nma-16429.blogspot.pt é o meu novo blog. Seleccionem o link correspondente na coluna da direita e visitem-me!

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Cá está o «Queixinhas» de novo!

Enviei uma dúzia de e.mails para o pessoal da CF8 e contam-se pelos dedos de uma mão as respostas que recebi.
Enviei outra meia-dúzia deles para membros da CF2 que por um ou outro motivo queria que estivessem presentes e ninguém me respondeu.
Enviei 45 cartas pelo correio e só o Dr.Noivo acusou a recepção da que lhe era destinada.
Coloquei o anúncio no Correio da Manhã do último sábado e ...  nada, nem um único telefonema!
Já fiz alguns telefonemas tentando convencer os mais renitentes e tudo o que consegui foi 1 ou 2 "talvez".
Será que vou entrar pelo cano? A coisa não parece famosa!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Ao serviço da Pátria - Correio da Manhã

Vai aceso o debate sobre o caso Freeport. Polícias e magistrados do Ministério Público andam a sacudir a água do capote, e a partir de agora vale tudo.

Por: António Ribeiro Ferreira, Grande Repórter

Acusações, denúncias, fontes anónimas, perguntas para o primeiro-ministro que ficaram no papel, a já célebre falta de tempo para concluir as investigações e, qual cereja em cima do bolo, o inquérito mandado instaurar pelo procurador--geral da República com a pompa e a circunstância do costume. É caso para rir ou para chorar convulsivamente. O resultado desta imensa palhaçada é igual a zero. Vai ficar tudo como dantes, quartel-general em Abrantes. Já se sabe que em Portugal há muita corrupção, mas nunca há políticos corruptos. Isto é, a corrupção chega às autarquias e parou.
Ministros e secretários de Estado, sejam do PS, PSD ou CDS, nunca foram acusados, julgados e condenados por corrupção. Já se sabe que em Portugal polícias e magistrados do Ministério Público tremem de medo sempre que lhes cai no colo um qualquer processo que envolva gente do poder. É por isso que não vale a pena andarem por aí a perder tempo com pacotes contra a corrupção. Bastava decretarem que ministros e secretários de Estado podem encher os bolsos à vontade. Que diabo! Os homens são mal pagos e estão a prestar um enorme serviço à Pátria.

domingo, 1 de agosto de 2010

Não há duas sem três!

Ia começar por dizer que ontem tinha dois assuntos sobre os quais valia a pena dizer qualquer coisa. Mas depois lembrei-me que aconteceu uma terceira coisa que fez desviar a minha atenção e levou a que eu não tivesse tido tempo de falar naqueles.
Esta terceira coisa, muito mais importante que as outras duas, vai merecer a honra das minhas primeiras palavras. Casou-se a minha sobrinha Eva. Não é que isto seja nada de extraordinário, mas tratando-se de um acontecimento feliz na vida daquela família, merece da minha parte aquilo a que podemos chamar «descriminação positiva». A Eva é filha do meu irmão mais novo que faleceu há quatro anos vítima de cancro no duodeno. A sua partida inesperada deixou uma viúva sem emprego e sem recursos e três filhos ainda em idade escolar. A Eva cursava já o 2º ano de Economia na Universidade de Trás-os-Montes, do qual teve que desistir. Com alguma felicidade consegui um emprego, embora temporário, no Banco BES e passou a ser o suporte da família. Ontem casou-se encetando uma nova vida que venha, espero eu, a trazer-lhe um pouco mais de felicidade do que aquela a que teve direito nos últimos anos.
A segunda coisa, também por ordem de importância, foi a publicação do meu anúncio no Correio da Manhã

»»»»»»»»»
FUZILEIROS 8
Procura-se todo o pessoal da Companhia nº 8 de Fuzileiros, que fez comissão em Moçambique entre 1965 e 1968, a fim de participar num convívio.Contactar com Carlos Silva: 911967796.
««««««««««««

