa, vai à cabeleireira, onde estão várias outras mulheres,
lisboetas todas armadas em senhoras muito importantes e cultas.
Enquanto esperam que os cabelos sequem, falam de sexo e sobre os diversos processos que usam para evitarem a gravidez:
- Eu tomo a pílula!
- Ai, eu uso um DIU...
- Eu não me dou com isso - o meu marido usa camisa!
Uma delas pergunta à alentejana:
- E a senhora, o que é que usa?
- Ora, como ê e o mê maride semos pobres, a gente usa o baldi!...
- O balde?!...
- Como disse?
- O balde? É algum método novo?
- Bem, como vocemecês vêem, ê cá sou alta, mas o mê Manele é muito gordo e mais baixo do que eu!
E com ê sou desembaraçada e na gosto cá de pesos em cima de mê corpo. fazemes sexo de pê.
Por isso ele sobe para cima dum baldi e... quando ele começa a fazê caretas e a dezer estupidezes, ê dou um puntapê no bladi...

Comentário:
"Artur/Leiria disse...
Está mesmo boa camarada!
És sempre aquela máquina, que não encrencas nem enferrujas!
Fizeste-me rir, porra! Vai com jeito pá, tem dó de quem é pobre de humor…
De certeza que mais alguns vão comentar, logo leiam esta trapalhada alentejana, que ainda usam o velho método da marcha atrás, mas de pontapé no ‘baldi’!



Rir… rir… rir… até dizer chega."

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Tires


Avioneta cai e piloto suicida-se. O governo está para cair, esperemos que o piloto não siga as pisadas ...

O Polvo!


Por Artur/Leiria
(Artigo de de José Ilídio)
Responder
Contra os Canhões.
Em Portugal, amanhã Não teremos SOL.


O POLVO

Este é o título do Jornal SOL, que "SÒCRATES", o meu "Pato Socras" tenta barrar, tenta censurar tirar de circulação, com a ajuda de amigos do Supremo.
Na redacção do Semanário SOL, ninguém recebe, nem assina a intimação que a justiça tenta entregar no SOL, para censurar o Jornal.

Nunca antes neste País a Justiça, apoiou uma ditadura.
Vamos lá de hoje para amanhã, a batalha será entre a Liberdade, e a ditadura. Os Números do semanário, que está sendo censurado, já saiu para Angola e outros países. Em Portugal, não sabemos se amanhã teremos SOL. Viva PORTUGAL.

Abaixo a Censura.

PS: Segundo notícias frescas amanhã ainda vai haver SOL.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Portugal estrebuchando!


Por Artur/Leiria

Para não se afundar!...

Santa Misericórdia! Lá vem outra vez o copo “meio vazio” num mundo de tristes incertezas que nos roubou a habilidade de sabermos apreciar quando este, Graças a Deus, está “meio cheio!”

Todavia, estamos abarrotando de esperanças sobre o que melhores dias nos proverão…

Esperança; foi sempre a última a morrer e a nossa está viva e de saúde!

Coragem; faz parte dos corajosos que sobre estes reza a história!

Vontade; seja esta o incentivo puro que nos alente animicamente!

Força; será o impulso físico a despender para desatolar o nosso Portugal do lamaceiro que o tenta engolir como esta máquina que se afunda!

União; compraz a força necessária para despoletar esta selvática bagunça, dos Patos Pançudos que nos roubam o pão da boca!

O plano; será a formula sobre parâmetros a desenvolver para se poder salvar a máquina que ainda estrebucha, à procura duma verdadeira libertação!

Vamos a eles, rapazes…

Pata na poça!

Por Artur/Leiria

No cimento com a carroça!

Para enfeitar/compensar um pouco o ramalhete das tristezas dos artigos prévios, ofereço-vos esta “pata na poça” a qual poderá acontecer a qualquer mortal desprovido de cuidados!

A atenção, ou falta desta, é o resultado muitas vezes, penso, para não dizer atrevidamente que o é. Contudo, até apostaria que o é mesmo.

A falta de concentração no que se está fazendo, porque obcecadamente sonhamos acordados, com problemas, aspirações à alegria, ensejos de uma vida melhor e ainda; o tentar criar-se uma neutralidade total numa mente que já não sabe esquecer!

Zumba, catre bumba, zumba, que as coisas acontecem, e eu por mim falo, porque tudo isto cá para o homem da diáspora, é o puro e constante prato do dia-a-dia…

Mas haja saúde e coza o forno, e, que a coisa vá correndo sem desavenças de maior, para que nos mantenhamos vivos e amigos para sempre…

Olhos nos olhos; sentinela alerta!

