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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

É isso mesmo…


Por Artur/Leiria

Levar no ‘rabiosque’ e cara alegre!

Notável a forma como este cavalheiro que acaba de perder a sua carrinha de caixa aberta com uma árvore desta envergadura, e, no fim encara tudo isto com um senhor sorriso nos lábios! Certamente que é um americano maluco mas alegre!
Se todos nós encarássemos a vida desta forma, o fado teria que ir pregar para outra freguesia e o Marceneiro, neto, teria que optar por outros afazeres… quanto mais não fosse rachar lenha.

O azar desta “Pata Brava”…


Por Artur/Leiria

A perda dos seus patinhos.

Falando no aspecto fabulário; como se pode ver nesta foto, o amor que esta Pata Brava demonstra para com alguns dos seus patinhos que acidentalmente acabaram de passar através dos espaços da tampa da sarjeta é colossal.

Se o Pato Sócras fosse dotado de um pouco desse mesmo amor, mas esse amor não se compra na farmácia, claro, o nosso Portugal poderia ir enveredando por vias abastadas de sucesso, onde o amor fraterno se irradiaria num viver alegre e saudável com todos Patos Portugueses…

Oxalá haja consciência no acto do voto, que é talvez a única solução para uma vida melhor de todos os patos irmãos.

Haja coragem...
Viva a bicharada!

A MÁFIA SOCRÁTICA




Por Artur/Leiria
"Patos Mafiosos"

"Não falimos por um milagre"
José António Saraiva, director do semanário ‘Sol’, revela ao CM que o Governo o pressionou para não publicar notícias do Freeport e que depois passou aos investidores
Correio da Manhã – O ‘Sol’ foi coagido pelo Governo para não publicar notícias do Freeport?
José António Saraiva – Recebemos dois telefonemas, por parte de pessoas próximas do primeiro-ministro, dizendo que se não publicássemos notícias sobre o Freeport os nossos problemas se resolviam.
– Que problemas?
– Estávamos em ruptura de tesouraria, e o BCP, que era nosso sócio, já tinha dito que não metia lá mais um tostão. Estávamos em risco de não pagar ordenados. Mas dissemos que não, e publicámos as notícias do Freeport. Efectivamente uma linha de crédito que tínhamos no BCP foi interrompida.
– Depois houve mais alguma pressão política?
– Sim. Entretanto tivemos propostas de investimentos angolanos, e quando tentámos que tudo se resolvesse, o BCP levantou problemas.
– Travou o negócio?
– Quando os angolanos fizeram uma proposta, dificultaram. Inclusive perguntaram o que é que nós quatro – eu, José António Lima, Mário Ramirez e Vítor Rainho – queríamos para deixar a direcção. E é quando a nossa advogada, Paula Teixeira da Cruz,
ameaça fazer uma queixa à CMVM, porque achava que já havia uma pressão por parte do banco que era totalmente ilegítima.
– E as pressões acabaram?
– Não. Aí eles passaram a fazer pressão ao outro sócio, que era o José Paulo Fernandes. E ainda ao Joaquim Coimbra. Não falimos por um milagre. E, finalmente, quando os angolanos fizeram uma proposta irrecusável e encostaram o BCP à parede, eles desistiram.
– Foi um processo longo...
– Foi um processo que se prolongou por três ou quatro meses. O BCP, quase ironicamente, perguntava: "Então como é que tiveram dinheiro para pagar os salários?" Eles quase que tinham vontade que entrássemos em ruptura financeira. Na altura quem tinha o dossiê do ‘Sol’ era o Armando Vara, e nós tínhamos a noção de que ele estava em contacto com o primeiro-ministro. Portanto, eram ordens directas.
– Do primeiro-ministro?
– Não temos dúvida. Aliás, neste processo ‘Face Oculta’ deve haver conversas entre alguns dos nossos sócios, designadamente entre Joaquim Coimbra e Armando Vara.
– Houve então uma tentativa de ataque à liberdade de imprensa?
– Houve uma tentativa óbvia de estrangulamento financeiro. Repare--se que a Controlinveste tem uma grande dívida do BCP, e portanto aí o controlo é fácil. À TVI sabemos o que aconteceu e ao ‘Diário Económico’ quando foi comprado pela Ongoing – houve uma mudança de orientação. Há de facto uma estratégia do Governo no sentido de condicionar a informação. Já não é especulação, é puramente objectiva. E no processo ‘Face Oculta’, tanto quanto sabemos, as conversas entre o engº Sócrates e Vara são bastante elucidativas sobre disso.
– Os partidos já reagiram e a ERC vai ter de se pronunciar. Qual é a sua posição?
– Estou disponível para colaborar.
_(Com a devida vénia ) J.V.

O Deslumbramento...


Artur/Leiria
Nota: Mais um artigo, rapazes, digno de ser publicado e lido por vós, de José Viseu, para que se venha a saber ao pormenor como vão as modas no nosso/deles Portugal.
...oOo...
O PROCESSO chamado 'Face Oculta' tem as suas raízes longínquas num fenómeno que podemos designar por 'deslumbramento'.

