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terça-feira, 6 de julho de 2010

COPA DE 1998 - O grande drible da FIFA.

DIVULGADO O ESCÂNDALO QUE TODO MUNDO SUSPEITAVA!


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Talvez, isso explique a razão do jogador Leonardo ter declarado a seguinte frase: '"Se as pessoas soubessem o que aconteceu na Copa do Mundo de 1998, ficariam enojadas!".
Todos os brasileiros ficaram chocados e tristes por terem perdido a Copa do Mundo de futebol, na França. Não deveriam.
O que está exposto abaixo é a notícia em primeira mão que está sendo investigada por rádios e jornais de todo o Brasil e alguns estrangeiros, mais especificamente Wall Street Journal of Americas e o Gazzeta delo Sport e deve sair na mídia em breve, assim que as provas forem colhidas e confirmarem os factos.

Facto comprovado:
O Brasil VENDEU a copa do mundo para a Fifa. Os jogadores titulares brasileiros foram avisados, às 13:00 do dia 12 de Julho (dia do jogo final), em uma reunião envolvendo o Sr. Ricardo Teixeira (na única vez que o presidente da CBF compareceu a uma prelecção da selecção), o Técnico Mário Zagallo, o Sr. Américo Faria, supervisor da selecção, e o Sr. Ronald Rhovald, representante da patrocinadora Nike. Os jogadores reservas permaneceram em isolamento, em seus quartos ou no lobby do hotel.
A princípio muito contrariados, os jogadores se recusaram a trocar o campeonato mundial penta por sediar a Copa do Mundo. A aceitação veio através do pagamento total dos prémios, US$70.000,00 para cada jogador, mais um bónus de US$400.000,00 para todos os jogadores e integrantes da comissão, num total de US$ 23.000.000,00 vinte e três milhões de dólares) através da empresa Nike.
Além disso, os jogadores que aceitarem o contrato com a empresa Nike nos próximos 4 anos terão as mesmas bases de prémios que os jogadores de elite da empresa, como o próprio Ronaldo, Raul da Espanha, Batistuta da Argentina e Roberto Carlos, também do Brasil.
Mesmo assim, Ronaldo se recusou a jogar, o que obrigou o técnico Zagallo a escalar o jogador Edmundo, dizendo que Ronaldo estava com problemas no joelho esquerdo (em primeira notícia divulgada às 13:30 no centro de imprensa) e, logo depois, às 14:15, alterando o prognóstico para problemas estomacais).
*A sua situação só foi resolvida após o representante da Nike ameaçar retirar seu ** patrocínio vitalício ao jogador, avaliado em mais de US$90.000.000,00 (noventa ** milhões de dólares) ao longo da sua carreira.
Assim, combinou-se que o Brasil seria derrotado durante o 'Golden Goal' (prorrogação com morte súbita), porém a apatia que se abateu sobre os jogadores titulares fez com que a França, que absolutamente não participou desta negociação, marcasse, em duas falhas simples do ‘time’ brasileiro, os primeiros golos.
O Sr. Joseph Blatter, novo presidente da FIFA, cidadão franco-suíço, aplaudiu a colaboração da equipe brasileira, uma vez que o campeonato mundial trouxe equilíbrio à França num momento das mais altas taxas de desemprego jamais registadas naquele país, que serão agravadas pela recente introdução do euro (moeda única europeia) e o mercado comum europeu (ECC).
Garantiu, também, ao Sr. Ricardo Teixeira, através de seu tio, João Havelange,** que o Brasil teria seu caminho facilitado para o campeonato de 2002.
**Passem esta mensagem para o maior número possível de pessoas, ** para que todos possam conhecer a sujeira que ronda o futebol!
Desde, já agradeço e um abraço a todos.
Gunther Schweitzer
Central Globo de Jornalismo
E tem Mais, nesse acordo ficou definido que em 98 a França seria campeã, (como foi), em 2002 seria o Brasil (como foi), em 2006 a Itália, e em 2010 a Argentina e 2014 será a Alemanha, todos esses países estavam envolvidos na negociação.
Agora é só aguardar para ver o resultado.
Porque será que o Maradona está com toda essa euforia?

Nota minha:
Não foi bem assim... mas quase.
Desde há muito que me parece haver gato neste negócio da bola! A falcatrua é tal, que os otários que somos nós, os Zés Pagantes, que nem por sombra queremos aceitar tais insinuações! (…) "Como pode ser isso?! O desporto rei, que tanto adoramos, estar no mundo da cloaca de sarjeta!? Não, não pode ser o que se fala por ai... é mentira!" Serão muitos a dizê-lo. Oxalá, tudo não passe de pura treta... Mas se olharmos à qualidade dos frutos que a árvore vai dando, não podemos ignorar que o gato da corrupção já vai deixando aparecer o rabo de fora... porque na realidade o gato até é capaz de existir mesmo! Tudo por causa do "evil money", que é rei e a máfia a rainha… como alguém, e muito bem, já o dissera! (…)

segunda-feira, 5 de julho de 2010

A Lição da Fonte!


