Quem passa por cima deste viaduto (e eu já passei muitas vezes) vê pouco mais que os arrozais que se estendem pelo vale do Mondego. Depois do trabalho de investigação que ontem levei a cabo para escrever aquilo que publiquei no blog da CF2, fiquei a saber que, neste mesmo lugar nasceram, viveram e vivem ainda alguns camaradas fuzileiros. Talvez da próxima vez que ali passe decida sair da auto estrada e numa saltada fazer uma visita rápida ao António Páscoa. Se ele diz que são apenas dois quilómetros de Paião até onde vive, chego lá num abrir e fechar de olhos.
nma-16429.blogspot.pt é o meu novo blog. Seleccionem o link correspondente na coluna da direita e visitem-me!
sexta-feira, 16 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Comentando: A visita ao Blogue da neta do Agostinho Carvalhinho Seco...
Perdoa-me, deixa-me entrar primeiro
O Leiria que espere um bocado
Tratando-se dum homónimo brejeiro
Precipitei-me, sou mal educado?
É que, havendo mais Agostinhos
Uns de nome mais pitoresco
Assim teremos três "vinhos"
Sendo um deles o Seco
Eu, sou sempre Verde
O Açoriano é o Maduro
Além de matarmos a sede
Também brindamos a tudo
Pois, muito para lá da saudade
O Seco andava sempre risonho
Cedo partiu para a eternidade
Que mais parece um sonho
Obrigado à sua neta
Que numa visita fugaz
Descobriu no Blogue a seta
Para saber do Avô, assaz
Que os amigos Fuzileiros
Rendendo-lhe homenagem capaz
Deixam para vós, herdeiros
Coragem! Ele, que descanse em Paz!
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Encontros sucedem-se...!
...oOo...
...devido ao impasse do tratamento pelo governo para com muitos dos ex-combatentes; não haja dúvidas que continuamos a ser “Os Esfarrapados.”
Aqui poderão apreciar a bandeira dos combatentes destas paragens na qual, voz na matéria também tive. Curiosamente, certo dia eu e um colega ao tentarmos numa tipografia, remendar a farda deste infeliz destronado na foto, fomos metralhados com expressões antagónicas verbais por parte de alguns elementos, que foi cura radical para as ideias extraditantes que, a mim ao meu colega da marosca nos assolava… trocamos o passo e voltamos ao mesmo. Quanto ao encontro, posso dizer que correu como sempre de 5 estrelas! Temos por costume trazer uma individualidade de alta patente militar e com algum peso no seu currículo. O espírito de solidariedade denota-se talvez, em todos os comparticipantes deste patriótico, gentil e sublime evento. Na foto em abaixo, podemos apreciar o programa e a entidade convidada na pessoa do Coronel Faustino Alves Lucas Hilário, entre outras individualidades para vossa apreciação.
A todos os camaradas de armas um sincero “Bem-haja”
O Pires!
Como já vos contei, há dias, entrei em contacto com o Fernando Pires e recebi dele as duas fotografias que podeis ver acima reproduzidas. É mais um filho da escola de 64 a aparecer nestas páginas. Não vos posso contar nada de especial a seu respeito, mas desafio o Américo Laranjeira a fazer aqui um comentário a preceito. Vamos Américo, bota cá para fora aquilo que guardas na tua memória sobre o Pires!
terça-feira, 13 de abril de 2010
Efeméride do casamento...
Hoje, dia 13 de Abril
Normal, da mesma série
Um dia como tantos mil
Se não fosse a efeméride
No mundo, há dias diferentes
Que embora sejam iguais
Por causa de acidentes
Nos lembram sempre mais
Dia de boda, com festança
Começo de núpcias, docinho
Uniram-se a Maria Esperança
E o Agostinho
Recordando esse momento
Um rol de coisas boas
41 anos passados, no tempo
Tecem-se algumas loas
Também entra a amargura
Porque a lua-de-mel
Que já leva 14980? dias
Traz sempre algum fel
Que juntam à mistura
Algumas horas... mais frias...