Muitos dos envolvidos no caso, a começar por Armando Vara, são pessoas nascidas na Província que vieram para Lisboa, ascenderam a cargos políticos de relevo e se deslumbraram.
Deslumbraram-se, para começar, com o poder em si próprio. Com o facto de mandarem, com os cargos que podiam distribuir pelos amigos, com a subserviência de muitos subordinados, com as mordomias, com os carros pretos de luxo, com os chauffeurs, com os salões, com os novos conhecimentos.
Deslumbraram-se, depois, com a cidade. Com a dimensão da cidade, com o luxo da cidade, com as luzes da cidade, com os divertimentos da cidade, com as mulheres da cidade.
Ora, para homens que até aí tinham vivido sempre na Província, que até aí tinham uma existência obscura, limitada, ligados às estruturas partidárias locais, este salto simultâneo para o poder político e para a cidade representou um cocktail explosivo.
As suas vidas mudaram por completo. Para eles, tudo era novo - tudo era deslumbrante.
Era verdadeiramente um conto de fadas - só que aqui o príncipe encantado não era um jovem vestido de cetim mas o poder e aquilo que ele proporcionava.
Não é difícil perceber que quem viveu esse sonho se tenha deixado perturbar.
Curiosamente, várias pessoas ligadas a este processo "Face Oculta" (e também ao caso "Freeport") entraram na política pela mão de António Guterres, integrando os seus Governos.
Armando Vara começou por ser secretário de Estado da Administração Interna, José Sócrates foi secretário de Estado do Ambiente, José Penedos foi secretário de Estado da Defesa e da Energia, Rui Gonçalves foi secretário de Estado do Ambiente.
Todos eles tiveram um percurso idêntico.
E alguns, como Vara e Sócrates, pareciam irmãos siameses : Naturais de Trás-os-Montes, vieram para o poder em Lisboa, inscreveram-se na universidade, licenciaram-se(?), frequentaram(?) mestrados.
Sentindo-se talvez estranhos na capital, procuraram o reconhecimento da instituição universitária como uma forma de afirmação pessoal e de legitimação do estatuto.
A QUESTÃO que agora se põe é a seguinte: por que razão estas pessoas apareceram todas na política ao mais alto nível pela mão de António Guterres?
A explicação pode estar na mudança de agulha que Guterres levou a cabo no Partido Socialista.
Guterres queria um PS menos ideológico, um PS mais pragmático, mais terra-a-terra.
Ora estes homens tinham essas qualidades: eram despachados, pragmáticos, activos, desenrascados.
E isso proporcionou-lhes uma ascensão constante nos meandros do poder.
Só que, a par dessas inegáveis qualidades, tinham também defeitos.
Alguns eram atrevidos em excesso.
E esse atrevimento foi potenciado pelo tal deslumbramento da cidade e pela ascensão meteórica.
Quando o PS perdeu o poder, estes homens ficaram momentaneamente desocupados.
Mas, quando o recuperaram, quiseram ocupá-lo a sério.
Montaram uma rede para tomar o Estado.
José Sócrates ficou no topo, como primeiro-ministro, Armando Vara tornou-se o homem forte do banco do Estado - a CGD -, com ligação directa ao primeiro-ministro, José Penedos tornou-se presidente da Rede Eléctrica Nacional, etc.
Ou seja, alguns secretários de Estado do tempo de Guterres, aqueles homens vindos da Província e deslumbrados com Lisboa, eram agora senhores do país.
Mas, para isso ser efectivo, perceberam que havia uma questão decisiva: o controlo da comunicação social.
Obstinaram-se, assim, nessa cruzada.
A RTP não constituía preocupação, pois sendo dependente do Governo nunca se portaria muito mal.
Os privados acabaram por ser as primeiras vítimas.
O Diário Económico, que estava fora de controlo e era consumido pelas elites, mudou de mãos e foi domesticado.
O SOL foi objecto de chantagem e de uma tentativa de estrangulamento através do BCP (liderado em boa parte por Armando Vara).
A TVI, depois de uma tentativa falhada de compra por parte da PT, foi objecto de uma 'OPA', que determinou a saída de José Eduardo Moniz e o afastamento dos ecrãs de Manuela Moura Guedes.
O director do Público foi atacado em público por Sócrates - e, apesar da tão propalada independência do patrão Belmiro de Azevedo, acabou por ser substituído.
A Controlinvest, de Joaquim Oliveira (que detém o JN, o DN, o 24 Horas, a TSF) está financeiramente dependente do BCP, que por sua vez depende do Governo.
Sucede que, na sua ascensão política, social e económica, no seu deslumbramento, algumas destas pessoas de quem temos vindo a falar foram deixando rabos de palha.
É quase inevitável que assim aconteça.
O caso da Universidade Independente, o Freeport, agora o 'Face Oculta', são exemplos disso - e exemplos importantes da rede de interesses que foi sendo montada para preservar o poder, obter financiamentos partidários e promover a ascensão social e o enriquecimento de alguns dos seus membros.
É isso que agora a Justiça está a tentar desmontar: essa rede de interesses criada por esse grupo em que se incluem vários "boys" de Guterres.
Consegui-lo-á?
Não deixa de ser triste, entretanto, ver como está a acabar esta história para alguns senhores que um dia se deslumbraram com a grande cidade.
Esta é a forma mais eloquente de definir um parolo provinciano com tiques de malandro, mas sempre de mão estendida, pior que os arrumadores que uma vez na vida se revelam minimamente úteis independentemente do ar miserável como se apresentam e se comportam quando não se lhes dá a famigerada moedinha.
Nota de José de Viseu: Com a devida vénia. Vá lá que ainda há gente que vê...que estes "laparotos" existem. Sem comentários. Está lá tudo. J.V.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Filosofia de vida!

