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terça-feira, 19 de outubro de 2010

O Alberto Cruz!


Aqui podeis ver o grumete fuzileiro 1778/64, quarenta e tal anos depois de despir a farda da Briosa. Preciso de alguém que me arranje uma fotografia dele, mas datada de 1966/1967.
Posso contar com a vossa ajuda?
Aqueles que o conheceram bem, podem também tentar encontrá-lo e identificá-lo numa das fotos do álbum colectivo que podem encontrar no Espaço do Carlos do Windows Live. Depois só têm que dar-me o número da fotografia.

domingo, 17 de outubro de 2010

Marujo que é marujo, ama a sua Sagres!

Do outro lado do mundo chegou-me um e.mail e um Video Clip a fazer recordar tempos antigos. A nossa «Sagres» tem um significado especial para todos os filhos da escola, mas para mim tem-no a dobrar. Foi durante o meu curso de I.T.E. que dissemos adeus à velha Sagres e bem-vinda à nova que ainda não tinha o direito a usar esse nome.
Como já contei, aqui neste blog, tive o prazer de participar na limpeza e preparação da nova Escola de Marinheiros, para a fazer entrar no activo da Marinha de Guerra Portuguesa. A velha Sagres, depois rebaptizada como Santo André, estava atracada ao cais da Base Naval, já sem capacidade para navegar. Mesmo assim serviu ainda como base para as nossas aulas de Marinharia e de navio de apoio para aqueles que preparavam a substituta para ser o que é hoje.
Vejam o video enviado pelo Valdemar e digam lá se não é de ter orgulho o ter participado no lançamento aos mares de todo o mundo desta indiscutível maravilha.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Netos da Escola!

Aos filhos dos nossos "Filhos da Escola" podemos chamar "Netos da Escola", ou não? Eu até já tenho um grupo com esta designação no meu "Adress-book" do mail! E já com cerca de 40 nomes!
Bem, mas vamos ao que interessa. Há dias forneci a uma "neta da escola" os dados necessários para ela visitar este Blog e ver os álbuns de fotografias que estão alojados no Windows Live. Não sei se ele foi bem sucedida ou não e vou ter que telefonar ao pai para descobrir. Ela bem poderia ter deixado um comentário, mas não o fez, vá lá saber-se porquê.
Para o caso de ela não ter visto nada que lhe despertasse a atenção, vou oferecer-lhe duas fotografias onde aparece o seu pai e tentar despertar-lhe o interesse por estas coisas. E pode ser que apareça o tal comentário que eu esperava.

Total relax!
Duty calls!

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Março de 1964!

Há dias escrevi um post sobre relação entre a minha data de nascimento e a data da minha incorporação na Armada. Eu seria um «Filho da Escola» de Março de 64 se não me tivesse oferecido como voluntário em Março de 1962.
Esse post não mereceu um único comentário. Nem dos meus verdadeiros, nem dos hipotéticos filhos da escola, nem de mais ninguém. Seria por falta de interesse ou por falta de comentadores? Estes têm andado um tanto ausentes, nos últimos tempos.
A minha tentativa tinha "também" como objectivo ver se aparecia algum filho da escola de 64 que pudesse dar-me algumas informações. Mas não tive sorte nenhuma. Aquele velho problema de os computadores terem sido inventados muito tarde, ou termos nós nascido muito cedo, continua a ser o principal óbice. A malta da minha idade não navega nestas ondas.
Mesmo assim, eu não desanimo e resolvi voltar à carga. Ontem escrevi uma carta, dirigida a todos os meus supostos filhos da escola que fizeram parte da CF8 e despachei-a em correio azul (para chegar lá mais depressa). Eles são apenas 6 e só dois estiveram no convívio de Pombal.
Eu só tinha conseguido o endereço de 3 deles e um não pôde vir, porque diz não ter recebido a carta-convite. Depois disso já descobri e falei com mais dois. Falta-me apenas um, o último, o 876/64. Não haverá ninguém que me saiba dar notícias dele?
Transcrevo, a seguir, um pequeno trecho dessa carta que, espero eu, funcione como um pedido de ajuda.
»»».»»»
Esta carta que vos dirijo, tem por finalidade verificar, confirmar e obter os endereços de todos os filhos da vossa escola. E estou a escrevê-la para que todos fiquem informados do destino que tiveram os 6 camaradas que andaram juntos desde a Recruta até ao fim da comissão em Moçambique. Assim, temos:
712/64 – Lúcio da Silva Sena – Redinha, Pombal
726/64 – Francisco Filipe Marques Almeida – S. João dos Caldeireiros, Mértola
757/64 – João Zacarias Pinto Torrado – Avis
800/64 – João Charana Bessa – Buarcos, Figueira da Foz
858/64 – António Marques Brandão – Aradas, Aveiro
876/64 – Américo Fernandes Dias – Não consegui qualquer informação!!!!!