Resta, que o tempo nos dê
Alguns anos de saúde
Pondo à nossa mercê
Mais essa virtude
Que unida de afectos
Desenvencilhando sarilhos
Rodeados dos netos
E também dos filhos
Iremos festejando
Mais um dia de boda
De vez em quando
Com a família toda...
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Elias Farinha... e padeiro!
É caso... para dizer
Façamos três tendas:
Uma para ti, terá que ser
Outra para Elias, são lendas
É bom algo se saber
Acerca do ilustre padeiro
Que em nós faz renascer
O reencontrar dum fuzileiro
Que tem pão para dar e vender
Porque, no nosso peito brota
E em tom brejeiro clamar e dizer
Como a padeira de Aljubarrota...
De nome Brites de Almeida
Ficou célebre na história
Como famosa guerreira
Transformou o pão em armas
Alcançando épica vitória
O mesmo sucede contigo
Que atacando fortes e muralhas
Com ajuda de qualquer amigo
Vais acumulando batalhas
Munido doutros percursores
Um pouco por toda a terra
Fazes jus aos louvores
Mereces a Cruz de Guerra
Que não és beligerante
Mas antes um bom rapaz
Sei que pensas a cada instante
Numa verdadeira e desejada Paz!
Mais um seguidor!
No «Fuzileiros Aventureiros» do nosso amigo Leiria, apareceram publicadas algumas caras de velhos fuzileiros que por terras canadianas viveram a sua vida. Um deles, o João Mateus, membro do DFE9 tal como o Luís Silva, alentejano dos sete costados, era já um meu velho conhecido através da rede social "Multiply". Hoje aparece como seguidor deste blog e quero por isso dar-lhe as boas-vindas. Que a sua companhia nos traga alegria e que ele se sinta também alegre na nossa companhia, são os meus desejos.
domingo, 11 de abril de 2010
Há vinagres ... e vinagres!
Talvez tenha razão
Que a ajuda do vinagre
Safe qualquer beberrão
De poder guiar à vontade
Suponho porque penso
O engenheiro é quem sabe
Isto não gera consenso
Que espécie de vinagre?
De tantas marcas e odores
Vinagres de vinho e outros mais
Falta dizer-nos, senhores
Que espécie nos recomendais
Sabendo que ácido ascético
Livra qualquer condutor
Eu fico meio patético
Sem desclassificar o autor
Nesta onda de safar as pielas
Vender-se-ão vinagres aos barris
Para facilitar as goelas
Irão utilizar-se os funis
E, se a moda vier a pegar
Que me parece inverosímil
Lá teremos o governo, se calhar
Aumentando o novo combustível
Pior, vai ser o hálito
Como esta nova destilação
Até se lhe apanhar o hábito
Oh malta, força no garrafão!
Engenheiro é que sabe!
O Ricardo é engenheiro e trabalha numa fábrica de produção de vinagre, no Estado de S.Paulo, Brasil. Ele manda-nos o seguinte recado: «Se conduzir pode beber até cair»! Desde que leve no carro um frasco de vinagre. Ele explica:
O bafômetro não mede o nível de álcool, mas sim a presença de cetona, que é o efeito da queima de gordura. Como o álcool diminui o açúcar no sangue, o corpo passa a queimar gordura e, como conseqüência, o hálito começa a apresentar corpos cetônicos.
Um detalhe: um dos motivos para serem necessários vários níveis de tolerância é que as pessoas em dieta de Atkins, ou em jejum, também apresentam corpos cetônicos no hálito, pela ausência de carbo-hidratos causada pela dieta e conseqüente queima de gordura.
Mas a mutreta do bafo é a seguinte: leve sempre no carro um frasquinho de vinagre, e, a qualquer sinal de blitz, tome um gole, porque o ácido acético (denominação química do vinagre) reage com a cetona, dando como resultado o acetato, que é indetectável no bafômetro.
A Sorte do Benfica!
Esta é outra das prendas que o Belo Fuzo me ofereceu recentemente. Depois disso já o Benfica foi eliminado da Liga Europa, mas não é vergonha nenhuma cair aos pés do Liverpool, do Fernando Torres e do Gerard. Ora leiam com atenção:
O Benfica venceu o Porto por 3-0. Teve sorte.