sobre o qual que eu tinha intenção de vos avisar, mas que acabei por esquecer. Não é que isso altere grande coisa, porque todos vocês já sabem do convívio e ver o anúncio no jornal não vai alterar nada. Mas é uma daquelas coisas, todos gostam de saber daquilo que lhes diz respeito. Agora vamos esperar que a minha tentativa produza algum efeito. Mas como passou o dia sem ter recebido um único telefonema, não me restam muitas esperanças.
E a terceira coisa de que vos queria falar, um tanto a puxar para o humor, é que ontem se celebrava o «Dia Internacional do Orgasmo». Homens da nossa idade, sempre com a ameaça do cancro da próstata a pairar sobre as nossas cabeças, não se podem esquecer que a melhor coisa que há para manter a dita em bom estado, é obrigá-la a trabalhar e quanto mais melhor. Portanto, se é de orgasmos que a gente precisa, vamos a eles e com vontade. Que ninguém fique para trás!
Desta esqueci-me de vos fazer o aviso ontem, mas hoje ainda vai muito a tempo e com uns versinhos para animar:
Se precisas de um orgasmo
Podes começar agora
E não caias no marasmo
Continua pela vida fora!

sexta-feira, 30 de julho de 2010

A Obesidade Mental - Andrew Oitke

Estamos entregues a bicharada...

Nota: Penso que este artigo tem direito a um lugar no blogue; lendo-o pode-se concluir que esta é uma das realidades que vamos confrontando nos dias de hoje... apreciem, ponderem e raciocinem se assim o entenderem.

Artur/Leiria

Por João César das Neves - 26 de Fev. 2010
 
O Prof. Andrew Oitke publicou o seu polémico livro «Mental Obesity», que revolucionou os campos da educação, jornalismo e relações sociais em geral. 

Nessa obra, o catedrático de Antropologia em Harvard introduziu o conceito em epígrafe para descrever o que considerava o pior problema da sociedade moderna.

 «Há apenas algumas décadas, a Humanidade tomou consciência dos perigos do excesso de gordura física por uma alimentação desregrada.

 Está na altura de se notar que os nossos abusos no campo da informação e conhecimento estão a criar problemas tão ou mais sérios que esses.»

Segundo o autor, «a nossa sociedade está mais atafulhada de preconceitos que de proteínas, mais intoxicada de lugares-comuns que de hidratos de carbono.

 As pessoas viciaram-se em estereótipos, juízos apressados, pensamentos tacanhos, condenações precipitadas.

Todos têm opinião sobre tudo, mas não conhecem nada.

 Os cozinheiros desta magna "fast food" intelectual são os jornalistas e comentadores, os editores da informação e filósofos, os romancistas e realizadores de cinema.

 Os telejornais e telenovelas são os hamburgers do espírito, as revistas e romances são os donuts da imaginação.»

 O problema central está na família e na escola.

«Qualquer pai responsável sabe que os seus filhos ficarão doentes se comerem apenas doces e chocolate.

Não se entende, então, como é que tantos educadores aceitam que a dieta mental das crianças seja composta por desenhos animados, videojogos e telenovelas.

Com uma «alimentação intelectual» tão carregada de adrenalina, romance, violência e emoção, é normal que esses jovens nunca consigam depois uma vida saudável e equilibrada.»

Um dos capítulos mais polémicos e contundentes da obra, intitulado "Os Abutres", afirma:

«O jornalista alimenta-se hoje quase exclusivamente de cadáveres de reputações, de detritos de escândalos, de restos mortais das realizações humanas.

A imprensa deixou há muito de informar, para apenas seduzir, agredir e manipular.»

O texto descreve como os repórteres se desinteressam da realidade fervilhante, para se centrarem apenas no lado polémico e chocante.

«Só a parte morta e apodrecida da realidade é que chega aos jornais.»

Outros casos referidos criaram uma celeuma que perdura.

«O conhecimento das pessoas aumentou, mas é feito de banalidades.

Todos sabem que Kennedy foi assassinado, mas não sabem quem foi Kennedy.

Todos dizem que a Capela Sistina tem tecto, mas ninguém suspeita para que é que ela serve.

Todos acham que Saddam é mau e Mandela é bom, mas nem desconfiam porquê.

Todos conhecem que Pitágoras tem um teorema, mas ignoram o que é um cateto».

As conclusões do tratado, já clássico, são arrasadoras.

«Não admira que, no meio da prosperidade e abundância, as grandes realizações do espírito humano estejam em decadência.

A família é contestada, a tradição esquecida, a religião abandonada, a cultura banalizou-se, o folclore entrou em queda, a arte é fútil, paradoxal ou doentia.

Floresce a pornografia, o cabotinismo, a imitação, a sensaboria, o egoísmo.

Não se trata de uma decadência, uma «idade das trevas» ou o fim da civilização, como tantos apregoam.