Na visita que eu (Verde) e o Carlos fizemos ao Valdemar, em Sebolido, houve uma altura em que ele nos brindou com a água pura e cristalina duma fonte que o viu nascer, pois, fica pertinho da sua casa, virada para o Rio Douro e para Nascente, donde vem o sol doirado que dá luz, brilho e magnificência aquelas terras encantadoras… 
Vou falar-vos doutra fonte. Já o havia de ter feito para ficar mais ligado ao nosso encontro realizado em princípio de Junho, mas tudo tem uma ocasião e, sendo assim, só agora chegou o momento… 
“Uma lenda portuguesa conta um episódio que nos dias de hoje merece ser reflectido. Com a devida vénia, vou recontá-la, com alguma liberdade, sem, como espero, ferir o essencial e também a própria consciência de quem, por ventura ou desventura, esteja nestas circunstâncias ou noutras similares. Em tempos que já lá vão, numa pequena aldeia de Portugal, um lavrador muito pobre estava a trabalhar num monte, procedendo ao amanho de lenhas para sua utilização nas tarefas de confecção culinárias. Perto dali, havia uma pequena fonte. Muito cansado do trabalho penoso que estava a fazer, foi beber um pouco de água. Depois de saciar a sede, quando se dirigia novamente para o trabalho, ouviu uma voz: 
- Sempre que vieres beber desta água encontrarás três moedas de vintém. 
Surpreendido, viu três moedas junto à nascente. Mas a voz impôs-lhe uma condição: 
- Não digas nada a ninguém. 
Recorde-se que, nesses tempos, três moedas de vintém eram suficientes para alimentar uma família. Nos dias seguintes, voltou a beber na fonte e lá encontrava as três moedas. A partir de certa altura, deixou de trabalhar, para espanto de toda a aldeia. A sua esposa, também ela intrigada, um dia perguntou-lhe: 
- Há semanas que não vais trabalhar. Onde arranjas o dinheiro que trazes para casa? 
Depois de muita insistência, acabou por confessar de onde vinha o dinheiro. Porém, no dia seguinte, quando chegou junto da fonte, não encontrou moedas. E assim sucedeu, sempre que foi aquela fonte”. 
Nos nossos dias, a fonte fica mesmo à beira duma estrada. São dezenas de pessoas que diariamente ali vão refrescar-se, sobretudo nos meses quentes. 
Esta lenda faz-nos lembrar todas aquelas pessoas que, tendo poucos rendimentos, não têm sabido aproveitar os subsídios que a solidariedade social, do Estado ou de Instituições, lhes são atribuídos. Em vez de aproveitar esta ajuda para melhorar as suas condições de vida, na grande maioria dos casos, deixam de trabalhar. 
O mais preocupante é o facto de que nesta quantidade de pessoas que se deixam arrastar por estas situações, estarem na idade activa. Se continuassem a trabalhar sempre iam ganhando algum dinheiro, mesmo que precisassem de alguma ajuda suplementar. Habituam-se a não trabalhar, confiados que os subsídios nunca acabam e, em muitos casos sobrecarregam as instituições que generosamente oferecem refeições, vestuário, etc. Algumas destas instituições, dado o número sempre crescente de pessoas que a elas recorrem, atravessam sérias dificuldades, vendo-se limitadas nas ajudas que prestam. 
A desculpa de que não há trabalho, não colhe a opinião pública, porque, existem áreas que vai havendo onde trabalhar. Haverá, isso sim, falta de vontade… Temos licenciados a trabalhar em serviços que não são ligados ao que aprenderam mas, são um exemplo de quem quer trabalhar. A referida fonte, qualquer dia, vai esgotar a sua água cristalina e depois, conduzir-nos-á para a grande aridez de um deserto quase interminável onde todos morreremos de sede… 
É um regalo na vida 
À beira da água morar 
Quem tem sede vai beber 
Quem tem calma vai nadar 

Nem sempre uma cara linda 
Traduz encanto no mundo 
Há mil fontes de água límpida 
Cheias de lodo no fundo… 
(Verde)

O S.Pedro, a rede e a pesca!

S.Pedro era pescador, como todos os católicos estão fartos de ouvir dizer na igreja. Isto antes ainda de se chamar Pedro, pois nos seus tempos em que lançava a rede ao mar (de Tiberíades) era conhecido pelo nome de Simão.
Vem isto ao caso de as festas de S.Pedro, aqui na parvónia, terem ocupado tudo e todos na passada semana. E falando deste santo que é o padroeiro dos pescadores, é forçoso que a pesca seja o motivo de todas as conversas, muito especialmente numa terra de pescadores como a Póvoa.
E que temos nós a ver com isso, podem vocês perguntar. E eu aqui estou para vos responder. Animado pela ideia da pesca lancei a rede para ver se pescava algum filho da escola da CF8 , daqueles que ainda teimam em andar desaparecidos. Ao fim de 48 horas já tenho 3 peixes na rede. Passo a explicar.
1º Peixe - Tendo lido a minha mensagem «Tarefa Difícil», publicada no dia 30 de Junho, o Fernando "Évora" telefonou-me para me comunicar que o 7214 - J.A.M.Ferreira mora em Vila Franca de Xira.
2º Peixe - Ao falar com o Américo Laranjeira soube que, há 3 anos, num encontro de filhos da escola, apareceu   o 1956.64 reclamando que ninguém o tinha convidado e que só ali fora porque tomou conhecimento do evento por intermédio de pessoas que nada tinham a ver com o assunto. Seguindo essa pista, depressa descobri que ele mora no Porto e tenho o contacto de um amigo dele que nos vai pôr em contacto.
3º Peixe - A internet é um mar de informação e pesca-se lá muita coisa, desde que se usem os métodos correctos. Seja pelos negócios, seja pelas notícias, ou até por causa das listas telefónicas há milhões de nomes a circular pela "net". Digitei o nome do 1965.64 numa pesquisa do Google e recebi como resposta que ele é o gerente de uma Residencial no Porto. Amanhã vou telefonar para confirmar se esta notícia é verdadeira.
Nada mau, hein???

quinta-feira, 1 de julho de 2010

CF8 mais pobre!

Ontem recebi os endereços de vários membros da Companhia. Foi com surpresa que vi que o António Martins (8948.62) morava em Vila Pouca de Aguiar, cidade onde tenho passado com alguma frequência nos últimos tempos. Hoje mesmo passei por lá e pensei em bater à porta da morada que me foi fornecida, mas os horários de quem me acompanhava não me permitiram fazê-lo.
Mal cheguei a casa, no entanto, agarrei no telefone e liguei para o Angelo que também mora na mesma zona, para lhe perguntar se sabia que o nosso camarada da Companhia 8 era seu vizinho. E foi com tristeza que ouvi da sua boca a notícia de que o Martins tinha falecido há poucos meses atrás.
Eu que tinha planeado ir a Vila Pouca, na próxima semana, para me encontrar com o Angelo e já antevia a oportunidade de reencontrar também o Martins, fiquei de rastos. E é com a maior tristeza que vos venho aqui participar este triste acontecimento.
A nossa Companhia ficou mais pobre! Paz à alma do António Martins, nosso infeliz camarada!

O SONHO DE SÓCRATES

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Sócrates está na cama com a namorada... a dormir... mas a sonhar.
Sonhava que tinha ficado pobre, muito pobre... fala alto e diz:
- “Tou teso…! Tou teso…!"
A namorada acorda, ouve, apalpa, e irritada, reclama:
- Porra, que até a dormir és mentiroso...!

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Tarefa difícil!

