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domingo, 25 de abril de 2010

BAMOS A ELES, CARAGO!


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Depois do Marquês de Pombal, em Lisboa, a Rotunda da Boavista.. Adeptos do Benfica colocaram na madrugada desta sexta-feira uma tarja em plena cidade do Porto com a inscrição "Reserbado", recorrendo à pronúncia nortenha num pequeno gesto de provocação.
A tarja, com cerca de 10 metros de comprimento, dá as "boas-vindas" a todos quantos chegam à rotunda através da Avenida da Boavista, uma das mais movimentadas artérias da cidade "invicta". De manhã, contudo, já havia vestígios de tentativas de retirada da faixa.
O principal responsável confessa que a primeira ideia era a Av. dos Aliados: "Pensámos na Av. dos Aliados, mas desistimos 30 segundos depois por acharmos que seria uma provocação desnecessária, uma vez que até já tínhamos o “B” no lugar do “V"."
"Éramos 14 pessoas, 9 para guardar – um em cada entrada da rotunda – e cinco para montar.. O sítio foi analisado, fizemos uma lona de 10 metros por 1,5, adaptada ao local, e pendurámo-la nas árvores, já que se optássemos por fazê-lo na estátua nem se veria", explica o homem de 35 anos que, no início da semana, também colocou uma tarja no Marquês de Pombal, em Lisboa.
Os adeptos encarnados prosseguem assim com os preparativos para a festa de campeões nacionais, desta feita em plena cidade do arqui-rival FC Porto. Recorde-se que as águias podem festejar o título já este domingo.

sábado, 24 de abril de 2010

Boa Malha!


Fiz um comentário no Blog « Fuzileiros Aventureiros», do nosso amigo Leiria e fiquei a pensar que talvez nem todos compreendam o que significa «Boa Malha»! Do Minho até ao Algarve, muitas são as expressões populares que usamos no dia-a-dia e há sempre quem não esteja por dentro de tudo. Ainda para mais aqueles que andam lá por fora há tantos anos.
Assim sendo vou tentar exemplificar, para que não restem dúvidas daquilo a que me referia no meu comentário.
O Jogo - A malha e o meco!

O Jogo - O lançamento!

A peça de roupa feita de malha!

Em cheio - Boa malha!

Contrastes - Desigualdades inacreditáveis!

Tenho 36 anos, sou trabalhador independente, o meu pai – falecido há cinco anos – (era capitão do Exército) e a minha mãe, actualmente na reforma, com 67 anos, era professora do Ensino Secundário.
Como todos os “jovens“, sou um pouco desinteressado em relação ao que diga respeito a reformas, parece-me ainda tão longe, mas tenho seguido à distância os debates acerca da falência da Segurança Social. Recentemente, soube, pela primeira vez, o valor da pensão de reforma mensal da minha mãe: 2.795,04 euros brutos – 2.171,73 euros líquidos. Nada mau para uma professora do Ensino Secundário, hem? Será que os professores do activo – sempre em permanentes reivindicações salariais e a criar instabilidade social – sabem das belas reformas que vão auferir?
Agora, portugueses e portuguesas, leiam isto com atenção: para além desta reforma, acresce ainda uma pensão de sobrevivência (?) pela morte de meu pai, no valor de 954,84 euros brutos (672,06 líquidos), ou seja, dá um total de 3.749,88 euros brutos – 2.843,79 euros líquidos. Na moeda antiga, corresponde a um total de 750 contos brutos e 569 contos líquidos, mensalmente. Fiquei estupefacto...
Mas não é tudo. Enquanto filho de um oficial do Exército (somos quatro irmãos), gozei de grandes benefícios ao longo da minha vida, designadamente na assistência médica (ADME), no hospital militar (até internamentos e operações sem pagar um tostão) e as férias (baratinhas...) nas ricas messes de oficiais.
Os militares têm outras vantagens conhecidas, como, por exemplo, pagarem apenas ¼ do preço dos bilhetes nos transportes públicos, fora o que não se conhece.
Baseado na minha experiência pessoal (acompanhava o meu pai aos quartéis), não tenho dúvidas de que são uma classe improdutiva e despesista para o país, mantendo uma posição dominante baseada nas enormes regalias conquistadas no 25 de Abril, como se o país lhe devesse tributos eternos. Agora, o que é inacreditável é que uma reforma de professora do Ensino Secundário naquele já de si elevado valor (e que continua a gozar das regalias acima referidas) seja ainda acrescida de um outra – mas em que país é que uma mulher de um oficial das forças Armadas precisa de uma “pensão de sobrevivência”?
Por que é que há umas reformas de 200 euros ou menos e outras de 2.795 euros ou mais? Mil euros por mês para todos os reformados não chegavam? Por que é que a minha avó (mãe da minha mãe) trabalhou até aos 90 anos de sol a sol nos campos e lameiros, conseguindo criar e dar uma licenciatura a todos os seus oito filhos e filhas, e tem uma reforma de 200 euros? Uns são mais do que os outros? Quem trabalhou mais e quem trabalhou menos? Que justiça social é esta?
Será preciso muita coragem por parte deste Governo para continuar a mudar os interesses instalados neste país (políticos e forças armadas à cabeça) e para aplicar uma verdadeira justiça social na distribuição mais equitativa dos rendimentos! O problema é que os governantes também têm uns vencimentos muitíssimo altos e, mexer com os outros é dar punhaladas a eles próprios!
O que eu sei, cada vez com mais certeza, é que as casas dos portugueses de hoje estão cheias de telhados de vidro.
Oh Pátria, erga-se a voz dos teus egrégios avós!
A.Verde
Apontamento tirado do: (JN 10/04/2006)