Está lá tudo...

Por Artur/Leiria

Só perdeu o feitio!

Era esta a expressão verbal mais castiça do nosso companheiro da flatulência musical!

Ao ver esta foto na Net, trouxe-me à memória o nosso camarada de armas, com as suas apropriadas graças e o estado económico miserável em que o nosso país se vai arrastando; embora com um pouco negativismo à mistura! Miséria; é o que se vai atravessando no Haiti, entre muitos países que pouco melhor estão; por esse mundo fora das desgraças…

O nosso compadre alentejano, quando alguém deixava cair um utensílio de vidro na caserna e se partia, ele ia – “o vidro está aí todo só perdeu foi o feitio”. Claro, que não era preciso muito, para mancebos como nós, que tinham cama e mesa garantidos, partirem o caco a rir!

Neste caso porém, das caixas com garrafas espalhadas como a foto mostra, faz-me lembrar numa conotação negativa, o estado em que o nosso Estado está: “as caixas e as garrafas estão lá todas só perderam foi o feitio…”

Ora, é precisamente o que se vai passando nessa política portuguesa que está rota, feita em pedaços e esfanicada, pela estrada ampla mas dolorosa da política que afecta todos e cada um de nós!

Sim, está lá tudo, mas é preciso alguém começar por apanhar os pedaços e pô-los nos seus devidos lugares, e como é lógico: Voluntários Precisam-se…

Heróis do mar! Marinheiros!
Nobre povo duma Nação valente…
Como sempre; sejais os primeiros:
Coragem, cabeça erguida, marchar em frente…

A Pobreza dos ricos...!

O ano de 2010 é um ano de combate acérrimo à pobreza e exclusão social. Um combate de todos, das pessoas e das Instituições. Um dos princípios fundamentais é o reconhecimento do direito fundamental das pessoas em situação de pobreza e da exclusão social a viverem em dignidade e a exercer os seus direitos. Uma das causas da pobreza é a riqueza indigna e corrupta. O escritor moçambicano, Mia Couto, escreveu este poema em que lembra aos ricos a sua responsabilidade perante o fenómeno injusto da pobreza, intitulado:

Pobreza dos nossos ricos

A maior desgraça de uma Nação
É que, em vez de produzir
riqueza, produz ricos,
mas ricos sem riqueza.

Na realidade, melhor seria chamá-los
não de ricos mas de endinheirados.
Rico é quem possui meios de produção
Rico é quem gera dinheiro
Endinheirado é quem tem dinheiro,
ou que pensa que o tem.

Porque, na realidade,
o dinheiro é que o tem a ele.
A verdade é esta:
são demasiado pobres os nossos “ricos”.

Aquilo que têm, não detêm.
Pior, aquilo que exibem como seu,
é propriedade de outros.
É produto de roubo e de negociatas.

Não podem, porém, estes nossos
endinheirados usufruir
De tudo quanto roubaram.

Vivem na obsessão
de poderem ser roubados
Necessitavam de forças policiais à altura,
mas forças policiais à altura,
acabariam por lançá-los
a eles próprios na cadeia (…)
Mia Couto

Dá-nos este escritor
Em tempo de aflições
Com amargo sabor
Algumas lições

De economias a pique
Sem ética e moral
Que servem a Moçambique
E também a Portugal…
A.T.Verde

É isso mesmo…


Por Artur/Leiria

Levar no ‘rabiosque’ e cara alegre!

Notável a forma como este cavalheiro que acaba de perder a sua carrinha de caixa aberta com uma árvore desta envergadura, e, no fim encara tudo isto com um senhor sorriso nos lábios! Certamente que é um americano maluco mas alegre!
Se todos nós encarássemos a vida desta forma, o fado teria que ir pregar para outra freguesia e o Marceneiro, neto, teria que optar por outros afazeres… quanto mais não fosse rachar lenha.

O azar desta “Pata Brava”…


Por Artur/Leiria

A perda dos seus patinhos.

Falando no aspecto fabulário; como se pode ver nesta foto, o amor que esta Pata Brava demonstra para com alguns dos seus patinhos que acidentalmente acabaram de passar através dos espaços da tampa da sarjeta é colossal.

Se o Pato Sócras fosse dotado de um pouco desse mesmo amor, mas esse amor não se compra na farmácia, claro, o nosso Portugal poderia ir enveredando por vias abastadas de sucesso, onde o amor fraterno se irradiaria num viver alegre e saudável com todos Patos Portugueses…

Oxalá haja consciência no acto do voto, que é talvez a única solução para uma vida melhor de todos os patos irmãos.

Haja coragem...
Viva a bicharada!