Um professor, durante a sua aula de filosofia sem dizer uma palavra, pega num frasco de mayonese e esvazia-o...tirou a mayonese e encheu-o com bolas de golf. A seguir perguntou aos alunos se o Frasco estava cheio. Os estudantes responderam sim.
Então o professor pega numa caixa cheia de Caricas e mete-as no frasco de mayonese. As Caricas encheram os espaços vazios entre as bolas de golf.
O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a dizer que sim.
Então...o professor pegou noutra caixa...uma caixa cheia de areia e esvaziou-a para dentro do frasco de mayonese. Claro que a areia encheu todos os espaços vazios e uma vez mais o pofessor voltou a perguntar se o frasco estava cheio. Nesta ocasião os estudantes responderam em unânime "Sim !".
De seguida o professor acrescentou 2 taças de café ao frasco e claro que o café preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes nesta ocasião começaram a rir-se...mas repararam que o professor estava sério e disse-lhes:
'QUERO QUE SE DÊEM CONTA QUE ESTE FRASCO REPRESENTA A VIDA'.
As bolas de golf são as coisas Importantes: como a familia, os filhos, a saúde, os amigos, tudo o que te apaixona. São coisas, que mesmo que se perdesemos tudo o resto, nossas vidas continuariam cheias.
As caricas são as outras coisas que importam como: o trabalho, a casa, o carro, etc. 
A areia é tudo o demais, as pequenas coisas.
'Se pomos 1º a areia no frasco, não haveria espaço para as caricas nem para as bolas de golf. O mesmo acontece com a vida'. Se gastássemos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teríamos lugar para as coisas realmente importantes.
Presta atenção às coisas que são cruciais para a tua Felicidade. 
Brinca ensinando os teus filhos,
Arranja tempo para ires ao medico,
Namora e vai com a tua/teu namorado/marido/mulher jantar fora,
Pratica o teu desporto ou hobbie favorito.
Haverá sempre tempo para limpar a casa e reparar as canalizações 
Ocupa-te das bolas de golf 1º, das coisas que realmente importam.
Estabelece as tuas prioridades, o resto é só areia...
Um dos estudantes levantou a mão e perguntou o que representava o café. O professor sorriu e disse: 
"...o café é só para vos demonstrar, que não importa o quanto a vossa vida esteja ocupada,sempre haverá espaço para um café com um amigo. "

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Uma questão de olfacto!

Não se assustem com a ligeireza dos meus dois posts anteriores.
Garanto-vos que ainda não perdi a razão, mas é que já li o Correio da Manhã, de fio a pavio e não fiquei nada entusiasmado com o que vejo acontecer neste país.
A cada dia que passa e a cada nova revelação dos jornais e televisão, noto que a m.... cheira cada vez mais mal! E tenho a certeza absoluta de que não sofro de qualquer problema olfactivo!

O Milionário!

Estas duas personagens formam um casal.
Que vos parece que as une?
O dinheiro dele, está claro! Olhem para o tamanho da carteira que ele carrega!

Raça de Leão!

Caro amigo Zé Pintado!
Ofereceste-me este animal de estimação e eu, como não sou egoista, vou deixá-lo aqui para ser admirado por todos os nossos visitantes. Muitos são adeptos ferrenhos como tu e vão gostar de ver aqui o seu símbolo, mesmo que "ligeiramente" travestido!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Peripécias de catraios!

Artur/Leiria
- Malditos grilos que não me deixam dormir! Era a minha mãe levantada a lamentar-se e a tentar que uns quantos grilos que cantavam às tantas da manhã casa adentro se calassem.
Mal sabia ela que naquela manhã de um dia de verão, no início da década dos cinquenta, este catraio foi entiçado a escapulir-se por um colega, que à distância me ia dando sinais para irmos brincar. Sem meias medidas, logo ao notar que a minha mãe não me estava vendo, safo-me por carreiros além e atalhos, à velocidade de estafeta, tentando criar distância considerável entre nós, para que no caso de ela chamar por mim; se não a ouvisse, era como se ela não me estivesse a chamar! Como era de se esperar, já tinha o colega da aventura ofegando afilitivamente bem perto de mim; perguntando se a minha mãe não tinha visto eu safar-me. Claro que na altura isso era irrelevante, o que interessava é que a meu ver, estava livre para enfrentar toda a peripécia que se nos deparasse! Incluindo a roupa à pele...
Naquele dia perguntamo-nos o que íamos fazer, ao que eu propus em irmos apanhar grilos. Logo, decisão tomada, caminhamos por campos propícios para residência  de tais predilectos bichinhos. Ouvidos à escuta, e não levou muito a ouvi-los cantarolando de contentes, agradecendo ao seu deus pelo dia maravilhoso que lhes ia oferecendo! Mal sabiam eles que estes dois algozes, como aves de rapina, iriam sacar-lhes alguns membros de família… A astúcia faz parte do sucesso nestas aventuras de cachopos de aldeia. Ora, para quem não conhece o grilo, este constrói uma toca pequenina no meio de ervas de meia altura e à frente desta como cartão-de-visita, faz um terreirinho muito liso onde passa horas cantando os seus versos, talvez aos seus amores, que a mãe natureza tão generosamente lhes ofertou!
Pé-ante-pé, lá íamos tentando descortinar através da sua música onde estava o palco com o seu artista cantando ao vivo.
- Ah! Ali está ele, era um de nós a apontar onde se estava a realizar a solo tão adorável concerto musical!
- Aguenta, eu apanho-o. Zás, que havia de se tapar a entrada do bastidor do palco para que interditasse a retrocesso ao mesmo de tão castiço intérprete…