Estou a trabalhar para organizar o encontro deste ano da CF8. A primeira coisa é arranjar os endereços da malta. Um dos nossos sargentos é agora oficial superior e tem uns conhecimentos na Repartição em Alcântara. Enviou para lá a minha lista com um pedido para que fosse completada, dentro do possível. Foi-me ontem devolvida com meia dúzia de novos endereços. Devo confessar que esperava muito mais. A base da Companhia é a Escola de Setembro de 64, 77 grumetes, e desses só veio uma nova direcção, a do 1609 que mora em Almada.
Por outro lado veio a direcção do Arlindo (7847.61) um dos Cabos da escola do Leiria com quem convivi bastante nos tempos de Metangula. De todos os filhos dessa e da minha escola falta-me apenas o endereço do Nuno Marques (7313.61), o que já é significativo.
Um outro que muito gostava de encontrar e não consegui ainda saber por onde anda é o Carlos Alberto (7189.61) que seguiu na Companhia já como Cabo e, salvo erro, pertence á escola de Março de 61.
Outro que me falta e de que não consigo recordar absolutamente nada, filho da mesma escola do Carlos Alberto, é o José Ferreira (7214.61).
Consegui os endereços do nosso Oficial Médico, Dinis Noivo e dos Sargentos Marques e Figueiredo, o que deixa a lista dos mais graduados quase completa. Neste campo a coisa está perto de perfeita.
De escolas posteriores à minha, havia ainda mais 11 Marinheiros, dos quais consegui 5 endereços, o primeiro dos quais é o António Páscoa, conhecido comentador deste blog. Dos outros 6, nem rastos. Precisava de alguém na zona de Almada para fazer umas pesquisas, pois estou convencido que alguns moram nessa zona, mas não encontro quem queira ajudar. 
No caso dos grumetes de 64 é que a porca torce o rabo. Dos 77 tenho apenas 33, ou seja, menos de 50%. E alguns destes endereços nem sequer estão confirmados. No ano passado enviei-lhes as cartas e nem resposta recebi. Devolvidas também não vieram, o que, pelo menos, me dá esperanças que estejam correctas. Em breve chegará a hora de remeter as cartas com o convite para o convívio e mais do que isto parece-me que já não consigo.
Esquecia-me de dizer que da CF8 há apenas 14 membros com contacto possível por e.mail, seja directamente ou por intermédio de filhos e netos. Já enviei um mail a todos eles, dando conhecimento da minha iniciativa, mas poucos responderam até hoje.
Dos 68 contactos que consegui, se vierem metade e acompanhados, isso já fará um grupinho que não envergonhará ninguém!

Nem que seja à martelada...!

Acabamos de sair do luto decretado pelo Governo em homenagem a José Saramago, mas a goleada aos coreanos e o nosso rico S. João garantem que a festa segue dentro de momentos. PS e PSD preparam-se para estragar a festa (e as finanças) dos utentes dos SCUTS Norte, mas é na festa de S. João que os nortenhos devem procurar inspiração para reagir a tamanha injustiça.
S. João, S. João, dá-me tu inspiração 
Para ver se em três penadas 
Consigo encontrar a solução 
Nem que seja às marteladas! 
Saramago:
Não é santo, mas é popular na esquerda onde (?) tanto militou. Na hora da sua morte, merece o respeito e lamento de todos, mas o Governo socialista entendeu que o país devia observar luto nacional durante dois dias, só para continuar a ganhar protagonismo que é o seu forte… Em vivo, quase todos o deploravam. Depois de morto, todos o queriam. Até a Câmara de Lisboa… lhe estendeu o tapete. Sabe-se lá com que intenções!?
Não deve ser fácil reunir consenso sempre que um Governo decreta um luto por razões semelhantes, mas a pergunta que aqui se deixa há muito quem a faça: um dia que desapareça mais um vulto da cultura, da política, do desporto ou da economia desastrosa portuguesa, que ainda por cima tenha sempre respeitado e amado Portugal em palavras, actos e omissões, vão decretar uma semana de luto? O que é nacional é bom? O que é Nobel é ou não?
Resta-nos afirmar que, Saramago, por incompatibilidades diversas, deixou o seu país e instalou-se em Lanzarote, Canárias, Espanha e, para lá levou quase todos os seus bens e patacos que o Nobel merecido ou não, lhe foi atribuído pela Organização Sueca. 
Aqui, na minha óptica, existe um contraste que não aprovo e discordo pelo seguinte: se o Nobel é um prémio de muitíssimos euros, além da Honorabilidade prestada ao Insigne Escritor, a viúva Pillar, se queria trasladar os restos mortais para Portugal, tinha possibilidades económicas para o fazer; não era necessário que o Governo malabarista tivesse contribuído com um avião da Força Aérea para esse efeito, pois, não se tratava de nenhuma patente general deste país, mas de homem que, além do prestígio que o Nobel lhe granjeou, era sim, um cidadão português como tantos outros que, mortos em combate ou no seu trabalho de emigrantes, nunca ou poucos tiveram a esmola de ser trasladados para as suas terras de origem. 
Que me perdoe a sua viúva, mas, em lugar de chamar-se Pillar, deveria chamar-se de “pilhar”, pois, além da herança do falecido, conseguiu, sem culpa formada, sonegar ou pilhar a Portugal mais uns milhares de patacos, porque o Governo não tem óculos que suprimam a sua grande miopia. Não quero de forma alguma que considerem isto como uma ofensa, mas pensem se existe, de facto, algo de racional no meu pensamento. 
Selecção: Como de costume, de bestas a bestiais em 90 minutos. Uma selecção que iniciou o jogo só com jogadores nascidos em Portugal deu sete pontapés certeiros na crise, quando muitos treinadores de crónicas e de bancada já vertiam lágrimas por Scolari e preparavam luto nacional e um avião da Força Aérea para a trasladação dos seus ossos, visto que, estando em terras africanas onde abundam os abutres, ficariam despojados das suas carnes… Em futebol, o que é nacional é bom? O que vem de fora… é ou não? 
Sacanagem:
Assino por baixo o alerta de Rui Rio. Com chip ou sem chip, as desculpas para portajar só a Norte é que são “cheap”ou desculpas baratas. 
Com as armas que a democracia lhes confere, os utentes das novas SCUT com custos têm obrigação de fazer ouvir a sua voz de revolta por estarem a ser alvo de tão flagrante injustiça e descriminação nacional. Sem esquecer que o pior é “baixar a bolinha”, criando mais um procedente. A seguir só poderá ser pior. 
Porque estamos na altura dos Santos Populares, ninguém levar a mal que se diga, como no título, nem que seja à martelada!
(Semi-transcrito e adaptado por: ATVerde)

terça-feira, 29 de junho de 2010

Quanto vale para ti a amizade?