Atenção pessoal da CF8 !!!!!!!

Hoje levamos a cabo uma pequena reunião para ajuizar da adesão que se espera para o projectado convívio do pessoal da Companhia 8, no início do mês de Outubro.
É mais ou menos consensual que é melhor deixar cair a ideia se não houver um número significativo de pessoas a mostrar interesse na coisa. Pela minha parte estou 100% de acordo. Ou há interesse ou não vale a pena o nosso esforço em levar a coisa por diante.
O António Páscoa é o mais entusiasta de todos, mas as coisas não estão a correr nada bem. Do meu lado ainda não vi ninguém, além dele claro, a mostrar-se realmente interessado.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Filhos e Enteados!

Exemplo I
Manuel Alegre vai receber uma reforma de 3.219,95€ mensais pelo cargo de coordenador (!?!) de programas de texto da Rádio Difusão Portuguesa que ocupou por alguns meses. A informação faz parte da lista dos aposentados e reformados divulgada pela Caixa Geral de Aposentações (CGA), citada pelo Correio da Manhã.
Em declarações ao jornal, Alegre garantiu que nem se lembraria da reforma, se não fosse a CGA a escrever-lhe uma carta. O deputado explicou que foi funcionário da RDP durante «pouco tempo», já que começou a trabalhar na rádio quando voltou do exílio, após o 25 de Abril, e saiu em 1975 quando foi eleito deputado, cargo que ocupou desde então. «Nunca mais lá trabalhei, mas descontei sempre».
Exemplo II
David Silva, marinheiro fuzileiro especial com o Nº 1491/68, fez duas comissões no Ultramar, nos tempos daquela guerra de que já ninguém se lembra. A primeira em Moçambique, passando dois anos entre o Cabo Delgado, o Niassa e a zona da Tete, sempre zona de guerra, nos anos de 1970 a 1972. E a segunda na Guiné, onde se encontrava ainda quando aconteceu o 25 de Abril. Também aqui sempre na zona dita de 100%. Abandonou a Briosa nos fins de 1978, depois de ter servido a Pátria por mais de dez anos.
As dificuldades da vida actual fizeram-no dirigir-se a Lisboa e perguntar se podia pedir a reforma antecipada, pois trabalha por conta própria e já mal ganha para a sopa. Podem não acreditar, mas a resposta que trouxe com ele foi bastante diferente daquela que recebeu o Manuel Alegre. Foi assim:
1º - A reforma pela Marinha só pode pedir aos 70 anos.
2º - Pode pedir a reforma pela Segurança Social, com uma penalização proporcional aos anos que lhe faltam para os 65 anos de idade exigidos.
3º - O cálculo do valor da reforma do tempo de marinha são aproximadamente 230€, sobre que incide também a penalização mencionada no ponto 2º.