domingo, 10 de outubro de 2010

Voando sobre Moçambique!

Secção de Fuzileiros da Companhia 8

Se calhar foi um tremendo erro a decisão de alojar os fuzileiros na Radio-Naval da Machava. Mas quem diz que a História não é uma sucessão de erros que vivemos para reparar?
Se os fuzileiros foram para Moçambique fazer a guerra e a guerra ficava a dois mil quilómetros de distância, não restam dúvidas que foi um erro. Mas foi um erro que teve, para nós, enormes vantagens. Vivemos meia comissão na capital, andamos a passear de Nord-Atlas (como a imagem documenta) de um lado para o outro, embarcámos nas fragatas para patrulhar a costa, etc.. Se nos tivessem despejado directamente no lago Niassa ou em Porto Amélia, ou pior ainda, em Tete, outro galo cantaria.
Se assim já havia uns tantos apanhados do clima, então é que a coisa se tornaria séria! Precisaríamos de uns quantos Doutores Noivos para nos tratar da saúde!
Felizmente nada disso nos veio complicar a vida e exceptuando o isolamento em que se viveu no Cobué ( o pobre do Lúcio "Padeiro" ficou lá toda a comissão!!!) e algumas operações mais arriscadas, podemos agradecer aos deuses a sorte que nos coube. Outros tiveram um inferno muito pior que o nosso!

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Festa de Natal na Messe!

Festa de Natal de 1965. Estação Radio-Naval da Machava, em Moçambique. Para alguns a primeira passada em África, longe da família. Mesmo assim e pela animação que se adivinha nas caras dos participantes, parece que posso afirmar que ninguém estava com saudades do "Puto". A comissão de serviço ia ainda no seu 2º mês e a novidade de tudo que nos rodeava fazia com que tristezas e saudades ficassem esquecidas, ou relegadas para segundo plano.


A banda de música reuniu a maioria dos sargentos da Companhia 8. Os instrumentos musicais eram muito pouco convencionais, mas ninguém parecia dar por isso, pois a música fluía sem problemas e a animação era grande. Uma noite inesquecível para todos eles, tenho a certeza.
Ainda bem que alguém se deu ao trabalho de guardar estas preciosidades para nos permitir fazer marcha-atrás no tempo e recordar estes momentos, 45 anos depois.

Fotos do Convívio!

Eu não me dediquei a fazer fotografias e mais ninguém o fez também. Assim sendo, poucas imagens poderei mostrar-vos, mas algumas sempre vai havendo. Ora vejam aqui abaixo.

Mesa das cobranças

A caminho da igreja

A chegada do Licínio e seus acompanhantes

Olhem para estas caras de felicidade!

As Caras-Metades!


O que são casamentos à moda antiga? Realizados na igreja, de véu e grinalda, com pompa e circunstância? Nada disso! São aqueles que tendem a chegar ás bodas de ouro, aos 50 anos a aturar-se um ao outro.
Das 3 senhoras que podeis ver acima, todas casadas com fuzileiros, uma já lá chegou e as outras duas andam lá perto.
Também elas fizeram questão de aparecer em Pombal e gritar presente. Como costuma dizer o Jordão - Para onde vou eu, vai ela e para onde vai ela, vou eu.
Pareceu-me bem lembrar estas particularidades do nosso convívio deste ano, numa era em que os mais jovens tão pouco valor dão a estas coisas. Costuma dizer-se que a educação se dá pelo exemplo. Vamos, então, esperar que o nosso exemplo dê fruto.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

O Bessa!