A MÁFIA SOCRÁTICA




Por Artur/Leiria
"Patos Mafiosos"

"Não falimos por um milagre"
José António Saraiva, director do semanário ‘Sol’, revela ao CM que o Governo o pressionou para não publicar notícias do Freeport e que depois passou aos investidores
Correio da Manhã – O ‘Sol’ foi coagido pelo Governo para não publicar notícias do Freeport?
José António Saraiva – Recebemos dois telefonemas, por parte de pessoas próximas do primeiro-ministro, dizendo que se não publicássemos notícias sobre o Freeport os nossos problemas se resolviam.
– Que problemas?
– Estávamos em ruptura de tesouraria, e o BCP, que era nosso sócio, já tinha dito que não metia lá mais um tostão. Estávamos em risco de não pagar ordenados. Mas dissemos que não, e publicámos as notícias do Freeport. Efectivamente uma linha de crédito que tínhamos no BCP foi interrompida.
– Depois houve mais alguma pressão política?
– Sim. Entretanto tivemos propostas de investimentos angolanos, e quando tentámos que tudo se resolvesse, o BCP levantou problemas.
– Travou o negócio?
– Quando os angolanos fizeram uma proposta, dificultaram. Inclusive perguntaram o que é que nós quatro – eu, José António Lima, Mário Ramirez e Vítor Rainho – queríamos para deixar a direcção. E é quando a nossa advogada, Paula Teixeira da Cruz,
ameaça fazer uma queixa à CMVM, porque achava que já havia uma pressão por parte do banco que era totalmente ilegítima.
– E as pressões acabaram?
– Não. Aí eles passaram a fazer pressão ao outro sócio, que era o José Paulo Fernandes. E ainda ao Joaquim Coimbra. Não falimos por um milagre. E, finalmente, quando os angolanos fizeram uma proposta irrecusável e encostaram o BCP à parede, eles desistiram.
– Foi um processo longo...
– Foi um processo que se prolongou por três ou quatro meses. O BCP, quase ironicamente, perguntava: "Então como é que tiveram dinheiro para pagar os salários?" Eles quase que tinham vontade que entrássemos em ruptura financeira. Na altura quem tinha o dossiê do ‘Sol’ era o Armando Vara, e nós tínhamos a noção de que ele estava em contacto com o primeiro-ministro. Portanto, eram ordens directas.
– Do primeiro-ministro?
– Não temos dúvida. Aliás, neste processo ‘Face Oculta’ deve haver conversas entre alguns dos nossos sócios, designadamente entre Joaquim Coimbra e Armando Vara.
– Houve então uma tentativa de ataque à liberdade de imprensa?
– Houve uma tentativa óbvia de estrangulamento financeiro. Repare--se que a Controlinveste tem uma grande dívida do BCP, e portanto aí o controlo é fácil. À TVI sabemos o que aconteceu e ao ‘Diário Económico’ quando foi comprado pela Ongoing – houve uma mudança de orientação. Há de facto uma estratégia do Governo no sentido de condicionar a informação. Já não é especulação, é puramente objectiva. E no processo ‘Face Oculta’, tanto quanto sabemos, as conversas entre o engº Sócrates e Vara são bastante elucidativas sobre disso.
– Os partidos já reagiram e a ERC vai ter de se pronunciar. Qual é a sua posição?
– Estou disponível para colaborar.
_(Com a devida vénia ) J.V.

O Deslumbramento...


Artur/Leiria
Nota: Mais um artigo, rapazes, digno de ser publicado e lido por vós, de José Viseu, para que se venha a saber ao pormenor como vão as modas no nosso/deles Portugal.
...oOo...
O PROCESSO chamado 'Face Oculta' tem as suas raízes longínquas num fenómeno que podemos designar por 'deslumbramento'.