Ah, este já cá canta! Colocando-o temporariamente debaixo do quico na cabeça do meu comparsa…
Repetidamente esta operação delicada se ia repetindo, com a cabeça do colega já cheia de grilos debaixo do quico...
- Alto aí pá! Temos que fazer-lhes umas gaiolas com alface dentro para comerem, foi o colega a lembrar.
- Boa ideia, disse eu, o meu avô costumava trazê-los dentro dum vão de cana rachada para pôr a alface, servindo também de gaiola, e tapava com uma rolha de carrasca de pinheiro que fazia; tens uma navalha não tens?

- Claro, um bom marinheiro aparelha-se em terra, disse ele. Depois de termos feito algumas gaiolas, porque na área havia os materiais necessários para construção das mesmas, foi assunto resolvido num abrir e fechar de olhos. Continuamos na faina da apanha, sem notarmos que o tempo ia correndo a bom passo, e a fome que por graça não nos apoquentava, onde o sucesso se expandiu ao ponto de que já tínhamos grilos para dar e vender; mesmo depois de alguns teimosos, porque não saíam com a palhinha das cócegas, levavam com uma ‘urinadela’ na testa!
Regressamos a aldeia, saltitando ao pé-coxinho de contentes, sem que fizéssemos a mínima ideia, de que havia de haver sardinha fresca lá em casa!
- Por onde andou o menino todo o dia, foi a minha mãe a perguntar, um dia inteiro sem comer e eu farta de chamar por ti. Vais ao ‘lenheiro’ buscar um pau para apanhares com ele e depressa.
Lá fui eu choramingando, a antecipar as que iam cair no pêlo, e eu com os ‘grilinhos’ dentro das gaiolas de cana nos bolsos, no meio das que iam chovendo no rabo, abriram-se algumas gaiolas e como é de esperar: cadeia aberta há que escapar, e os meus prisioneiros foi mesmo isso que fizeram, mas como que a gozarem comigo e sem vergonha; cantavam… cantavam… noite fora..., ao ponto da minha mãe, que não sabia da fuga das minhas presas, a levou a lamentar-se e a dizer noite fora:
- “ Malditos grilos que não me deixam dormir!”
Perdoa-me mãe lá dos céus, porque eu não media o que fazia…

O Traidor!

Desde há uns dias, circula pelas caixas de correio do e.mail a mensagem que podem ler abaixo. Será verdade ou pura e simplesmente para prejudicar o candidato? Convém saber isso, pois ser comunista não é doença nenhuma, mas ser traidor já é outra música!
»»»
Conheço este problema pessoalmente. Estava em Luanda, quando Alegre se pirou. Mais tarde, quando entrei prá “guerra” o meu Batalhão foi colocado em Nóqui, lá em cima, encostado ao Zaire, junto à fronteira com Matadi.
Nessa região ouvia-se através dos famosos rádios portáteis Hitachi, com uma boa onda média, a voz de Matadi e a voz da Argélia, emissores criados por desertores que, através de infiltrados nas forças armadas, denunciavam as n/operações. Muitas das emboscadas que sofremos resultaram da traição desses “grandes filhos da puta “.
Uma das vozes que se ouvia era a desse pulha, Pateta Alegre. Lembro-me que 48 horas após se ter instalado um posto de observação, um grupo de combate, um canhão, um radar no cimo do morro de Noqui, donde nós observávamos toda a movimentação de aproximadamente, 2.000 “turras” concentrados numa sanzala no outro lado da fronteira, ouviu-se a voz do Alegre a denunciar a nossa posição.
Andámos a levar porrada na estrada entre S.Salvador e Nóqui durante mais de 4 meses. Numa das viagens sofremos 9 ataques.
Um dia, em Nóqui, junto ao Rio, onde se situava o nosso aquartelamento, o então Tenente-Coronel Isaltino, mandou tocar a formar. Formou-se o Batalhão e o corneteiro tocou a sentido, fez-se silêncio chegou o Tem.Coronel e disse: o furriel Marta (mulato) dê um passo em frente. O sacana era o informador. Fazia-o através dum preto que era vendedor das célebres colchas congolesas, em Nóqui.
Nesta guerra a Pide teve um papel muito importante. Informávamo-nos dos movimentos desses traidores.
Bem…. não sei se estás a ver… o cabrão não foi linchado porque foi imediatamente evacuado para Luanda. Cerca de 2 anos depois, estava eu ainda na guerra ouvi a voz deste traidor nas rádio Maatadí. Tinha fugido das cadeias de Luanda.
Sofri no corpo os efeitos da atitude desses traidores.
«««

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Macacada pegada...!