A Pedido do Valdemar!



Ou assim...

Um ano depois...e o significado de duas placas iguais!

Tem razão o Eduardo
Diz, significado político
Anda tudo baralhado
Num estado muito crítico
Até nas placas de informação
Surge um 69 de setas
Pela minha imaginação
Destina-se a carroças de bestas
Besta pela esquerda
Besta pela direita
Deve circular com cuidado
É tudo a mesma merda
Nada se respeita
É uma besta ao quadrado
Cujo valor se mede pela tola
Fica um tipo desgraçado
Se embate numa besta à espanhola...

Já que falas nisso...!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Para quem não quer fazer nada...

Afirmava frequentemente o grande humorista inglês Bernard Shaw que todos os anos gozava 365 dias de repouso. Vejamos como fazia as contas:
O ano tem 365 dias, mas metade desse tempo é representado pelas noites, ficando, portanto, em - 182 dias
Em cada dia, quatro horas são destinadas às refeições, o que dá, num ano 1460 horas ou seja - 60 dias
Restam - 123 dias
Tirando os domingos, que são - 52 dias
Ficam - 71 dias
Tirando os sábados (que não contam, quanto a trabalho) e que são - 52 dias
Ficam - 19 dias
Tirando para férias (não é pedir muito) - 15 dias
Ficam - 4 dias
Tirando para doença - 3 dias
Fica apenas - 1 dias
Desta forma e utilizando este "calendário milagroso", para morrer precisamos de - 1 dias
Restando apenas - 0 dias.
É isso, amigos, para quem acredita, se não pensarmos em Deus, a nossa vida e a nossa alma não passarão de "zero" neste mundo e no outro...

Pôr Portugal a acudir à Grécia...

Ajuda do roto ao nu
Provoca tal desastre
Trazer ao léu o corpo ou o cu
É o mesmo disparate

São apenas 774 milhões?
Coisa pouca ao desbarato
Por meia dúzia de tostões?
Não dêem fome ao gato

Numa administração doentia
Quer pública ou privada
Brinca-se com ironia
Ninguém percebe nada

Se nós estamos rotos
Os gregos esfarrapados
Acudir uns aos outros
Acabamos todos desnudados

Portugal mostra-se forte
Englobado na CEE
E mesmo perdendo o Norte
Pensa que resistirá de pé

Abram alas, deixem passar os heróis
Porque estes aldrabões
Têm uns bons faróis
Mas vão-lhe falhar os travões...

Agora digam lá...

...se os alentejanos
não têm jeito para a poesia...

...oOo...
A PILITA ALENTEJANA

Rija, enquanto durou.
Agora q'amolengou
e antes q'a morda a cobra,
Vou atá-la c'uma corda
Pra ela nã me fugiri.
Preciso da sacudiri,
Leva tempo pá'cordari
Já nem se sabe esticari.
Más lenta q'um caracoli,
Enrola-se-me no lençoli.
Ninguém a tira dali,
Já só dá em preguiçari.
Nada a faz alevantari
E já nã dá com o monti,
Nem água bebe na fonti.
Que bich'é que lhe mordeu?
Parece defunta, morreu.
Deu-lhe p'ra enjoari,
Nem lh'apetece cheirari.
Jovem, metia inveja.
Com más gás q'uma cerveja,
Sempre pronta p'ra brincari.
Cu diga a minha Maria,
Era de nôte e de dia.
Até as mulheres da vila,
Marcavam lugar na fila,
P'ra eu lha poder mostrari!
Uma moura a trabalhari,
Motivo do mê orgulho.
Fazia cá um barulho!
Entrava pelos quintais,
Inté espantava os animais.
 Eram duas, três e quatro,
Da cozinha até ao quarto
E até debaixo da cama.
Esta bicha tinha fama.
Punha tudo em alvoroço,
Desde o mê tempo de moço.
A idade nã perdoa,
Acabô-se a vida boa!
Depois de tanto caçari,
Já merece descansari.
Contava já mê avô:
"Niuma rata lhe escapou!"
É o sangui das gerações.
Mas nada de confusões,
Pois esta estória aqui escrita,
É da minha gata, a Pilita!

terça-feira, 20 de abril de 2010

Comentando: Saúde em baixa...