Muitos dos envolvidos no caso, a começar por Armando Vara, são pessoas nascidas na Província que vieram para Lisboa, ascenderam a cargos políticos de relevo e se deslumbraram.
Deslumbraram-se, para começar, com o poder em si próprio. Com o facto de mandarem, com os cargos que podiam distribuir pelos amigos, com a subserviência de muitos subordinados, com as mordomias, com os carros pretos de luxo, com os chauffeurs, com os salões, com os novos conhecimentos.
Deslumbraram-se, depois, com a cidade. Com a dimensão da cidade, com o luxo da cidade, com as luzes da cidade, com os divertimentos da cidade, com as mulheres da cidade.
Ora, para homens que até aí tinham vivido sempre na Província, que até aí tinham uma existência obscura, limitada, ligados às estruturas partidárias locais, este salto simultâneo para o poder político e para a cidade representou um cocktail explosivo.
As suas vidas mudaram por completo. Para eles, tudo era novo - tudo era deslumbrante.
Era verdadeiramente um conto de fadas - só que aqui o príncipe encantado não era um jovem vestido de cetim mas o poder e aquilo que ele proporcionava.
Não é difícil perceber que quem viveu esse sonho se tenha deixado perturbar.
Curiosamente, várias pessoas ligadas a este processo "Face Oculta" (e também ao caso "Freeport") entraram na política pela mão de António Guterres, integrando os seus Governos.
Armando Vara começou por ser secretário de Estado da Administração Interna, José Sócrates foi secretário de Estado do Ambiente, José Penedos foi secretário de Estado da Defesa e da Energia, Rui Gonçalves foi secretário de Estado do Ambiente.
Todos eles tiveram um percurso idêntico.
E alguns, como Vara e Sócrates, pareciam irmãos siameses : Naturais de Trás-os-Montes, vieram para o poder em Lisboa, inscreveram-se na universidade, licenciaram-se(?), frequentaram(?) mestrados.
Sentindo-se talvez estranhos na capital, procuraram o reconhecimento da instituição universitária como uma forma de afirmação pessoal e de legitimação do estatuto.
A QUESTÃO que agora se põe é a seguinte: por que razão estas pessoas apareceram todas na política ao mais alto nível pela mão de António Guterres?
A explicação pode estar na mudança de agulha que Guterres levou a cabo no Partido Socialista.
Guterres queria um PS menos ideológico, um PS mais pragmático, mais terra-a-terra.
Ora estes homens tinham essas qualidades: eram despachados, pragmáticos, activos, desenrascados.
E isso proporcionou-lhes uma ascensão constante nos meandros do poder.
Só que, a par dessas inegáveis qualidades, tinham também defeitos.
Alguns eram atrevidos em excesso.
E esse atrevimento foi potenciado pelo tal deslumbramento da cidade e pela ascensão meteórica.
Quando o PS perdeu o poder, estes homens ficaram momentaneamente desocupados.
Mas, quando o recuperaram, quiseram ocupá-lo a sério.
Montaram uma rede para tomar o Estado.
José Sócrates ficou no topo, como primeiro-ministro, Armando Vara tornou-se o homem forte do banco do Estado - a CGD -, com ligação directa ao primeiro-ministro, José Penedos tornou-se presidente da Rede Eléctrica Nacional, etc.
Ou seja, alguns secretários de Estado do tempo de Guterres, aqueles homens vindos da Província e deslumbrados com Lisboa, eram agora senhores do país.
Mas, para isso ser efectivo, perceberam que havia uma questão decisiva: o controlo da comunicação social.
Obstinaram-se, assim, nessa cruzada.
A RTP não constituía preocupação, pois sendo dependente do Governo nunca se portaria muito mal.
Os privados acabaram por ser as primeiras vítimas.
O Diário Económico, que estava fora de controlo e era consumido pelas elites, mudou de mãos e foi domesticado.
O SOL foi objecto de chantagem e de uma tentativa de estrangulamento através do BCP (liderado em boa parte por Armando Vara).
A TVI, depois de uma tentativa falhada de compra por parte da PT, foi objecto de uma 'OPA', que determinou a saída de José Eduardo Moniz e o afastamento dos ecrãs de Manuela Moura Guedes.
O director do Público foi atacado em público por Sócrates - e, apesar da tão propalada independência do patrão Belmiro de Azevedo, acabou por ser substituído.
A Controlinvest, de Joaquim Oliveira (que detém o JN, o DN, o 24 Horas, a TSF) está financeiramente dependente do BCP, que por sua vez depende do Governo.
Sucede que, na sua ascensão política, social e económica, no seu deslumbramento, algumas destas pessoas de quem temos vindo a falar foram deixando rabos de palha.
É quase inevitável que assim aconteça.
O caso da Universidade Independente, o Freeport, agora o 'Face Oculta', são exemplos disso - e exemplos importantes da rede de interesses que foi sendo montada para preservar o poder, obter financiamentos partidários e promover a ascensão social e o enriquecimento de alguns dos seus membros.
É isso que agora a Justiça está a tentar desmontar: essa rede de interesses criada por esse grupo em que se incluem vários "boys" de Guterres.
Consegui-lo-á?
Não deixa de ser triste, entretanto, ver como está a acabar esta história para alguns senhores que um dia se deslumbraram com a grande cidade.
Esta é a forma mais eloquente de definir um parolo provinciano com tiques de malandro, mas sempre de mão estendida, pior que os arrumadores que uma vez na vida se revelam minimamente úteis independentemente do ar miserável como se apresentam e se comportam quando não se lhes dá a famigerada moedinha.
Nota de José de Viseu: Com a devida vénia. Vá lá que ainda há gente que vê...que estes "laparotos" existem. Sem comentários. Está lá tudo. J.V.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Filosofia de vida!