Charana Bessa. O nome já é esquisito, mas o resto ainda é mais. Durante o convívio, quanto mais olhava para ele, menos a minha memória o reconhecia. Contou-me que esteve comigo em Nampula, em 1967, e recordou certas tropelias que por lá fizemos nessa altura. Nem assim fui lá! Aquela cara não me é familiar!
Chegado a casa, fui para o computador á procura de imagens do antigamente, para ver se ajudava a minha memória a arrumar as coisas no devido lugar. Encontrei esta imagem:

Que foi identificada por vários filhos da escola como pertencendo ao Charana Bessa. E eu lembro-me destas feições. Posso dizer. sem medo de errar, que era uma cara da CF8, embora não a consiga associar a quaisquer outras memórias.
Agora, no convívio, aparece-me este gigante de olhos claros que não reconheço nem ligo à outra imagem e diz ser o Charana Bessa.
Logicamente não o vou obrigar a apresentar o Bilhete de Identidade para provar quem é, mas sinto-me perdido, com cara de parvo.
Alguma coisa nas suas feições deveria fazer disparar o gatilho das minhas recordações e pôr-me em dia, mas não acontece nada.
E vocês, reconhecem-no? A imagem antiga diz-vos alguma coisa?

Recruta de Março de 1964!

Se não me tivesse oferecido como voluntário para a Marinha, aos 18 anos, teria sido incorporado em Março de 64 e feito a recruta em conjunto com os 6 grumetes que nos acompanharam na comissão da Companhia 8. Esses seriam os meus verdadeiros filhos da escola. E merecem, por isso, uma atenção especial da minha parte.
Digo isto porque quando comecei a tratar do convívio do ano passado, destes 6 grumetes, tinha apenas o endereço do Brandão (858/64), de Aveiro, a quem eu gostava de chamar meu «guarda-costas», por pertencer à minha esquadra e ter um "capado" de respeito.
Este ano o Páscoa arranjou-me o contacto com o Bessa (800/64). No convívio do sábado passado foi-me dado o endereço do Lúcio (712/64). Depois o próprio Lúcio deu-me o número de telefone do João Torrado, morador em Avis - Alto Alentejo, com quem já falei e que me contou andar muito mal de saúde.
Eu sabia que o Francisco Almeida (726/64) morava em Mértola, mas não sabia como contactá-lo. Já lhe tinha enviado duas cartas pelo correio, mas nunca obtive nenhuma reacção. Durante o convívio, pedi ajuda ao Cristo para me dar uma ajuda nas minhas tentativas para o contactar. Hoje enviou-me um mail com os seus números de telefone e telemóvel para o poder fazer, coisa que vou tentar amanhã.
E depois disto fica-me apenas a faltar o Américo (876/64) que não faço a mínima ideia por onde andará. Já perguntei a todos os outros e ninguém parece lembrar-se dele. Será mais um erro do livro dos fuzileiros? Ou efeito dos 42 anos que, entretanto, se passaram?

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

O mais graduado!

Muitos dos fuzileiros que estiveram no restaurante Litoral, no convívio da CF8, seguiram a carreira militar na Marinha de Guerra Portuguesa. Uns atingiram a idade da reforma como sargentos e outros como oficiais. Entre estes últimos, conta-se o Moisés Almeida que atingiu o posto de Capitão-Tenente e era, por isso, o militar mais graduado presente na sala.



Não que isso tenha agora uma grande relevância, especialmente para aqueles que abandonaram a Marinha logo a seguir ás comissões de serviço no Ultramar, mas quero realçar a ajuda que ele me prestou na localização de alguns dos camaradas da Companhia e preparação do convívio. Obrigado Comandante!

O Comando!

Contrariamente ao que acontece na CF2, em que nunca aconteceu termos a presença de qualquer oficial nos convívios, consegui que aparecessem em Pombal 3 dos quatro oficiais da CF8 que são ainda vivos. Um acontecimento!