É só uma questão de obesidade.

O homem moderno está adiposo no raciocínio, gostos e sentimentos.


O mundo não precisa de reformas, desenvolvimento, progressos.

Precisa sobretudo de dieta mental.»


Tags: mgoncalves

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Pistas e mais pistas!

Por mera casualidade, encontrei o número de telefone do Zeferino Ferreira (1797/64) na lista telefónica das páginas brancas. Foi uma sorte, pois o endereço que tenho dele (fornecido pelo Mourato) cheirava-me a esturro. Zonas imensas dos arredores de Lisboa que foram urbanizadas nos últimos 30 anos e endereços "à moda antiga", tais como Urbanização dos Irmãos Cleto, Quinta do Andrade e outros que tais, que há muito foram substituídos por topónimos actualizados. Assim pude corrigir o endereço do Zeferino e enviar-lhe o convite para a morada correcta.
Mas mais que isso, tive uma longa conversa com ele, durante a qual ele me foi fornecendo uma série de pistas que me podem ajudar a localizar mais alguns camaradas. Disse-me, por exemplo, que o Silvério Pires (1966/64) era de Vale Salgueiro, Miradeses, Mirandela. E o Arsénio Martins (1970/64) de Buarcos, Figueira da Foz.
O António Páscoa, também morador na Figueira, já se prontificou a dar um pulinho a Buarcos a ver se descobre o que foi feito dele. E disse-me ele que vai aproveitar a deslocação para passar pela »Boa Viagem» e ver se descobre o paradeiro do Mendes. Aqui eu fico sem saber a quem ele se refere, mas espiolhei a minha lista, com o máximo cuidado, e encontrei um filho da escola de Setembro de 1962, chamado António Mendes Barreto, que também fez parte da CF8. Com sorte é dele que se trata.
E se o encontrarmos, talvez ele nos consiga dar notícias dos outros filhos da mesma escola que fizeram comissão connosco. Ainda me falta saber do Zé Luís, do Manel João, do Manel Ferreira, do Vitorino Mestre e do Eduardo Carvalho.
Vamos a eles! Onde todos ajudam não custa nada.

Passo a passo se faz o caminho!

Ontem voltei a sair de casa logo pela manhãzinha. Destino, Terras Altas Transmontanas, na zona de Montalegre. O dever chama, poderia eu dizer, mas de facto trata-se mais de passeio que de trabalho. Carregar a mala de ferramentas ou o computador de um irmão mais novo que trabalha como técnico de comunicações e passa os dias a calcorrear os montes, garantindo a necessária assistência aos equipamentos de rádio dos parques eólicos que cobrem as cristas dos montes. Ele garante o funcionamento do serviço e eu garanto-lhe alguma companhia para não andar sozinho por sítios tão ermos.
Quando assim acontece, fica o trabalho de pesquisas (do pessoal da CF8) em suspenso. Mesmo assim as coisas não param, pois há sempre alguém, empurrado pela minha impaciência, que vai fazendo qualquer coisinha. O António Páscoa tinha reconhecido um dos nossos camaradas numa das fotografias que publiquei há dias e disse-me que sabia onde ele morava e que se ocuparia de o localizar.

Ontem, enquanto íamos subindo lentamente uma das encostas da Serra do Barroso, tocou o meu telemóvel. Atendi e, embora com alguma dificuldade pela má qualidade da ligação, tive uma conversa com o Margato, o tal da fotografia, a quem o Páscoa tinha fornecido o meu contacto. Trocamos uma série de informações rápidas e prometemos continuar a conversa mais tarde e em melhores condições.
É mais um a engrossar a lista dos "já encontrados", diminuindo o número dos desaparecidos. E tem mais, ele prometeu que na sua próxima viagem aos Açores, onde diz ir com alguma frequência, vai à procura do Pepe, o nosso camarada açoriano que mora em Vila Franca do Campo.
Só boas notícias!

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Abaixo com as paneleirices!

Joãozinho para a professora:
- Oh stora tenho na minha mesa um caracol em cima duma caracola!
- Oh Joãozinho, não se diz caracol em cima duma caracola!
- Diz-se caracol em cima de caracol.
E o Joãozinho pumba…. com uma reguada esmaga os caracóis.
A professora indignada:
- Joãozinho, isso não se faz!
Responde o Joãozinho:
- Nah nah nah! Na minha mesa não quero paneleirices!

terça-feira, 27 de julho de 2010

Tarefa conseguida!