Um professor, durante a sua aula de filosofia sem dizer uma palavra, pega num frasco de mayonese e esvazia-o...tirou a mayonese e encheu-o com bolas de golf. A seguir perguntou aos alunos se o Frasco estava cheio. Os estudantes responderam sim.
Então o professor pega numa caixa cheia de Caricas e mete-as no frasco de mayonese. As Caricas encheram os espaços vazios entre as bolas de golf.
O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a dizer que sim.
Então...o professor pegou noutra caixa...uma caixa cheia de areia e esvaziou-a para dentro do frasco de mayonese. Claro que a areia encheu todos os espaços vazios e uma vez mais o pofessor voltou a perguntar se o frasco estava cheio. Nesta ocasião os estudantes responderam em unânime "Sim !".
De seguida o professor acrescentou 2 taças de café ao frasco e claro que o café preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes nesta ocasião começaram a rir-se...mas repararam que o professor estava sério e disse-lhes:
'QUERO QUE SE DÊEM CONTA QUE ESTE FRASCO REPRESENTA A VIDA'.
As bolas de golf são as coisas Importantes: como a familia, os filhos, a saúde, os amigos, tudo o que te apaixona. São coisas, que mesmo que se perdesemos tudo o resto, nossas vidas continuariam cheias.
As caricas são as outras coisas que importam como: o trabalho, a casa, o carro, etc. 
A areia é tudo o demais, as pequenas coisas.
'Se pomos 1º a areia no frasco, não haveria espaço para as caricas nem para as bolas de golf. O mesmo acontece com a vida'. Se gastássemos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teríamos lugar para as coisas realmente importantes.
Presta atenção às coisas que são cruciais para a tua Felicidade. 
Brinca ensinando os teus filhos,
Arranja tempo para ires ao medico,
Namora e vai com a tua/teu namorado/marido/mulher jantar fora,
Pratica o teu desporto ou hobbie favorito.
Haverá sempre tempo para limpar a casa e reparar as canalizações 
Ocupa-te das bolas de golf 1º, das coisas que realmente importam.
Estabelece as tuas prioridades, o resto é só areia...
Um dos estudantes levantou a mão e perguntou o que representava o café. O professor sorriu e disse: 
"...o café é só para vos demonstrar, que não importa o quanto a vossa vida esteja ocupada,sempre haverá espaço para um café com um amigo. "

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Uma questão de olfacto!

Não se assustem com a ligeireza dos meus dois posts anteriores.
Garanto-vos que ainda não perdi a razão, mas é que já li o Correio da Manhã, de fio a pavio e não fiquei nada entusiasmado com o que vejo acontecer neste país.
A cada dia que passa e a cada nova revelação dos jornais e televisão, noto que a m.... cheira cada vez mais mal! E tenho a certeza absoluta de que não sofro de qualquer problema olfactivo!

O Milionário!

Estas duas personagens formam um casal.
Que vos parece que as une?
O dinheiro dele, está claro! Olhem para o tamanho da carteira que ele carrega!

Raça de Leão!

Caro amigo Zé Pintado!
Ofereceste-me este animal de estimação e eu, como não sou egoista, vou deixá-lo aqui para ser admirado por todos os nossos visitantes. Muitos são adeptos ferrenhos como tu e vão gostar de ver aqui o seu símbolo, mesmo que "ligeiramente" travestido!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Peripécias de catraios!