Por ironia do destino todos têm a ver com a área da medicina. Usaram a ciência, em que são doutorados, em proveito próprio e por cá andam ainda a gozar a vida. O tenente Ribeiro, à esquerda, é médico ortopedista. O Doutor Noivo (embora tivesse também o posto de tenente, na Marinha é habitual tratar por "Senhor Doutor" os oficiais médicos), ao centro, é médico estomatologista. E o tenente Barrocas, à direita, é um especialista em medicina veterinária.
O quarto oficial da Companhia ainda vivo é o Tenente Garoupa, que desempenhava as funções de 2º Comandante, não pôde estar presente por se encontrar em Londres tratando de assuntos relacionados com a sua vida particular.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Os craques da «Net»!


O Convívio da CF8 serviu também para aproximar os amigos da blogosfera que diariamente em contacto através da rede, nunca se tinham encontrado ainda frente a frente.
À esquerda um Fuzileiro oriundo da Figueira. Ao centro um outro Fuzileiro emigrado no Canadá. E à direita um Radarista nascido nas margens do rio Douro que ele não se cansa de enaltecer.
Ora digam lá se não é bonito ver esta malta reunida e com um sorriso rasgado de orelha a orelha!

Apontamento de Agostinho Teixeira Verde

É geralmente bastante difícil que nos convívios de quaisquer organismos e neste caso da Companhia Nº 8 de Fuzileiros, se consiga fazer ou concretizar tudo aquilo que em boa hora se planeou, pese embora a boa organização levada a cabo por pessoas de relevante mérito que aqui, não deixarei passar sem lhe prestar a devida homenagem e recompensa com as palavras mais usuais da literatura portuguesa: muito obrigado, Carlos Manuel Alves da Silva! Bem hajas pelo prazer que nos destes de podermos mais uma vez aniquilar as saudades de quarenta e tal anos.
Como atrás referi, o tempo não chega para tudo e ficou, um pequeno discurso por fazer, que estava preparado e que me apraz dar-vos conhecimento do seu teor, para poderdes comentar ou censurar a fraca prosa, por mim, nele escrita:

Caríssimos filhos da escola, caríssimos familiares, caríssimos convidados, minhas senhoras, meus amigos!
Apesar da alegria que todos sentimos neste momento, há coisas que não devemos esquecer; são aqueles que, por qualquer motivo não puderam vir, embora gostassem de estar presentes. Mais que isso, são também, aqueles que faleceram em combate ou noutras circunstâncias, quer em serviço militar ou mesmo civil. Levaram consigo as mesmas recordações de amizade que hoje nos une, a nós, ainda vivos. Para esses que partiram, vamos expressar-lhes numa singela mas justa homenagem, de pé, em sua memória, guardando um minuto de silêncio…
Eles e nós, fomos colegas das boas e más ocasiões; fomos colegas de caserna; colegas de combate, colegas das cervejas, colegas das tristezas e das alegrias. Enfim, colegas, filhos da escola!
É por isso que hoje, aqui estamos, para cimentar essa amizade e aumentá-la cada vez mais! Estamos aqui, para reviver, momentos inesquecíveis que nos tornaram amigos para sempre! Hoje, somos poucos! Para a próxima seremos mais, porque uns irão avisando e trazendo outros! Não posso, contudo, deixar de enaltecer a maravilhosa e louvável ideia, de quem abnegadamente tomou esta iniciativa, para que houvesse esta amicíssima confraternização. Bem-haja! Sempre lhe transmiti o meu sincero e incondicional apoio.
Queria entretanto, fazer um pequeno reparo e apelo: devíamos trazer as nossas esposas, (?) verificando que a maioria delas está presente. Elas, provavelmente, quase todas, eram já nossas namoradas quando fomos incorporados na Marinha. Tiveram preponderante importância durante o nosso serviço militar, através das suas cartas, fotografias e outras recordações. Elas, caros amigos e minhas senhoras, foram para nós, autênticas molas impulsoras que nos deram ânimo nas horas tristes, coragem nos piores momentos e entretenimento nas horas de ócio. Quem não gostava de receber uma cartinha ou fotografia, para se deliciar, seguidamente, lendo e contemplando a cara da sua amada? Posso afirmar e, penso que estareis de acordo: elas, valeram para nós, tanto ou mais que uma MG42 com os seus 1.200 tiros por minuto! Além disso, elas hoje, fazem parte desta grande família naval que não deixa de aumentar!
Quanto a nós, meus amigos e minhas senhoras, é tão agradável e maravilhoso, percorrer o país de Norte a Sul, de Nascente a Poente e, até no estrangeiro e, encontrar alguém que nos toca no ombro e sentir a sua voz: Oh filho da escola! Depois, aquele abraço de quem há muito se não via. É isto que nos congratula, que nos trás aqui, que nos regozija, que nos torna mais homens, porque, temos amigos em qualquer parte do mundo!
Termino, fazendo votos muito sinceros para que, não esqueçamos este dia e, se proceda com a devida antecedência à marcação da respectiva data da nova confraternização. Deixo aqui o pedido sincero de desculpas por tudo e a todos pela maçada que ousei dar-vos.
Muito obrigado!
Viva a Companhia Nº 8 de Fuzileiros!
Vivamos todos!
Viva a Marinha!
Viva Portugal!