Para ti que dás valor à amizade, lê os versos, vê o video-clip e ouve a música. São alguns poucos minutos de paragem na tua vida normal para fazeres uma curta introspecção e pensares se tens dado o real valor aos amigos que tens.

Pode ser que um dia deixemos de nos falar... 
Mas, enquanto houver amizade, 
Faremos as pazes de novo. 

Pode ser que um dia o tempo passe... 
Mas, se a amizade permanecer, 
Um de outro se há-de lembrar. 

Pode ser que um dia nos afastemos... 
Mas, se formos amigos de verdade, 
A amizade nos reaproximará. 

Pode ser que um dia não mais existamos... 
Mas, se ainda sobrar amizade, 
Nasceremos de novo, um para o outro. 

Pode ser que um dia tudo acabe... 
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente, 
Cada vez de forma diferente. 
Sendo único e inesquecível cada momento 
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre. 

Há duas formas para viver a sua vida: 
Uma é acreditar que não existe milagre. 
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.

Albert Einstein

domingo, 27 de junho de 2010

Os Beijos!

Beijo na testa: - Respeito
Beijo no rosto: - Carinho
Beijo no peito: - Só falta procurar o jeito
Beijo no queixo: - Vontade de subir ou descer mais um bocadinho
Beijo na boca: - A chave para abrir a porta do desejo
Beijo na língua: - É quase o fim da marmelada
Beijo no pescoço: - É tactear à procura do caroço 
Beijo na nuca: - Quem não trabalha não manduca
Beijo na cabeça: - É de arrepiar os cabelos
Beijo no pé: - Para cheirar o chulé
Beijo nas costas: - Só para ver se gostas
Beijo no umbigo: - Aproxima-se o perigo
Beijo no joelho: - Para verificar as artroses
Beijo no solo: - Bem-vindo ao nosso país
Beijo no cheque: - Cheira a bancarrota
Beijo na moeda: - Vai que és a última
Beijo no cu: - Eh pá, não seja porco
Beijo na corda: - Salvastes-me a vida
Beijo húmido: - Pista de lodo (Fuzileiros)
Beijo demorado: - Calma que temos tempo
Beijo no carro: - Logo se vê que é novo
Beijo na madrinha: - Esperando pela prenda
Beijo na esposa ou marido: - Repetição dos mesmos actos
Beijo para o ar: - Onde irás tu pousar
Beijo na vela: - Para manter a chama acesa
Beijo na aliança: - Cuspir para ser mais fácil enfiá-la
Beijo na noiva: - Finalmente, tenho uma ministra das finanças
Beijo no Governo: - Adeus! Temos um Panteão à tua espra!
Beijo à toa: - Nem que seja boa é maré desperdiçada…

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Dois Fuzileiros à Deriva no Rio Douro!

No Dia 22 de Junho, logo pela manhã, rumaram a Cancelos, Sebolido, Penafiel para visitar o amigo Valdemar Marinheiro e outros amigos que ele, de antemão foi convidando para conseguirmos pôr a conversa em dia… de muitos casos e assuntos que evito aqui enumerar.
Com encontro marcado no Intermarchê de Penafiel, ali esperava o Verde, que vive em Lousada pelo Carlos que vinha da Póvoa de Varzim.
Por volta das nove horas, atravessamos o lado Oeste da cidade rumando às Termas de S. Vicente, Entre-os-Rios e, finalmente Sebolido onde, de braços abertos lá estava o Valdemar Marinheiro à nossa espera. Marinheiro, porque nasceu à beirinha do Rio Douro (margem direita) e Marinheiro também, porque em 1963, por sua livre vontade e uma grande paixão, foi incorporado na Armada ou, para melhor se entender, na Marinha de Guerra Portuguesa!
Não é sobre isso que vou escrever, embora, muito naturalmente tivesse uma aceitação esperada, dado que o encontro proporcionou a “junção de um quarteto de Marinheiros”. A conversa entre pessoas da mesma “Escola” ou Faina (Marinha) é, sobremaneira mais perceptível do que entre pessoas que não tiveram a Escola de Marinhagem que nós “cursamos”.
Voltando ao princípio, na viagem fomos apreciando a paisagem mui verde que se conserva lateralmente à estrada e que o Verão mal começado ainda não lhe deu o tom ou cor de amarelo ou seco que se notará mais para o fim do Estio…
Nas pontes de Entre-os-Rios, deparámos com o Memorial do Anjo que parece tentar proteger ou redimir os malogrados que em Março de 2001, tombaram no trágico destino ao serem precipitados num Rio que é de Ouro mas que naquele fatídico dia se transformou num Rio de Fel, cuja amargura se propagou aos seus familiares e amigos, numa dor que ainda hoje perdura e, muito mais, porque, não foi possível para alguns, fazer-se um funeral com a dignidade própria, visto não terem aparecido…
A vida neste mundo (?) reserva-nos surpresas demasiado tristes e amargas que nem o tempo na sua constante movimentação diária consegue diluir ou riscar da nossa memória com facilidade. Mais, porque, tantas vezes que por ali passei sobre a ponte, onde estava agoirado um fim muito negro que me poderia ter atingido naquele último “mergulho da vida”.
O Douro, como é conhecido entre nós e também internacionalmente, não fossem os famosos vinhos que desciam nele até ao Porto, não merecia ser enlutado daquela forma tão cruel que impôs também o luto às suas gentes ribeirinhas, desgostosamente, por tamanha fatalidade.
Aquela gente ama tanto o Rio Douro que não admite a mais pequenina ofensa ao Colosso Fluvial que espelha nos seus olhos a grande felicidade, logo pela matina quando miram as suas águas. Mesmo de noite o Rio é lindo! Nele reflectem as luzes das vivendas e moradias, além do luar, que lhe dão um encanto tão sublime que nos alimenta o pensamento e inebria a alma daquela presença inesquecível com que a natureza nos proporciona.
As barragens deram-lhe outro feitiço encantador, originando que o seu caudal cubra os areais com o enorme manto ou lençol de águas fluviais. Porém, veio prejudicar a pesca. O peixe gosta de viver solto e não encurralado, quer subir e descer o Rio e conhecer todos os cantos, contornos e linguetas onde desova e descansa das longas caminhadas na procura do sustento.
A navegação na época Estival é mais facilitada dada a grande aglomeração do seu caudal, onde, barcos de “porte e calado” muito significativos, percorrem o seu “estuário” num vai e vem diário, fazendo deslumbrar os turistas que gozam duma paisagem maravilhosa que a mãe natureza se dignou colocar ao seu dispor.
Tivemos o condão, muito privilegiado, de almoçar num restaurante, tipo “Varanda para o Rio”, que, além do sabor gastronómico e opíparo da refeição, nos foi dado contemplar a faina de alguns pescadores, a sua navegação e, melhor ainda a brisa do Douro que nos proporcionou um bem-estar idílico de causar inveja a qualquer pessoa.
As fotos que acompanham a prosa deste texto, são elucidativas da nossa presença nos Valboneiros ou Valboeiros (pequenos barcos a remos) e, também da inesquecível camaradagem que ainda vai unindo alguns portugueses, apesar da crise nacional, que se prezam de ser autênticos Reis e Senhores duma primordial hospitalidade.
O carinho, a gentileza, a prontidão, a afabilidade e a educação aliada à frontalidade sadia daquelas gentes, deixam marcas que já mais esqueceremos e das quais guardaremos as melhores e mais valiosas recordações.
Ao Valdemar, ao Cardoso, ao Cunha, ao Sérgio e outros e às mensagens do telemóvel que recebemos do Piko e outros, proporcionaram-nos o enorme prazer e alegria de conviver naquele dia numa harmonia e paz de amizade rica e duradoira.
Expressamos com sinceridade e franca veemência o nosso melhor obrigado pelo vosso prestimoso acolhimento e carisma de saber receber e cativar!
Um abraço, amigos! Até sempre!
Agostinho Teixeira “Verde”