Aliás, se há coisa que o Benfica tem tido este ano é sorte. Eliminou o Marselha por sorte, goleou o Everton em duas mãos (7-0) por sorte, e imagine-se, teve a sorte do seu lado nos quatro golos marcados em Alvalade.
Talvez a sorte de vender João Pereira .
Teve sorte nas contratações de Javi Garcia e Ramires.
Teve sorte com Saviola e com Airton.
Di Maria cresceu. Por sorte claro. E Coentrao faz Queiroz parecer ridículo.
O Benfica tem também a sorte de ter dois Maxis. Um joga a primeira a parte, o outro joga na segunda. É impossível que o mesmo jogador possa correr aquilo tudo.
Muito se tem falado de túneis. E este campeonato é sem duvida o campeonato dos túneis. Perguntem a Tonel, Yobo, Rolando ou Diawara .
O Benfica tem tido mesmo muita sorte. Enche estádios de Norte a Sul do País Sorte, marca muitos golos e tem a sorte, imagine-se, de sofrer muito poucos.
Sorte essa que fez de David Luiz muito provavelmente o melhor defesa central da Europa.
Sorte também com Luisão, e com o tamanho dos seus bolsos. Cabem lá metade dos avançados da Europa.
E para quem por atrevimento quiser ficar de fora, as luvas de Quim têm quilómetros. Os mesmos quilómetros que os Super dragões fizeram no Domingo para terem três novos motivos para odiar o Benfica. Um motivo aos 9 minutos, um aos 45 e outro aos 92.
Tivemos também muita sorte com Jesus. Desde os primórdios da humanidade se percebeu que com o divino do nosso lado fica mais fácil.
Tivemos sorte com os adversários também. Everton, Marselha, Porto, Sporting, Guimarães, Hertha, Nacional, Marítimo, Paços de Ferreira.... Muita sorte.
O Benfica teve sorte com Carlos Martins, com Ruben Amorim, que já marca golos, e com Nuno Gomes que é um líder, e que ama o Benfica como um adepto. E talvez seja essa a maior sorte. Os adeptos. O Benfica só por sorte pode ter adeptos como os que vi no Algarve. Alegres e aos milhares. Noventa minutos a gritar.
O Benfica goleou por sorte, lidera o campeonato por sorte, e só por sorte está nos quartos de final da Liga Europa. Tem a sorte de ter o melhor marcador do campeonato, o jogador com mais assistências, o melhor ataque e a melhor defesa.
Hoje está um dia bonito. E eu sinto-me com sorte. Sorte de ter nascido Lampião.
Belo Fuzo!
Um Fuzileiro é sempre um fuzileiro, seja ele de 66, de 64 ou de 62 (como eu). Tal como acontece com os vinhos, há anos melhores e anos piores, mas todos eles apresentam algumas qualidades. Há um fuzileiro de 66 que me vai fornecendo anedotas e outras coisas giras, de vez em quando. Tal como o Domingos, o Fragata, também este se chama Belo, mas António. E usa a alcunha de «Belo Fuzo». Na Páscoa, a título de saquinho de amêndoas, ele enviou-me este video que eu quero compartilhar convosco. Sim, porque as coisas bonitas "são para se ver e nunca para esconder"!
sábado, 10 de abril de 2010
Comentando: Os craques da equipa...
Na Machava, perto da Matola
Oh terras de Moçambique
Fracos de equipa de bola
Mas, fortes de tola fixe
Que dão asas à saudade
Do camarão e laurentinas
Porque de facto é verdade
Que sendo jovens traquinas
No auge da sua mocidade
Enamorados das tombazanas/meninas
Nunca tiveram a ideia cobarde
Como alguns de esquecer as Quinas
Num conceito errado do imoral
Que todo o Fuzileiro/Marinheiro
Soube defender e honrar Portugal
Com brio e garra no mundo inteiro!
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Façanhas do Abecassis!