Fada-madrinha!

Nos convívios da CF2 criei o hábito de arranjar uma espécie de madrinha do convívio que ajuda a cortar o bolo no fim da festa. Não é mais que uma desculpa para ter uma cara bonita para dar brilho à reportagem fotográfica, onde aparecem, na maioria, caras de gente para além dos 60 anos e que, a respeito de beleza, já viram dias melhores.
Achei que não seria má ideia fazer o mesmo neste convívio da Companhia 8 e escolhi como fada-madrinha a filha do meu amigo Ezequiel. Não há nada como ser o presidente de um júri de uma pessoa só. Assim ninguém discorda das decisões que tomo!


Élia é o nome da madrinha do II Convívio Anual da Companhia Nº 8 de Fuzileiros e espero que ela não se importe, ou pelo contrário, fique feliz por se ver eleita para tal cargo que vigorará até que outra lhe tome o lugar.
Não sei se ela tem o hábito de surfar nas ondas da net, mas vou fazer-lhe chegar o recado para que tome conhecimento da coisa. É isto que dá brilho à festa e por essa razão aqui fica publicado para todos tomem conhecimento.
Tenho dito!

Sem bolo não há festa!

É ou não verdade que festa para ser festa tem que ter um bolo que marque a diferença? Eu bem tento que os restaurantes façam aquilo que eu idealizo, mas não tenho sido bem sucedido. Faço-lhes o desenho, faço montagens fotográficas e sei lá que mais, mas no fim o resultado fica a milhas do que lhes pedi. E cada ano que passa, a coisa vai piorando. Senão vejam a pobreza franciscana do bolo deste ano!


segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Grão a grão...!

No que respeita a informações sobre os membros da CF8 ainda não localizados, o convívio do passado sábado não foi muito profícuo. Acabou por faltar tempo e "ambiente" para proceder à recolha de dados que poderiam ajudar-me. O pessoal depressa se espalhou pelo recinto, em pequenos grupos e foi impossível reuni-los. Muitos regressaram cedo a casa, coisa que também não ajudou. Em último lugar, a falta de um sistema de som, devidamente preparado para o efeito, acabou por condenar ao fracasso as minhas intenções.
Mesmo assim, antes de me vir embora, ainda me passaram a informação de que um daqueles que eu procurava, morava ali a poucos quilómetros e deram-me algumas dicas sobre a maneira de o localizar. Nem vale a pena dizer que abalei dali com a firme determinação de me não vir embora sem confirmar aquela informação. E vinte minutos depois estava a bater-lhe à porta.
Como já estava esgotado, nem à ideia me veio de levar comigo a máquina fotográfica, quando entrei em sua casa. E depois ele estava de rastos depois de um dia inteiro de trabalho, à volta do forno (claro que ele continua a ser padeiro, não sabe fazer outra coisa) e a farda que vestia não era a mais apropriada para o efeito.
Assim tendes que contentar-vos com a foto de antigamente, mas prometo que vou lutar por conseguir obter uma mais actual, no mais breve prazo de tempo possível. Ele tem um neto que é um barra com o computador (palavras dele) e logo que regresse da África do Sul, onde está em competição, vai encarregar-se de tirar a fot ao avô e enviar-ma. É esse, pelo menos, o meu plano, depois veremos se funciona.
Tive sorte, também, porque ele me garantiu que sabe como encontrar o João Torrado (757/64), outro de quem andava á procura e me garantirem que morava na mesma zona.
Morar não mora, disse-me ele, pois é alentejano e continua a morar por lá. Sacou de uma agenda, onde procurou o número do telefone que deveria dar a resposta ás minhas perguntas, mas do outro lado da linha ninguém respondeu. Agora é uma questão de tempo, ele ou eu, mais dia menos dia, apanhámos-lo.