Uma garotinha pergunta a sua mãe:
-Como é que se criou a raça humana?
A mãe respondeu:
-Deus criou Adão e Eva, eles tiveram filhos, e os filhos tiveram filhos, e assim se formou a raça humana.
Dois dias depois, a garotinha faz ao pai a mesma pergunta e o pai responde-lhe:
-Há muitos anos existiam macacos, que foram evoluindo até chegarem aos seres humanos que vês hoje.
A garotinha, toda confundida, foi ter com a mãe e disse-lhe:
-Mãe, Como é possivel que me diga que a raça humana foi criada por Deus e o pai diga que evoluiu do macaco? E a mãe respondeu-lhe:
-Olha, minha querida, é muito simples: "Eu falei da minha família, o seu pai falou da dele!"...

Tentando fazer cama...!


João Silva em viagem de negócios, longe da família... livre que nem um passarinho.
Quarenta anos, executivo, senta-se na poltrona do avião com destino a New York e, maravilha-se com uma deusa sentada junto à janela.
Após 15 minutos de vôo ele não se contém:
- É a 1ª vez que vai a New York?
- Não, é uma viagem habitual.
- Trabalha com moda?
- Não, viajo em função de minhas pesquisas. Sou sexóloga.
- Suas pesquisas dedicam-se, a quê?
- No momento, pesquiso as características do pénis masculino.
- A que conclusão chegou?
- Que os Índios são os portadores de pénis com as dimensões mais avantajadas e os Árabes são os que permanecem mais tempo no coito. Logo, são eles que proporcionam mais prazer às suas parceiras.
Desculpe-me Senhor, eu estou aqui falando mas não sei o seu nome...
- Mohammed Ali Águia Branca da Silva!

Já chegaste a este nível?

Artur/Leiria
Segundo o que poderá resultar deste mundo do vício do com(putas), dos jogos e da NET como se poderá ver o rapazote na foto de cima. Certamente que a foto de baixo passará a ser a prova real, do que um dia vamos querer junto à derradeira campa que nos há-de servir para sempre. Mal, por mal, será melhor assim, do que outros vícios, que no fim são causadores de tragédias mais dolorosas!
Por isso não deixem que bichinho vos roa… roa… roa, ao ponto das nossas parceiras dizerem: Porra! Já chega! É de mais! Nunca mais ganhas juízo! Viciado! Maluco! Pançudo que só ganhas é barriga! "Anda, abraça-me beija-me; encosta o teu peito ao meu; esquece o que vai no com(putas), vem ser meu, eu serei tua!" E esta hein? Se não gostarem chamem-me nomes que eu faço ouvidos de mercador, logo o eco cá chegue?! Agora há que levantar dessa cadeira! Vamos lá dar uma passeata com os amigos e gargalhar com as anedotas que se vão contando e falar dos futebóis que nos vão matando também! Merda que nunca se está bem neste fadário terreno! Preso por ter cão; preso não o ter!…
Alguém aconselhara também: Larga a NET e vai apanhar Sol ou beber um copo com os amigos!
Saúde a todos, e até Setembro do corrente ano e que os vossos ossos vão permanecendo rígidos que é para não partirem à primeira…
Saúde da boa, companheiros!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

O Vil Metal!

Nos últimos 500 anos, os europeus gastaram rios de dinheiro, obtido de maneira mais ou menos ilícita. Agora que não têm mais sítio onde o ir buscar, como irão resolver o seu problema de falta de riqueza? As receitas provenientes da indústria, nos últimos 200 anos, estão também a esgotar-se, visto que esta, na sua grande maioria, estará sediada na Ásia, dentro de poucos anos. O que será dos europeus, no futuro próximo? Ao ouvir um discurso como o que podeis ler abaixo, começo a ficar preocupado com o mundo em que viverão os meus filhos e netos. Resta-me a consolação de saber que não viverei o suficiente para testemunhar isso.

Discurso do embaixador do México na Conferência de Chefes de Estado da União Europeia, Mercosul e Caribe.