Artur/Leiria
- Malditos grilos que não me deixam dormir! Era a minha mãe levantada a lamentar-se e a tentar que uns quantos grilos que cantavam às tantas da manhã casa adentro se calassem.
Mal sabia ela que naquela manhã de um dia de verão, no início da década dos cinquenta, este catraio foi entiçado a escapulir-se por um colega, que à distância me ia dando sinais para irmos brincar. Sem meias medidas, logo ao notar que a minha mãe não me estava vendo, safo-me por carreiros além e atalhos, à velocidade de estafeta, tentando criar distância considerável entre nós, para que no caso de ela chamar por mim; se não a ouvisse, era como se ela não me estivesse a chamar! Como era de se esperar, já tinha o colega da aventura ofegando afilitivamente bem perto de mim; perguntando se a minha mãe não tinha visto eu safar-me. Claro que na altura isso era irrelevante, o que interessava é que a meu ver, estava livre para enfrentar toda a peripécia que se nos deparasse! Incluindo a roupa à pele...
Naquele dia perguntamo-nos o que íamos fazer, ao que eu propus em irmos apanhar grilos. Logo, decisão tomada, caminhamos por campos propícios para residência  de tais predilectos bichinhos. Ouvidos à escuta, e não levou muito a ouvi-los cantarolando de contentes, agradecendo ao seu deus pelo dia maravilhoso que lhes ia oferecendo! Mal sabiam eles que estes dois algozes, como aves de rapina, iriam sacar-lhes alguns membros de família… A astúcia faz parte do sucesso nestas aventuras de cachopos de aldeia. Ora, para quem não conhece o grilo, este constrói uma toca pequenina no meio de ervas de meia altura e à frente desta como cartão-de-visita, faz um terreirinho muito liso onde passa horas cantando os seus versos, talvez aos seus amores, que a mãe natureza tão generosamente lhes ofertou!
Pé-ante-pé, lá íamos tentando descortinar através da sua música onde estava o palco com o seu artista cantando ao vivo.
- Ah! Ali está ele, era um de nós a apontar onde se estava a realizar a solo tão adorável concerto musical!
- Aguenta, eu apanho-o. Zás, que havia de se tapar a entrada do bastidor do palco para que interditasse a retrocesso ao mesmo de tão castiço intérprete…

Ah, este já cá canta! Colocando-o temporariamente debaixo do quico na cabeça do meu comparsa…
Repetidamente esta operação delicada se ia repetindo, com a cabeça do colega já cheia de grilos debaixo do quico...
- Alto aí pá! Temos que fazer-lhes umas gaiolas com alface dentro para comerem, foi o colega a lembrar.
- Boa ideia, disse eu, o meu avô costumava trazê-los dentro dum vão de cana rachada para pôr a alface, servindo também de gaiola, e tapava com uma rolha de carrasca de pinheiro que fazia; tens uma navalha não tens?

- Claro, um bom marinheiro aparelha-se em terra, disse ele. Depois de termos feito algumas gaiolas, porque na área havia os materiais necessários para construção das mesmas, foi assunto resolvido num abrir e fechar de olhos. Continuamos na faina da apanha, sem notarmos que o tempo ia correndo a bom passo, e a fome que por graça não nos apoquentava, onde o sucesso se expandiu ao ponto de que já tínhamos grilos para dar e vender; mesmo depois de alguns teimosos, porque não saíam com a palhinha das cócegas, levavam com uma ‘urinadela’ na testa!
Regressamos a aldeia, saltitando ao pé-coxinho de contentes, sem que fizéssemos a mínima ideia, de que havia de haver sardinha fresca lá em casa!
- Por onde andou o menino todo o dia, foi a minha mãe a perguntar, um dia inteiro sem comer e eu farta de chamar por ti. Vais ao ‘lenheiro’ buscar um pau para apanhares com ele e depressa.
Lá fui eu choramingando, a antecipar as que iam cair no pêlo, e eu com os ‘grilinhos’ dentro das gaiolas de cana nos bolsos, no meio das que iam chovendo no rabo, abriram-se algumas gaiolas e como é de esperar: cadeia aberta há que escapar, e os meus prisioneiros foi mesmo isso que fizeram, mas como que a gozarem comigo e sem vergonha; cantavam… cantavam… noite fora..., ao ponto da minha mãe, que não sabia da fuga das minhas presas, a levou a lamentar-se e a dizer noite fora:
- “ Malditos grilos que não me deixam dormir!”
Perdoa-me mãe lá dos céus, porque eu não media o que fazia…

O Traidor!