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Para não esquecer!

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Não admira que num país assim emerjam cavalgaduras, que chegam ao topo, dizendo ter formação, que nunca adquiriram, (Olá! camaradas Sócrates... Olá! Armando Vara...), que usem dinheiros públicos (fortunas escandalosas) para se promoverem pessoalmente face a um público acrítico, burro e embrutecido.
Este é um país em que a Câmara Municipal de Lisboa, desde o 25 de Abril distribui casas de RENDA ECONÓMICA - mas não de construção económica - aos seus altos funcionários e jornalistas, em que estes últimos, em atitude de gratidão, passaram a esconder as verdadeiras notícias e passaram a "prostituir-se" na sua dignidade profissional, a troco de participar nos roubos de dinheiros públicos, destinados a gente carenciada, mas mais honesta que estes bandalhos.
Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como O VERDADEIRO PODER. Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos políticos e pelo poder judicial. Agora contínua a ser o VERDADEIRO PODER mas senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilha os despojos, rapando os ossos ao esqueleto deste povo burro e embrutecido. 
Para garantir que vai continuar burro o grande cavallia (que em português significa cavalgadura) desferiu o golpe de morte ao ensino público e coroou a acção com a criação das Novas Oportunidades.
Gente assim mal formada vai aceitar tudo e o país será o pátio de recreio dos mafiosos.
A justiça portuguesa não é apenas cega. É surda, muda, coxa e marreca.
Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso, apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção.
Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros.
Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado.
Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada.
Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas Consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado.
Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se passou, nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve.
Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços de enigma, peças do quebra-cabeças. E habituámo-nos a prescindir de apurar a verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal, e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura.
E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade.
Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga Parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém quem acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos?
Vale e Azevedo pagou por todos?
Quem se lembra dos doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza com o vírus da sida?
Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático?
Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico?
Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana?
Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal?
Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma.
No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível, alguém acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém?
As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia espalha rumores e indícios que não têm substância.
E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu? E todas as crianças desaparecida antes delas, quem as procurou?
E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu?
Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu.
E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê?
E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára?
O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.
E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência? Exerce medicina?
E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca.
Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento.
Ninguém quer saber a verdade. Ou, pelo menos, tentar saber a verdade.
Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão de crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra.
Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças, de protecções e lavagens, de corporações e famílias, de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade.
Este é o maior fracasso da democracia portuguesa
Clara Ferreira Alves - "Expresso"
SNCF/

terça-feira, 22 de junho de 2010

DIÁRIO DE UM HOMEM MADURO NO GINÁSIO

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Acabei de completar 50 anos. A minha mulher ofereceu-me um voucher de uma semana num dos melhores ginásios. Estou em excelente forma mas achei boa ideia diminuir a minha "barriguinha". Fiz a marcação dessa semana no ginásio. A personal trainer que me vai seguir chama-se Catarina, tem 26 anos, é monitora de aeróbica e modelo. Recomendaram-me que escrevesse um diário para documentar o meu progresso, que transcrevo a seguir.

Segunda-feira
Com muita dificuldade levantei-me às 6 da manhã. O esforço valeu a pena. A monitora parece uma deusa grega: loira, olhos azuis, grande sorriso, lábios carnudos e corpo escultural. Primeiro mostrou-me todos os aparelhos de ginástica. Comecei pela bicicleta. Ao fim de 5 minutos mediu as minhas pulsações e ficou alarmada porque estavam muito aceleradas. Mas não era da bicicleta: era por causa dela, por estar vestida com uma malha de lycra justíssima que lhe moldava as formas todas. Gostei do exercício. Ela consegue dar-me imensa motivação. Começo a sentir uma dor constante na barriga de tanto a encolher.

Terça-feira
Tomei o pequeno almoço e fui para o ginásio. A monitora estava melhor que nunca. Comecei por levantar uma barra de metal. Depois ela atreveu-se a pôr pesos!!!
Tinha as pernas fracas mas consegui completar UM QUILÓMETRO na passadeira. O sorriso arrebatador que a monitora me deu no fim da manhã convenceu-me de que todo este exercício vale a pena.... É uma vida nova para mim.

Quarta-feira
A única forma de conseguir escovar os dentes foi segurar na escova com os cotovelos apoiados no lavatório e mexer a cabeça de um lado para o outro. Conduzir também não foi fácil: estender os braços para meter as mudanças foi um esforço digno de Hércules. Dói-me o peito. As plantas dos pés doem de cada vez que carrego nos pedais. Fisicamente diminuído, estacionei o carro no lugar reservado para deficientes, até porque só consigo andar a coxear. A monitora estava com a voz um pouco aguda. Quando grita incomoda-me muito. Quando me pôs um arnês para fazer escalada todo o corpo me doeu. Para que é que alguém inventa um aparelho para fazer escalada quando isso ficou obsoleto desde a invenção dos elevadores? A monitora disse-me que este exercício me ia ajudar a ficar em forma, ou a gozar a vida...