"Aqui estou eu, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos, Para encontrar os que a "descobriram" só há 500 anos. O irmão europeu da aduana me pediu um papel escrito, um visto, para poder descobrir os que me descobriram. O irmão financista europeu me pede o pagamento - ao meu país- , com juros, de uma dívida contraída por Judas, a quem nunca autorizei que me vendesse. Outro irmão europeu me explica que toda dívida se paga com juros, mesmo que para isso sejam vendidos seres humanos e países inteiros sem pedir-lhes consentimento. Eu também posso reclamar pagamento e juros.
Consta no "Arquivo da Cia. das Índias Ocidentais" que, somente entre os anos 1503 e 1660, chegaram a São Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes da América.
Teria sido isso um saque? Não acredito, porque seria pensar que os irmãos cristãos faltaram ao sétimo mandamento! Teria sido espoliação? Guarda-me Tanatzin de me convencer que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue do irmão.
Teria sido genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomeu de Las Casas ou Arturo Uslar Pietri, que afirmam que a arrancada do capitalismo e a atual civilização européia se devem à inundação de metais preciosos tirados das Américas.
Não, esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata foram o primeiro de tantos empréstimos amigáveis da América destinados ao desenvolvimento da Europa. O contrário disso seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito a exigir não apenas a devolução, mas indenização por perdas e danos.
Prefiro pensar na hipótese menos ofensiva.
Tão fabulosa exportação de capitais não foi mais do que o início de um plano "MARSHALL MONTEZUMA", para garantir a reconstrução da Europa arruinada por suas deploráveis guerras contra os muçulmanos, criadores da álgebra, da poligamia, e de outras conquistas da civilização.
Para celebrar o quinto centenário desse empréstimo, podemos perguntar: Os irmãos europeus fizeram uso racional responsável ou pelo menos produtivo desses fundos?
Não. No aspecto estratégico, dilapidaram nas batalhas de Lepanto, em navios invencíveis, em terceiros reichs e várias formas de extermínio mútuo. No aspecto financeiro, foram incapazes, depois de uma moratória de 500 anos, tanto de amortizar o capital e seus juros quanto independerem das rendas líquidas, das matérias-primas e da energia barata que lhes exporta e provê todo o Terceiro Mundo.
Este quadro corrobora a afirmação de Milton Friedman, segundo a qual uma economia subsidiada jamais pode funcionar e nos obriga a reclamar-lhes, para seu próprio bem, o pagamento do capital e dos juros que, tão generosamente, temos demorado todos estes séculos em cobrar. Ao dizer isto, esclarecemos que não nos rebaixaremos a cobrar de nossos irmãos europeus, as mesmas vis e sanguinárias taxas de 20% e até 30% de juros ao ano que os irmãos europeus cobram dos povos do Terceiro Mundo.
Nos limitaremos a exigir a devolução dos metais preciosos, acrescida de um módico juro de 10%, acumulado apenas durante os últimos 300 anos, com 200 anos de graça. Sobre esta base e aplicando a fórmula européia de juros compostos, informamos aos descobridores que eles nos devem 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, ambas as cifras elevadas à potência de 300, isso quer dizer um número para cuja expressão total será necessário expandir o planeta Terra.
Muito peso em ouro e prata... quanto pesariam se calculados em sangue?
Admitir que a Europa, em meio milênio, não conseguiu gerar riquezas suficientes para esses módicos juros, seria como admitir seu absoluto fracasso financeiro e a demência e irracionalidade dos conceitos capitalistas.
Tais questões metafísicas, desde já, não inquietam a nós, índios da América. Porém, exigimos assinatura de uma carta de intenções que enquadre os povos devedores do Velho Continente e que os obriguem a cumpri-la, sob pena de uma privatização ou conversão da Europa, de forma que lhes permitam entregar suas terras, como primeira prestação de dívida histórica..."

Publicado no Jornal do Comércio - Recife/PE- Brasil.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

CF8 - Convívio!

Alô pessoal da Companhia Nº 8 de Fuzileiros!
Estamos a pensar organizar um encontro, em Palmela, especialmente destinado a reunir a malta da Zona Sul.
Sabemos que há muita gente que mora no Barreiro, Alcochete ou Montijo, e também no Seixal, Caparica ou Almada, mas não temos moradas de ninguém. Lanço daqui um apelo a todos os fuzileiros que lerem esta mensagem para passarem a palavra e fornecerem o meu contacto ( 252 627 112 ou 911 967 796 ) a quem possa estar interessado, ou tenha informações sobre o paradeiro dos camaradas da CF8.
A maioria das Praças graduadas eram da escola de Setembro/1961, Março/1962, Setembro/1962 e Março/1963. Por seu lado os Grumetes eram de 1964, alguns de Março e a grande maioria de Setembro.
Espero que este apelo seja ouvido (lido) por muitos e que a notícia se espalhe e gere resultado. E conto com a TUA colaboração para que isso aconteça. 

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Ou mudamos ou...!

Enviaram-me esta Apresentação em Powerpoint e pareceu-me digna de figurar aqui neste blog. Não há dúvida nenhuma que o primeiro problema que temos que resolver é o de mudar as nossas mentalidades. E o melhor é começarmos hoje e... por nós mesmos!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

“Há coisas que não entendo!”


Filosofia de trazer por casa!
Por Artur/Leiria
Claro que: Eu não entendo! Tu não entendes! Ele não entende! Nós não entendemos! Vós não entendeis! Eles não entendem!



Apercebi-me só dias mais tarde que o colega que se esverdeia no verdejante Verde, foi o castiço autor da tão escassa amizade notada no artigo, “Amizade”, em causa! Por castigo, penso, que a penalização está em conformidade com o ter recorrido a mãos alheias, para que o seu escrito viesse a ter que ser escarrapachado no blogue de todos nós! Alheias, é como quem diz, mãos que não foram as dele.

- Co-autoriza-te amigo Verde, para sentires na pele a alegria a que tens direito. Oxalá, que a alegria em ajudares no futuro, se punge através de todos os poros do teu ser, e que a inédita inspiração poética prevaleça em ti por uma boa carrada de anos.