Aqui vai a primeira!

Passou o dia 3 sem uma única linha. Além de cansado da viagem e das emoções do dia de ontem, trouxe também algum trabalho para levar a cabo e decidi dar-lhe prioridade.
Depois, também houve um jogo importante que não podia perder, por nada deste mundo, e que felizmente correu bem para o nosso lado. O Benfica e o Braga são os mais directos perseguidores do líder da classificação, o FCP, e aquele que perdesse o jogo ficaria em maus lençóis. Felizmente, a fava saiu ao Braga e ... viva eu!
Como não tive ajuda de ninguém e a tarefa prioritária era receber a massa para pagar o almoço, deixei a questão das fotografias por conta de outrem. Arranjei um ajudante de ocasião para dar ao gatilho e o resultado não ficou lá grande coisa, mas assim de surpresa não se podia pedir mais. Ora aqui vai a primeira. Depois espero receber algumas de melhor qualidade (mão de profissional) que me serão enviadas pelo fotógrafo que nos fez companhia durante o convívio.


sábado, 2 de outubro de 2010

Finalmente, chegou o dia!


Com as dificuldades já nossas conhecidas, o Daniel lá conseguiu arrancar do clarim as notas da "Alvorada". É uma correria da caserna para os quartos de banho, de toalha enrolada à cintura. Não tarda voltará a soar o clarim, chamando para a formatura e é preciso que todo o mundo apareça, barbeado, limpo e bem fardado como compete a garbosos marinheiros que sentem orgulho de o serem.
Um pequeno almoço rápido e toca a andar, ou por outras palavras, ala que se faz tarde. A viagem é longa e não são permitidos atrasos. O encontro com as outras secções, vindas de todos os pontos do país, têm hora marcada e não são permitidos falhanços.
Os castigos são, como de costume, plantões e guardas de castigo, fins de semana perdidos, etc.. E até um corte de cabelo (vulgo, benficada) à máquina zero, não está fora de questão. E ninguém está interessado nisso, pois não?
Então toca a aviar!

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

The final count down!


Dentro de poucos minutos já será sexta-feira. É o último dia antes da viagem até Pombal e espero que corra tudo sem encrenca de maior. Não espero mais confirmações para o convívio, acho que o prazo está completamente esgotado. Espero que também não haja muitas desistências de última hora. Soube hoje, por intermédio do Enteiriço, que o Ramiro afinal não vai lá aparecer, embora me tenha confirmado que o faria. E nós a contar com o seu acordeão para animar a festa!
Assim sendo, será um encontro de, mais ou menos, 90 pessoas, dos quais 42 membros da nossa Companhia, 10 filhos da escola como convidados e mais 38 acompanhantes. Nada mal para quem começou com base em 50 pessoas, reserva inicial feita no restaurante. Apareceram alguns que nunca esperei encontrar e levei algumas negas de quem não esperava.
Agora não há mais nada a fazer. As cartas estão lançadas e só nos resta rezar aos deuses das nossas crenças para que tudo corra melhor que aquilo que esperamos. Isso é tudo o que interessa. E dentro de 48 horas já tudo terá acabado e estarei de regresso a casa para vos contar como foi.
Até lá, então!