Quinta-feira
A monitora estava à minha espera com os seus dentes de vampiro horríveis. Cheguei meia hora atrasado: foi o tempo que demorei para conseguir calçar os sapatos. A desgraçada pôs-me a trabalhar com os pesos. Quando se distraiu, fui-me refugiar na casa de banho. A gaja mandou um outro monitor ir buscar-me.
Como castigo pôs-me na máquina de remar... Estou todo rebentado.

Sexta-feira
Odeio essa desgraçada. Estúpida, magra, anémica, chata e feminista sem cérebro! Se houvesse uma parte do meu corpo que eu pudesse mexer sem sentir uma dor excruciante, partia ao meio essa sacana. Quis que eu trabalhasse os meus trícipedes... EU NEM SABIA O QUE ERA ESSA COISA DOS TRÍCIPETES! E se não bastasse colocar-me pesos nos braços, pôs-me aquelas tretas das barras... Desmaiei na bicicleta. Acordei numa maca. Uma nutricionista, uma idiota com cara de estúpida, deu-me uma seca sobre alimentação saudável.

Sábado
A filha da mãe deixou-me uma mensagem no telemóvel com a sua vozinha de lésbica assumida a perguntar por que é que eu não apareci. Só de ouvir aquela vozinha fiquei com ganas de partir o telemóvel, mas não tive forças para o levantar. Carregar nas teclas do comando da televisão para fazer zapping está a ser um esforço tremendo...

Domingo
Não me consigo levantar.
Pedi a um amigo meu para agradecer a Deus por mim na missa por ter sobrevivido a esta semana que felizmente já acabou. Rezei para que no ano que vem a desgraçada da minha mulher me dê qualquer coisa um pouco mais divertida, como um tratamento dentário, um cateterismo ou até mesmo um exame à próstata.

Nota de José de Viseu: eh eh eh eh eh ah ah ah J.V.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Mãos à obra!

Seguindo aquela conversa que reza, «Um amigo tem amigo e este amigo amigo tem», quero pedir a todos que vão espalhando a palavra e reunindo elementos sobre o pessoal da Companhia 8.
No caso da Companhia 2, houve alguém que fez o trabalho de sapa indo a Alcântara buscar os elementos dos alunos da escola de Março de 1962, o que possibilitou o contacto com grande parte dos seus elementos. Infelizmente ninguém fez o mesmo com as duas escolas de 1964, Março e Setembro, que representam a grande maioria da Companhia.
Sendo assim faço um apelo a todos os que lerem esta mensagem. Se conheces alguém que fez parte dea CF8 passa-lhe este recado e pede-lhe que faça o mesmo em relação a outros conhecimentos que possa ter.
Faltam-me os endereços de metade do pessoal e não tenho maneira de fazer-lhes chegar o convite.
Embora não tenha recebido mais que 3 respostas ao mail que enviei, parece consensual a data de 2 de Outubro para realizar o evento. E o lugar, perto da Batalha, parece ser também do agrado da maioria. Resta-me esperar para ver que tipo de adesão terá esta ideia. A ver vamos!

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Luto

 Morreu o ribatejano Saramago. Grande perda para o mundo das letras e para Castela.

Paz às suas cinzas em Lanzarote!

CF8 - Moçambique 1965 a 1968!

Hoje dei o pontapé de saída na organização do convívio anual do pessoal da CF8.
Data provisória - 2 de Outubro
Local provisório - Zona da Batalha
Agora um pedido a todos os filhos da escola que frequentam estas paragens:
Quem conhecer algum filho da escola que tenha feito parte da CF8 (1965/1968) agradeço vá passando a palavra e pedindo para se porem em contacto comigo. O meio mais fácil é usar o Telemóvel - 911 967 796.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

A Crise Tirou Alegria à Festa do Trabalho!

Para Bento XVI, a crise global deve deixar uma lição: a economia exige ética, pois ficou claro que o mercado é incapaz de auto-regular-se. Disse-o, ao receber os participantes na sessão plenária da Academia Pontifícia das Ciências Sociais.
O Papa sublinhou que "a vida económica deveria ser um exercício de responsabilidade humana, intrinsecamente orientada para a promoção da dignidade da pessoa, a busca do bem comum e o desenvolvimento integral - político, cultural e espiritual - de indivíduos, famílias e sociedades".
No mesmo sentido se pronunciou o Movimento Mundial de Trabalhadores Cristãos (MMTC), a propósito do 1º de Maio, que poderia ser a festa dos trabalhadores se não houvesse tanto desemprego e tanta pobreza, escandalosamente agravados pela crise económica que se devem a políticas erróneas dos governantes.
A crise económica, segundo o MMTC, agravou a situação dos trabalhadores; "as empresas deixaram de contratar pessoal e muitas despediram e estão a despedir um número considerável de trabalhadores. Isto provoca o sofrimento, empobrecimento, perda de confiança e deterioração da "empregabilidade", pois quanto mais tempo uma pessoa estiver desempregada mais difícil será voltar a trabalhar".
Entre os mais afectados encontram-se especialmente os filhos das famílias mais pobres e vulneráveis. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), "o aumento do desemprego e da pobreza ameaçam pôr em perigo a educação, a saúde e o bem-estar das crianças".
Perante situação tão dramática, muitas vozes se ergueram para assinalar "o caminho insustentável que tem seguido a globalização. A OIT fez, no ano passado, um apelo internacional para que se estabelecesse um Pacto Mundial pelo Emprego, no qual desafiava à necessidade de lançar as bases de uma economia mundial justa e sustentável, dizendo que "é vital potenciar o respeito e a utilização dos mecanismos de diálogo social, com a negociação colectiva". Lembra que "o diálogo social é um mecanismo de valor incalculável para o desenho de políticas adaptadas às prioridades nacionais e, logicamente às internacionais. É uma base sólida para suscitar a união entre empregadores e trabalhadores para uma acção conjunta com os governos, indispensável para superar a crise e construir uma recuperação sustentável com urgência.
Conclui o MMTC: "Este 1º de Maio abriu-nos um grande horizonte para a prática da solidariedade com os nossos companheiros e companheiras de trabalho. É também uma oportunidade para a prática da justiça e da participação de todos os agentes a nível internacional na construção de outro modelo baseado no trabalho digno. Temos de caminhar em direcção a uma economia que se preocupe com as pessoas e com a vida social, com uma distribuição justa dos bens, de produzir o necessário de forma digna, respeitando a dignidade dos trabalhadores e trabalhadoras e cuidando o "ambiente".
Ainda haverá quem tenha medo da festa do trabalho? Tudo leva a pensar que não mas, devido a todas as contingências económicas, houve muitos trabalhadores que não participaram por razões monetárias...