Tal como planeado, terminei esta manhã o envio das cartas-convite para o II Convívio Anual da CF8.
Durante o fim de semana tinha já enviado 21 convites por e.mail.
Ontem, de manhã, entreguei nos Correios mais 15 envelopes.
Depois do almoço decidi continuar a tarefa e antes das 18.00 horas entreguei mais 20 envelopes.
Hoje de manhã, agarrei-me ao trabalhinho e antes do meio dia já tinha entregue os últimos 20, onde se inclui o Adriano Leitão que não pertencendo à CF8, é filho da minha escola e fez connosco a comissão em Metangula. Ele é da Taifa e foi o cozinheiro da Messe dos oficiais na Base Naval do Niassa.
Restam-me agora os convites especiais, mas esses acho melhor fazê-los por telefone.

Os aviões da FAP!

Sem o apoio da aviação, a vida das tropas portuguesas no Lago Niassa seria pouco menos que impossível. Os parcos recursos da FAP não chegavam para as encomendas, mas o remédio era aguentar e cara alegre.
Os Nord Atlas lá iam aparecendo para transportar a malta para cima e para baixo, o que já não era mau. Muito embora me tenham deixado ficar mal uma vez e tenha sido forçado a recorrer ao famoso «Comboio do Catur» para chegar ao Lago em 1966.
Os Dakotas aterrando na pista de terra batida de Metangula, de quinze em quinze dias, carregando os víveres necessários à nossa sobrevivência, as munições, o correio e tudo o mais que nos fazia falta. Não há nenhum veterano de guerra que tenha passado pelo Niassa que desconheça esta realidade.
E aqui ficam as fotografias que pesquei no fundo da mala do Ângelo, para vos trazer todas essas recordações de novo à memória.

O Barriga de Jinguva!

Companhias e Destacamentos à mistura!

E aqui (à esquerda) o Paulino, grande amigo que já não pertence ao mundo dos vivos!

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Correio a caminho!

Durante o fim de semana, enviei o convite para o II Convívio Anual da CF8 para todos os que usam a internet e têm uma conta de mail.
Hoje meti no marco do correio 35 cartas que foi tudo que consegui fazer nas horas reservadas para o efeito.
Amanhã, se não surgir nenhum imprevisto, trato do resto, cerca de 20 nomes que completam a minha lista de endereços. Bem gostava de dizer que tenho os endereços de todo o pessoal, mas não é verdade. Falta muita gente que não sei por onde anda.
Depois restam-me os convites especiais que serão feitos por telefone.
E terminada esta tarefa, resta-me esperar que as sementes lançadas à terra germinem e dêem fruto. Conforme forem surgindo as respostas, quer sejam positivas ou negativas, irei reportando para que fiquem a par da coisa.

Juramento de bandeira

 Julho 1969. Companhia nº7. Quem é o sarg. da minha companhia? Claro o sarg.  Figueiredo que está no post. em baixo. Mundo pequeno este dos fuzos.

Cerveja 2M!


Como bons vizinhos que eram, os fuzileiros da Machava eram visita regular na Fábrica do Vale do Infulene. Todas as unidades de fuzileiros que ali estiveram aquarteladas tiveram a sua vez de ir molhar a goela.
A fotografia relata o momento em que os mais graduados do grupo que ali se deslocou naquele dia, posaram com o gerente do negócio para a habitual foto de família. Pessoal da CF8, como não podeia deixar de ser!

C.D.M.P.L.Niassa!

sábado, 24 de julho de 2010

O Local da Festa!

Clique na imagem para ampliar

A CF8 em festa!

II Convívio Anual da Companhia Nº 8 de Fuzileiros
O convívio realizado em Julho do ano passado, em Aveiro, serviu de rampa de lançamento para o deste ano que se espera tenha muito maior adesão. Há um ano atrás, havia ainda poucos endereços e a organização foi, como se costuma dizer, feita em cima do joelho. Agora a coisa foi feita noutros moldes e há muita gente nova que foi localizada, a começar pelos oficiais e sargentos.
Espera-se por isso que a participação seja significativa e nos dê ânimo para continuar com estas organizações em anos vindouros. E que, através da participação de todos aqueles que aparecerem, se possam colher informações para ir mais além e descobrir o que foi feito do resto do pessoal.
Eu, pessoalmente, tenho investido muito tempo (e algum dinheiro) para levar isto para a frente e conto com a ajuda de todos para levar a nau a bom porto.
O «II Convívio Anual do Pessoal da CF8» vai realizar-se no dia 2 de Outubro e no Restaurante Litoral que fica situado à margem da Estrada Nacional Nº1, a 9 Kms de Pombal e 17 Kms de Leiria e com o seguinte programa:

10h 30 - Aperitivos de Boas Vindas (Buffet)
12h 00 - Missa na Capela de Nossa Senhora da Boa Viagem (a 200m do Restaurante)
13h 00 - Almoço Convívio
17h 00 - Bolo e Champanhe

Lista dos «Comes e Bebes»

Entradas                                 Almoço                                              Bebidas

Delícias de Caranguejo
Croquetes de Carne
Bolinhos de Bacalhau
Rissóis de Camarão
Coxinhas de frango
Chamuças
Frutos secos
Bifanas
Pregos
Presunto
Queijo
Fiambre
Azeitonas
Tremoços
Frutos Secos
Sopa à Lavrador

Salada Mista Colorida

Lombo de Cherne à Litoral

Misto com Vitela e Lombinhos de Porco Guarnecidos com Batata Fofa e Legumes

Salada de frutas
Pudim
Gelado
Vinho Generoso T. e B.
Moscatel de Favaios
Martini Rosso e Bianco
Whisky Novo
Vinho Maduro T. e B.
Vinho Verde
Águas minerais
Sumos
Gasosas
Cervejas

Ao Cair da Noite
Bolo e
Espumante Natural

O preço por pessoa será de 23.00€. As crianças dos 5 aos 11 anos pagarão 12.00€ e o pagamento pode ser feito por transferência via Multibanco para o NIB – 0018.0234.00200028632.23 -, por cheque à ordem de Maria Emília Silva, enviado para a minha morada, ou ainda em dinheiro no local e à chegada.
Esta parte dos recebimentos e conferência do “Pilim” é a mais chata de todo o processo, pelo que vos ficaria muito grato se o pudessem fazer antecipadamente e por via Multibanco que é o mais prático e menos trabalhoso.
Para que tudo corra da melhor forma, agradeço a confirmação das vossas presenças até ao dia 18 de Setembro, de modo a poder organizar as coisas com o restaurante.

Para qualquer dúvida ou informação podem sempre contactar-me através de:
Telefone – 252 627 112 ou Telemóvel – 911 967 796 ou ainda E.mail – manaliva@gmail.com

N.B. – No verso desta folha pode encontrar um esquema de estradas para o local do convívio.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Revista à Caserna!

Se havia coisa que eu detestava, na Marinha, eram as revistas ás instalações e ao material. Eu que sempre fui arrumadinho e organizado q.b., não aceitava que fosse necessário andar sempre a bisbilhotar as nossas coisas. E tinha a convicção que só eram feitas para justificar uns castigozinhos que os nossos superiores nos infligiam para nos mostrar quem ali mandava. Destruir a personalidade de cada um para ficar apenas o colectivo. Não sei se era isso que ensinavam nos cursos de oficiais e se os sargentos aprendiam por tabela, mas se era assim que pensavam tornar-se grandes condutores de homens, estavam redondamente enganados. Eu, por mim falo. Quanto mais me contrariavam mais difícil se tornava fazer-me entrar nos eixos. Mas isso é outra história que aqui não vem ao caso.
Nas fotografias recentemente recebidas do nosso 2º Comandante, Carlos Garoupa, veio esta preciosidade que mostra uma representação do Comando Naval de Moçambique em revista á nossa Caserna das instalações da Machava. Acompanhados pelos nossos comandantes, Barata Botelho e Rosa Garoupa, que se vêem nitidamente nesta fotografia, entraram pela Caserna adentro, preparados para dar um desgosto a alguém.


Ao lado esquerdo, numa posição "muito à vontade" aparece um grumete, em fato macaco, que me parece ser o Ezequiel Silva (1856/64). Pela falta de aprumo, se escapou de umas guardazinhas de castigo, já se pode considerar com sorte.

A Melhor Fotografia!