Voltando ao porquê das coisas, é justo dizer-se que o mundo do ‘senso comum’ deixou de o ser, passando esse a ser coisa estranha nos dias contemporâneos o que nada mais conjuga com lógica! Faz-me isto pensar que estamos no princípio do fim da macacada a que a santa bíblia bem santamente se refere!
Para que entendam onde quero chegar é necessário pôr a filosofia na gaveta (à alentejano) por agora e ir direitinho à questão.
A não existente réplica comentarista ao tão belo artigo do nosso Verde deveu-se, a meu ver, ao facto de ninguém ter iniciado um tão antecipado comentário, por isso como soluço puxa soluço, não houve soluço para puxar soluço.

 Mais ainda: é sabido que quando se dá muita palha às vacas, estas fazem dela a sua cama. Faz-me isto lembrar quando o meu pai dizia para lhes ir dar de comer, e como eu queria era brincadeira, ao chegar ao palheiro, no sótão por cima do curral, para não ter que voltar mais vezes, mandava com quanta palha coubesse na manjedoura, claro que a caminha delas estava sempre feita com lençóis de linho lavados!
Cá está o homem sempre a filosofar! Não liguem, que é vício, é a doença da ‘teclanográfica’ ou qualquer coisa parecida… Por isso D. Carlos é preciso que, ao dar-se de comer, há que dar-se tempo para a digestão, verdade?

Nesta terra, que o Maduro conhece, temos à volta de sessenta instituições de carácter social, com eventos semanais; ora isto quer dizer que, desde o ‘bailinho’ da paróquia, até um Roberto Carlos e um Benfica (que veio cá ), são coisas do dia-a-dia, hipoteticamente falando, claro!

Lógico que, quando a fartura é muita, um dia destes, até os clubes vão passar a ter a doença da ‘moscavide’; onde só reinarão as moscas.
Que tal uma foto do futuro escriba, o herói da poesia, inserida nos artigos futuros para que assim a história o vá rezando…
Bem-haja!

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Em prol da nossa salvação...




Uma fábula fabulosa!
Por Art Sousa
Caríssimos companheiros, devido aos rigores do inverno temo-nos vindo ajuntar, desde o princípio dos tempos nestes agrupamentos, que além de ser uso e costume, de todos os patinhos das zonas frias do mundo é também necessidade nossa em nos irmos aquecendo mutuamente. Contudo, achei por bem que venhamos a tornar estas reuniões úteis para a nossa espécie. Como vêem além e olhando a que a mesa redonda está totalmente vazia, os Patos Pançudos não vão aparecendo nas reuniões há uns dias! Ora, é sabido, que aos olhos dessa escumalha mandona, nós somos conhecidos como os Patos Bravos! Patos Mansos! Zé Patinhos! Pé Descalços! Patos Leigos da grei e da plebe! Eu diria antes que somos: Patos Escravos! Patos explorados, porque ao sermos de brandos costumes, não tugimos nem mugimos...
- Pato Diáspora, como pode ser isso se vivemos em democracia?
- Democracia? Pato Valmar! Qual democracia qual carapuça? Democracia é ilusória quanto possa ser… São beijinhos e abraços, a tudo quanto é pato bravo, mas só durante eleições! Logo que se apanham no poleiro: são uns ditadores, são uns fascistas, são uns oportunistas, são uns comilões pançudos, porque comem tudo e muito, muito mais… e não deixam nada!
- Bravo, bravo, Pato Diáspora; nessa, também estou contigo! É o Pato Vigilio a concordar.
- Mais alguém a concordar; que tudo isto não passa duma bagunça de pançudos?
- Claro, claro - é a “patalhada” toda numa “quacada” em uníssono…
- Assim, sim, companheiros! Dá gosto vê-los todos a puxar p’ra mesma banda. Que grandes patos vós sois!

- Como é do vosso conhecimento, recentemente o Pato Tintas que voa e poisa na Póvoa, num rasgo de patriotismo escreveu uma carta aberta ao manda chuva, Pato Sócras, pondo-lhe a competência de gamela a prémio na ribalta do descaramento. Vejam o conteúdo da carta que pela surra consegui desem(patar) do jornal da caserna dos Patos Finos que somos nós!