Por Artur/Leiria (15683)
Nota do Leiria:
Pelo que tenho lido nos artigos bastante elucidativos do tenente Tavares Costa, muito em especial em referência ao Tenente Abecassis, achei por bem reintroduzir este artigo que escrevi no blogue da companhia, sobre o Tenente Abecassis. Penso que parte do que escrevi tem bastante credibilidade, e mais ainda, porque quando de visita ao João Camarada o ano passado em Vila Real de Santo António, foi ele a confirmar que tudo foi verdade, e que ele próprio foi falar com dono da piroga, para a alugar para o regresso do inditoso oficial. O sargento do pelotão, que me parece ter sido o Peniche/Veloso, saberá talvez mais a pormenor do desfecho do acontecido. Logo ao chegarmos à capitania, foi-nos informado que este tinha partido de imediato para LM e logo de seguida para Lisboa por intermédio talvez do Comandante Zilhão
...oOo...
Certamente que muitos de vós se lembram do tenente Abecassis na CFN2! Ao apresentar este senhor quero lembrar que era alto e de estatura magra, bastante culto, talvez descendente de família abastada, criado, penso, com esmero de mãe, conhecido por nós como - menino da mamã - em contrapartida, nós, moços da rua, mais vividos, mais aptos para o que desse e viesse! Pois nada de agressivo se notava neste homem! Aí se via que não era, segundo o que vem a suceder-lhe mais tarde, homem nascido para ser fuzileiro, assim como muitos outros que foram chamados mas não escolhidos!
Lógico que a Escola Naval foi preferencial para cumprimento do seu serviço militar. Lógico também que, o atamancaram à pressa como oficial, para de imediato o ingressarem numa companhia de fuzileiros! Para mal dos nossos pecados, aposto que sabeis qual foi!
Para vos dar uma ideia introdutória do carácter do referenciado, certo dia o Senhor, que era o encarregado da escrituração aquando da construção da capitania de Metangula, que lembro ser homem dos cinquenta anos ou perto, usando farda um tanto ou quanto diferente da nossa, (talvez, funcionário agregado ao quadro das capitanias) dizendo, sem esconder frustração que, o nosso homem, ao tentar colocar umas cortinas na janela da casa de banho, na casa que lhe tinha sido atribuída e à sua esposa para viverem durante a estadia lá: - “o sarapantas pôs as patorras no tampo da sanita e partiu aquela porra toda!”
Jeito, era coisa que o nosso tenente era alheio! O que infelizmente é coisa que não se vendia nem vende nas farmácias!
Para vos dar uma ideia introdutória do carácter do referenciado, certo dia o Senhor, que era o encarregado da escrituração aquando da construção da capitania de Metangula, que lembro ser homem dos cinquenta anos ou perto, usando farda um tanto ou quanto diferente da nossa, (talvez, funcionário agregado ao quadro das capitanias) dizendo, sem esconder frustração que, o nosso homem, ao tentar colocar umas cortinas na janela da casa de banho, na casa que lhe tinha sido atribuída e à sua esposa para viverem durante a estadia lá: - “o sarapantas pôs as patorras no tampo da sanita e partiu aquela porra toda!”
Jeito, era coisa que o nosso tenente era alheio! O que infelizmente é coisa que não se vendia nem vende nas farmácias!
Mas vamos lá ao bojo da história; um dia brincando ainda aos soldados, porque a paz ainda lá morava, um pelotão incluindo a minha secção, que era composta de matulões, fomos num reconhecimento como treino a pé. Calor de rachar, os cantis dos camaradas foram despejados num ápice, excepto o do Leiria que estava sempre cheio de nada, porque tinha ido morar para outra freguesia!
Caminhamos umas boas horas para o lado do Cobué, descansando de vez enquanto, um pouco aqui e além, por uns minutos. A sede nessa altura era de matar, com a agravante de se poder ver o rico Niassa à distância.
Perguntamos a um pretinho que ia passando, se estava longe tal terra que se via no mapa, respondendo este num português trapalhão: “ fica mesmo ali patrão”. Qual patrão qual carapuça, aquele “ali” para ele, era o Algarve para o “Tintinaine” foi caminhar à procura do “ali” que nunca foi visto nem achado!