Desde há uns dias, circula pelas caixas de correio do e.mail a mensagem que podem ler abaixo. Será verdade ou pura e simplesmente para prejudicar o candidato? Convém saber isso, pois ser comunista não é doença nenhuma, mas ser traidor já é outra música!
»»»
Conheço este problema pessoalmente. Estava em Luanda, quando Alegre se pirou. Mais tarde, quando entrei prá “guerra” o meu Batalhão foi colocado em Nóqui, lá em cima, encostado ao Zaire, junto à fronteira com Matadi.
Nessa região ouvia-se através dos famosos rádios portáteis Hitachi, com uma boa onda média, a voz de Matadi e a voz da Argélia, emissores criados por desertores que, através de infiltrados nas forças armadas, denunciavam as n/operações. Muitas das emboscadas que sofremos resultaram da traição desses “grandes filhos da puta “.
Uma das vozes que se ouvia era a desse pulha, Pateta Alegre. Lembro-me que 48 horas após se ter instalado um posto de observação, um grupo de combate, um canhão, um radar no cimo do morro de Noqui, donde nós observávamos toda a movimentação de aproximadamente, 2.000 “turras” concentrados numa sanzala no outro lado da fronteira, ouviu-se a voz do Alegre a denunciar a nossa posição.
Andámos a levar porrada na estrada entre S.Salvador e Nóqui durante mais de 4 meses. Numa das viagens sofremos 9 ataques.
Um dia, em Nóqui, junto ao Rio, onde se situava o nosso aquartelamento, o então Tenente-Coronel Isaltino, mandou tocar a formar. Formou-se o Batalhão e o corneteiro tocou a sentido, fez-se silêncio chegou o Tem.Coronel e disse: o furriel Marta (mulato) dê um passo em frente. O sacana era o informador. Fazia-o através dum preto que era vendedor das célebres colchas congolesas, em Nóqui.
Nesta guerra a Pide teve um papel muito importante. Informávamo-nos dos movimentos desses traidores.
Bem…. não sei se estás a ver… o cabrão não foi linchado porque foi imediatamente evacuado para Luanda. Cerca de 2 anos depois, estava eu ainda na guerra ouvi a voz deste traidor nas rádio Maatadí. Tinha fugido das cadeias de Luanda.
Sofri no corpo os efeitos da atitude desses traidores.
«««

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Macacada pegada...!

Uma garotinha pergunta a sua mãe:
-Como é que se criou a raça humana?
A mãe respondeu:
-Deus criou Adão e Eva, eles tiveram filhos, e os filhos tiveram filhos, e assim se formou a raça humana.
Dois dias depois, a garotinha faz ao pai a mesma pergunta e o pai responde-lhe:
-Há muitos anos existiam macacos, que foram evoluindo até chegarem aos seres humanos que vês hoje.
A garotinha, toda confundida, foi ter com a mãe e disse-lhe:
-Mãe, Como é possivel que me diga que a raça humana foi criada por Deus e o pai diga que evoluiu do macaco? E a mãe respondeu-lhe:
-Olha, minha querida, é muito simples: "Eu falei da minha família, o seu pai falou da dele!"...

Tentando fazer cama...!


João Silva em viagem de negócios, longe da família... livre que nem um passarinho.
Quarenta anos, executivo, senta-se na poltrona do avião com destino a New York e, maravilha-se com uma deusa sentada junto à janela.
Após 15 minutos de vôo ele não se contém:
- É a 1ª vez que vai a New York?
- Não, é uma viagem habitual.
- Trabalha com moda?
- Não, viajo em função de minhas pesquisas. Sou sexóloga.
- Suas pesquisas dedicam-se, a quê?
- No momento, pesquiso as características do pénis masculino.
- A que conclusão chegou?
- Que os Índios são os portadores de pénis com as dimensões mais avantajadas e os Árabes são os que permanecem mais tempo no coito. Logo, são eles que proporcionam mais prazer às suas parceiras.
Desculpe-me Senhor, eu estou aqui falando mas não sei o seu nome...
- Mohammed Ali Águia Branca da Silva!

Já chegaste a este nível?

Artur/Leiria
Segundo o que poderá resultar deste mundo do vício do com(putas), dos jogos e da NET como se poderá ver o rapazote na foto de cima. Certamente que a foto de baixo passará a ser a prova real, do que um dia vamos querer junto à derradeira campa que nos há-de servir para sempre. Mal, por mal, será melhor assim, do que outros vícios, que no fim são causadores de tragédias mais dolorosas!
Por isso não deixem que bichinho vos roa… roa… roa, ao ponto das nossas parceiras dizerem: Porra! Já chega! É de mais! Nunca mais ganhas juízo! Viciado! Maluco! Pançudo que só ganhas é barriga! "Anda, abraça-me beija-me; encosta o teu peito ao meu; esquece o que vai no com(putas), vem ser meu, eu serei tua!" E esta hein? Se não gostarem chamem-me nomes que eu faço ouvidos de mercador, logo o eco cá chegue?! Agora há que levantar dessa cadeira! Vamos lá dar uma passeata com os amigos e gargalhar com as anedotas que se vão contando e falar dos futebóis que nos vão matando também! Merda que nunca se está bem neste fadário terreno! Preso por ter cão; preso não o ter!…
Alguém aconselhara também: Larga a NET e vai apanhar Sol ou beber um copo com os amigos!
Saúde a todos, e até Setembro do corrente ano e que os vossos ossos vão permanecendo rígidos que é para não partirem à primeira…
Saúde da boa, companheiros!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

O Vil Metal!