Ser novo é ser Primavera
Ter meia idade é ser Verão
Mas o Outono já leva
Metade para o caixão

Alguns ficam para o Inverno
Que sendo a pior das Estações
Espera-os na dor um inferno
Cheio de complicações...

Quatro etapas anuais
Valente aquele que resiste
Uns morrem cedo de mais
Que é uma grande chatice

Não há acupunctura
Capaz de salvar a vida
Pois a mortal criatura
Tem de ser sucumbida

Mas sem notarem diferenças
Há gente com mais sorte
Que não conhecem doenças
Aguentam até à morte

Ficar por cá é contestatário
Morrer é sempre um martírio
Ser doente é viver um calvário
Mas chegando o momento
Ter de partir é um delírio
Então acaba-se o tormento
A morte é um alívio...

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Um homem morre e vai para o inferno


...oOo...
Ao chegar lá, ele descobre que há um inferno diferente para cada país e ele decide tentar o menos penoso para passar a sua eternidade.

Ele vai ao inferno alemão e pergunta: - 'O que fazem aqui?’

Disseram-lhe: «Primeiro põe-te numa cadeira eléctrica por uma hora.

Depois põe-te numa cama de pregos por mais uma hora.

Por fim o diabo alemão vem com um chicote e chicoteia-te até a noite.

O homem não gosta do que ouve e vai tentar a sua sorte num outro inferno. Ele passa pelo inferno dos EUA, da Rússia e muitos mais.

Todos eles praticam o mesmo que o inferno Alemão. Mas o que fazer então?

Ele continua a andar até que descobre uma grande fila no inferno de MOÇAMBIQUE.

Muito intrigado, ele pergunta o que fazem nesse inferno. Ao que lhe Respondem: Primeiro põe-te numa cadeira eléctrica por uma hora.

Depois põe-te numa cama de pregos por mais uma hora. Por fim o diabo Moçambicano vem com um chicote e chicoteia-te até a noite.

Ai, mais admirado ainda, o homem pergunta: Mas é exactamente o mesmo tratamento que fazem nos outros infernos. Porque razão então a fila aqui é tão grande?

Resposta:

'Porque aqui nunca há electricidade, portanto a cadeira eléctrica não funciona. Os pregos foram encomendados e pagos, mas nunca foram fornecidos, portanto a cama é muito confortável. E o diabo Moçambicano é trabalhador da função pública, por isso vem, assina o ponto e depois sai para tratar de assuntos pessoais, portanto nunca está presente para chicotear os mortos'...

' Mozambique is maningue nice'

domingo, 18 de abril de 2010

Sócrates inaugura a maior Fábrica Ibérica de Sofás...

Portugal de economia cadavérica
E de tantas promessas vãs
Abre a maior Fábrica Ibérica
Que vai produzir sofás

Se pouco se trabalha já
Neste Portugal empobrecido
Agora com tanto sofá
Fica tudo adormecido

Com respeito ao governo
Que já não faziam nada
Existem tantos sofás no terreno
Para uma sesta bem passada

Pouco trabalho, muitas palestras
Banca-rota, ruínas sem igual
Grande número de bestas
Do nosso triste Portugal...

Comentando: viagem em perigo...

Medo de voar de avião
Traduz-se em aerofobia
Mas há-de haver ocasião
De morrer em qualquer dia

Diz o Oliveira que provoca
Receio de aterrar com cagaço
Se não pudemos cagar na Horta
Defecamos no espaço

Os comentários do Eduardo
Do Oliveira e do Miranda
Põem o Tintinaine parado
Para ver passar a banda

De facto dou-vos razão
Porque surgindo avarias
Leva-se aquele esticão
Acabam-se os nossos dias

Sendo assim medrosos
Para evitar uma borrada
Como vamos p'idosos
Com receio ficamos em casa..

sábado, 17 de abril de 2010

Não é fácil ser poeta...