Técnica trata tumor da próstata

Passar dia e noite a correr para a casa de banho para urinar e perder vida sexual por falta de erecção são problemas comuns aos homens que sofrem de Hiperplasia Benigna da Próstata (HBP), o tumor não maligno mais frequente no homem. Porém, um método terapêutico inovador, denominado embolização das artérias, restabelece a função urinária e devolve a actividade sexual ao doente.
O objectivo deste procedimento é interromper a circulação sanguínea que irriga a próstata, resolvendo o problema e preservando a próstata. Sem irrigação sanguínea, a próstata atrofia-se e os sintomas desaparecem. A técnica não provoca dor nem perda de sangue. No final da intervenção, que dura uma a duas horas, o doente pode ir para casa.
Martins Pisco, o médico especialista em radiologia de intervenção que desenvolveu esta técnica no Hospital Saint Louis, em Lisboa, explica que o método consiste 'em tapar as artérias prostáticas, o que reduz a circulação do sangue para a próstata, diminuindo o seu tamanho.'
Os homens podem desenvolver HBP a partir dos 40 anos. Com mais de 60 anos, 65% dos homens têm um aumento da próstata e a percentagem sobe para os 90% entre os 70 e os 80 anos. A partir dessa idade, todos os homens têm esse problema.
DISCURSO DIRECTO:
'QUANTO MAIS CEDO, MAIS FÁCIL SE EXECUTA', Martins Pisco, Especialista em Radiologia de Intervenção Natural.
Pelo tratamento, aquela unidade de saúde privada cobra 4250 euros aos doentes sem seguro de saúde.
P.S: Quem pode pagar, cura-se; quem não pode, sofre ou morre!

Médico Espanhol dá cabo de Listas de Espera

...oOo...
Temos que acabar com a mania da elite da classe médica!!!
Hospital do Barreiro - Médico Espanhol dá Cabo de Listas de Espera

REPASSEM ESTE MAIL ATÉ À EXAUSTÃO, DÊEM CONHECIMENTO AOS BURROS QUE POR AQUI PROLIFERAM E TEIMAM EM NÃO ACREDITAR NA CHULICE DESTES "INTELIGENTES".

SEM PAPAS NA LÍNGUA...

Lê bem o que vem escrito a seguir e pensa bem se em Portugal não há tantos chulos que não querem trabalhar!
Porque é que existem listas de espera?
Em 6 dias operou tanto como 5 médicos num ano e por metade do preço cobrado na privada.

Em seis dias, um oftalmologista espanhol realizou 234 cirurgias a doentes com cataratas no Hospital Nossa Senhora do Rosário, no Barreiro, num processo que está a "indignar" a Ordem dos Médicos. Os preços praticados são altamente concorrenciais, tendo sido esta a solução encontrada pelo hospital para combater a lista de espera. O paciente mais antigo já aguardava desde Janeiro de 2007, tendo ultrapassado o prazo limite de espera de uma cirurgia. No ano passado chegaram a existir 616 novas propostas cirúrgicas em espera naquela unidade de saúde. Os sete especialistas do serviço realizaram apenas 359 operações em 2007 (cerca de 50 por médico num ano). No final do ano passado, a lista de espera era de 384, e foi entretanto reduzida a 50 com a intervenção do médico espanhol.
A passagem pelo Barreiro durante o mês de Março - onde garante regressar nos próximos dois anos, embora o hospital não confirme - foi a segunda experiência em Portugal do oftalmologista José António Lillo Bravo, detentor de duas clínicas na Extremadura espanhola - em Dom Benito (Badajoz) e Mérida. Entre 2000 e 2003 já havia realizado 1500 operações no Hospital de Santa Luzia, em Elvas, indiferente às "críticas" de que diz ter sido alvo dos colegas portugueses."Eu percebo a preocupação deles e sei porque há listas de espera tão grandes em Portugal. É que por cada operação no privado cobram cerca de dois mil euros", diz ao DN o oftalmologista espanhol, inscrito na Ordem dos Médicos portuguesa, que cobrou 900 euros por cada operação realizada no Barreiro.
As 234 cirurgias realizadas no Barreiro, por um total de 210 mil euros, foi o limite possível sem haver necessidades de abrir concurso público internacional, sendo que o médico fez deslocar a sua equipa e ainda o microscópio e o facoemulsificador. O hospital disponibilizou somente um enfermeiro para prestar apoio.
HÁ QUE ACABAR COM A CHULAGEM DA ORDEM DOS MÉDICOS E BAIXAR AS MÉDIAS DE MEDICINA E ABRIR NOVAS FACULDADES.
ASSIM ACABA-SE A MAMA DESTA CORJA DE PARASITAS, QUE SÓ PENSAM EM GANHAR GUITO NA PRIVADA.
TOCA A PASSAR AOS AMIGOS
"As pessoas precisam de entender que estão a ser burladas. O País não pode continuar a ser dirigido por trafulhas..."

(Dr. Medina Carreira)

terça-feira, 15 de junho de 2010

Hello New York!

ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA, 18 A 28 DE DEZEMBRO DE 2005 
Pelas 16,30 horas locais, vindos de Lisboa num avião da TAP, aterramos no aeroporto de Newark. Eu e a minha esposa nunca tínhamos pisado a terra dos Estados Unidos da América. 
Chegamos num dia de sol, mas havia neve em alguns locais, pois, dias antes tinha nevado o que era prenúncio de que estávamos mesmo no Inverno. 
Depois das respectivas formalidades de identificação e após passarmos o último “torniquete”, finalmente, conseguimos abraçar a família que nos esperava, ansiosamente, havia já muito tempo. 
O aeroporto de Newark, fica situado na cidade do mesmo nome e pertence ao Estado de New Jersey, assim como a cidade de Elizabeth onde nos encontramos instalados em casa de familiares. 
Elizabeth é uma cidade plana com as suas casas típicas e cheia de canteiros verdes. É considerada zona de trabalhadores e, possui uma das maiores comunidades de portugueses, aqui, nos E.U.A. 
O Estado de New Jersey, é conhecido como Garden State, ou seja, Estado Jardim e, curiosamente, todas as matrículas dos veículos registados neste Estado, além das características exigidas por lei, levam também em linha horizontal a legenda: Garden State. 
Como é óbvio, passamos o Natal com a família e alguns amigos. A ceia de Natal, era composta pelos mesmos ingredientes que costumamos utilizar em Portugal: batata cozida com bacalhau e hortaliça, formigos e rabanadas, vinhos verdes e maduros e também vinho do Porto. 
Tencionávamos ir à Missa do Galo, mas a conversa prolongou-se até de madrugada e, por essa razão não fomos. 
No dia de Natal, levantamo-nos um pouco tarde e, então sim, fomos à missa na Igreja de Nossa Senhora de Fátima. A Assembleia Dominical era constituída quase só por portugueses. A Comunhão tinha o mesmo paladar que tem em Portugal! Rezar, é igual em todo o Mundo, apenas os sotaques e as línguas são diferentes! A Fé não tem limites nem fronteiras, portanto, pode ser-se Cristão em qualquer parte do Mundo ou mesmo optar-se por outra religião, pois aqui há liberdade total de escolha. 
Dia 26, oitava de Natal, fomos visitar New York. Claro está que, quem vem a esta cidade, é quase obrigatório subir ao Empire State Building Observatory, ao qual também podemos chamar, Capitólio da Capital do Mundo. Cento e dois andares, além das suas extremidades, são qualquer coisa fora do normal. Lá em cima, tem uma panorâmica visual quase sem comparação a nível mundial. À sua volta, podemos vislumbrar toda a cidade de New York e, de noite, parece um Paraíso interminável, pois, os seus milhões de luzes, parecem ter mais estrelas que o próprio Céu! É inesquecível e admirável! 
Além disso, nesta quadra festiva, há mais luzes que o normal o que lhe dá ainda mais realce. São muitas, muitas luzes e também a famosa e grande Árvore de Natal, que lhe dão ainda mais beleza, mais encanto e mais luz. 
Dolorosamente, estivemos também no fatídico local das Twin Towers Center. É um lugar vazio, parece morto, apenas lhe dá vida o grandioso número de visitantes que tiram fotografias, que espreitam, miram e olham abismados, pensando, como foi possível, alguém ter provocado um desastre catastrófico de tamanha dimensão!? Impensável e imperdoável!.. 
As pessoas colocam ramos de flores em frente das respectivas “Torres”. São amuletos, fotografias, memoriais, tudo é e tudo serve para lembrar a morte daqueles que morreram com as “Torres”. São distintivos de bombeiros, capacetes, bandeiras e até cachecóis de diversos clubes! Isto, é querer dar vida a quem malogradamente sucumbiu, vendo-se placas alusivas com os nomes de muitos falecidos. 
Olhamos para os alicerces e pouco vemos. Apenas e ainda, alguns ferros retorcidos na largura da área imensa, que mais parecem duas enormes sepulturas de tantos mortos que ali deram o seu último ai! 
O rio Hudson passa ali ao lado e, podemos atravessá-lo pela ponte ou pelo túnel, grandiosas obras, cujo esforço e dedicação, são dignos de louros para aqueles que aliando o saber à técnica, souberam contribuir para o bem-estar dos seus residentes e visitantes. 
O rio, o velho Hudson River, muito calmo, viu um dia engrossar o seu caudal com as lágrimas do povo Americano, chorando o desaparecimento das suas queridas Torres e dos desafortunados filhos da grande Nação Americana. (…) Descansem em PAZ! 
Porém, os nomes dos autores macabros, não existem, não aparecem, ninguém fala deles, não são mencionados e, penso, que mesmo no “inferno, o próprio diabo, com vergonha do sucedido, mandou riscar do mapa satânico os seus malditos nomes”!... 
Por tudo o que tenho visto e observado, no pouco tempo de férias de que desfrutei, e olhando às críticas de muitos países, que julgo sem fundamento, pois aqui, encontram-se pessoas de todas as raças e religiões e de todos os cantos do Mundo, onde trabalham, onde vivem, onde criam os seus filhos, onde ganham os Dólares para a sua subsistência e do agregado familiar que constituíram, leva-me a pensar e a crer que, se por qualquer motivo a América desaparecesse do mapa, também acabaria o Mundo!?... 
Tal é a dimensão e conjunto de mecanismos, a sua tecnologia e avanço de que dispõem, quase incapazes de ser igualados a todos os níveis por qualquer país!? 
Se a América tem defeitos, se tem problemas, se precisa de remodelações, mas qual a nação que os não tem ou que não precisa de ajustes e alterações!? Talvez tenha, mas possui milhões de fórmulas e milhões de Dólares para os resolver! Porém, isso é outra história para mais tarde me debruçar sobre ela. 
(P.S: Na próxima oportunidade irei falar da Estátua da Liberdade e, posteriormente lançarei as “âncoras”ao Porta-aviões e ao Submarino que ultimamente visitei.) 
New Jersey, 28 de Dezembro de 2005 
Agostinho Teixeira “Verde”

Por Causa dos Chips das Matrículas...

Aparece cada uma, infelizmente
Que nos deixa sem apetite
Fica de boca aberta, boa gente
Por a matrícula levar um chip

O meu vizinho, tido como muito fixe
Incumbiu a esposa dessa matéria
E, não é que na oficina a por o chip
Acabou por dar em galdéria

Pelos vistos, ela ouve muito mal
E, não percebeu a ideia dos chips
Como não entendeu a palavra, tal
Pensou que era por-lhe os chifres

Parece que tinha falta de peso
A maré faz o próprio ladrão
O marido era pouco teso
Segundo a informação

Vejam bem, caros amigos
Como se criam confusões
Os chips já fizeram inimigos
Estão provadas as razões

Por causa das matrículas
Que levam mais um adorno
Com chips ou chifres, ridículas
Que fazem um homem corno

Deita-se a culpa ao governo
Por editar mais um despacho
Não terá culpa o estafermo
Das pessoas andarem ao macho.