Nos últimos 500 anos, os europeus gastaram rios de dinheiro, obtido de maneira mais ou menos ilícita. Agora que não têm mais sítio onde o ir buscar, como irão resolver o seu problema de falta de riqueza? As receitas provenientes da indústria, nos últimos 200 anos, estão também a esgotar-se, visto que esta, na sua grande maioria, estará sediada na Ásia, dentro de poucos anos. O que será dos europeus, no futuro próximo? Ao ouvir um discurso como o que podeis ler abaixo, começo a ficar preocupado com o mundo em que viverão os meus filhos e netos. Resta-me a consolação de saber que não viverei o suficiente para testemunhar isso.

Discurso do embaixador do México na Conferência de Chefes de Estado da União Europeia, Mercosul e Caribe.

"Aqui estou eu, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos, Para encontrar os que a "descobriram" só há 500 anos. O irmão europeu da aduana me pediu um papel escrito, um visto, para poder descobrir os que me descobriram. O irmão financista europeu me pede o pagamento - ao meu país- , com juros, de uma dívida contraída por Judas, a quem nunca autorizei que me vendesse. Outro irmão europeu me explica que toda dívida se paga com juros, mesmo que para isso sejam vendidos seres humanos e países inteiros sem pedir-lhes consentimento. Eu também posso reclamar pagamento e juros.
Consta no "Arquivo da Cia. das Índias Ocidentais" que, somente entre os anos 1503 e 1660, chegaram a São Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes da América.
Teria sido isso um saque? Não acredito, porque seria pensar que os irmãos cristãos faltaram ao sétimo mandamento! Teria sido espoliação? Guarda-me Tanatzin de me convencer que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue do irmão.
Teria sido genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomeu de Las Casas ou Arturo Uslar Pietri, que afirmam que a arrancada do capitalismo e a atual civilização européia se devem à inundação de metais preciosos tirados das Américas.
Não, esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata foram o primeiro de tantos empréstimos amigáveis da América destinados ao desenvolvimento da Europa. O contrário disso seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito a exigir não apenas a devolução, mas indenização por perdas e danos.
Prefiro pensar na hipótese menos ofensiva.
Tão fabulosa exportação de capitais não foi mais do que o início de um plano "MARSHALL MONTEZUMA", para garantir a reconstrução da Europa arruinada por suas deploráveis guerras contra os muçulmanos, criadores da álgebra, da poligamia, e de outras conquistas da civilização.
Para celebrar o quinto centenário desse empréstimo, podemos perguntar: Os irmãos europeus fizeram uso racional responsável ou pelo menos produtivo desses fundos?
Não. No aspecto estratégico, dilapidaram nas batalhas de Lepanto, em navios invencíveis, em terceiros reichs e várias formas de extermínio mútuo. No aspecto financeiro, foram incapazes, depois de uma moratória de 500 anos, tanto de amortizar o capital e seus juros quanto independerem das rendas líquidas, das matérias-primas e da energia barata que lhes exporta e provê todo o Terceiro Mundo.
Este quadro corrobora a afirmação de Milton Friedman, segundo a qual uma economia subsidiada jamais pode funcionar e nos obriga a reclamar-lhes, para seu próprio bem, o pagamento do capital e dos juros que, tão generosamente, temos demorado todos estes séculos em cobrar. Ao dizer isto, esclarecemos que não nos rebaixaremos a cobrar de nossos irmãos europeus, as mesmas vis e sanguinárias taxas de 20% e até 30% de juros ao ano que os irmãos europeus cobram dos povos do Terceiro Mundo.
Nos limitaremos a exigir a devolução dos metais preciosos, acrescida de um módico juro de 10%, acumulado apenas durante os últimos 300 anos, com 200 anos de graça. Sobre esta base e aplicando a fórmula européia de juros compostos, informamos aos descobridores que eles nos devem 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, ambas as cifras elevadas à potência de 300, isso quer dizer um número para cuja expressão total será necessário expandir o planeta Terra.
Muito peso em ouro e prata... quanto pesariam se calculados em sangue?
Admitir que a Europa, em meio milênio, não conseguiu gerar riquezas suficientes para esses módicos juros, seria como admitir seu absoluto fracasso financeiro e a demência e irracionalidade dos conceitos capitalistas.
Tais questões metafísicas, desde já, não inquietam a nós, índios da América. Porém, exigimos assinatura de uma carta de intenções que enquadre os povos devedores do Velho Continente e que os obriguem a cumpri-la, sob pena de uma privatização ou conversão da Europa, de forma que lhes permitam entregar suas terras, como primeira prestação de dívida histórica..."

Publicado no Jornal do Comércio - Recife/PE- Brasil.