Carta aberta ao Primeiro Ministro
Excelência:
Não sei muito bem como me enquadrar no espectro político português. Não me revejo na ideologia do PSD e muito menos na do CDS. As ideias marxistas do PCP ou as trotskistas do Bloco também não me convencem. Assim sendo, não me resta outra alternativa senão alinhar consigo no governo deste país.
Num momento tão importante como este, o de estabelecer um orçamento para o corrente ano, custa-me ver que não contou comigo para o ajudar em tão decisivo acto. Como acima de tudo está o interesse do nosso país, vou passar por cima desse seu lapso e, mesmo assim, oferecer-lhe a minha ajuda no sentido de resolver tão escabroso problema.
Como nenhum de nós é parvo, ambos sabemos que não vale a pena procurar a solução do lado das RECEITAS, pois o cinto dos nossos concidadãos já não tem mais furos onde enfiar o fusilhão. Vamos, por isso, concentrar-nos no lado das DESPESAS. Não é verdade que até o FMI nos aconselha a reduzir a despesa? Então vamos a isso. Vou oferecer-lhe a solução para o seu (nosso) problema, numa bandeja, embora saiba que nem obrigado me vai dizer.
Para acudir aos casos desesperados dos pobres, desempregados, sem-abrigo, e quejandos, deve ser criado um FUNDO DE APOIO DO ORÇAMENTO (FADO) a que poderão recorrer todos os que se encontrem em situação de desespero total.
As receitas do FADO serão provenientes de uma SOBRETAXA a aplicar a todos os rendimentos considerados "pornográficos". Consideram-se assim todos aqueles que ultrapassem os 2.500€ mensais.
E, na falta de melhor proposta, considere a seguinte tabela que deve ser aplicada de imediato, com efeitos desde o passado dia 1 de Janeiro, abrangendo todos os rendimentos de todas as pessoas civis ou militares, com empregos públicos ou privados, no activo ou na reforma, sem qualquer excepção. E muita atenção aos profissionais liberais que, salvo prova em contrário, deverão ser taxados numa base mínima de 10.000€ mensais e intensivamente fiscalizados. O "Modus Vivendi" de toda esta classe deverá ser objecto de acompanhamento pormenorizado, de modo a evitar que se escapem ás suas obrigações fiscais. Até hoje, têm sido quem mais ganha e menos paga. Mão dura com eles, portanto, é o que exige.

1º Escalão - 2.501 a 5000€ - 10% de sobretaxa.

 2º Escalão - 5.001 a 10.000€ - 20% de sobretaxa.

     3º Escalão - 10.001 a 15.000€ - 35% de sobretaxa.

     4º Escalão - 15.001 a 25.000€ - 50% de sobretaxa.

     5º Escalão - 25.001 a 50.000€ - 90% de sobretaxa.

     6º Escalão - Mais de 50.000€ - Reverte para o FADO a 100%.

Para casados ou que vivam em comunhão de mesa e habitação e que ambos caiam sob a alçada desta tabela, deverá aplicar-se uma sobretaxa extra de 10% sobre todos os rendimentos do titular com menores rendimentos.
Quaisquer valores de prémios, ajudas de custo, PPR's e outros truques usados pelas empresas para remunerar titulares de altos cargos, devem ser contabilizados como lucros e sujeitos a uma taxa especial de 50% em sede de IRC, valor que reverterá a favor do FADO.
Este sistema vigorará enquanto subsistir a situação de crise ou, como é hábito afirmar-se nas discussões do orçamento, enquanto o país estiver de tanga.
E para que não restem dúvidas, repito que nenhuma espécie de rendimentos, sejam eles de que origens forem, poderão ser isentados desta sobretaxa.

Resta-me desejar que exista na sua equipa governativa quem seja capaz de distribuir as verbas provenientes deste Fundo, de modo absolutamente claro e honesto. E se alguém for apanhado a "meter a unha" neste dinheiro, arrancado "a ferros" aos contribuintes, deve ser banido e proibido de exercer qualquer cargo público, para além de perder o direito a qualquer pensão de reforma paga pelo erário público.
Proponha esta medida na Assembleia, com a certeza de que terá o apoio incondicional de mais de 75% da população deste país
...oOo...
Como podem ver o Pato Tintas é dos nossos, e se lhe dermos corda vai ir longe, por isso, pensei que, se vocês estiverem de acordo, e, se ele quiser, vamos elegê-lo ao Supremo Magistrado do nosso governo e como ele é Benfiquista, pode-se usar a mesma - et pluribus unum – como forma de governar…
- Claro! Claro! Em prol da nossa salvação… em prol da nossa salvação… foram todos à uma!

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Há coisas que não entendo!

Há assuntos que fazem aparecer comentários como cogumelos em tempo de inverno. E há alturas em que nem o assunto chega para tanto. Basta, para tanto, que os hipotéticos comentadores andem por outras paragens e não tenham tempo para o computador e a internet. E parece-me que é isso que tem acontecido nos últimos dias.
Tinha grandes expectativas quanto ao que diriam sobre a mensagem que o Verde escreveu a respeito da AMIZADE, mas fiquei em branco. Pode ser que ainda apareça alguma coisa.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Jorge Sousa Inês!

Ao fim de quase um ano de pesquisas e compassos de espera recebi notícias firmes do Jorge Inês (848/64).
Tudo começou com uma notícia no site mais famoso que envolve ex-combatentes, o Ultramar.terraweb que o Jorge publicou procurando por camaradas da Companhia Nº 2 de Fuzileiros. Eu vi essa notícia e tentei contactá-lo, mas o endereço de e.mail que ele deixou (e foi publicado) estava errado. Escrevi várias coisas sobre isto durante o ano passado e enviei alguns e.mails a amigos e conhecidos á procura dele, mas sem resultado. No ano passado a Companhia dele fez o convívio, mas não fui capaz de o avisar. Agora será mais fácil para o futuro.
Ele fez comissão na CF2B e CF2C, enquanto que eu tive a honra de estrear o guião da Companhia, pois fiz parte da guarnição da CF2A.
Segundo ele próprio confessou, não é muito expedito com o computador e a internet, mas hoje conseguiu fazer chegar até mim um e.mail a que já respondi, com cópia para alguns dos seus camaradas de comissão, como é o caso do Sequeira ou do Valdemar Alves.