Lá bem para o meio da tarde chegamos a uma aldeia de palhotas, o nosso comandante mais morto do que vivo, com os pés todos esfolados que, nem em pessoas nas suas caminhadas de dias a Fátima se via tal coisa!
Manda chamar o chefe da povoação, este ao apresentar-se diz-lhe que, segundo certos artigos, ou não sei quê das nossas leis, que ele lá esclareceu a detalhe, o que pobre do preto pouco percebeu, tínhamos o direito de ser alimentados pelos povos indígenas em operações militares, por isso que fosse buscar algo para se comer.
Só depois de muito conversar, lá convenceu o velho a ir buscar leite porque comida nem para eles chegava! Passado uma hora ou mais, trouxe este, uma caneca com leite que não me lembro se alguém bebeu.
Caminhamos umas boas horas para o lado do Cobué, descansando de vez enquanto, um pouco aqui e além, por uns minutos. A sede nessa altura era de matar, com a agravante de se poder ver o rico Niassa à distância.
Perguntamos a um pretinho que ia passando, se estava longe tal terra que se via no mapa, respondendo este num português trapalhão: “ fica mesmo ali patrão”. Qual patrão qual carapuça, aquele “ali” para ele, era o Algarve para o “Tintinaine” foi caminhar à procura do “ali” que nunca foi visto nem achado!
Lá bem para o meio da tarde chegamos a uma aldeia de palhotas, o nosso comandante mais morto do que vivo, com os pés todos esfolados que, nem em pessoas nas suas caminhadas de dias a Fátima se via tal coisa!
Manda chamar o chefe da povoação, este ao apresentar-se diz-lhe que, segundo certos artigos, ou não sei quê das nossas leis, que ele lá esclareceu a detalhe, o que pobre do preto pouco percebeu, tínhamos o direito de ser alimentados pelos povos indígenas em operações militares, por isso que fosse buscar algo para se comer.
Só depois de muito conversar, lá convenceu o velho a ir buscar leite porque comida nem para eles chegava! Passado uma hora ou mais, trouxe este, uma caneca com leite que não me lembro se alguém bebeu.
Por fim, quando chegou a hora de continuar o comandante estava exausto ao ponto de o não poder fazer! Chama o preto outra vez e pergunta-lhe se alguém tinha lá um barco que ele pudesse usar para regressar à capitania.
Como era uma aldeia piscatória, conseguiu-se uma piroga e um preto pescador para o levar de regresso! Lembro-me de ver o nosso tenente pela última vez, caminhando a coxear atrás do preto a caminho da piroga, pesarosamente dando mil e uma desculpas ao sargento e a todos nós por ter que actuar daquela maneira…O sargento (Peniche penso), passou a comandante interino, até ao nosso regresso a Metangula.
Logo ao chegarmos, e, ao inquirirmos sobre o exausto tenente, já ele tinha sido escorraçado de malas aviadas, em viagem tipo salto de canguru, para Lisboa via Lourenço Marques pelo comandante Zilhão! Como o Zilhão, que nem fuzileiro era, teve poder para isso, não sei!?
Logo ao chegarmos, e, ao inquirirmos sobre o exausto tenente, já ele tinha sido escorraçado de malas aviadas, em viagem tipo salto de canguru, para Lisboa via Lourenço Marques pelo comandante Zilhão! Como o Zilhão, que nem fuzileiro era, teve poder para isso, não sei!?
Mais tarde, perto do meu salto para a vida civil, alguém dissera que, para o nosso herói da história o que lhe aconteceu foi melhor do que a taluda na lotaria. Foi reintegrado na Escola Naval por pouco tempo, ficando assim, livre para seguir a carreira tão desejada de sua mamã. Talvez advocacia, olhando que, até das leis do ultramar ele era conhecedor (…) ou pareceu-nos!
domingo, 4 de abril de 2010
Não há distâncias no coração... Feliz Páscoa!