Custa por vezes perceber
Aquilo que nos sobe à testa
Por fim dar a entender
Porque nos chamam poeta

Poeta é aquele feliz
Que sonha e realiza
Aquilo que sempre condiz
E que ele enfatiza

Ser poeta é ter estofo
Sentir o eco do estrondo
É ter sempre no seu esboço
Uma poesia de sonho

É sentir que a musa
Nos impulsiona a ideia
No levantamento da eclusa
Do poema saído da veia

Buscando no berço o início
Das palavras e do ensejo
Dum salutar princípio
Que soluciona um desejo

Que ao começar o dia
Acalentando a suave brisa
Encontra na aurora que brilha
O seu estudo de pesquisa

Soltando estrofes de ironia
Quadras e sonetos de louvor
Possuir dons de poesia
Ser poeta por amor

Ter coragem sem freio
Ser acusador sem lucro
Encontrar pelo meio
As pedras do seu sepulcro

Ser poeta é ter audácia
Por vezes ser mordaz
É mostrar com eficácia
Como se constrói a Paz!

Assim, sim!

Ao termos coragem de sermos diferentes...
...a coisa vai ou racha!
Parabéns filhos da escola! Este blogue nasceu manteve-se pequenino por uns tempos, mas agora com sangue novo vai crescendo a toda a força que ninguém mais o pára!
Para que o sucesso floresça é preciso motivo. Esse motivo não é outro senão o reviver mental dos bocados bons e maus que nos enredaram no palco da guerra, que no fundo foi, guerra sem proveito para brancos e pretos: por tudo ter sido dado de mão beijada a russos e cubanos em troca de interesses de Soares e outros.
Que pena! Hoje países independentes, que nos poderiam receber de braços abertos se tudo tivesse sido feito com pés e cabeça, em vez de termos que mitigar por este mundo fora da iáspora...
 Diferentes cores...
...mas companheiros para sempre!
Não se perdeu tudo não: a nossa amizade floriu e continua bem viva e pulsante em todos nós! Desabrochou para ficar, logo haja o respirar biológico no peito de cada um.
 Sois do melhor que há nos dias de hoje, onde os bons princípios morais estão pela hora da morte!? Apesar, de amargurados como vão, (princípios), por esse mundo de hoje, nós com o nosso entusiasmo jamais deixaremos que permaneçam em limbo. Queremo-los vivos e latentes nos nossos cérebros para que estes irradiem os nossos corações e dos que nos são queridos…
Louvável é o que se vai fazendo, ao ponto de familiares dos que já partiram verem em nós os mensageiros que lhes apazigua o sentimento nobre da saudade… Continuai, que é lindo! Oxalá saibamos viver uma vida sã para que a longevidade more connosco por muitos e belos anos…
Bem-haja, todos
Artur

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Comentando: "O Júlio e a farda azul"

Haja chuva, frio ou calor
Terão a farda e o militar
De estar sempre ao dispor
Para qualquer hora ou lugar

A viagem foi de avião
Para lá do Atlântico Sul
De cada vez um pelotão
Todos de farda azul

Por isso eu noto
Que à nossa chegada
Foi essa mesma foto
De click na Machava

À Marisa, Neta do Agostinho Carvalhinho Seco

Bem haja, cara Marisa
Falando de seu Avô querido
É assim que eterniza
A memória do nosso amigo

Suas frases são como chá de tília
Comove-me com sua faceta
Porque engloba toda a família
Desde o Avô até à Neta

Comentando: Frangos no espêto...

Impossível viver sem água
Que põe qualquer aflito
Para mitigar a sede da mágoa
Mesmo comendo um "pito"

Porque, faltando-lhe o tempero
Sem sal e outros conteúdos
Melhor se atenua a sede
Mesmo devorando os "pitudos"

Tantos se comem sem vinho
Nem cerveja debaixo do céu
Assados, vivos, com jeitinho
Até lhe chamam um "pitéu"

Se outrora sentíamos apetite
Dos saborosos frangos à "cafreal"
Que se degustam em Moçambique
E também em Portugal...