Vieram até aqui à espera de ver uma gaja boa?
Puro engano!
O que se passa é que passei toda a semana a tentar localizar os sargentos da CF8 e depois de ter a coisa mais ou menos arrumada, aparece-me esta fotografia, a melhor de todas que já vi, mostrando a entrada da Base e o Edifício do Comando de Metangula, onde aparece um sargento, cuja imagem recordo perfeitamente, mas cujo nome tinha abandonado a minha memória.
Ninguém tem memória de elefante e ao fim de tantos anos não admira que algumas das nossas recordações nos apareçam embotadas pelo nevoeiro do tempo decorrido desde a última vez que nos vimos. Tive que recorrer a um camarada da Companhia que me ajudou a avivar a memória e assim já o posso mostrar a toda a gente, devidamente identificado.

Alberto Figueiredo (à esquerda)

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Oh Zé, aperta o cinto!

Graça a miséria no meu país
É isso mesmo que eu sinto
Agora faz como eu fiz
Oh Zé, aperta o cinto

A fome já é demais
Neste triste labirinto
De tantas coisas abismais
Oh Zé, aperta o cinto

Será por obra do diabo
Para beber um copo de tinto
Eu já não tenho chavo
Oh Zé, aperta o cinto

Vou apertar mais um furo
É verdade, não minto
Estou pior que maduro
Oh Zé, aperta o cinto

Do ordenado do Sócrates
O meu não chega a um quinto
Diz que estão felizes os pobres
Oh Zé, aperta o cinto

O ministro das finanças
Só tem moedas de zinco
Ele, mata as nossas esperanças
Oh Zé, aperta o cinto

O senhor primeiro ministro
Jura e promete com afinco
Mas nós temos cá disto
Oh Zé, aperta o cinto

Nesta moda do aperta
Que põe a gente raquítico
O governo não acerta
Oh Zé, aperta o cinto

Já se acabaram os furos
Que já são mais de cinco
Era encher-te a cara de murros
Oh Zé, aperta o cinto

De barriga tão franzina
Da fome, dos furos que finto
Para alguns é uma mina
Oh Zé, aperta o cinto...

Cinto de tristeza afivelada
Cujos furos têm verdete
Tanta criatura enganada
A quem enfiaram o barrete...

Eu canto aquilo que sinto
Eu choro porque não minto
Eu amo quem é faminto
Eu também aperto o cinto...

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Notícias na hora!

Acabei de falar com o Tenente Barrocas!
Bem, agora chama-se Dr. Barrocas que o tempo de Marinha já lá vai. Deu-me um bocado de trabalho a localizá-lo, mas quando meto uma coisa na cabeça, não descanso. E hoje em dia com a ajuda da bendita internet descobre-se tudo.
Ele mora em Arraiolos que é a sua terra natal. Passou os últimos anos da sua vida na zona de Aveiro, no desempenho da sua profissão de médico veterinário, mas já se reformou e regressou ao seu Alentejo do coração.
Ainda há dias passei  por Arraiolos, no regresso do convívio da CF2, e ter-lhe-ia feito uma visita se soubesse que ele ali morava. Talvez até o tivesse convidado para aparecer no restaurante, pois tinha lá uma boa meia-dúzia de antigos camaradas da 8.
Das fotografias, acabadinhas de receber do Rosa Garoupa, deixo aqui uma onde se pode ver claramente o personagem a que se refere esta notícia.


Recordando um camarada!

Comuniquei há dias o falecimento do Martins (8948.62) e hoje quero voltar a trazer aqui o assunto. Falei com o Ramiro (9040.62) que era o Barbeiro da nossa Companhia e grande amigo do falecido. Perguntei-lhe se sabia do acontecido e disse-me que sim. Perguntei-lhe ainda quem o tinha informado e respondeu-me que foi um irmão do Martins que mora também no Vale de Milhaços.
Menciono isto porque no ano passado, quando falei com ele sobre o convívio realizado em Aveiro e lhe perguntei se tinha contacto com, ou sabia onde moravam, outros membros da Companhia, me respondeu rapidamente que não.
E para lembrar este nosso camarada e ajudar o António Páscoa a pôr em ordem as suas memórias, publico esta fotografia que se supõe tirada em Angola, nos tempos da CF1. Tal como o Páscoa, o Martins foi render alguém que foi evacuado durante a comissão e passou lá cerca de um ano. Tanto um como o outro, depois de regressados à Metrópole, ingressaram na CF8 e partiram para Moçambique, juntos comigo.

Martins, à esquerda!