Meus caros Amigos
Junto-vos num desejo só
Sem argumentos ambíguos
Feliz Páscoa, com pão de ló
É assim com desvê-lo
Mastigando o pão balofo
Um Porto, ao bebê-lo
Ficareis com melhor estofo
Brindemos com alegria
Sejamos homens ordeiros
Boas-Festas, Aleluia
Para todos os Fuzileiros
Não esquecendo ninguém, no fundo
Como é nosso timbre, assaz
Para que haja no Mundo
Verdadeira e eterna Paz
Embora sejamos homens de guerra
Deixemos o belicismo de lado
Haja fraternidade na terra
Com Cristo Ressuscitado
Que a amizade seja um elo
Muito forte com fitas e laços
Amigos como é nobre e belo
Sentirmos a ternura duns abraços
Não há distâncias para o coração
Muito menos para o pensamento
Sofre-se com emoção
As saudades deste momento
Aprouve Deus sermos irmãos
Porque na força dos meu passos
Sinto desejos muito sãos
De vos cingir com meus braços...
Junto-vos num desejo só
Sem argumentos ambíguos
Feliz Páscoa, com pão de ló
É assim com desvê-lo
Mastigando o pão balofo
Um Porto, ao bebê-lo
Ficareis com melhor estofo
Brindemos com alegria
Sejamos homens ordeiros
Boas-Festas, Aleluia
Para todos os Fuzileiros
Não esquecendo ninguém, no fundo
Como é nosso timbre, assaz
Para que haja no Mundo
Verdadeira e eterna Paz
Embora sejamos homens de guerra
Deixemos o belicismo de lado
Haja fraternidade na terra
Com Cristo Ressuscitado
Que a amizade seja um elo
Muito forte com fitas e laços
Amigos como é nobre e belo
Sentirmos a ternura duns abraços
Não há distâncias para o coração
Muito menos para o pensamento
Sofre-se com emoção
As saudades deste momento
Aprouve Deus sermos irmãos
Porque na força dos meu passos
Sinto desejos muito sãos
De vos cingir com meus braços...
Um algarvio em Paris!
Hoje, domingo de Páscoa, dia de juntar a família, é àqueles que estão longe que mais lembra a sua terra e as suas raízes. Por essa razão e também porque ele ganhou coragem e se abalançou a fazer um comentário no nosso BLOG, dedico a imagem abaixo ao Filipe Cruz, filho da minha escola e, tal como eu, membro do «Pelotão do Bicho». Ele está em Paris e gostaria de estar em Faro, mas a vida nem sempre nos deixa fazer aquilo que queremos. Não é verdade, Filipe?
Pois, para te lembrar a tua cidade, ou agravar as tuas saudades, deixo-te aqui uma imagem da tua terra, desejando-te uma Santa Páscoa, cheia de coisas doces. E, um dia, ainda havemos de nos reencontrar!
sexta-feira, 2 de abril de 2010
5 Batatas aos meus vizinhos!
Eis o prémio que o Djaló vai receber hoje, ao chegar a casa, pelo Hat Trick que conseguiu no jogo com o Rio Ave.
Não sei quem vai ficar mais contente...
Talvez o Bettencourt?
Ou o Carvalhal?
Ou os meus amigos e filhos da escola alagartados?
Ou o próprio Djaló?
Nada disso, vai ser ela, pois como todos bem sabeis:
Terá mais prazer em dar que receber!
Viva o Sporting!
Pedido de Publicação na Revista da Armada!
Companhia Nº 2 de Fuzileiros (62/65)
Convívio 2010 em Montemor-o-Novo, na Quinta da Picada, no dia 5 de Junho.
Todos os interessados devem contactar o Mar.Fz. Carlos, através do Tlm 911 967 796 ou e.mail »manaliva@gmail.com»
Convívio 2010 em Montemor-o-Novo, na Quinta da Picada, no dia 5 de Junho.
Todos os interessados devem contactar o Mar.Fz. Carlos, através do Tlm 911 967 796 ou e.mail »manaliva@gmail.com»
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Fuzileiros os quatro Magníficos
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